10 de março de 2010 |
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DA PÁGINA 10 DE QUARTA-FEIRA

Depois de receber na sexta-feira o sinal verde do senador Sérgio Zambiasi para levar adiante sua candidatura ao Piratini, o deputado Luis Augusto Lara (PTB) não perdeu tempo na busca de aliados. Acompanhado de outros líderes do partido, Lara se reuniu ontem com a cúpula do PP para formalizar uma proposta de aliança para as eleições de outubro, após três reuniões preliminares com os progressistas.
A par das exigências do PP para fechar uma coligação, Lara apresentou ao presidente da legenda, Pedro Bertolucci, uma proposta construída sob medida para superar as ofertas de PSDB, PSB e PMDB: uma das vagas de senador, a vaga de vice e coligação nas proporcionais. Ainda que a oferta de Beto seja idêntica, os progressistas balançaram com a possibilidade de ver sua bancada na Assembleia Legislativa e na Câmara dar um salto com a ajuda dos votos do PTB na Região Metropolitana.
– A proposta do PTB é simpática. Levaremos para a base discutir junto com as ofertas do PSDB e do PSB – comentou Bertolucci.
permalinkPostado por rosane_oliveira, às 6:48
10 de março de 2010 |
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ABERTURA DA PÁGINA 10 DE ZH DE QUARTA-FEIRA
Prefeitos do PDT que resistem à coligação com o PMDB se recusam a jogar a toalha: querem que o comando do partido amplie a consulta aos filiados antes de formalizar o apoio a José Fogaça. Esse grupo, que tem entre os líderes os prefeitos de São Borja, Mariovane Weiss, e de Taquara, Délcio Hugentobler, pediu ao presidente do PDT, Romildo Bolzan, que convoque uma reunião com os 66 prefeitos da sigla, na próxima semana, para ouvir o que têm a dizer. Os dois reclamam que no encontro de segunda-feira os prefeitos não tiveram voz e os críticos da coligação com Fogaça foram intimidados pelos gritos de CCs da prefeitura.
Bolzan diz que desconhece a convocação de CCs para a reunião do diretório, mas está seguro de que isso não mudaria o resultado, francamente favorável ao acordo com Fogaça.
O principal argumento do prefeito de São Borja para defender o apoio a Tarso Genro é o que o petista fez pela região como ministro da Educação e depois da Justiça. Cita a Unipampa, o ProUni e o Pronasci como iniciativas de Tarso que justificariam o apoio do PDT ao ex-ministro.
Mesmo que não sejam majoritárias, as manifestações dos dois prefeitos devem servir de alerta para Fogaça: depois de obter o apoio formal do PDT, será preciso conquistar corações e mentes dos trabalhistas. Sem o engajamento das bases, uma aliança eleitoral fica restrita ao acréscimo de tempo no rádio e na TV, e isso é pouco para justificar a entrega da prefeitura e a oferta da vaga de vice.
Weiss diz que vai “morrer peleando” para que o PDT apoie Tarso, mas se perder acatará a decisão do partido. Hugentobler não: avisa que vai abrir uma dissidência e trabalhar pelo candidato do PT. E se o PDT quiser expulsá-lo?
– Saio antes. Depois de encerrar meu mandato, largo a política e vou cuidar da minha neta – responde, referindo-se à menina Vitória, de três anos e meio.
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9 de março de 2010 |
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ABERTURA DA PÁGINA 10 DE ZH
Foto: Ricardo Stuckert, Divulgação
Só a Justiça Eleitoral não acha que a campanha já começou, embora a lei diga que os candidatos só podem pedir votos a partir de julho, depois de passarem pelas convenções. Estão todos em campanha, principalmente os que ocupam cargos públicos. Os disfarces variam de partido para partido, mas o arsenal de máscaras é extenso: inauguração, lançamento de pedra fundamental, assinatura de ordem de serviço, vistoria, visita a festas populares, protagonismo nos programas em rede de rádio e TV a chamada propaganda partidária gratuita , outdoors a pretexto de homenagem, cartazes de divulgação de outras atividades, viagens para discussão do programa de governo.
