ABERTURA DA PÁGINA 10 DE HOJE
No final de jullho ou início de agosto, os contribuintes gaúchos saberão que, na Assembleia Legislativa, XPTO ganha X de salário básico, Y de adicionais de tempo de serviço e Z de função gratificada ou outros penduricalhos. Traduzindo: para preservar os nomes dos seus funcionários – concursados ou de confiança –, a Assembleia optou por uma transparência à moda gaúcha. Em vez de nomes, códigos, para que ninguém saiba quem são os donos dos salários, inclusive daqueles superiores ao teto.
A fórmula poderá ser alterada se a Justiça derrubar as decisões de 1º grau que mandaram retirar informações desse tipo do site de outros órgãos, como a prefeitura de Porto Alegre. Embora a interpretação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) seja diferente, e o próprio Supremo Tribunal Federal já tenha declarado legal a publicação dos nomes pela prefeitura de São Paulo, os deputados preferiram agarrar-se a uma liminar concedida a servidores municipais de Porto Alegre para retardar a divulgação de informações que, na avaliação do presidente do Supremo, Ayres Britto, são públicas.
Esse modelito mascara eventuais casos de devolução de dinheiro para caixinhas de campanha e oculta a existência de casos como o da recepcionista Lídia Rosa Schons, retratada ontem em reportagem especial de Zero Hora, que recebe salário de desembargador, não cumpre a jornada de oito horas de trabalho e se atrapalha na hora de dizer quanto entra na sua conta.
Pela manhã, o presidente da Assembleia, Alexandre Postal (PMDB), declarou que, pessoalmente, é favorável à divulgação dos salários com os nomes dos servidores, mas na reunião da Mesa Diretora as pressões de servidores e deputados falaram mais alto e a transparência ficou pela metade.
Já que está disposta a manter os nomes a sete chaves, convém que, pelo menos, a Assembleia divulgue a que cargo está vinculado cada salário. Isso permitirá comparar a remuneração de funções sem grandes exigências com aquelas ocupadas por funcionários aprovados em concursos públicos disputadíssimos, como o de procurador. Uma casa política precisa ter servidores de confiança, que cumprem jornada flexível e saem com os deputados ao término do mandato, mas não pode prescindir de uma estrutura técnica permanente, recrutada por seleção pública, em que o critério seja o mérito.


Jà foi suspensa a liminar.
http://oglobo.globo.com/pais/stf-suspende-liminar-permite-divulgacao-de-salario-de-servidores-5442450
transparencia a moda gaúcha,ha,ha,ha,ha!Recomendo a casa dos maus espíritos.Por favor perdoem minha ignoráncia mas se é público o cargo por que o salário não?Exorcizem esses fantasmas sem nomes de alta remuneração e não se contentem com nada nenos que a verdade,eles tem nome e nós temos o direito de saber.È democracia REPRESENTATIVA!!!!!!
Acho que não é a Assembléia que o Deputado perdulário ou corrupto deve explicações. É a polícia mesmo. Para isto deveria ser pedido licença para seus pares que devem abrigar situações iguais ou piores. Incluindo o Presidente da Assembléia que passa a mão na cabeça de todos e de todas maracutáias. Quem acredita que seria dado? Poderíamos confiar em uma CPI dos desmandos legislativos realizados pelos próprios desmandantes? Ou uma CPI aparelhada pelo Lula e Zé Dirceu para pegar os seus desafetos?
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Que preparo ou assessores possui o leigo para saber se tais salários são certos e se o deputado na verdade está abocanhando parte dele? É a mesma tapeação do Orçamento Participativo que engambela o povo que não sabe avaliar a execução de uma obra, custos, tempo execução, aditivos, etc... Só tapeação pseudo-democráticas para esconder a verdade. Estava aí o Clube dos Seguros da Cidadania lavando dinheiro enquanto era vendido a honestidade do partido ao eleitor. Enquanto Carlinhos Cachoeira era atraido para o estado, assim como a Delta.
