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Polícia considera desvendado assassinato de Eliseu

03 de março de 2010 36

Tinha tudo para ser crime político a morte do secretário da Saúde, Eliseu Santos, mas a Polícia Civil concluiu que foi latrocínio. Os homens que mataram Eliseu Santos fazem parte de uma quadrilhas de ladrões de carro que age com frequência no Bairro Floresta. A Polícia Civil pediu a prisão temporária de três suspeitos.

Por coincidência, um dos acusados de envolvimento na morte do secretário também se chama Eliseu e tem 22 anos. Eliseu Pompeu Gomes foi identificado pelo DNA. Ferido pelo secretário, deixou marcas de sangue pela Rua Hoffmann. Foi medicado num hospital em Esteio e lá a polícia conseguiu o endereço da família.

O DNA desse sangue foi comparado com o código genético da saliva da mãe e do irmão de Eliseu Gomes. A coincidência do código genético dá à Polícia a certeza de que ele foi ferido na cena do crime. Ainda não se pode afirmar se foi esse rapaz quem atirou contra Eliseu Santos ou se os tiros que mataram o secretário partiram da arma de um comparsa. A polícia também localizou o carro que teria sido usado pelos assaltantes.

Não se sabe se quem atirou em Eliseu Santos foi Eliseu Pompeu Gomes. O que a polícia tem certeza é de que ele foi baleado na cena do crime.

O que leva a polícia a concluir que foi latrocínio e não execução é a forma como os três agiram: usaram uma arma pouco potente, foram surpreendidos pela reação do secretário e pelo menos um deles foi ferido, fazem parte de uma quadrilha especializada em roubo de carros. Tudo indica que queriam apenas levar o Corolla de Eliseu Santos, mas como ele reagiu acabou sendo morto.

Já sei que os adeptos da teoria da conspiração vão acusar a polícia de estar abafando o caso, mas os elementos levantados pela polícia indicam que Eliseu Santos foi apenas mais uma vítima da violência que grassa em Porto Alegre. Para o desfecho trágico pesaram a imprudência do secretário em estacionar o Corolla na Rua Hoffmann, quando podia ter deixado o carro num estacionamento fechado, e o excesso de confiança: por ter porte de arma e ser um atirador treinado, reagiu e acabou sendo morto.

Comentários (36)

  • Amadeus Stremidestri diz: 3 de março de 2010

    Esse “Já sei…” é que é brabo! menos, Rosane! Se foi latrocinio, FOI. O que não torna menos absurdo o caso todo: Assaltos a mão armada, em TODAS AS PARTES do Estado mais politizado, integente e aquinhoado, além do mais bonito, limpo, sereno, sem violencia, do MUNDO! O Secretário, homem de Deus, como se auto-intitulava, armado, reagir na fente do filho e da esposa, por ser arrogante e violento? Ou por que seu pensamento politico, filosófico era este, do olho por olho? Já havia, segundo suas palavras, matado um homem, atirado em outro que apareceu na RBS dizendo que por banaçlidade, briga de trânsito, o Dr. Eliseu quase o tinha matado… Mas essa tua de “Já sei…” é de matar, também!

  • vera sants diz: 3 de março de 2010

    Rosane, tem notícia como fica a matriz salarial do resto da segurança pública,com o empacamento da brigada militar? obrigada

  • Marcela diz: 3 de março de 2010

    Pois é Rosane, o caso foi concluído como latrocínio, mas repercutido imensamente como crime político. A mídia adorou brincar disso, os comentaristas e todos que se apressaram em dar a noticia antes de conferir os fatos. Porém, poucos tem o respeito de publicar a nota inversa. Dizendo que erraram e explicando como de fato ocorreu o crime. Fatalidades ocorrem, e latrocínios são bem mais comuns que crimes políticos. E até mesmo um secretário de saúde não está isento disso. Mas creditar imprudência, não sei se concordo. Não estávamos lá para saber o que ele passou, o que ele pressentiu. Como saber que não seria um seqüestro a sua família que estava no carro? Acho que é hora de poucas conclusões e muitas informações.
    Aliás, em um post antigo teu, mencionei que agora era hora de retratação quanto a memória do Eliseu Santos, mas pelo visto, apenas tu foste fizeste isso. Espero que os ferrenhos da pseudo esquerda PT e PSOL façam o mesmo, afinal a Luciana Genro, o Robaina e Sofia Cavedon se inspiraram, passaram a semana brincando de investigadores. Conclusões: não são bons políticos e não são bons investigadores. Acho que a estas pessoas sobra ver filme policial e comer pipoca, serão mais coerentes se fizerem isso.

