Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros
Capa ZH ZH Blogs Assine agora

Uma etapa termina, outra começa

04 de novembro de 2015 12

Costumo brincar com os estudantes de Jornalismo que eu sou a tia do tiranossauro Rex, mas preciso confessar que um dos meus medos, como jornalista, é ficar conhecida como… a avó do mais antigo dinossauro encontrado na região de Santa Maria. Foi por isso que abracei com entusiasmo, em 2007, a ideia de ter um blog em zerohora.com. À época, blog era inovação.

Éramos poucos e tínhamos o luxo de contar com assistentes da qualidade de Paulo Germano e Michele Iracet, dois queridos que muito me ajudaram a incrementar o “Blog da Rosane”. Além de notas de política, meu blog tinha crônicas de outros temas e até uma sessão chamada Música na Madrugada, em que publicávamos vídeos do YouTube. No início, os comentários eram espirituosos e respeitosos _ com algumas exceções. As críticas me estimulavam a melhorar. Depois, com o acirramento das paixões políticas, o nível dos comentários foi baixando e eu comecei a perder a vontade de escrever no blog, incomodada com as pessoas que se escondem atrás de um pseudônimo para agredir quem pensa diferente. Ser chamada de “blogueira” me soava como uma ofensa. Ler os ataques de um leitor a outro me desestimulava.  Nos últimos tempos, vinha publicando apenas a abertura da coluna. E me sentia traindo os assinantes ao oferecer o produto do meu trabalho na área aberta do site.

A partir de hoje, o blog fica congelado. Nasce em seu lugar uma página digital que reunirá minha produção em texto, áudio e vídeo. Ela estará em zerohora.com/rosanedeoliveira. Nesse novo espaço vou continuar publicando análises políticas, informações exclusivas e entrevistas, mas também questionamentos, cobranças, dicas (que podem ser de livros, filmes, viagens ou qualquer coisa que deseje compartilhar com os leitores de ZH) e crônicas sobre temas diversos.

Não respiro política o dia inteiro. Sei que os leitores também não. Aqui quero falar também de causas que me movem, como campanhas de combate à violência no trânsito ou de proteção à criança. Neste espaço democrático, o comentário dos leitores será valorizado, mas dispenso a participação anônima e destrutiva. Como diz a Constituição, é livre a manifestação de pensamento, vedado o anonimato.

Na página, reservei um cantinho especial para o meu perfil no Twitter, o @rosaneoliveira. Porque é por essa rede que publico as informações mais urgentes, faço cobertura ao vivo em posts de 140 caracteres e provoco debates. Chegando aos 60 mil seguidores, tenho a alegria de constatar que, pela repercussão, meu perfil é considerado um dos mais relevantes entre os jornalistas brasileiros, segundo o termômetro Klout Score.

Conto com a colaboração de vocês para fazer desta página uma ponto de encontro de pessoas interessantes.

Comentários (12)

  • Sugestões para reforma Tributária, Administrativa e Previdenciária. diz: 4 de novembro de 2015

    “Destinar diretamente a cada Unidade da Federação os recursos necessários para atender adequadamente as suas atribuições claramente definidas”.
    Exemplo:
    União – IMOF (Imposto sobre Movimentações e Operações Financeiras).
    Estados – IVEPS (Imposto sobre a Venda de Produtos e Serviços).
    Municípios – IBI (Imposto sobre Bens Imóveis).
    CPRI (Contribuição Previdenciária Individual), com uma alíquota de contribuição menor para as pessoas que necessitam e outra para os demais contribuintes.
    Simples,
    Três Impostos e uma Contribuição.
    Obrigado pela atenção.

  • Segurança no Trânsito diz: 4 de novembro de 2015

    “Dirija com velocidade moderada e mantenha distância do veículo a sua frente”.

  • Novos Tempos novos Desafios. diz: 4 de novembro de 2015

    Síntese de Proposta:
    Fortalecer o ensino básico e implantar mais escolas técnicas.
    Valorizar os professores e os profissionais da saúde e segurança.
    Construir novos hospitais e aparelhar as unidades de saúde.
    Simplificar e automatizar o sistema tributário.
    Desenvolver e supervisionar os programas sociais.
    Conceder aumento real aos aposentados.
    Investir para melhorar a mobilidade urbana.
    Cuidar do meio ambiente e realizar as obras necessárias de saneamento.
    Providenciar a infraestrutura para o desenvolvimento sustentável.
    Fazer um governo eficiente, participativo e transparente.

  • Angelo Frizzo diz: 4 de novembro de 2015

    Tomara que a RBS não corte todos os canais de comunicação com o Povo. O fato de estar usando NOSSO dinheiro (Imposto de Renda) para se sustentar (salários, energia, mat.de consumo, honorários, etc) não deve ser motivo para o “corte” da informação, mesmo que partidarizada.

  • Jorge Moacyr diz: 4 de novembro de 2015

    Rosane, parabéns pelo trabalho realizado e sucesso nesta nova etapa.