Sou a favor de divulgar como o CJN: precisamos saber onde vai o dinheiro público, pois o Governo gasta MUITO e os funcionários públicos dizem que ganham POUCO; alguém mente; afinal, quem ganha muito e quem ganha pouco?? tao tirando o POVO para otário! vivemos a democracia e pagamos altos impostos para SUSTENTAR uma máquina que não funciona; não aguentamos mais suportar funcionários públicos mau humorados e descontando em quem verdadeiramente lhes paga, o contribuinte! as diferenças são ENORMES entre os salários; o POVO quer saber o quanto cada um recebe, por isso chama-se SERVIDOR PÚBLICO; quem escolheu ser servidor público sabe que trabalha para o povo e tem que aceitar é um ente PÚBLICO! Vamos para com a himprocresia, por que estamos entediados com essa política "ilegal" de se achar DONO do DINHEIRO que é público; Precisamos saber descriminadamente o que cada um recebe e JUSTIÇA mandou PUBLICAR! o Legislativo não MANDA NA JUSTIÇA; o LEGISLATIVO TEM DE ACATAR AS ORDENS DO CNJ E DO STF!! olha que vira bagunça!
Meu POVO! por favor leiam a RESOLUÇÃO Nº 151, DE 05 DE JULHO DE 2012, DO CNJ: CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, assinada pelo MINISTRO AYRES BRITO; é para publicar TUDO: Nome, Lotação, remuneração,vantagens pessoais, subsidios, funcaçõ de confiança, indenizaçoes, vantagens eventuais (inclusive diárias), imposto de renda retido, descontos diversos, retenções por teto...etc; A Resulução 151 do CNJ está escrito em PORTUGUÊS DO BRASIL. Está publicada inclusive uma tabela, como exemplo de um contra-cheque!
Caro Paulo Bento Bandarra, mais recente - hoje precisamente, tem a cassação do Demóstenes, do DEM, no Senado Federal. E aí, seus espasmos de moralidade e de bom moço quanto a isso, cadê?
Funcionário Arroto, Demóstenes não é do DEM, já foi, e foi o primeiro lugar que saiu. Ele é um cachorro morto há mais de dois meses, só faltava enterrar. O que eu quero saber é onde está o dono da caneta que assinava os contratos e o cofre público que abastecia a quadrilha, pois Demóstenes recebia. Não tinha cargo federal para assinar contratos ou era dos locais que a DELTA tinha os mais gordos contratos. Não era em Goiás que ela faturava alto. Por sinal, a grana ia da Delta nacional para laranjas em Goiás. É esta quadrilha que interessa, não este boi de piranha.
Belo trabalho da Zero Hora. Só acho que não deve ficar só na Assembleia Legislativa, mas sim no Executivo, no Judiciário, nas Prefeituras e Câmaras Municipais, pois acho que iriam descobrir horrores, pois não é só na Assembleia que tem funcionário fantasma, não sei se ganham altos salários, mas que não trabalham é obvio! Isso deveria sim ser fiscalisado mais de perto. Fica a sugestão, passem pelas Prefeituras e Câmaras de Vereadores para ver quem realmente trabalha. E o salário ou subsidios dos políticos com seus PENDURICALHOS devem também ser publicados, pois muitos não tem qualificação nenhuma e ganham altos salários. Quem é o culpado disso? O povo que os elegem e reelegem. Temos que dar um basta nisso e a hora é agora ou renovamos nessa eleição ou esses ordinários vão continuar botando a mão no nosso bolso. Vamos dizer NÃO nesta eleição, vamos tirar do Poder quem não merece estar lá!
Só para lembrar que o crime de Demóstenes foi o de se associar a um bicheiro. Como o PT fez no RGS onde o dinheiro era lavado no Clube dos Seguros da Cidadania, que servia de sede do partido. Até Carlos Cachoeira foi convidado no Governo Olívio Dutra para vir operar no RGS. O mesmo Cachoeira que Zé Dirceu mandou Waldomiro Diniz achacar e foi pego. Zé Dirceu, aquele do Mensalão cassado pela câmara por corrupção.
Ah! Eu não acredito! Os gaúchos usando esses subterfúgios? Mas, isso só acontece no Brasil...
Caro Paulo Bento Bandarra, isso que vc está dizendo é tudo espumeira não provada, que serve apenas de arsenal para os mal intensionados. O Olívio é homem honesto. Até a Salamanca do Jarau saba disso.
