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Contratos versus concurso

18 de novembro de 2013 33

O projeto de lei que autoriza o governo a renovar os contratos temporários com 21 mil professores eclodiu uma nova polêmica com o Cpers. O secretário da Educação, Jose Clovis de Azevedo, afirma que a medida servirá para evitar que os alunos comecem as aulas em 2014 sem professores, já que ainda falta nomear cerca de 13 mil docentes aprovados em concurso.

— Depois, vamos substituindo os contratos emergenciais por professores nomeados conforme o curso do processo. Em primeiro lugar, precisamos garantir que os alunos vão começar o ano com professores em sala de aula — afirma.
O Cpers critica a medida e alega que o certame do magistério foi um “faz-de-conta”.

— A política do governo é a do megaevento e do faz-de-conta. Mais de 10 mil professores passaram no concurso e o governo, em vez de nomeá-los, continua com a política do contrato emergencial — afirma a presidente do sindicato, Rejane de Oliveira.

Comentários (33)

  • nelico diz: 19 de novembro de 2013

    Tres meses de férias/ano….aposentadoria especial aos 25 anos de magistério….jornada semanal de trabalho light…..verificação de competência,ao longo da carreira zero…..licenças para tratamento de saúde frequentes e volumosas…..emenda de feriados e pontos facultativos inumeráveis….Interessante!!!!

  • Mauro Miranda diz: 19 de novembro de 2013

    E graças a esses profissionais Nelico, que tu consegue escrever este comentário.
    Muito mal e sem fundamento, mais consegue.

  • Alessa diz: 19 de novembro de 2013

    Nelico, comentário típico de alguém totalmente alienado a realidade. Informe- se amigo, antes de falar bobagem!!!

  • Diego diz: 19 de novembro de 2013

    Esse NELICO não sabe o que fala… Aposto que é um burgues que ganha altas somas de dinheiro explorando trabalhadores desqualificados!!! Vai dar 30 períodos de aula numa escola, aguentar pais incomodando, alunos e alunas mal educados que não respeitam ninguém, mudanças a toda hora nos rumos da educação, escolas caindo aos pedaços, falta de material didático, falta de perspectiva de um futuro melhor para nossos jovens… E além do mais, não temos 3 meses de férias, não temos jornada semanal light, nossa competência é testada todos os dias por alunos e alunas quando chegamos as 25 anos de magistério merecemos sim aposentadoria por questões de esgotamento fisico e mental e para o bem de alunos e alunas para que o magistério se renove e novas visões de educação e sociedade possam ser aplicadas uma vez que a sociedade está em transformações diárias e nada mais justo que incorporar novos profissionais e dar descanso aqueles que já fizeram sua parte.
    Quanto a emendar feriados e pontos facultativos acredito que é sempre bem vinda essa ação pois isso não é privilégio do magistério e sim do funcionalismo público…
    Vai tomar conhecimento da rotina de professores da rede estadual antes de falar e criticar… Caso queira entre em contato com qualquer escola pública que ela irá com certeza abrir as portas para que todos veja a real situação da escolas.

  • Vanessa diz: 19 de novembro de 2013

    Nelico, a informação é primordial na vida do ser humano. Então vamos lá.As férias dos alunos não é igual a dos professores. Após o término do ano letivo, 23/12, temos o fechamento dos cadernos de classe, frequência e notas. Retornamos para a escola no início de fevereiro para preparação de todo o ano letivo. Quanto a semana de trabalho “light”, desejo que tenhas a mesma, pois além das minhas quarenta horas semanais trabalho exaustivamente em casa, corrigindo avaliações e preparando aulas. Não temos ponto facultativo, pois os dias letivos anuais precisam ser cumpridos. Inclusive, recuperamos feriados, quando, uma empresa não faz isso. Como sou contratada não tenho direito a licença. Aposentadoria especial é por merecimento e lei, sendo assim, para ser cumprida, como de qualquer outra atividade.A respeito da verificação de competência, não se aplica a minha pessoa e a muitos colegas. Neste ano fui contemplada com uma bolsa do Ministério da Espanha, onde estudei por um mês nas férias de janeiro. Tenho orgulho de ser professora e vergonha de políticos que envergonham esse país, além de muitos pais que “abandonam” seu filhos na escola, informam até o telefone errado para que não se entre em contato. Trabalho em uma escola com mais de mil alunos e na entrega de boletim tinham noventa pais. Isso é interessante.