O fingimento começa pelo presidente Lula, que anda para cima e para baixo com a ministra Dilma Rousseff, dizendo às plateias que ela é a mãe do PAC, a responsável pelos programas mais populares do governo, a gestora competente. Em outras palavras, que Dilma é a ungida por ele para ser sua sucessora. Ontem, na inauguração de um complexo esportivo na favela da Rocinha, Lula, Dilma e o governador Sérgio Cabral, candidato à reeleição, adotaram o comportamento de palanque. Lula e Cabral fizeram levantamento de peso e, afinados, discursaram contra os adversários do governador. O presidente calçou as luvas para brincar de boxeador com um menino. Dilma fingiu treinar tiro com arco. Cada encenação é um flash.
Não é muito diferente o comportamento do principal adversário de Dilma, o governador José Serra, fazendo propaganda do governo de São Paulo em cinemas de outros Estados ou dizendo na Festa da Uva que não fala sobre eleição porque estava em Caxias “na condição de governador”. É de se perguntar quantas vezes Serra já esteve na festa como governador ou que outros governadores vieram a Caxias provar as delícias da serra gaúcha.
permalinkPostado por rosane_oliveira, às 6:49
9 de março de 2010 |
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DA PÁGINA DEZ DE ZH
Foto: Guerreiro, Divulgação
Só a tentativa de conquistar o PDT explica a presença de dois candidatos na solenidade em que o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, recebeu ontem a Medalha do Mérito Farroupilha, ato que virou rotina na Assembleia. José Fogaça (PMDB) e Tarso Genro (PT) deram um jeito de encaixar na agenda a homenagem a Lupi, comandante do PDT.
O ministro, que em nome da aliança nacional defendia a aliança com Tarso, se rendeu à vontade dos principais líderes do PDT gaúcho e abençoou a aliança com Fogaça, com quem teve encontro reservado. Fingiu até acreditar que o PMDB gaúcho vai apoiar a ministra Dilma Rousseff, apesar de as bases do partido expressarem o contrário.
Tarso saiu satisfeito por ouvir de Lupi que só era ministro porque o gaúcho ajudou a construir a coalizão. O candidato do PT devolveu a gentileza dizendo que, se for eleito, quer o PDT no seu governo, mesmo que na eleição os trabalhistas estejam engajados em outra campanha.
permalinkPostado por rosane_oliveira, às 6:47
8 de março de 2010 |
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Você já viu esse filme: sempre que alguém é acusado pelo Ministério Público de alguma irregularidade, acusa o promotor ou procurador de estar a serviço de um partido adversário. Aconteceu aqui, com as acusações contra Yeda Crusius, e está ocorrendo agora em São paulo, no episódio da Bancoop. O promotor José carlos Blat, a quem entrevistamos no Gaúcha Atualidade, fez uma síntese da investigação que apurou desvios de R$ 100 milhões na Coooperativa dos Bancários de São Paulo e reafirmou que parte do dinheiro teria sido usado em campanahs eleitorais do PT. Ouvido em seguida como contraponto, o líder do governo na Câmara. Cândido Vacarezza, tratou de desqualificar o promotor, acusando-o de ser aliado dos tucanos.
Que houve irregularidades e má gestão na Bancoop fica evidente porque as pessoas pagaram por casas que não receberam. A Justiça terá de dizer quem se beneficiou dessas irregularidades.
Ouça as duas entrevistas e tire as suas próprias conclusões.
>>>Promotor José Carlos Blat explica a origem dos indícios que apontam desvio de dinheiro
>>>Líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), rebate denúncia sobre desvio da Bancoop
permalinkPostado por rosane_oliveira, às 10:17
8 de março de 2010 |
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ABERTURA DA PÁGINA 10 DE SEGUNDA-FEIRA
Vivian Eichler (interina)

Apesar de ainda evitar falar como candidato à Presidência da República, o governador paulista, José Serra, incorporou o figurino de presidenciável na visita que fez à Festa da Uva, em Caxias do Sul, no sábado. Já no desembarque no aeroporto, uma centena de militantes e simpatizantes seguravam faixas com inscrições “José Serra presidente”.
