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Educação pauta o último bloco

06 de julho de 2012 5

Encerrado o primeiro debate com os sete candidatos à prefeitura de Porto Alegre. A Rádio Gaúcha e a TVCOM colocaram frente a frente pela primeira vez Adão Villaverde (PT), Érico Correa (PSTU), Jocelin Azambuja (PSL), José Fortunati (PDT), Manuela D’Ávila (PC do B), Roberto Robaina (PSOL) e Wambert Di Lorenzo (PSDB).

Educação foi um dos temas que pautou o quarto e último bloco do primeiro debate entre os sete candidatos à prefeitura de Porto Alegre.

A candidata Manuela D’Ávila (PC do B) iniciou abordando a necessidade de serem abertas mais escolas de Educação Infantil.

— Porto Alegre buscou apenas R$ 1 milhão no governo federal para essa finalidade — criticou a comunista, que considerou o valor inexpressivo e comparou com a cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que arrecadou, segundo a candidata, cerca de R$ 6 milhões.

Na resposta, Adão Villaverde (PT) prometeu investimentos pesados para “erradicar” o déficit de vagas em educação infantil até 2016.

Seguindo no tema da educação, o prefeito José Fortunati (PDT) respondeu às críticas e afirmou que os professores de Porto Alegre recebem o maior salário da rede pública estadual de educação.

O candidato Jocelin Azambuja (PSL) apresentou reiteradamente a sua proposta de federalização dos salários dos professores estaduais e municipais. Assim, diz o candidato, o governo federal, que dispõem de mais recursos, poderia garantir salários que cheguem a R$ 2,9 mil.

Wambert Di Lorenzo (PSDB) reforçou que é o candidato de Yeda Crusius, Aécio Neves e José Serra. Ele prometeu uma competente gestão fiscal para aumentar a capacidade de investimento da cidade.

Encerrado o quarto bloco, os sete candidatos tiveram mais um minuto cada para as despedidas.

Comentários (5)

  • Dantes diz: 6 de julho de 2012

    Qual terá sido a audiência desse debate ? Convenhamos, é um despropósito realizar-se debates políticos em dias úteis e em horários como 8h da manhã ou 22h. Ninguém ouve e ninguém assiste, ou é muito reduzido o público-alvo. Os motivos, que deveriam ser conhecidos pelos veículos de comunicação ( se o são, revelam-se intencionalmente ignorados ), resumem-se a dois apenas : 1 ) às 8h da manhã ou as pessoas já estão trabalhando ou estão em trânsito ; 2) às 22h as pessoas comuns que precisam trabalhar já estão preparando-se para o repouso noturno.

    Portanto, creio ser totalmente irrelevante para o grande público que compõe o eleitorado a realização de debates nesses horários. E os veículos de comunicação, de um modo generalizado, apresentam-se como míopes intencionais. Poderiam, por exemplo, dedicar essas duas horas de debate numa tarde de sábado ou manhã de domingo, mas nesses horários, acessíveis a um maior número de eleitores, o espaço reservado ao futebol é soberano e intocável.

    Como se o futuro da cidade fosse algo muito menos importante do que se discutir por horas e horas as análises e inferências totalmente irrelevantes do mundo da bola.Pois a bola chutada por um jogador, que passou pelos clubes a, b e c, e disputou tais e tais torneios e que calçava um chuteira da marca x, que estava a tantos metros da linha de fundo, ao ser disparada a tantos km/h encontrou um atacante na grande área que, apesar de ter o campo gravitacional rotacionado em 46º, e ter recentemente brigado com a namorada, ainda assim conseguiu concluir em direção ao gol.

    Essa informação é muito mais importante e rende muito mais faturamento às emissoras do que as eventuais ações para se dimuir os problemas de segurança pública ou da saúde e educação. Não é de se estranhar, portanto, que tenhamos tantas deficiências em serviços públicos e infra-estrutura.

  • rosane_oliveira diz: 6 de julho de 2012

    Teremos outros debates à noite, Dante. Este do primeiro dia de campanha é tradicional do programa Gaúcha Atualidade. Quem perdeu pode conferir à noite. Ele será reprisado pela TVCOM. Obrigada.

  • O Arroto diz: 6 de julho de 2012

    Faltou alguém perguntar ao Oportunatti, cadê os Portais da Cidade (valha-me Deus, pra inglês ver).

  • Paulo Bento Bandarra diz: 6 de julho de 2012

    Por que Manuela D’Ávila (PC do B) eleita pelo RGS não fez uma emenda para beneficiar a educação em Porto Alegre, como ocorreu em Palhoça? Ela foi eleita para apoiar o RGS.

  • sandro norberto da silva pereira diz: 9 de julho de 2012

    A educação no estado é uma decadência total. Para mudar este quadro deveriam acontecer mudanças radicais, começando pela própria SEC e CREs que estão lotadas de professores que deveriam estar em sala de aula. Tem funções desatualizadas com o nosso contexto, sem necessidade de existir, por exemplo, com a informatização de dados porque ter CREs se não resolvem nada, poderiam ser reduzidas por regiões ou fechá-las deves. Com um sistema de informatização organizado as escolas resolveriam as suas demandas.

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