  • Alceu Gripp diz: 3 de março de 2010

    A violência neste estado já passou de TODOS os limites.
    No DNA do Dr. Eliseu estava a marca da violência.
    Até as pedras da Hofmann sabem o que houve: morreu por ser arrogante, pretendioso, belicoso. Se tivesse entregue a porcaria do carro pros marginais pilantras safados, não teria morrido e seu filho, de 6 anos, não teria ficado com o trauma de ver o Pai (ótimo pai), morto.
    Ele era suspeito de outros crimes, inclusive de corrupção.
    Seu DNA não nega nada.
    A quebra do sigilo bancário, fiscal e telefônico, mostrarão as ‘arrecadações’ para uma das campanhas mais ricas do Estado.

  • Luiza diz: 3 de março de 2010

    Se a mídia não fosse tão semeadora de materiais sensacionalistas, talvez a conclusão óbvia tivesse sido discutida desde o inicio. Mas, infelizmente é necessário vender jornal, assim como é necessário especular. E assim a mídia gaúcha novamente faz das suas, lança a execução do secretário de saúde de Porto Alegre, ao invés de assalto seguido de morte. Discordo quando chamas de imprudência ter deixado o carro na rua ao invés de ter colocado em um estacionamento, me pergunto, quantas vezes optei por fazer isso. Acho que todos fazemos. Não podemos prever que algo vai nos acontecer. Até porque, fatalidades ocorrem. Acho que o termo correto é esse, fatalidade.

  • José Carlos diz: 3 de março de 2010

    Prezada Rosane,

    o que exatamente queres dizer com a afirmação “tinha tudo para ser crime político”? Que eu saiba ainda não foram interrogados os assassínos. E mais, se foi latrocínio, estamos diante da comprovação da falência da política de segurança do governo do PMDB/PSDB/PP,soma-se a este crime os dois jovens mortos em POA, um na redenção e outro na porta da escola. E se é verdade o que afirmas, eu quero saber tudo sobre o escândalo da Sollus e da empresa de vigilância contratada pelo Eliseu. Desvio de dinheiro público, ainda mais na saúde, também é uma tragédia, só que as vítimas estão nas filas dos postos de sáude, todos os dias. Vão silenciar?

  • Alexandre diz: 3 de março de 2010

    Tá certo: o culpado é o Eliseu Santos. Pela lógica todos que estacionam na rua são imprudentes e correm o risco de morrer por isso.

  • Cleomar diz: 3 de março de 2010

    Bem perto de um estacionamento e decidiu deixar o carro na rua. Agora entendo por que os políticos não se preocupam com o setor de segurança, ainda acham que o que nós falamos é conversa fiada e que não há tanto risco assim. Devem pensar que é papo de gente incoerente. Morreu! E quantos de nós já morreram, e quantos morrerão ate´ estes seres saídos do mundo dos contos de fadas decidirem encarar a realidade?

