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A arte de desagradar a gregos e troianos

16 de janeiro de 2015 10

Hoje é daqueles dias em que eu penso: vale a pena ser jornalista. Acordei com líderes do PT ensandecidos, insinuando que eu estava tentando favorecer o governo Sartori porque publiquei os detalhes da reunião de ontem, em que uma consultoria apontou rombo de R$ 7,1 bilhões nas contas do Estado neste ano.
Até o ex-governador Tarso Genro, pelo Twitter, mandou uma série de diretas e indiretas em vários posts. “Manchete de hoje de Zero Hora não é inocente ou equivocada. Tem o mesmo objetivo político das manchetes que ajudaram outro Governador”, escreveu em um deles, na velha mania de enxergar teoria conspiratória em tudo. Ora, eu não me contentei com o release edulcorado do Palácio Piratini sobre a reunião dos deputados e fui atrás de informações sobre o que realmente ocorreu. E o que ocorreu foi a apresentação do estudo da consultoria PwC, prevendo um déficit de R$ 7,1 bilhões para este ano, em contraste com os números da equipe de transição, que previu algo como R$ 5,4 bilhões (um valor também estratosférico).
Pois bem: ainda bem cedo veio a informação de que José Ivo Sartori sancionou o aumento do próprio salário (mais o do vice, dos deputados, dos magistrados, dos membros do Ministério Público, do Tribunal de Contas e da Defensoria). Comecei o Gaúcha Atualidade criticando a falta de sensibilidade de Sartori, que perdeu o discurso para exigir sacrifícios de quem ganha menos.
Com Daniel Scola, fizemos uma entrevista dura com o líder do governo, Alexandre Postal, que se atrapalhou para justificar a sanção dos projetos e chegou a dizer que vetar o aumento seria demagogia. Foi que bastou para antipetistas convictos começarem a me acusar de não enxergar os problemas do governo Tarso e de estar cobrando cedo demais do “Gringo”.
A maioria absoluta das mensagens enviadas à Rádio Gaúcha por WhatsApp era de crítica ao ato de Sartori.
Caros leitores, este papel chato de desagradar os dois lados eu assumo com muita serenidade. Digo e repito que Tarso gastou além da arrecadação e só não atrasou salários porque raspou os depósitos judiciais (quase R$ 6 bilhões). Sartori, que se elegeu sem dizer o que faria, frustrou os eleitores dele nos primeiros dias ao editar um decreto que suspende o pagamento de fornecedores, corta horas extras e outros gastos, enquanto aumenta os salários de quem está no topo da pirâmide salarial. Não estou aqui para agradar governos. Meu compromisso é com o público que está cansado de pagar impostos e receber em troca péssimos serviços públicos. Dos problemas do governo federal falarei em outro post, que este aqui já foi longe demais.

PT contesta projeção de déficit de R$ 7,1 bilhões nas contas do RS

16 de janeiro de 2015 24
Foto: Gilmar Eitelwein, Divulgação

Foto: Gilmar Eitelwein, Divulgação

Por Juliano Rodrigues@julianorodrigue

Reunidos para discutir a divulgação das informações sobre o rombo de R$ 7,1 bilhões projetado para as contas do Estado em 2015, os deputados e ex-secretários do PT contestaram o estudo da consultoria PwC. Em nota oficial, a bancada do partido na Assembleia afirma que os números apresentados pelo governo José Ivo Sartori fazem parte de uma estratégia montada para “preparar a sociedade para um calote nas contas públicas” e privatização de estatais.

O ex-secretário da Fazenda Odir Tonollier afirma que o déficit das contas públicas nos últimos dois anos não chega a 20% do valor divulgado:

— Depois de vários governos, somos os primeiros a não deixar nenhuma conta em atraso.

Os deputados do PT também afirmam que o governador José Ivo Sartori tem a possibilidade de contrair empréstimos.

— Sartori terá até 2018 espaço fiscal de até R$ 15 bilhões, nunca nenhum governo teve isto para continuar os investimentos na infraestrutura do Estado — afirma o líder da nova bancada, deputado Luiz Fernando Mainardi.