  • paola diz: 19 de novembro de 2013

    Sr. Nelico me diga onde está o outro mês de férias da qual o senhor se refere? Jornada semanal de trabalho LIGHT????? Ora, venhamos e convenhamos podes entrar em contato cimigo que troco os meus TRÊS turnos de trabalho DIÁRIO super light com o senhor. dar credibilidade a este governo sem estar dentro do magistério é muita falta de conhecimento sobre o assunto e principalmente de RESPEITO com os profissionais que lhe educaram, e também seus filhos e netos!!!

  • Cristiane diz: 19 de novembro de 2013

    SR.Nelico

    Sério!!! O professor tem direito a tudo isso? Que engraçado ninguém me avisou, se soubesse disso antes teria estudado mais…Não melhor vou me candidatar e me aposentar com menos de 25 anos de trabalho.

  • Fernanda diz: 19 de novembro de 2013

    As pessoas acham que é fácil ser professor, mas o que essa pessoa do comentário quer é IBOPE. Acho que alguém vai interceder por nós e trancar esse projeto de lei…se tem os que passaram no concurso, por que chamar mais contratos????

  • Angelo G . Frizzo diz: 20 de novembro de 2013

    Todos sabemos que mais da metade dos professores , na ativa, não trabalha e que mais de 60% da folha da EDUCAÇÃO no RS é de inativos. E parece que temos mais “professores” que S.Paulo.
    A não ser que algum MÁGICO (ou Deus baixe no RS)isso não pode dar certo.
    Vão contratar mais? Pois é, pela lógica dividir o mesmo dinheiro por mais gente, diminui a quota de cada um, ou NÃO?
    A quantidade de alunos vem diminuindo ano a ano (com a população do RS estagnada) e continuam contratando mais gente na área.
    Não divulgam a quantidade REAL de alunos do ESTADO.
    Professores que ENSINAM, devem receber salários acima de DEZ MIL mensais, na minha opinião. Mas só os que ensinam. Bônus por hora aula efetivamente ministrada, prêmios semanais, mensais e anuais por produtividade (resultados efetivos no ensino), etc.

  • nelico diz: 20 de novembro de 2013

    Aos que me contestaram imformo:minha mãe foi professora durante 25 anos….minha irmã é professora há 20 anos….meu filho mais velho é professor há 5 anos…Vocês acham que eu sou cego,surdo e alienado e não enxergo as mordomias deles?Nada se pode generalizar,e até acredito que pesssoas extremamente responsáveis são capazes de produzir um bom magistério por suas qualidades pessoais.Mas esta não é a regra, é a exceção.Peço desculpas aos que não se enquadram nas regras e são a exceção,mas o que escrevi ainda foi menos que a realidade.Existem outras REGALIAS(só como exemplo:licença para tratamento do marido enfermo) que não vou mencionar porque meu interesse não é polemizar,apenas deixar claro que ninguém é obrigado a trabalhar 3 turnos e,muito menos,continuar professor!!!!DETALHE: não agridam os políticos…eles é que criaram as leis que os beneficiam!!!!

  • nelico diz: 20 de novembro de 2013

    Mauro Miranda: assim como é graças aos engenheiros que você tem moradia,graças aos médicos que voce tem saúde,graças aos policiais que você tem segurança e graças aos lixeiros que você tem limpeza publica…..Teus argumentos não parecem ser de um professor,se é que és um!!!! Os professores não fazem nada mais que sua obrigação,assim como as outras profissões.Se és injustiçado por mim,imagine o lixeiro que se aposenta aos 35 anos de trabalho em jornada de 44 horas semanais e com 30 dias de férias/ano.

  • nelico diz: 20 de novembro de 2013

    DIEGO: este argumento filocomunista de que minhas afirmações são de um burguês que explora trabalhadores desqualificados,demonstram a pobreza intelectual de teus argumentos.Outrosssim,quando o ponto facultativo for para todos,e não só para funcionários públicos,um pouco da injustiça entre os regimes CLT e CLF(que é enorme em varias situações) sera ultrapassada.E os lixeiros que trabalham 44 horas semanais,com 30 dias de férias e aposentadoria aos 35 anos de trabalho,e ainda sujeitos ao fator previdenciário, não se esgotam física e psicologicamente?Menos parcialidade meu amigo…menos parcialidade….