  • João Tavares diz: 3 de março de 2010

    Cara Rosane,
    Quando fiquei sabendo da morte do secretário de saúde e soube que seria um possível assalto e que havia reagido, pensei que talvez essa fosse a minha primeira reação. Sou militar aposentado, e andar armado para prover a segurança da minha família de forma alguma me parece incorreto ou imprudente. O secretário deveria ser considerado um herói, pois pensou primeiro em proteger a sua família, e assim o fez. Morreu, mas deteve os meliantes. Esse tipo de gente, nunca se pode supor o que farão, poderiam assaltar como poderiam seqüestrar. Só quem tem filhos sabe o que é isso. Acho que devemos parar de macular a imagem de um homem que morreu pelo bem de sua família, está na hora de deixá-lo descansar. Do seu crime, já foram atribuídas diversas versões. Minha neta me trouxe ao teu blog para me mostrar o que estavam falando. E resolvi comentar então o teu texto.
    Abraços,
    João Tavares

  • Marcos diz: 3 de março de 2010

    Sento muito a morte do Secretário Eliseu.
    A tese do latrocínio vem mostrar a deficiência do policiamento em nossa cidade.
    Todos os cidadãos estão por sua conta e risco. Seu texto diz que a quadrilha age com frequencia no Bairro Floresta. Eles agem sempre. Imagina os alunos que são obrigados a frequentar aulas à noite! Estão sempre com o coração na mão. O povo quer uma coisa muito simples: policiamento nas ruas. Não passa uma viatura nas ruas. Dizem que gastam muito com segurança. Onde vai o dinheiro da segurança se alguns quartéis da BM têm apenas um ou dois carros para proteger (!) dezenas de milhares de cidadãos. Só Deus nos salva, porque nem o secretário se salvou por suas próprias mãos!

  • Matheus diz: 3 de março de 2010

    Rosane, essa é a diferença entre a Policia Civil e a Policia Federal, a policia civil apurou o caso, investigou, deixou a mídia fazer as suas suposições, mas não se deixou influenciar. Fez quietinha, não saiu propagando ao mundo os detalhes da investigação. Afinal, se dependêssemos da policia federal pra fazer isso, teriam contado tudo que sabem e o pior, teriam contado o que desconfiam para todos e o caso continuaria sem resultado. Bom a participação da PF no caso do Eliseu foi fantástica, e o depoimento do Ildo Gasparetto foi imprescindível para as conclusões do caso. Ainda bem que o caso ficou com a Civil, hora de um intensivão da PF aqui.

  • Rudnei Costa diz: 3 de março de 2010

    “Tinha tudo para ser crime político”. Tudo o quê? Essa versão só virou um “tinha tudo” porque existem oportunistas de plantão que vivem do sensacionalismo midiático e rezam todos os dias para que hajam fatos que possibilitem dividendos políticos para municiar seus objetivos!!! Prudência, responsabilidade, consequência e equilíbrio são alguns dos valores que passam longe, principalmente em época de eleição!!! O grau de distorção e espancamento em bons valores cresce em alguns momentos!!! Alguns formadores de opinião fizeram como Eliseu Santos, isto é, seguiram seus “extintos mais primitivos” e se deram mal. Estavam errados!!! Aos vivos fica essa tentativa patética de explicar a opinião fácil e tendenciosa que deram quando o caminho era a prudência e a responsabilidade!!! Nunca antes na história desse Estado detalhezinhos como o onus da prova, presunção de inocência e direito à defesa foram tão humilhados!!! Tá muito fácil fazer acusações e destruir reputações!!! Se estou sendo injusto ou oportunista…ora…também tenho esse direito, não tenho???

  • Camila diz: 3 de março de 2010

    O comportamento da Polícia Civil na investigação da morte do secretário Eliseu Santos foi louvável. Quero deixar aqui meus parabéns pelo trabalho sério, rápido e sem conotação política da equipe que atuou no caso. Diferentemente da Polícia Federal e do delegado Ildo Gasparetto, a Polícia gaúcha trabalhou sem vazar informações, evitando o comprometimento das investigações. Em compensação, a PF entrou no caso apenas para bagunçar o coreto. O Gasparetto vazou uma informação que em nada contribuiu com a investigação e tentou desviar o foco da tragédia para um fato passado e isolado na vida do secretário. É repugnante acompanhar a forma como a PF vem trabalhando nos últimos tempos, sem falar na falta de respeito com a família da vítima e com o depoimento sigiloso dado por Eliseu.