Vídeo: "Sartori torrou boa parte de seu patrimônio político"

16 de janeiro de 2015 7

Assista ao comentário de Rosane de Oliveira sobre o aumento nos salários de governador, vice, secretários e deputados.

Consultoria aponta rombo de R$ 7,1 bilhões nas contas do Estado

16 de janeiro de 2015 8

ABERTURA DE POLÍTICA+

 

Rosane de Oliveira: consultoria aponta rombo de R$ 7,1 bilhões nas contas do RS Luiz Chaves/Palácio Piratini/Divulgação

Governador apresentou os números em encontro com aliados no Galpão Crioulo do Palácio Piratini Foto: Luiz Chaves / Palácio Piratini/Divulgação

O arroz de carreteiro e o sagu com creme servidos no Galpão Crioulo do Palácio Piratini, ao meio-dia desta quinta-feira, foram indigestos para os deputados e líderes de partidos aliados convidados pelo governador José Ivo Sartori para ouvir um diagnóstico sobre a situação financeira do Estado. Os números levantados pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC), contratada pelo Movimento Brasil Competitivo, são de tirar a fome de quem terá de administrar o Estado e dos deputados que precisarão defender as medidas duras a serem adotadas neste e nos próximos anos. O mais assustador deles é o do déficit previsto para este ano: R$ 7,1 bilhões.

O número choca porque é bem superior ao apurado pela equipe de transição, que estimava o déficit em R$ 5,4 bilhões. Os consultores se vacinaram para possíveis variações, esclarecendo que trabalharam com dados de fontes públicas, até 31 de outubro, e estimativas sobre o fechamento do ano. Os dados da Fazenda são mais realistas, porque contabilizam o Refis e um empréstimo de R$ 1,1 bilhão que entrou no final do ano.

Algumas conclusões são semelhantes às do economista Darcy Carvalho dos Santos, que há meses vem advertindo que no orçamento de 2015 a receita está superestimada e despesa subestimada. No executado de 2014, a receita ficou 5,7% abaixo do previsto e a despesa ultrapassou o estimado em 5,2%.

Recuando no tempo, a consultoria concluiu que de 2009 a 2014 a receita aumentou em média 11,3% ao ano e a despesa cresceu 13,6%. O mais preocupante, segundo deputados que participaram do almoço, é o esgotamento das fontes de financiamento do déficit. Numa perspectiva otimista, o decreto de contenção de despesas, assinado por Sartori no primeiro dia útil de governo, deve resultar numa economia de R$ 600 milhões no ano. Esse valor equivale a 10 dias do salário de ativos e inativos.

Deputados de diferentes partidos elogiaram a iniciativa de compartilhar as informações, mas cobraram do governo uma estratégia de comunicação para mostrar a situação em que recebeu o Estado. Sartori prometeu dar transparência aos números, “com responsabilidade e sem olhar para trás”. A apresentação deve ser feita até o final de janeiro.

 

Prefeitura de Gravataí estuda romper contrato com a Corsan

14 de janeiro de 2015 7

A relação entre o prefeito de Gravataí, Marco Alba (PMDB), e a Corsan, que nunca foi boa, está prestes a resultar na quebra do contrato entre o município e a companhia. Alba já vinha ensaiando a ideia desde que assumiu a prefeitura, em 2013. Nesta quarta-feira, após o rompimento da canalização em um bairro da região central da cidade, o peemedebista anunciou a criação de um grupo técnico para estudar uma forma de a prefeitura assumir o serviço.

— Não vamos esperar. A população de Gravataí não suporta mais a falta de resposta eficiente da Corsan. É preciso dar um basta — afirma.

Segundo Marco Alba, a Corsan arrecada em torno de R$ 70 milhões por ano em Gravataí, mas não investe mais do que R$ 15 milhões. Outra alternativa que será estudada é a de um modelo de parceria público-privada para a prestação do serviço.