  • ronan wittee diz: 4 de novembro de 2015

    -Que tu não fiques nas renovações como aquela listinha que fazemos no final de ano … risos … Não te culpes: – Não ganhamos nenhuma nova ruga na face por obra ou graças. Nós a conquistamos e temos pleno direito de exibi-la à luz do sol. É da natureza, com ou sem os ambientalistas de plantão.
    - Diga-me Rosane, qual teria sido ao tempo das cavernas a primeira ou única razão que tenha construído para que hoje nos percebessemos como parte de civilização ou civilizações ?
    - Se pronunciares segurança, por certo excluindo uma ou outra preciosidade filosófica, não estarias sozinha nesta aventura.
    Aí, lemos, assistimos ou escutamos um agente público, composto em seu traje, por todas as plumas e cores que lhe confiram autoridade, pronunciando que a violência aqui ou acolá, é apenas um detalhe de algum sortilégio e que o sistema o acolhe com tudo aquilo que vai descrito no que chamamos de estatística.
    O estranhamento não se resumirá nunca ao fato de que o contribuinte não escala as desculpas ou justificativas das ‘senhoras incompetências’, que pelo mal fadado comodismo nos dispomos a relevar às entranhas do animal biológico que todos somos.
    “Nem latidos e nem miados, por favor :D ” – uma graça da linguagem, não mais do que isto … descontrair, mesmo em meio a severidade do assunto, que assim o requer, para que possamos ler juntos o cenário que esta posto.
    ‘Não há no mundo autoridade ou sistema que possa mediante qualquer convenção, reduzir a tua capacidade de defender tua própria vida e existência”.
    A banalização da violência, transferiu hábitos, direitos e também pequenos prazeres.
    Nosso próprio silêncio e falta de reação nos resumiu ao ato de respirar, como última instancia de dignidade humana.
    Os crimes contra a vida, os estupros e toda a hediondeza esta contemplada pelo Estado que produzimos e pelo qual pagamos, a falta de espaço e de soluções para sua erradicação ou minimização.
    O que esta escrito na Constituição, submete seus códigos a boa ou má vontade do delinquente.
    Mas, a mesma Carta, não pronuncia que qualquer indivíduo/cidadão ,deva morrer para frequentar a estatística pronunciada pelas incompetências, faltas de organização, ausência de gestão e muito menos, que todo e qualquer imposto pago como contribuição para que serviços, assim como o de segurança, sejam prestados.
    Os discursos e as efemeridades tem substituído qualquer nível lógico, para que exista esta coisa chamada de Estado.
    Muito provavelmente, é daí que adveio “a crise de representação do Junho de Luz”,que acometeu o nosso Brasil.
    Claro que o oportunismo chamado de política em nosso país, logo encontrou um modo de capitalizar isto em prol de imediatos e também inconfessáveis interesses menores.
    Foi uma revolução sem nenhuma liderança e por isto mesmo reduziu-se a um mingau.
    -Agora, nenhum Estado, nenhuma Constituição e nenhum dos tantos larápio guindado ao 3×4,que é ao que se reduz a representação política no Brasil, pode determinar que qualquer cidadão dê o próprio couro como oferenda.
    … então, no resguardo do mais legítimo de todos os direitos depois do de nascer, que cada um provenha segundo seu entendimento a segurança que entende possível.
    - Não pode usar arma de fogo … use um tacape.
    - O Estado não provê os meios … crie os teus.
    E já que guerra é guerra: -Atire primeiro e faça as perguntas depois…
    - Quem disse isto,não fui eu, foi o chefe de polícia do RS ( matéria do Marcus Bruno @radiogaucha) … em > Guilherme Wondracec afirmou que crimes como esse não são mais exclusividade de RJ e SP <

  • Rogério Maestri diz: 5 de novembro de 2015

    Rosane, como diz o ditado, se o elefante soubesse a força que tem, seria dono do circo.
    Muito boa a providência, a mídia tradicional de direita e de esquerda em todo o mundo está indo para o buraco, não é um problema ideológico é um problema de meio de comunicação e velocidade da informação, vai dar mais trabalho, porém mais liberdade e segurança, vá adiante sem medo, pois o caminho é por aí.

  • Alberto diz: 5 de novembro de 2015

    Tudo de bom Rosane e espero que daqui p/ frente o Brasil aprenda a combater e punir corrupção. Nenhum país grande do mundo consegue sobreviver com tanta impunidade que atinge todos os setores, políticos, empresas…Abraço.

  • João Cândido diz: 5 de novembro de 2015

    É mesmo! Em tempos bicudos, em que é muito difícil agitar bandeiras e
    enaltecer qualidades de alguém o melhor que se pode fazer é usar algumas
    habilidades para se dedicar à variedades que também podem ser úteis e mais
    prazerosas. Jornalista Rosane, obrigado pela oportunidade que me deste.

  • Kafka diz: 5 de novembro de 2015

    Eu já havia me despedido do blog, quando, certa vez, tu te queixaste dos que usavam pseudônimo. O meu caso é específico. Tenho filhos na Magistratura e e no Ministério Público. E que, como eu, não gostam de profissionais da política. Caso eu usasse meu nome, na eventualidade de meus filhos condenarem políticos desonestos, não faltaria quem afirmasse: “puxou ao pai”. E meus filhos são totalmente independente, só detestam vigaristas. E eu, profissional liberal com clientela eclética, não gostaria de magoar os que em mim confiam. Por isso, como já havia me despedido, apenas retorno para desejar-te todo o sucesso que mereces em tua nova — e certamente — vitoriosa caminhada. Grande abraço.

  • Renate Elisabeth Schmidt diz: 9 de novembro de 2015

    A baixaria tomou conta não somente do teu blog.
    O ódio ideológico prevalece/prevaleceu.
    Civilidade ficou no mundo das ideias.
    Este é o meu país.

  • Chicão diz: 10 de novembro de 2015

    Cara Rosane,
    Lamento que o blog tenha o seu final.
    Agradeço as oportunidades que me deste para registrar meus pensamentos com relação aos temas propostos.
    Certamente a tua competência e excelência como jornalista serão mais uma vez os responsáveis pelo teu sucesso nesta nova empreitada.
    Felicidades.
    Saúde e Paz!

Envie seu Comentário