  • ferdinando osorio diz: 3 de março de 2010

    O leitor Alceu Gripp não perdoa. A, mas não foi crime político mas era suspeito de corrupção. É assim que agem os petralhas. Petralha não é suspeito, é comprovadamente corrupto. Os processos do mensalão e dos cartões corporativo, dente outros, existem estão cheios de provas e não são julgados por que o juiz foi nomeado pelo petralha-não-sabia-de-nada-em chefe. Vocês são dose, petralhas.

  • suzana dornelles diz: 3 de março de 2010

    aham tá.

  • Hermes Vargas dos Santos diz: 3 de março de 2010

    Há muita pressa nas duas torcidas – uma apressada em validar a tese da “execução”, outra igualmente rápida na homologação da alternativa “latrocínio”. Eu prefiro aguardar mais um pouco, o que existe é uma conclusão preliminar da polícia, construída num curto espaço de tempo. A tese do latrocínio é crível, no entanto o processo está apenas iniciando – depois da prisão dos suspeitos, eles ainda são meros suspeitos, haverá interrogatório; segue a produção de provas e, concluído o inquérito policial, o assunto vai para o ministério público. O MP poderá ainda diligenciar a respeito de aspectos que julgar importantes e, se o inquérito estiver bem instruído, será ajuizada a ação penal. Depois é a vez da defesa, que irá contestar as provas da acusação, e assim por diante … Ainda é muito cedo para veicular conclusões definitivas sobre o caso. O caso não está encerrado.

  • Rudnei de Oliveira Costa diz: 3 de março de 2010

    É isso aí!!! Façam suas apostas!!! Elaborem suas conclusões!!! Digam o que acham!!! Mostrem que ninguém engana vocês e desvendam o crime para acabar com as especulações, irresponsabilidades e inconsequências de opinião!!! Aproveitem o evento e trabalhem para os merecidos dividendos!!! Falem tudo que quizerem!!! Democracia e liberdade de opinião é isso!!! Dane-se!!! Na minha opinião acho que deveríamos fazer uma tabelinha e mostrar quem acertou e quem errou no jogo das versões!!! Quem foi sensacionalista e leviano e quem foi prudente nos comentários. Não vale enrolar e negar suas verdades iniciais. Que tal, topas Rosane??? Quem afirmou que tinha sido execução política deve ser identificado e questionado de onde tirou tanta certeza, não é mesmo??? Vamos verificar nos comentaristas, nos blogs, nos partidos políticos, nos jornais e televisão quem afirmou que era execução!!! Podres!!!

  • silvia diz: 3 de março de 2010

    Mais um tiro no pé de nossa brilhante governadora? Bateu o desespero, esse homem tem um HD salvo na memória…

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    O que fazer com Fernando Lemos?
    Mar 3rd, 2010
    by Marco Aurélio Weissheimer.
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    Pode ser que tenha sido o famoso “balão de ensaio”, em todo o caso… Dias atrás, a colunista Rosane Oliveira, de ZH, lançou nota aventando a possibilidade de Fernando Lemos, atual presidente do Banrisul, ser nomeado para a vaga de João Carlos Bona Garcia no Tribunal de Justiça Militar. Seria uma premiação a Lemos pelos serviços prestados ao projeto de governo de Yeda. Foi Lemos, é sempre bom lembrar, que conduziu a venda das ações do Banrisul. Mais: Lemos esteve no centro de um dos muitos bate-bocas entre a governadora e seu vice Paulo Feíjó. À época, Feijó denunciou publica e formalmente a gestão que Lemos comandava no Banrisul. Mas mantendo Lemos, Yeda garantiu ao seu combalido governo o significativo apoio do senador Pedro Simon, padrinho político do rapaz.

    Não é pouca coisa. Simon, ao lado do deputado federal Eliseu Padilha, é uma das mais influentes lideranças do PMDB gaúcho. E Yeda precisava desesperadamente manter o partido na sua base de apoio. O tempo provou que a governadora, outrora tão inábil na condução política, jogou bem ao não se incompatibilizar com o PMDB. Os votos peemedebistas de Alceu Moreira, Gilberto Capoani, Fernando Zachia e outros, foram fundamentais para sepultar as investigações sobre os vários casos de corrupção denunciados no governo tucano. Foram também essenciais para impedir que o processo de impeachment de Yeda tivesse prosseguimento.