Impasse no projeto do aeroporto

13 de janeiro de 2015 15

Assim que terminou a entrevista ao Gaúcha Atualidade, na qual defendeu com veemência a ampliação do aeroporto Salgado Filho, o prefeito José Fortunati recebeu um telefonema do ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha. Os dois estão em lados opostos: Padilha defende a construção do Aeroporto 20 de Setembro, em Nova Santa Rita ou Portão, com o argumento de que, mesmo com as ampliações, o Salgado Filho estará obsoleto em cerca de 10 anos.
A discussão incendiou o RS, dividido entre os que defendem o investimento na ampliação da pista do Salgado Filho e os que consideram necessário pensar no crescimento do Estado a médio e longo prazos e imaginam o 20 de Setembro como um complexo para receber aviões de grande porte, de cargas e de passageiros, sem as limitações do atual.
Na própria bancada do PMDB na Assembleia, a proposta de Padilha não tem consenso. No dia em que foi apresentada, parte dos deputados avisou que o Estado não pode abrir mão da ampliação da pista e do terminal de passageiros do Salgado Filho.
A distância (25 quilômetros) é o principal motivo da rejeição do novo projeto de terminal por parte dos usuários que, como Fortunati, lembram a comodidade de embarcar e desembarcar perto do centro de Porto Alegre. Outra dúvida é se haverá demanda para um aeroporto internacional e um doméstico na Região Metropolitana.
Em meio à polêmica, apareceram sugestões como transferir a base aérea de Canoas para Santa Maria e usar a estrutura como complementar ao Salgado Filho. Padilha defende a concessão casada da operação do Salgado Filho com a construção do 20 de Setembro e usa o exemplo da ampliação do aeroporto de Brasília para sustentar que a obra pode ser executada em quatro ou cinco anos.

ALIÁS
A reação negativa à proposta de construção de um novo aeroporto, em detrimento da ampliação do Salgado Filho, deve levar o ministro Eliseu Padilha a rever o projeto. Se cada um puxar para um lado, o risco é de o Rio Grande do Sul não ter uma coisa nem outra.

Vice-prefeito assume e tenta demitir cinco secretários em Alvorada

13 de janeiro de 2015 1

Por Juliano Rodrigues

Em meio às férias do prefeito de Alvorada, Professor Serginho, do PT, o vice, Arlindo Slayfer, do PSB, anunciou na tarde desta terça-feira a demissão de cinco secretários. O motivo seria a discordância de Slayfer com o aumento imposto pela prefeitura no valor cobrado pelo IPTU. Para alguns moradores, o reajuste é superior a 100% da taxa, que não era alterada desde o ano 2000.

O vice-prefeito dispensou os secretários de Serviços Urbanos, da Fazenda, da Administração, da secretaria-geral de Governo e o diretor do departamento de Compras, que tem status de secretário. No entanto, o prefeito retornou das férias ainda hoje e conseguiu reverter a decisão antes da publicação no diário oficial do município.

Ex-miss Brasil será adjunta da Secretaria de Turismo

12 de janeiro de 2015 51
Foto: Mateus Bruxel, Agência RBS

Foto: Mateus Bruxel, Agência RBS

Ex-miss Brasil e candidata a uma vaga na Assembleia nas eleições de 2014, Gabriela Markus (PMDB) será a secretária adjunta de Juvir Costella na Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer. Quando foi indicado ao cargo, Costella afirmou que, por não conhecer os temas relacionados à pasta, buscaria como adjunto um técnico.

Gabriela tem 26 anos, é natural de Teutônia e bacharel em Engenharia de Alimentos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs).

A gaúcha foi miss Rio Grande do Sul e miss Brasil em 2012 e, na eleição para deputada estadual, obteve 26.324 votos.

Fortunati contesta ministro da Aviação Civil

12 de janeiro de 2015 9

Disposto a garantir a ampliação da pista do Aeroporto Salgado Filho, o prefeito José Fortunati contestou a afirmação do ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, de que a necessidade remoção de famílias nas vilas Dique, Floresta e Nazaré impedem o início imediato  da obra. Fortunati divulgou nota sustentando que a prefeitura fez a sua parte e que as famílias que ainda precisam ser removidas não impedem o início da ampliação da pista.
Confira a íntegra da nota:

“Em relação às obras de ampliação do Aeroporto Salgado Filho, a Prefeitura Municipal de Porto Alegre esclarece que:

1) a área necessária à ampliação da pista do aeroporto está cercada e foi liberada pelo Demhab e entregue ao Governo do Estado, em 21 de janeiro de 2011, não havendo qualquer impedimento para a obra;
2) na Vila Dique foram cadastradas 1.476 famílias para serem transferidas para o Conjunto Habitacional Porto Novo (Avenida Bernardino Silveira Amorim, 1.915).  O processo de remoção iniciou em outubro de 2009.  Do total, 922 famílias já foram retiradas. Restam 554 famílias, as quais deverão ser transferidas gradualmente para a Quadra E do mesmo conjunto habitacional até agosto de 2015;
3) quanto à Vila Nazaré, o Demhab cadastrou 1.223 famílias, que deverão ser reassentadas em dois loteamentos: um na Rua Senhor do Bonfim, 55 e outro na Rua Irmãos Maristas, 400. O loteamento da Rua Senhor do Bonfim terá 364 unidades habitacionais, e o da Irmãos Maristas, 1.300.     Os dois loteamentos estão sendo construídos em áreas municipais. A infraestrutura já está concluída, tendo sido executada pelo Demhab.
4) os recursos para as construções das unidades habitacionais da Quadra E do Conjunto Habitacional Porto Novo e dos loteamentos para a Vila Nazaré do programa Minha Casa, Minha Vida (Governo Federal).  A expectativa é que a transferência para o loteamento Senhor Bonfim seja em dezembro de 2015;
5) a construção das moradias do loteamento Irmãos Maristas deverá ser iniciada em 2015, com previsão de entrega em 2016;
6) outra situação envolvendo a área do aeroporto está relacionada aos inquilinos das casas desapropriadas pelo Governo do Estado na Vila Floresta. Devido ao impasse sobre o destino das mesmas, foi estabelecida a possibilidade de transferi-las para o Residencial Camaquã, cuja entrega deverá ocorrer no primeiro semestre de 2015.”

Estado anuncia novos coordenadores regionais de Educação

12 de janeiro de 2015 7

Em solenidade na tarde desta segunda-feira, o secretário estadual da Educação, Vieira da Cunha, deu posse a 29 coordenadores regionais da área. A assessoria de imprensa da pasta divulgou a lista com os coordenadores e adjuntos. Alguns cargos ainda não foram preenchidos.

Veja a lista abaixo:

1ª CRE – PORTO ALEGRE

Coordenadora: Sônia D’Avila

Ex-secretária municipal de Direitos Humanos e Segurança Urbana de Porto Alegre, Sônia D’Avila é bacharel em administração e tecnóloga em Administração Pública.

Coordenadora adjunta: Marili Rodrigues

2ª CRE – SÃO LEOPOLDO

Coordenadora: Helenise Juchem

Graduada em Educação Física pela UFRGS, tem especialização em Gestão Escolar pela Universidade Castelo Branco. A professora já ocupou o cargo de coordenadora da 2ª CRE entre 2003 e 2006 e tem experiência na administração de escolas e da rede pública estadual. Entre 2007 e 2008, ocupou o cargo de secretária de Cultura, em Novo Hamburgo.

3ª CRE – ESTRELA

Coordenador: Nelson Paulo Backes

Professor estadual há mais de três décadas, Nelson Paulo Backes é formado em Ciências Físicas pela UNISC. Por quatro mandatos seguidos, foi diretor da Escola Estadual de Ensino Médio Guararapes, localizada no município de Arroio do Meio. Ao longo da carreira de professor, também deu aulas em escolas particulares. Nelson já exerceu diversos cargos públicos, como o de vereador, secretário municipal de Administração, de Obras e da Agricultura. Entre os anos de 1993 e 1996, foi prefeito de Arroio do Meio e hoje ocupa o cargo de vice-presidente do PDT na cidade.

Coordenadora adjunta: Greicy Weschenfelder

4ª CRE – CAXIAS DO SUL

Coordenador: Paulo Fernando Périco

Formado em História e em Direito, é mestre em Administração pela PUC e pós-graduado em História e Marketing.

Coordenadora adjunta: Janice Terezinha Zambarda Moraes

5ª CRE – PELOTAS

Coordenador: Antônio Carlos Barum Brod

Graduado em Direito pela Universidade Católica de Pelotas e em Licenciatura em Disciplinas Especializadas pela Universidade Federal de Pelotas, é professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul Riograndense. Representa o MEC no Conselho Administrativo do Senac-RS, onde é conselheiro titular.