  • Paula diz: 20 de novembro de 2013

    Nelico, acho que você é um contratado, então digo sem dó a sua pessoa!!
    não adianta chorar,não adianta ficar revoltadinho, sua VAGA é minha, seja por meios normais ou legais hehe!!!

  • Silvana diz: 20 de novembro de 2013

    O comentário deste “alienado Nelico” só serve para retratar, infelizmente, o pensamento de muitas pessoas em relação aos professores estaduais. Não vale nem a pena discutir com indivíduos que pensam assim. Só sabe bem o que é ser um professor, e muito desvalorizado ainda por cima, quem está na sala de aula todos os dias enfrentando a falta de respeito dos alunos, o desinteresse; sem citar as horas que ficamos preparando aulas e corrigindo textos, trabalhos e provas. A “emenda de feriado” sempre vem a calhar, pois baixamos a cabeça e ficamos planejando aulas, corrigindo… Outra informação muito valiosa: para alcançarmos um salário digno, é necessário que se trabalhe 60h semanais, mas daí a demência, dependendo da disciplina que tu leciones, é certa e próxima, tamanha a quantidade de tarefas que serão executadas. Enfim, posso ficar falando linhas e linhas, horas e horas, mas o fato é que quem sabe a realidade somos nós, que damos a cara para bater!

  • nelico diz: 21 de novembro de 2013

    SILVANA: agora eu entendi…A “culpa” de sua vida infeliz é dos alunos…provavelmente ,muitos deles,filhos de professoras como você!!!!!

  • Andrea diz: 21 de novembro de 2013

    UM POUCO SOBRE A VIDA DO PROFESSOR… tem gente que se espelha na postura profissional de sua famíla para argumentar sobre centenas de professores. Informo que a realidade da MAIORIA dos professores é de dedicação, de querer um futuro melhor, de luta por uma educação igualitária e de formação de pessoas menos preconceituosas… Três meses de férias? Vejamos: recesso de final de ano (10 dias, contando os finais de semana e os feriados da data)… acredito que a maioria de profissionais usufruem de goso neste período também; Em Julho, para teu conhecimento, uma semana de férias e a outra destinada a formação de professores, para carregar as energias para uma nova e dura jornada de trabalho que supõe o segundo semestre; Em janeiro ou fevereiro, dependendo de cada escola, antes do início das aulas as escolas proporcionam formação aos professores para o início do ano letivo… Acredito que as férias do professor são da mesma proporção da maioria dos profissionais. Não fale de uma maioria quando te referes a tua mamãe e a tua irmazinha!
    Vamos contar agora as horas de trabalho? Além das 4 horas obrigatórias de cada turno o professor ainda tem que levar para casa planejamento semanal, correção de provas… e o salário? Esse todo mundo já conhece! Escolhemos ser professor sim, como tu mesmo diz, ninguém é obrigado! O fato de fazermos essa escolha é porque gostamos de educar, gostamos do que fazemos e isso não quer dizer que não podemos reclamar por aquilo que achamos que vale nosso trabalho!
    Abraço e boa reflexão!

