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Relação reverencial

27 de fevereiro de 2010 23

DA PÁGINA 10 DE ZH DOMINICAL

Poucas vezes se viu o prefeito José Fogaça tão abalado quanto na noite de sexta-feira, quando esteve no local onde o secretário Eliseu Santos foi assassinado.

Fogaça perdeu mais do que um colaborador. Perdeu o companheiro de chapa da eleição de 2004 e um dos seus maiores admiradores.

– Ele tinha uma relação reverencial com o prefeito. Fogaça era o ídolo dele – conta o senador Sérgio Zambiasi (PTB).

Em nome dessa devoção, Eliseu concordou em ser mais cuidadoso com as palavras e nos quatro anos como vice-prefeito contrariou as previsões dos que apostavam numa ruptura.

Comentários (23)

  • Luiz diz: 28 de fevereiro de 2010

    Precisava saber o que ele estavafazendo numa igreja com um revólver na cintura. E porque ele atirou primeiro se , talvez, ele nem era o alvo, porque nem havia sido anunciado o assalto. Para nós, as autoridades dizem que não é pra reagir num caso destes. Outra: como evangélico, achava que Deus e sua pistola resolveriam tudo e não queria segurança. Ou foi um novo CAVALCANTE?

  • Enio diz: 28 de fevereiro de 2010

    E as cabeças continuam rolando………………..Mistérios……………………
    E autoridades falando em assalto ………………….Por que eles sabem que foi assalto?……………………..Muito estranho…………………

  • Decorando Letras diz: 28 de fevereiro de 2010

    Já começaram os plantonistas da esquerdalha nojenta fazer ilações antes mesmo da polícia evoluir nas investigações. A população já sabe que se trata de uma meia dúzia se fazendo passar por muitos, que foram escalados para azucrinar tanto o governo do Estado quanto o governo Municipal, ambos eleitos pela maioria da população. Como dizia um colunista antigo, os cães ladram e a caravana passa, aliás nos últimos anos a caravana tem passado tranquilamente.

  • Sergio Sulzbacher diz: 28 de fevereiro de 2010

    O Rio Grande de hoje está transformado em uma máfia da pior espécie.O Rio Grande das Instituições contaminadas e sem credibilidade(Pixotos e Vargas etc),dos aconchavos,das falcatruas,dos acordões e para a midia nunca há provas.O Secretário da Saude vai ao culto armado,com revolver na cintura.A que ponto chegamos.No atual governo do PSDB/DEM/PPS/PP/PTB/PDT/O TRÁGICO PMDBGAUCHO há briga demais por cargos.É intriga demais .E o caso Cavalcante,assessor direto de Yeda?Temos certeza que dirão que o homen se matou.Mas qual será a verdade?O que tudo ele sabia e iria contar?Pobre Rio Grande cuja moral foi jogada na lama. QUE DEUS OLHE AQUI PARA BAIXO E FAÇA COM QUE ESSA TROPA NUNCA MAIS GANHE ELEIÇÃO NEM AQUI NO ENLAMEADO RIO GRANDE E NEM EM BRASILIA.

  • Leonardo diz: 28 de fevereiro de 2010

    Acho que o jornalismo da ZH poderia ser mais cuidadoso, pelo menos neste caso, e escutar outra fonte de informação que não seja apenas a polícia. Até mesmo “a voz” da viúva foi representada pelos autos do seu depoimento. Isso é inaceitável em um jornalismo que se diz isento. Os gráficos também estão muito bonitos mas fica patente a falta de investigação jornalística, baseada apenas nos dados oficiais.

  • quixote diz: 28 de fevereiro de 2010

    Quero ver publicar esta. É dura mas faz sentido, Rosane. Não quero acusar ninguém, apenas fazer um raciocício. Abalado ou não, vamos convir que o desaparecimento de cena do Eliseu, seja assalto ou execução, é muito funcional para a candidatura de Fogaça. Já pensaram em plena campanha e o Secretário da Saúde respondendo a processo em função das falcatruas do Instituto Sollus? ou das propinas na Secretaria? Agora o cara se foi, é apenas mais uma vítima da violência e não um arquivo vivo do que acontece por debaixo dos tapetes da prefeitura. É menos um problema…

  • Luciana diz: 28 de fevereiro de 2010

    Um fato que parece passar desapercebido é de que o secretário tinha posse de armas. Baseado em quê?? Ameaças? Por que para nós cidadãos “desamparados” é praticamente impossível conseguir esse “direiro”?? Só porque era político o processo foi mais “fácil” para ele??? Afinal de contas, para termos ameaças de morte é só parar nos semáforos da cidade, ou tentar estacionar ou… sair de casa!!!!!!!!