    Mas na política não há inadimplência. Quem faz conta, tem que pagar. Ao colar sua imagem à de Yeda, Simon praticamente incinerou sua fama de político intrasigentemente ético. Experiente como é, o senador sabe o peso de uma decisão assim. Por que então, sujeitou-se a todo o tipo de crítica? Logo ele, que auto-reivindicava a fama de “derrubador de ministros”?

    A explicação pode estar na importância de manter ao alcance das mãos o controle do Banco do Estado do Rio Grande do Sul. Como diria um gaiato gaudério: “É bom este Banrisul, hein?”. O fato é que mesmo denunciado por Feijó e mesmo custando ao senador Simon um grande naco de sua fama de ético, Fernando Lemos segue na presidência do banco.

    Só que agora, com José Fogaça definido como candidato à sucessão de Yeda, é inevitável que o PMDB descole do governo tucano. Mesmo que isto não seja, de fato, possível, ao menos para efeito de aparência, o gesto será necessário. E em o PMDB saindo, lá se vão os cargos de confiança que o partido detém na administração.

    No segundo escalão e até no secretariado, isto se resolve na política. Mas e Lemos? O que fazer com ele? O furo neste caso, sabem todos os tucanos e peemedebistas, é bem mais embaixo. É aí que surge o tal “balão de ensaio”. Algum iluminado deve ter sugerido: – E se ele fosse para o Tribunal de Justiça Militar? – Boa!, deve ter respondido outro alguém, para em seguida acrescentar: – Nem Yeda, nem Simon ficariam mal porque teriam garantido a ele uma aposentadoria milionária e vitalícia.

    Faltou apenas combinar com a imensa maioria dos desembargadores, com uma significativa parte dos operadores do direito e com todos os setores minimamente sérios do Estado que defendem abertamente a extinção do Tribunal de Justiça Militar. Que Yeda tenha se livrado do coronel Mendes premiando-o com um posto de conselheiro no tribunal de sua corporação, até faz algum sentido embora não se justifique. Mas nomear um administrador, um homem de negócios, um executivo de banco para julgar casos de PMs insubordinados e suspeitos de crimes? Se fizer isto, Yeda não estará dizendo “muito obrigado” a Fernando Lemos mas, ao contrário, estará praticamente decretando sua incapacidade para outras funções da vida pública que tenham, efetivamente, alguma relevância. Ora, se Lemos é tão bom que leva Simon ao sacrifício e faz até a governadora brigar com seu vice, jogá-lo fora assim não guardaria a menor coerência.

    O deputado Elvino Bohn Gass, líder do PT, fez uma boa síntese disso tudo: “A se confirmar a excrescência administrativa que seria a nomeação de Fernando Lemos para o Tribunal de Justiça Militar, a governadora Yeda, que resiste à extinção daquele aleijão jurídico, estará oferecendo ao povo gaúcho mais uma prova da inutilidade do órgão ou, no mínimo, de sua pouca seriedade. Porque a afinidade de Lemos com as questões de um tribunal militar é similar a de Yeda com Paulo Feijó.” (Maneco)

  • Josepoa diz: 3 de março de 2010

    O Delegado Gaspareto e os Procuradores Federais deveriam aprender com a Polícia do RS. Não vazam informações, principalmente as falsas e com cunho político. Fazem seu serviço quietos e só falam quando têm certeza e com provas. Não vão atrás de conversa de comadre. Mas em matéria de vencimentos é uma vergonha perto dos da PF e MPF.