Coordenador adjunto: José Francisco Conceição

6ª CRE – SANTA CRUZ DO SUL

Coordenador: Luiz Ricardo Pinho de Moura

Formado em Estudos Sociais pela UNISC, tem especialização em Organização Social e Política Brasileira e em História. É pós-graduado em Métodos e Técnicas de Ensino e em Gestão Escolar. Desde 2013, ocupa o cargo de secretário municipal de Educação e Cultura na prefeitura de Pantano Grande.

Coordenadora adjunta: Janaína Andréa Halmenschlager Venzon

7ª CRE – PASSO FUNDO

Coordenador: Santos Olavo Misturini

Formado em Pedagogia pela UPF, possui pós-graduação em Alfabetização e Gestão  Escolar. Sua experiência profissional inclui 32 anos como professor no Ensino Fundamental e 24 anos como professor universitário. Foi secretário municipal de Educação em Passo Fundo e Ernestina.

8ª CRE – SANTA MARIA

Coordenadora: Iara Regina Druzian

Formada em Letras habilitação em Inglês, é pós-graduada em Educação pela UFSM. Foi professora do Instituto de Educação Olavo Bilac e coordenou Feiras do Livro em Santa Maria. Já desenvolveu a atividade de presidente-fundadora da Associação dos Professores de Línguas Estrangeiras de Santa Maria e Região.

9ª CRE – CRUZ ALTA

Coordenadora: Aline Bilibio

10ª CRE – URUGUAIANA

Coordenadora: Sara Eliseth Duzac Cardoso

Formada em História e Artes pela PUCRS, a professora é pós-graduada em Educação. Já foi coordenadora da 10ª CRE e diretora de escolas estaduais e municipal de Uruguaiana.

Coordenadora adjunta: Luciana Karsburguer

11ª CRE – OSÓRIO

Coordenador: Gil José Davóglio

Foi secretário municipal de Educação por sete anos, onde atuou na reabertura e construção de novas escolas, na implementação de projetos incluindo a proposta do turno integral e nos esforços para levar à cidade um campus do Instituto Federal.

Coordenadora adjunta: Liane Léia Rosa de Freitas

12ª CRE – GUAÍBA

Coordenadora: Débora Luz da Rocha

Com formação em Pedagogia pela Unisinos, a professora está na rede estadual desde 1998. Há três anos, exerce a função de docente nos anos iniciais do Ensino Fundamental na prefeitura de Guaíba.

13ª CRE – BAGÉ

Coordenador: Aristides Costa

Pós-graduado na área da Educação, foi prefeito de Lavras do Sul por duas vezes (1993-1996 e 2001-2004) e recebeu o Prêmio Top de Atuação Pública e o certificado de Prefeito Empreendedor pelo Sebrae-RS.

Coordenador adjunto: Graciano Aristimunha Pereira

14ª CRE – SANTO ÂNGELO

Coordenadora: Tania Rosana Matos Santiago

Formada em Ciências Físicas e Biológicas, com habilitação para Ensino Fundamental e Médio, e em Matemática, com habilitação para Ensino Médio, foi coordenadora adjunta da 14ª CRE entre 2011 e 2014. A professora ingressou na rede estadual em 1979 e deu aulas em escolas de São Luiz Gonzaga e Santo Ângelo.

Coordenador adjunto: Enida Teresinha Lange Sallet

15ª CRE – ERECHIM

Coordenadora: Zenaide D’Agostini Bazzotti

Formada em Letras, foi professora da rede estadual por 24 anos. De 2001 a 2012, foi vereadora e, entre 2005 e 2007, assumiu o cargo de secretária municipal de Saúde.

Coordenador adjunto: Clarisse Solange Maronesi

16ª CRE – BENTO GONÇALVES

Coordenador: Leonir Rasador

Graduado em Letras, é professor de português e inglês e possui pós-graduação em letras. Foi secretário de Educação, vice-prefeito e prefeito de Monte Belo do Sul.  Como está em tratamento de saúde, assumirá em fevereiro. Durante o período, a coordenadora adjunta será responsável pela 16ª CRE.