  • Kal diz: 28 de fevereiro de 2010

    Então, agora o prefeito José Fogaça de poeta se transforma em ansiolítico: cânone da calma que consegue dobrar até um esquentadinho que anda por aí com uma pistola Glock no bolso. Transformar o caso Eliseu Santos em apologia à santificação do Poeta é demais. Se a ZH é partidária e já está em campanha eleitoral, fazendo assessoria de imprensa do PMDB e do PSDB, que assuma sua posição. E que história é esta de a prefeitura dizer que o velório foi decidido por familiares ainda na madrugada de sábado?

  • Alcindo Mendes diz: 28 de fevereiro de 2010

    1º. Devemos lamentar qualquer morte independente de quem seja ou motivos.
    2º. As autoridades comandadas pelos mesmos partidos do Gov. de Brasilia PSDB/DEM ja deram o diagnóstico (Tentativa de Assalto) são os mesmos partidos que até o dia de hoje não esclaresseram o “suicídio” do Cavalcante.
    3º. Esse secretário estava envolvido até o último fio de cabelo em falcatruas na Sec. da Saúde da Capital, embora a mídia regional não a divulgue as investigações da PF como deveria, bom a gente sabe porque.
    4º. É impressionante como a nobre colunista se aproveita da situação para fazer campanha pro Fogaça, o nome do prefeito é citado em suas matérias tantas vezez que a gente até se confunde se a vítima foi o Eliseu ou o candidato da direita.
    5º. Uma sugestão, que a Policia Federal tome conta do caso.

  • Fabiano diz: 28 de fevereiro de 2010

    De colaborador assim, não precisamos. (cheio de problemas jurídico)
    ass. povo gaúcho

    O Zambiasi é outro que abandonou o povo.

    Engraçado que somente voltam pra realidade do país, quando alguém próximo morre de forma violenta.
    Todo dia morre gente vítima do estado. (não foi culpa do bandido)
    Código penal pra malandro deitar e rolar, culpa da união ficar preocupada com maracutaias, olímpiadas, copa do mundo e carnaval.

    Pena de morte pra crimes do colarinho branco, corrupção, peculado, traficante, assassino e sequestrador. (isso limpa os presídios superlotados e quero ver alguém tentar fazer algo, sabendo que pode perder a vida quando for pego)

  • Genival Carvalho diz: 28 de fevereiro de 2010

    Adão Paiani (*)

    Longe do Rio Grande, a notícia da execução do Secretário de Saúde de Porto Alegre, ex-Vice Prefeito da capital dos gaúchos, Eliseu Santos, choca, mas não surpreende. É somente mais um episódio de uma saga que vem assolando o Estado de forma avassaladora; em especial nos últimos quatro anos. Um desdobramento natural de tudo aquilo que temos presenciado e que muitos têm procurado alertar às cabeças ainda pensantes dessa terra, sem grande sucesso. Pelo menos por enquanto.

    Uma coisa é certa: nunca, em momento algum da nossa história, os gaúchos puderam presenciar situações tão desavergonhadamente explícitas de banditismo político como as que vemos agora. Sejamos francos; ninguém, em sã consciência, pode ter a pretensão de encontrar, para o mais recente assassinato, outro motivo que não seja um acerto de contas típico de quadrilhas mafiosas; como as que assolavam Chicago, nos anos 30 do século passado. E a analogia não se resume a isso.

    Vivemos um processo acelerado de degradação político-institucional que atacou as estruturas do Estado, através de uma quadrilha especializada e constituída empresarialmente para saquear os cofres públicos e que, consciente da impunidade, garantida pela extensa rede de relacionamento de seus agentes; hoje dá as cartas no Rio Grande. E não se preocupa mais em blefar.