  • Robson Simplicio de Sousa diz: 21 de novembro de 2013

    Olá, colegas. Olá, Nelico. Direciono-me a ti que utiliza ‘”outrossim” como uma necessidade linguística de tentar consolidar teus argumentos pobres. Sou professor de Química do magistério estadual há exato 1 ano e o que tenho passado não é nada animador. Não sei como foram os milhares de anos de sua família no magistério. Contudo, termino este primeiro ano esgotado, com dificuldades de concentração, sem perspectivas de seguir meus estudos na intenção de qualificar minha prática docente (visto que já tenho mestrado e não ganho a mais por isso, afinal, para que professor deve ter mestrado?!). Odeio comparações com outras profissões (ou ofícios), seja quando comparam professor a médico, seja a gari. Médico é médico, gari é gari, professor é professor. Sem idealizações, ok? Professor não é um ser supremo. Somos humanos e, como em qualquer outra atividade remunerada, merecemos RESPEITO. Respeito intelectual, financeiro, administrativo e de condições de trabalho. Não temos nada disso. NADA. Não sei se sabes, mas trabalhamos com gente, com mentes, com o intelecto, com a aprendizagem e, portanto, não podemos ser comparados ao médico, gari, etc. Um médico não possui em seu consultório 30 a 40 pacientes aguardando atendimento imediato, com especificidades distintas e suas realidades sociais pouco afetam seu trabalho. Um gari sequer trabalha atendendo pessoas, mas para a limpeza urbana, com benefícios óbvios para a sociedade. Por isto, teu exemplo e argumentos são infelizes e embora tenhas exemplos na família, não sabes o que falas. Contudo, temos algo muito semelhante com outras profissões. Em qualquer uma delas é possível termos maus profissionais. O teu erro é generalizar. Se seus parentes não trabalharam com dedicação e afinco, provavelmente são parasitas do serviço público, como existem vários. Não preciso fazer autopromoção. Meus alunos fazem isso por mim. Quero que saibas, Nelico, que eu TRABALHO. Trabalho muito, assim como inúmeros colegas que vejo se dedicando, doando seu tempo EXTRA às atividades da escola. Aliás, não existe hora-extra e isto é o que mais fazemos na escola. E sabe por que brigamos tanto, Nelico? Porque ESTUDAMOS (no passado e presente!). Porque passamos anos nos especializando em uma área do conhecimento e vemos o Estado do RS banalizando nossa atividade com desdém, descaso. Somos números. 60 mil professores, 90 mil? Vejamos o valor que cabe nas nossas contas! Não nos importemos com piso salarial. Isto não é sério, certo? Afinal, para que cumprir leis? Nossa grande mordomia salarial são 1567 reais por mês. POR MÊS! Este é o valor do piso nacional. Recebemos um base de R$903,74! Como sustentar uma família com este valor? Qual é o milagre. Ora, trabalhemos o triplo e “triplicaremos” (que não é bem assim…) o valor. Duplicar, triplicar a jornada é inversamente proporcional à qualidade do ensino. Este é um dos grandes problemas enfrentados, dentre outros que quem está na escola sabe bem quais são. Não sabes o que falas, Nilico. Reduza-te a tua ignorância (no sentido de ignorar uma realidade visível e já estabelecida como esta) e vá fazer algo de útil pela sociedade.

  • Angelo G . Frizzo diz: 21 de novembro de 2013

    Silvana ! O nelico estava falando na regra, no normal e NÃO nas exceções. Se você trabalha e ENSINA , não tem que se preocupar conosco, critique seus colegas que, na maioria não cumprem seu dever. Do jeito que está, todos vão ganhar pouco e muitos SEM trabalhar.

  • Mark Sup diz: 21 de novembro de 2013

    Seu Nelico é absolutamente parcial e irresponsável, fala sobre licenças para tratamento de saúde ignorando o fundamental, se há indício de fraude os médicos são responsáveis. Nenhum trabalhador pode ausentar-se sem avaliação da “autoridade”. Podemos abrir o debate sobre outras categorias, não acredito que seja este o espaço adequado. Citar relações com professores para indicar isenção comprova nada, posso dizer que sou o Presidente da República. Esse é argumento que surge feito relâmpago, o condicionamento é evidente, qualquer argumento é supostamente derrotado com a suposição de esquerdismos e comunismos. Estratégia resulta fértil em muitos lugares, infelizmente Seu Nelico, o debate é com professores, precisarás de melhores argumentos.

  • nelico diz: 21 de novembro de 2013

    ROBSON: com todo o respeito que um cidadão de bem merece,voce desenvolveu uma linha de pensamento que não encontra eco na realidade dos fatos….sua argumentação não convence e,embora eu tenha certeza que não foi tua intenção,estas apenas justificando, com sofismas e elocubrações mentais,as mazelas do professorado gaúcho.Sem querer estas municiando os que se locupletam e denigrem o exercício profissional do magistério.Leia ,com atenção,o que escrevestes e veras que não respondes as criticas de quem não concorda com o que vem acontecendo,a bem da verdade,ha décadas.Só o fato de para cada cem professores da rede estadual gaúcha,sessenta estão inativos,ja fala por si.Te desafio a encontrar,em qualquer pais civilizado,situação semelhante…..

  • nelico diz: 21 de novembro de 2013

    Prezado Mark Sup:ja vi muita gente vestir a carapuça,mas você vai para o Guiness…batestes todos os recordes!!!!!