  • Edson Rodrigues diz: 3 de março de 2010

    Ainda existe em 2010 gente que usa esse termo Petralhas, como esse Ferdinando Osório fez no comentário acima. É por gente assim que elegeram essa mulher no governo estadual e deu no deu. Já decretaram que foi latrocínio sem ao menos interrogar os suspeitos ou o cara da mostra de DNA? Que rápido a conclusão né não? Vai que daqui um tempo aparece o cadaver desses suspeitos, ai o caso se da por fim mesmo. O Eliseu era no mínimo corrupto, ou muito sério que foi contra o sistema de propina. A quebra de sigilo bancário e telefonico vai dizer quem realmente era seu Eliseu Santos. Ninguém faz milagres depois que entra na política, ficar rico é coisa pra quem ja tem de berço e não com dinheiro alheio.

  • Padilha diz: 3 de março de 2010

    Ué, a violência graça em Porto Alegre? Mas a progenitora maior do RS, Yeda, não torrou uma grana espalhando outdoors dizendo que a seguraça melhorou trocentos porcento, que tá tudo loco de bom no estado???

    Propaganda enganosa com cumplicidade da imprensa?

  • alexandro diz: 3 de março de 2010

    Um Eliseu matando o outro, seria cômico se não fosse trágico. Falando sério vou ser curto e grosso: Andar armado na rua é coisa de bandido e polícia o resto da população que anda armada é porque deve para alguem ou tem medo do mal que provocou ou provoca ao mundo que vive. Gente que acha que fazer justiça com as próprias mão é seu dever só demonstra que é belicoso, arrogante e muito, mas muito medíocre mesmo. Taí o secretário morto. Mas quem sabe não foi melhor pra família dele que ele morresse assim arrogante como sempre foi pois se daqui pra frente a PF descobrir que ele tava até o pescoço no caso da saúde da prefeitura sua imagem de homem de deus se transformaria em filho do capeta. Como é que alguem que se auto intitula homem de deus desde muito tempo andava armado dando tiros inclusive em inocentes, e pior era péssimo atirador pelo jeito. Descansou e será um político a menos para fazer caixa dois às custas dos irmãos da assembleia de deus.

  • Thomas Morus diz: 4 de março de 2010

    Por este caso e pelo da Redenção… CPI da Segurança Pública JÁ!!!!!

  • O Arroto diz: 4 de março de 2010

    Cadê a segurança? Por muito menos o Olívio foi escorraçado pela mídia tendenciosa da direitalha. O caso é que, com salário de catador de papel que recebem os brigadianos, eles fazem muito. Por outro lado, a Yeda-puf se presenteou com um aumento de 143%. Esse é o governo que os gaúchos anti-PT escolheram para o RS. Verdadeira vanguarda do atraso…

  • Rick diz: 4 de março de 2010

    Eu creio que é precipitado dar o caso como encerrado.
    Os suspeitos não foram presos e, com isso, não trouxeram sua versão do fato.
    Supõem-se que foi um assalto frustado, no entanto o próprio secretário confidenciou que estava sendo ameaçado de morte.
    É preciso esclarecer mais à opinião pública.
    Aguardemos.

    Rick

  • Fabiane diz: 4 de março de 2010

    “Adeptos da Teoria da Conspiração”, então agora temos que aceitar tudo o que nos dizem e não questionarmos nada??? Como já dão o caso como sendo latrocínio, nem vão buscar saber os motivos que este bandido matou o secretário e já dizem com todas as letra que é latrocínio! Este estado está realmente perdido!!!
    “Os elementos levantados pela polícia indicam que Eliseu Santos foi apenas mais uma vítima da violência que grassa em Porto Alegre”, mas como, não foi aqui no estado que o investimento em segurança pública foi de 151%?? E o próprio secretário da prefeitura da capital é assassinado!!!!!
    Vivemos tempos muito nebulosos neste estado decadente!!!

  • De la Rue diz: 4 de março de 2010

    Assim, a polícia pode abandonar as outras abordagens em torno do episódio, e descartar os outros possíveis culpados:

    1 – empresa paulista enroladíssima com a tucanalha, que estava no centro de um desvio de R$ 9 milhões para a futura campanha eleitoral do falecido
    2 – empresa de segurança alvo de tentativa de extorsão por parte de um CC de confiança do secretario, e que por ter denunciado acabou perdendo o contrato e se sujando irremediavelmente no mercado
    3 – outros desvios na saúde de porto alegre que, todos sabem, ainda vão aparecer, pois essa turminhas do PTB é dada a práticas pouco religiosas no que diz respeito ao dinheiro dos outros, especialmente o público
    4 – sem falar que qualquer pessoa que tenha precisado de um posto de saúde nesse governo Fogaça também pode ser alvo de suspeição de ter matado o secretário, pois teria fortes motivações.