    Essa quadrilha, da qual fazem parte elementos facilmente identificados; onipresentes nas diferentes esferas de poder e em todos os episódios de sangria dos cofres públicos, denunciados nos últimos anos, têm a seu favor uma bem calculada morosidade na ação daqueles a quem caberia coibir esse tipo de prática.

    Contam também com a apatia de parcela significativa da população, anestesiada por uma mídia cúmplice, que comprova seu grau de infiltração tentacular e invasiva. Uma verdadeira cleptocracia; com a qual poucos segmentos da sociedade riograndense não estão comprometidos. Essa é a realidade, a qual somente poderá ser superada na medida em que compreendermos seus mecanismos e, a partir daí, a combatermos.

    As balas que vararam o corpo do Secretário da Saúde de Porto Alegre, na saída de uma Igreja, na frente de sua mulher e filha, são a versão cruenta de outras que tem atravessado, impunemente, o que resta da consciência cívica de um povo. Seja sob a forma de uma CPI da Corrupção, impedida de apurar denúncias graves de desvios de dinheiro público; na manutenção e prestigiamento, dentro da administração pública, de agentes notoriamente envolvidos com irregularidades e na impunidade generalizada observada em todas essas situações.

    O crime da Rua Hoffmann somente se concebe num ambiente em que todos os limites foram ultrapassados. Onde se presencia a lentidão de uma Justiça em julgar e responsabilizar as aves de rapina do erário, que mesmo denunciados, continuam a flanar, solenes, tanto em cerimônias públicas quanto nas colunas sociais.

    Onde dirigente de instituição financeira pública, apontado por irregularidades, aguarda o salvo conduto de uma indicação a vaga de Magistrado. Onde as estruturas da segurança pública são utilizadas com finalidades políticas, monitorando, perseguindo e coagindo tanto aliados de ocasião como adversários políticos. Onde as ações legislativas são pautadas pela cumplicidade com aqueles a quem deveria fiscalizar; e por uma covardia explícita, somente justificada pelo medo dos próprios pecados praticados.

    Onde o dirigente máximo de Tribunal responsável por fiscalizar as contas do Estado, flagrado em conversas indecentemente comprometedoras, sai ileso para a aposentadoria. Onde membro do Legislativo, indicado ao mesmo Tribunal; mesmo tendo demonstrado tanto absoluta incapacidade técnica quanto falta de condições morais para tal, assume vaga de Consiglieri da mesma corte. Tutti in Famiglia.

    Somente em um canto de mundo onde coisas assim sejam possíveis é que se admite o assassinato, em via pública de grande movimento, mesmo naquele horário, de uma autoridade. Somente a certeza absoluta de impunidade é capaz de justificar ato tão audacioso.

    Às vésperas de um processo eleitoral, o que se espera, mais do que promessas vãs, típicas da politicagem tradicional, é quem vai ter a coragem suficiente de enfrentar e derrotar esse establishment criminoso e resgatar ao menos o pouco da vergonha que ainda nos resta. Sem o que, vamos continuar com a notória fanfarronice gaudéria, decantando nossas duvidosas virtudes, vestindo nossas pilchas esfarrapadas.

    Ou encontramos alguém com coragem suficiente de ser nosso Eliot Ness, ou é melhor nos acostumarmos com execuções em via pública, restaurantes, barbearias. Como na Chicago de Al Capone.

    (*) Advogado

  • Valdomiro Miranda chaves diz: 28 de fevereiro de 2010

    O abalo que o prefeito sentiu não foi pelo secretario, mas sim pelos motivos do crime, que com certeza devem estar abalando muita gente na prefeitura. Esta morte tem cheiro de crime organizado, ou alguém ainda tem dúvida!? O prefeito deve estar com muita saudade do senado, lá bastavão os discurso, não é prefeito?

  • ROGERIO GUIMARAES diz: 28 de fevereiro de 2010

    Rosane,

    Mas nenhuma linha sobre a nova pesquista Data Folha?!
    Não que eu acredite nela, mas uma editora de politica nao falar nada?

  • Vilson diz: 28 de fevereiro de 2010

    E duro mas quem sabe a violencia chegando no andar da nobresa as coisas mudam, porque para o cidadao comum e mais um que foi morto, como acontece neste Rio Grande e Brasil afora, e as mudanças estao nas maos dos nobres que nao trabalham ganham fortunas e so pensao nas proximas eleiçoes.