Durante os períodos de maior crise e turbulência do governo Yeda Crusius, Serra havia se negado a aparecer no Rio Grande do Sul. Agora, apesar de o PSDB garantir que Serra não teme vincular sua imagem à da governadora Yeda Crusius, isso não ficou muito claro na visita ao Estado.
Yeda desceu de helicóptero diretamente nos pavilhões do evento, enquanto seu colega paulista se deslocou de ônibus até o parque. Ao se encontrarem, os dois tucanos caminharam por cerca de 500 metros, mas se mantiveram distantes – com exceção de quando pararam no estande da prefeitura e degustaram uvas ao lado do prefeito José Ivo Sartori (PMDB) e das soberanas da festa.
permalinkPostado por vivian_eichler, às 7:09
8 de março de 2010 |
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ABERTURA DA PÁGINA 10 DE SEGUNDA-FEIRA
Vivian Eichler (interina)
O apoio que o PDT está prestes a oficializar ao prefeito José Fogaça (PMDB) nas eleições para o governo do Estado significa para o partido fundado por Leonel Brizola uma chance de deixar a periferia política na qual se confinou na última década ou mais.
Desde Alceu Collares, o PDT não governava Porto Alegre e não governa o Rio Grande do Sul. Desde então, entrou em decadência e não conseguiu emplacar no cenário político gaúcho nomes com possibilidades de almejar os dois principais postos do Executivo no Estado.
O partido, que em seu ápice conquistou sete deputados federais e 13 estaduais, além de 110 prefeitos, tem hoje três cadeiras na Câmara, sete na Assembleia e 66 prefeitos. Agora, embora chegue por vias tortas à prefeitura da Capital – pelas mãos de um vice que já ocupou a mesma cadeira mas filiado ao PT –, tem a chance de crescer. Tudo depende do desempenho de José Fortunati, que deverá assumir o Paço Municipal no fim de março, assim que Fogaça renunciar para concorrer ao Palácio Piratini.
De lambuja, os pedetistas ainda ganham a vaga de vice em uma chapa competitiva que irá concorrer ao governo do Estado – o que também não havia ocorrido até então. Tais vantagens fazem o PDT preferir Fogaça ao candidato petista Tarso Genro e tornam inócuos os cuidados que o PT ainda insiste em ter para seguir alimentando expectativas de uma cada vez mais remota aliança. O resto é detalhe.
permalinkPostado por vivian_eichler, às 7:05
6 de março de 2010 |
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Com tantas cabeças iluminadas, o PSDB poderia ter intuído que estava cometendo um erro ao empurrar Aécio Neves para fora do jogo sucessório. O governador de Minas não esperou que o cheiro de queimado se espalhasse pelo ar: saiu de cena e anunciou a candidatura ao Senado.
Assustado com a queda nas pesquisas e o crescimento de Dilma Rousseff, Serra tenta convencer Aécio a ser seu vice e expõe a fragilidade do PSDB.
Ao lado de Serra, Aécio teve uma medida do seu prestígio na inauguração do complexo administrativo batizado com o nome do avô Tancredo Neves, que reuniu líderes de todos os principais partidos. Conseguiu ser um dos personagens mais citados da semana, virou tábua de salvação e continua dizendo que “empurrado” não vai concorrer.
permalinkPostado por rosane_oliveira, às 16:51
6 de março de 2010 |
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A partir desta segunda-feira, com a confirmação da aliança entre o PMDB e o PDT, o vice-prefeito José Fortunati começa a tratar da transição e da montagem de sua equipe. Fortunati não quer um governo de interinos e já deu esse aviso aos partidos. Todos os que integram o governo de coalizão terão preservados seus espaços, mas os substitutos dos seis secretários que saem para concorrer serão escolhidos em comum acordo com o futuro prefeito, ouvindo José Fogaça. Os indicados terão de comprovar aptidão para o cargo.
– Vou tomar medidas para que a máquina não seja usada de forma indevida na campanha – promete o futuro prefeito.
Os adjuntos podem até virar secretários, mas não ficarão esquentando banco para quem sai para concorrer:
– Não é um governo interino nem um mandato-tampão. Seis meses é muito tempo para quem só terá dois anos e nove meses na prefeitura – pondera Fortunati.