  • quixote diz: 4 de março de 2010

    Tudo muito redondinho, tudo muito rapidinho, as conclusões pelo jeito já estavam prontas desde antes das investigações. E a pressa da polícia e da mídia em tratar o caso como latrocínio só fortalecem as suspeitas de que tem muito caroço neste angu. Vejamos: no caso do Marcelo Cavalcanti o inquérito tem um ano e não foi concluído. No caso do empresário que “caiu” do oitavo andar em Goiás nem houve investigação. No caso do Sem-Terra morto em São Sepé conseguiram um praça prá ser boi de piranha. Agora no caso do Eliseu a polícia demonstra uma eficiência supersônica!
    Fala sério Rosane, só os compromissos da RBS com este desgoverno fazem com que as versões da quadrilha instalada no RS passem batidas deste jeito.
    Se foi latrocínio, foi o latrocínio mais oportuno do milênio. O Eliseu ia passar o resto do ano respondendo pelas suas falcatruas na Secretaria da Saúde. Perigava virar um novo Arruda e ir preso, pois existem MUITAS PROVAS tanto das propinas cobradas pela turma dele como das roubalheiras do Instituto Sollus. Agora, graças ao “latrocínio”, a sujeira vai toda prá baixo do tapete. Muito oportuno! A quem serve isso? Não custa perguntar.
    E é sempre bom lembrar as conexões (que vocês omitem) Eliseu – PTB – Chico Fraga – Yeda – Prefeitura de PoA.
    Só não vê quem não quer…

  • Rafael Rodrigues diz: 4 de março de 2010

    Pobre familia do Dr Eliseu, além da dor da perda do mesmo, ainda tem que ler colunistas querendo usar esse momento trágico para interesses políticos. Claudio Brito e o Paulo Santana cresceram demais no meu conceito nessa historia toda.

  • Darth Ferrer diz: 4 de março de 2010

    Falando em “crime político”, a quantas andas a investigação do “Prefeito Celso Daniel”, grande nome petista???

    Até hj não foi naaaada esclarecida aquela história.

    Algum petista informado (!?) saberia dizer algo a respeito?

  • FALA SÉRIO diz: 4 de março de 2010

    E A BURREZA POR SABER QUE ESTÁ COM A CABEÇA A PREMIO E NÃO ESTAR USANDO UM COLETE,SE SOU EU ATÉ PRA IR AO BANHEIRO EU USARIA O COLETE

  • Ary diz: 4 de março de 2010

    E o outro pulou da ponte e foi encontrado com um olho roxo. Tá bom…

  • JULIÃO diz: 5 de março de 2010

    Só aqui no RS, terra de FANÁTICOS, RADICAIS E ESTUPIDOS, para ainda “acharem” que foi execução ou crime político.

  • theo Moré diz: 5 de março de 2010

    Tentativa de linchamento moral de Eliseu Santos é prática bolivariana. O linchamento moral tentado pelo Eixo do Mal contra um homem morto, no caso o ex-secretário Eliseu Santos, é inédito na história política do RS. As malfeitorias locais praticadas contra os adversários do PT e do PSOL no RS, assumiram caráter bolivariano.

  • Praia de Xangri-Lá » Blog Archive » ZERO HORA DÁ FURO MAS ESCONDE O BURACO diz: 2 de abril de 2010

    [...] a melíflua colunista política de ZH, em instante de raro açodamento, chegou a escrever em sua Página 10: “Já sei que os adeptos da teoria da conspiração vão acusar a polícia de estar abafando o [...]

  • Jose Matos diz: 2 de abril de 2010

    E Ministério Publico! è formado Por Imbecis.Voce esta tornado o Povo de P.A assim?

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