  • ADELI SELL diz: 28 de fevereiro de 2010

    Nós lançamos uma nota conjunta da Executiva Municipal e da Bancada, repudiando esta morte violenta, independentemente de suas motivações.
    Solidários com a família e com o seu partido.
    Esperamos que algo de rápido e eficaz seja feito para achar os assassinos.
    Mas, agora, já encerrado o funeral, acrescento: não tente ninguém embaralhar o jogo da verdade.
    Adeli Sell, vereador e presidente do PT-poa

  • alexandre diz: 28 de fevereiro de 2010

    Este RS está mesmo uma vergonha. Morto um arquivo vivo dos acontecimentos Prefeitura de POA X Instituto Sollus. Morto Marcelo Cavalcanti e até hoje nem a causa-mortis foi revelada. Morto empresário ex-diretor de fumageira que fez um empréstimo esquisito no Banco do Estado. E a governadora quer nomear Fernando Lemos, outro arquivo vivo, JUIZ.
    Reformem logo os presídios. Vão faltar vagas.

  • ermírio diz: 28 de fevereiro de 2010

    Diziam que Bento Gonçalves era homem de “mala suerte”. O mesmo pode ser dito de Yeda, pois sempre que pretende fazer algo no seu governo ou agora na campanha para atrair mídia, surge outra notícia que ofusca. Lançada sua campanha, ocorre o assassinato que toma conta do noticiário. Yeda, faz como o Bento fez, abandona.

  • Roberto diz: 28 de fevereiro de 2010

    Não serão lágrimas de crocodilo essas do FOGAÇA??????

  • Rose diz: 1 de março de 2010

    É triste ver que alguns fanáticos não respeitam sequer a dor da família. Já começam as ilações e falam em “máfia” tomando conta do Estado.

    Certamente querem se referir a um certo partido que tem muita ligação com o jogo do bicho, sabotagens, além de contar com o apoio de traficantes e de marginais.

    Zelosos pela verdade, pedirão a PF e ao MPF que investiguem os telefonemas que envolvem esse partido, da mesma forma que o fizeram com a governadora.

    Naturalmente estão preocupados, também, com as consultorias da iminência parda, Zé Dirceu, bem como das jogadas espertas para valorizar ações de certas empresas.

    Também ficarão preocupados ao ver tanta obra superfaturada no tal do PAC. Bradarão contra a liberação de verbas para tais obras, não admitindo que o Presidente passe de trator por cima do TCU e mande às favas o cuidado que deve ter com o erário.

    É provável até, que paçam que pare, Lula e seus comandados, de usar, às nossas custas Cartões Corporativos sem o mínimo controle. Tenho certeza que estes cidadãos gostariam de transparência de fato – e não de gogó. Acho que se preocupam com essa máfia, porque são honestos. Só que ainda não falaram… Deve ser um mero lapso de memória…

  • marta zem diz: 1 de março de 2010

    A Yeda vai sair candidata. Até para organizar um caixa 2 de campanha. Ela não quer devolver os puffs que comprou com dinheiro público. Talvez sobre alguma coisa para uma outra casanova. Fica uma pergunta: Qual será o palanque do Serra no RS? A Yeda e o Serra juntos, quem será mais prejudicado pela exposição .

    A Sra. jornalista não ficou sabendo da nova pesquisa? Acho que o Serra será DILZIMADO !!
    O Arruda ficou ARRUIADO, o Kassab foi KASSADO e o Serra será Serrado ou será DILZIMADO?

  • O Arroto diz: 1 de março de 2010

    …é a direitalha às turras com seus “códigos de honra”. São todos corleones e o RS virou a Sicilia deles…

  • Vinicius diz: 1 de março de 2010

    Fogaça chora a perda da eleição paro o governo estadual.

  • Rose diz: 3 de março de 2010

    Arroto, seu nick resume bem um petista. Arroto é só um… arroto. Daqueles podres.
    Quem é qualquer petista para chamar alguém de mafioso?
    Podem espernear e usar a máquina federal para trucidar adversários. No Rio Grande o PT não leva! Fora Tarso! Fora Dilma Apagão! Fora cambada de mentirosos!

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