Para montar o quebra-cabeça do futuro governo, que terá pelo menos mais duas defecções, com a saída já anunciada do diretor-presidente da EPTC, Luis Afonso Senna, e do secretário de Gestão, Clóvis Magalhães, Fortunati vai conversar com os partidos e com os vereadores. Com a ida de Magalhães para a coordenação da campanha de Fogaça, a Secretaria de Gestão vai mudar de perfil. Perderá o caráter político para ser uma pasta essencialmente técnica. Fortunati ainda não sabe quem vai ocupar esse cargo estratégico, mas já tem o perfil definido: um técnico como Ana Pellini, secretária de Governo de Yeda Crusius. Para cuidar da articulação política, Fortunati levará seu chefe de Gabinete, Mauro Peixoto.
Cauteloso em falar do futuro, Fortunati confirma que, como prefeito, vai continuar fazendo o trabalho de secretário especial da Copa. Como tem na cabeça todos os projetos em andamento, Fortunati não vê sentido em nomear um secretário. Seus dois principais assessores, Ricardo Gothe e Newton Baggio, vão continuar tocando os assuntos da Copa.
permalinkPostado por rosane_oliveira, às 16:49
6 de março de 2010 |
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DA PÁGINA 10 DE ZH
Nem os recados mandados pelo PMDB, de que oferece espaço idêntico a todos os partidos de mesmo porte que se aliarem no primeiro turno, seduziu o PTB. Os que defendiam a aliança com Fogaça emudeceram no encontro de ontem depois de ouvir o senador Sérgio Zambiasi dizer que vai correr o Estado defendendo a candidatura do deputado Luis Augusto Lara.
Zambiasi é o grande avalista da candidatura própria que o PTB defendeu em todas as últimas eleições e que, paradoxalmente, ele se encarregou de sepultar.
– Eu sou o militante que quer estar em todas as regiões na campanha deste ano – disse Zambiasi aos companheiros.
O senador não economiza elogios à capacidade de trabalho de Lara, que só em janeiro e fevereiro visitou mais de cem diretórios do PTB.
permalinkPostado por rosane_oliveira, às 7:34
6 de março de 2010 |
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ABERTURA DA PÁGINA 10 DE ZH
Por mais que os candidatos que disputam o apoio do PTB desdenhem das chances de Luis Augusto Lara na disputa do Piratini, o partido decidiu bancar a candidatura própria. Ingenuidade coletiva? Não. Pragmatismo. O PTB simplesmente não quer se vincular a um candidato no primeiro turno porque prefere gastar energia na eleição para deputado estadual e federal e se cacifar para o segundo turno, se Lara não chegar lá.
Não é só a eleição de 2010 que está em jogo na estratégia do PTB de bancar a candidatura de Lara. O partido decidiu investir no parlamentar como aposta de médio prazo para cargos majoritários. Aos 41 anos, Lara pode se dar o luxo de disputar uma eleição com chances remotas de se eleger e ficar quatro anos sem mandato.
Por ser presidente estadual do PTB, Lara não ficará sem uma vitrina a partir de 2011. Além de dar visibilidade a quem pode vir a ser opção para a prefeitura de Porto Alegre em 2012 ou mesmo para o Piratini em 2014, a candidatura a governador o deixaria no primeiro lugar da fila para ocupar um cargo no futuro governo – desde que não seja novamente a Secretaria de Turismo.
Seja quem for o vencedor, precisará do PTB para governar. Por experiência, o PTB sabe que o espaço a ser conquistado no futuro governo depende menos do apoio no primeiro turno e mais do número de votos que o partido tiver na Assembleia. Eclético, o PTB cabe em qualquer governo. Tanto é assim, que ocupa cargos nos governos de José Fogaça (PMDB), Yeda Crusius (PSDB) e Lula (PT).
Para ampliar a bancada em pelo menos um deputado em 2010, o PTB montou uma nominata de candidatos com representatividade em todas as regiões do Estado. Nenhum com perfil de campeão de votos, mas um grupo que, segundo o senador Sérgio Zambiasi, tem condições de somar votos para obter mais cadeiras do que em 2006.