Foi tão real e provado que o PT abandonou a sede do tal clube rapidamente. E o tal do Clube de Seguros da Cidadania sumiu depois de desmascarado. Ou o Arroto sabe onde as pessoas vão para se associar? Salamanca do Jarau é a Velhinha de Taubaté do RGS.
A questão não se restringe a divulgar os salários, mas verificar se esses estão de acordo com as qualificações do servidor. Se uma recepcionista gazeteira com ensino fundamental incompleto pode ganhar 24,3 mil mensais, então quanto deve ganhar um profissional de nível superior, pós-graduado e que cumpre sua jornada de trabalho integralmente?
Srs. deputados, chega desse culto à incompetência alimentado pelo puxa-saquismo e pelo olho-grande de meter a mão no bolso do contribuinte. Deixem de pensar em seus próprios bolsos e façam minimamente por merecer os belíssimos 15 salários que ganham porf ano (mais propinas, nepotismo, caixinha, etc)...
Olha, considero fundamental que haja uma fiscalização em gasto público e, ao que parece, essa mesma fiscalização já vem sendo considerada a responsável pela morosidade de obras, que seja então, pelo menos teremos mais lisura ou menos desvios. Quanto a transparência da assembléia tenho dúvida sobre o melhor caminho, mas para os demais servidores do serviço público que não são indicados politicamente, deveria apenas constar categorias e salários. A superexposição é uma coisa complicada em virtude da integridade dos expostos. Esse caso merece um necessário debate, sem dúvida.
À lei, já! Chega de concursado passar por cima da lei.
Chega mesmo de pessoas sem concurso entrarem pelas portas dos fundos passando na frente dos que mereceriam num concurso público. Concursado deve ao Estado o cargo que se habilitou, o indicado político deve ao padrinho APENAS.
Caro Paulo Bandarra:
Também sou contra os CCs, muito embora, no RS exista muito nicho de concursado tapado (vide o DAER, por ex. - digo eu).
A máquina pública não pode ficar a mercê de ineficiência, tal como ficou o governicho da Yeda anos atrás, que tinha poucos CCs e a total ausência de Estado (única ação livre de suspeita foi pedir dinheiro emprestado).
O resultado depois todos vimos nas urnas (fez menos votos que a Abigail).
A resposta, caro Arroto, não é entrar sem concurso, mas diminuir o tamanho do Estado para evitar empresas ineficientes e cheias de servidores inoperantes. Por sinal o DAER não foi criado pelos Tucanos. Foi criado pela Lei nº 750, de 11 de agosto de 1937. Seguindo o modelo nazi-fascista de criar estatais para o Estado manter o poder nas mãos. Ótimos locais para colocar correligionários que afundam as empresas.
Caro Paulo Bandarra, o Brasil afora os últimos 12 anos, sempre foi um Estado mínimo, e daí? Só o que aumentou foi a desigualdade social e a concentração de renda...
Seja coerente, Arroto: você mesmo ataca os servidores e deu exemplo o DAER ineficiente. Tão ineficiente que será preciso criar outra Estatal para gerir as estradas.
Arroto: e agora,com o estado máximo,só vemos corupção,falta de segurança,ensino mediocre,favelas por todo lado,pedintes pelo pais inteiro,assaltos ao erario publico,enriquecimento de Lulla e seus asseclas,impunidade desenfreada,peculato,nepotismo,intervençao nas empresas privadas e por ai vai...E voce,atacando os governos privatistas e enaltecendo os estatistas....és um inocente util.ou um assalariado petralha da pior qualidade!!!!!
Caro nelico, bem se vê no que escreve, a ância de recuperar o que perdeu. Isso faz mal ao coração. Olha a serenidade do Chaves:" a vingança nunca é plena mata a alma e a envenena".
No mais, talvez você ainda não saiba, mas nos últimos 12 anos mais de 30 milhões de brasileiros (negros na maioria) sairam da mais absoluta miséria.
Isso é baita inclusão social e uma desconcentração de renda sem igual.
Quanto aos mal-feitos referidos, existiram sempre em Terrae Brazilis, só que antes ninguém sabia.