  • Márcio diz: 22 de novembro de 2013

    Quanto blá blá blá,acredito que vcs que estão comentando aqui realmente estão alheios a realidade das escolas…convivo já a 9 anos com uma pessoa que é “funcionário (a)”de escola já tem 23 anos de trabalho…..vejo o seu desespero quando olha seu contracheque!!!!!!!!!!!!!!!! Então poupem-nos de tantas palavras difíceis e caiam na REAL

  • nelico diz: 23 de novembro de 2013

    Marcio: você já olhou o contracheque do gari?e do escriturário?e do faxineiro do teu prédio? Deixa de usar argumentos demagógicos,em proveito próprio,e para justificar situações indefensáveis!!!!

  • nelico diz: 23 de novembro de 2013

    Marcio: o mesmo desespero que o gari,o escriturário e o servente de pedreiro sentem…Onde queres chegar?Que os salários gaúchos são baixos? ou pretendes que os funcionários das escolas tenham um aumento substancial para municiar os pedidos de aumentos dos professores?,que,diga-se,tem bastante regalias conforme se pode ler em observações acima!!!!

  • Márcio diz: 27 de novembro de 2013

    Nelico mostra tua caraaaaaaaaaaaaa?

  • nelico diz: 27 de novembro de 2013

    Marcio: pra que você quer me conhecer?

  • Andrea diz: 28 de novembro de 2013

    Nelico: realmente acredito que tu és um alienado. Para ser professor se necessita de formação superior, sendo assim, acredita-se que o seu salário deverá ser maior que de uma gari ou semelhante. Não vou discutir contigo, mas como já disse acima, tu deves ter na familia profissionais de segunda linha e te resumes a eles quando falas de nossa profissão. Ao contrário do Marcio, não quero te conhecer nem trocar mais nem uma palavra contigo, pois pessoas como tu não me interessam. Acredito que minorias têm pensamentos alienados como o seu, então, pouco me importam! Não sei qual é sua formação, mas com certeza passou por um professor antes de chegar lá… então meu caro… recolha-se e vá interar-se antes de entrar em um diálogo sobre professores. Obrigada.

  • nelico diz: 29 de novembro de 2013

    Andrea: agressões e desaforos não servem para justificar a “montanha” de inconformidades que permeiam a profissão de professor no RGS.Ja explicitei algumas delas em intervenções anteriores,e só vou acrescentar mais uma: milhares de professoras não cumpriram sua jornada contratual de trabalho,prejudicando milhares e milhares de alunos, por que tem “alergia” ao GIZ….Sera que por eu saber de muita coisa(posso continuar dando exemplos) você não quer trocar palavras comigo?A propósito: para de querer me censurar….a censura é prática corriqueira em Cuba,Venezuela ou China,não no Brasil!!!!

  • Andrea diz: 30 de novembro de 2013

    Pessoal… só para deixa claro que não agredi nem ofendi ninguém aqui, apenas coloquei minhas ideias… quem se sentiu de certa forma incomodado com o que coloquei, sugiro que repense sua postura… outra coisa: aconselho que antes de usarem a palavra “Censura” se apropriem de seu significado, aliás, acredito que certas pessoas aqui vêm Censurando as práticas dos professores e suas reivindicações com acusações falsas e sem embasamento. Boa noite a todos os professores!!!!
    OBS: eu adorei o Projeto de lei que proibe o quadro negro, sou super alérgica!!!

  • nelico diz: 1 de dezembro de 2013

    ANDREA: você também adoraria ficar só um mês de férias/ano como todo mundo?Por favor não venha alegar que a profissão de professora é muito desgastante porque cortador de cana e mineiro de mina de carvão se desgasta mais e tem só um mês de férias….

  • Robson Simplicio de Sousa diz: 2 de dezembro de 2013

    Nelico, tenho preguiça de você, de gente como você. Vive fora do mundo, não conhece o meu trabalho e de muitos colegas. Tenha uma boa vida e que sua alienação não contamine ninguém.

  • Andrea diz: 2 de dezembro de 2013

    Tem gente aqui que quando não tem argumentos fica repetindo coisas já ditas e já respondidas… tenho preguiça também Robson Simplicio de Souza de gente assim…

  • nelico diz: 2 de dezembro de 2013

    ROBSON: o problema não é falta de reconhecimento…eu reconheço o belo trabalho dos professores(minha mãe era professora,e por décadas).O problema é o previlegio,a “diferença” de tratamento,as vantagens indevidas,a aposentadoria precoce etc….NÃO É JUSTO COM OS DEMAIS TRABALHADORES.É por ter convivido com professoras desde minha tenra idade,sei até mais que muitos-não sou alienado,estou é muito por dentro!!!!

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