– Para quem concorre a deputado, é importante ter um candidato “leve” a governador. O apoio a qualquer outro partido nos dividiria – teoriza Lara, que se considera o candidato sobre o qual ninguém precisará ficar dando explicações.
permalinkPostado por rosane_oliveira, às 3:27
5 de março de 2010 |
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Acusado de estar transformando as entregas de retroescavadeiras às prefeituras do Interior em atos políticos, o secretário de Obras, José Carlos Breda, disse ao blog ter ficado surpreso com a reclamação dos prefeitos gaúchos. Breda afirma que nunca ouviu nenhuma queixa dos administradores municipais sobre o assunto.
Segundo o secretário, apesar de ter sofrido pressões de tucanos para promover uma grande solenidade para marcar a distribuição das máquinas, ele teria optado por entregar os equipamentos sem alarde.
– Acho uma injustiça dizerem isso. Poderia ter feito um ato, todo mundo faz, no entanto, preferi liberar rápido – contou Breda.
permalinkPostado por fabiano_costa, às 23:28
5 de março de 2010 |
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A Famurs recebeu, finalmente, a lista dos municípios que receberão retroescavadeiras e a data em que serão entregues. Prefeitos vinham reclamando da Secretaria de Obras por divulgar a informação aos poucos e transformar a entrega em um ato político protagonizado pelo secretário de Obras, José carlos Breda; já o dinheiro é do governo federal.
Na lista abaixo não estão os municípios que já receberam nem os que ainda não têm data de entrega prevista. No total, são 213.
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Retroescavadeiras - Data de entrega
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Município
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Agendamento
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Agudo
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09/03/2010
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Ajuricaba
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09/03/2010
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Alecrim
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09/03/2010
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Almirante Tamandaré
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08/03/2010
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Alpestre
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09/03/2010
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Alto Alegre
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15/03/2010
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Arroio do Meio
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16/03/2010
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Arvorezinha
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08/03/2010
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Áurea
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08/03/2010
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Bagé
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17/03/2010
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Barra do Guarita
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02/03/2010
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Barra do Rio Azul
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17/03/2010
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Barra Funda
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08/03/2010
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Barão do Cotegipe
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17/03/2010
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Benjamin Constant do Sul
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08/03/2010
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Boqueirão do Leão
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10/03/2010
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Caiçara
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09/03/2010
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Campina das Missões
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12/03/2010
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Campinas do Sul
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11/03/2010
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Candiota
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15/03/2010
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Catuípe
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15/03/2010
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Chiapetta
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11/03/2010
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Colinas
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17/03/2010
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Constantina
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11/03/2010
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Coqueiros do Sul
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17/03/2010
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Coronel Barros
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11/03/2010
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Coxilha
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17/03/2010
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Crissiumal
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08/03/2010
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Cristal do Sul
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11/03/2010
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Cruzaltense
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16/03/2010
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Derrubadas
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12/03/2010
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Dezesseis de Novembro
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16/03/2010
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Dois Irmãos das Missões
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12/03/2010
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Dom Pedrito
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16/03/2010
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Encruzilhada do Sul
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09/03/2010
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Erebango
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15/03/2010
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Esmeralda
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17/03/2010
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Esperança do Sul
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12/03/2010
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Estação
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15/03/2010
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Estrela Velha
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15/03/2010
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Eugênio de Castro
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16/03/2010
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Ibirapuitã
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09/03/2010
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Frederico Westphalen
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15/03/2010
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Getulio Vargas
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10/03/2010
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Ibiaçá
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16/03/2010
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Faxinalzinho
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09/03/2010
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Independência
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11/03/2010
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Ipiranga do Sul
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12/03/2010
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Jacutinga
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10/03/2010
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Machadinho
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16/03/2010
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Mariano Moro
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15/03/2010
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Mato Castelhano
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09/03/2010
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Mato Leitão
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16/03/2010
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Mato Queimado
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12/03/2010
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Miraguaí
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10/03/2010
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Montauri
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16/03/2010
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Muitos Capões
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10/03/2010
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Nova Alvorada
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12/03/2010
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Nova Boa Vista
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08/03/2010
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Novo Xingu
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12/03/2010
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Palmitinho
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04/03/2010
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Panambi
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10/03/2010
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Passo Fundo
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17/03/2010
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Pedro Osório
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09/03/2010
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Pinhal
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08/03/2010
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Piratini
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08/03/2010
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Planalto
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12/03/2010
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Ponte Preta
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12/03/2010
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Progresso
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17/03/2010
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Quatro Irmãos
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10/03/2010
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Rodeio Bonito
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04/03/2010
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Ronda Alta
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15/03/2010
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Rondinha
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12/03/2010
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Saldanha Marinho
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16/03/2010
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Santa Bárbara do Sul
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09/03/2010
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Santa Cruz do Sul
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09/03/2010
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Santana do Livramento
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24/02/2010
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São José do Inhacorá
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09/03/2010
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São Luiz Gonzaga
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16/03/2010
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São Martinho
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05/03/2010
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São Valetim
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11/03/2010
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São Francisco de Paula
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16/03/2010
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Sarandi
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11/03/2010
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Seberi
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16/03/2010
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Segredo
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08/03/2010
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Sertão
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15/03/2010
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Sinimbú
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10/03/2010
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Tapejara
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17/03/2010
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Tapera
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16/03/2010
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Taquaruçu do Sul
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11/03/2010
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Travesseiro
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11/03/2010
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Vacaria
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11/03/2010
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Viadutos
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11/03/2010
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Vicente Dutra
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10/03/2010
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permalinkPostado por rosane_oliveira, às 17:01
5 de março de 2010 |
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ABERTURA DA PÁGINA 10 DE ZH
Está sacramentada a aliança entre o PMDB e o PDT para a eleição de governador: o prefeito José Fogaça encabeça a chapa que terá o deputado Pompeo de Mattos como candidato a vice. Selado ontem na reunião de mais de duas horas entre o prefeito e a cúpula do PDT, o acordo será referendado em encontro do diretório estadual do PDT, na segunda-feira. No mesmo dia, deve ocorrer o anúncio oficial, a menos que as bases ofereçam alguma resistência, o que a esta altura é considerado improvável.
Além de herdar dois anos e nove meses do mandato de Fogaça na prefeitura de Porto Alegre, o PDT arrancou do prefeito o compromisso de dar ao partido o mesmo espaço que o PMDB tiver no futuro governo, se a chapa for vitoriosa. Essa divisão de cargos está sendo chamada de “equivalência política”: não basta ter o mesmo número de cargos do PMDB e de outros partidos do mesmo porte que venham a se integrar à aliança no primeiro turno – o peso político terá de ser idêntico.
Fogaça disse que depois de assegurar o apoio do PDT, condição que estabeleceu para concorrer, vai agora conversar com PSB, PTB e PP para tentar ampliar a aliança. O prefeito vem recebendo sinais de políticos do PTB de que o partido poderá entrar na coligação. No PP, que tende a apoiar a governadora Yeda Crusius, a decisão final vai depender do desempenho dos candidatos nas próximas pesquisas.
A rejeição do PMDB gaúcho à ministra Dilma Rousseff não foi nem discutida na reunião, apesar de originalmente o apoio de Fogaça à candidata petista ter sido citado entre as condições do PDT para apoiar o peemedebista.
— Achamos que não era importante. O PDT estará no palanque de Dilma, mas não podemos obrigar nossos parceiros a fazerem o mesmo — justificou o presidente da Assembleia, Giovani Cherini.
— Nem tratamos do assunto. Optamos por nos concentrar nas convergências e deixamos as divergências de lado — contou o presidente do PDT, Romildo Bolzan.
permalinkPostado por rosane_oliveira, às 6:28
4 de março de 2010 |
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Só falta o anúncio oficial, que deve ser feito na segunda-feira: o PDT vai concorrer coligado com o PMDB. José Fogaça será o candidato a governador e Pompeo de Mattos a vice. A aliança, selada pela cúpula em reunião hoje à tarde, terá de ser referendada segunda-feira pelas bases do PDT.
Ficou acertado que o PDT terá direito ao mesmo espaço do PMDB no governo.
A rejeição do PMDB gaúcho à candidatura da ministra Dilma Rousseff não afeta a aliança. Por ser delicado, assunto foi evitado na reunião de hoje.
permalinkPostado por fabiano_costa, às 20:30