Coordenadora adjunto: Margarete Bottega Tomasini

17ª CRE – SANTA ROSA

Coordenadora: Roseli Fuhr Schafer

Coordenador Adjunto: Gelson Luís Filipin


18ª CRE – RIO GRANDE

Coordenadora: Janete Cardoso Pinto

Formada em Estudos Sociais pela FURG, Janete Cardoso Pinto tem pós-graduação em Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes pela USP e também no tema Rio Grande do Sul: Sociedade, Política e Cultura. Atualmente, é diretora da Escola Estadual Alcides Barcelos.

19ª CRE – SANTANA DO LIVRAMENTO

Coordenadora: Gislaine Gisler Grecelle

Graduada em Pedagogia, com pós em Supervisão Escolar e Classe Especial, a professora aposentada é atualmente presidente da Associação das Mulheres Empreendedoras de Livramento. Ao longo da carreira, foi coordenadora adjunta da 19ª CRE.

Coordenadora adjunta: Ruth Pereira Castro

20ª CRE – PALMEIRA DAS MISSÕES

Coordenadora: Ana Possebon Perusso

Formada em Estudos Sociais, licenciatura em Geografia, exerceu atividades em diversas CREs, como as de Santo Ângelo e Palmeira das Missões. Atualmente, integra o Conselho Municipal de Educação de Palmeira das Missões e é presidente da Ação da Mulher Trabalhista.

Coordenador adjunto: Graciela Suzano Vidor

21ª CRE – TRÊS PASSOS

Coordenador: Clovis Baraldi Machado

Advogado e Jornalista, já foi secretário municipal de Administração, em Campo Novo e São Leopoldo, e de Obras, em Três Passos. Também trabalhou como chefe de gabinete no governo Colares e como assessor parlamentar por seis anos na Assembleia Legislativa.

Coordenador adjunto: Renato Roque Ruschel

23ª CRE – VACARIA

Coordenadora: Gilvana Rissardi Baldin

Formada em Ciências Sociais, possui pós-graduação na área e em Supervisão Escolar. É funcionária municipal desde 1998 e do Estado desde 2000. Foi secretária municipal adjunta da Educação entre 2005 e 2006 e titular da pasta nos anos de 2007 e 2008. Atualmente, é diretora da Escola Estadual de Ensino Fundamental Jardim América.

24ª CRE – CACHOEIRA DO SUL

Coordenadora: Julieta Aparecida de Oliveira Pereira Prestes

Formada em Letras, habilitação Português, Francês e Respectivas Literaturas, possui pós-graduação em Pedagogia Gestora. Ingressou no magistério estadual em 1981 e atualmente exerce funções como a de supervisora escolar do Curso Técnico em Contabilidade e é responsável pela organização dos planos de estudos do Ensino Fundamental de nove anos no Colégio Estadual Diva Costa Fachin.

Coordenador adjunto: João Carlos Lisboa

25ª CRE – SOLEDADE

Coordenadora: Margarida da Silva Chitolina

Com formação em Literatura e Língua Portuguesa pela Unijui, foi secretária municipal da Educação em Fontoura Xavier por seis anos. Também atuou como delegada de Educação e é atual presidente do PDT da cidade.

Coordenadora adjunta: Maria Herondina Gheller

27ª CRE – CANOAS

Coordenadora: Stela Steyer

Formada em Pedagogia pela Unilasalle e pós-graduada em Projetos Sociais e Culturais pela UFRGS, Stela Steyer coordenou a Feira do Livro de Canoas no último ano.

Coordenadora adjunta: Lorena Milão Wungeler

32ª CRE – SÃO LUIZ GONZAGA

Coordenadora: Josefina Adams de Moraes

Formada em História pela URI Santo Ângelo, é coordenadora pedagógica da Escola Estadual de Ensino Médio Professora Teresinha Medeiros Schneider. Por dois anos, foi coordenadora adjunta da 32ª CRE.

Coordenadora adjunta: Alice Weber Chagas

35ª CRE – SÃO BORJA

Coordenadora: Tânia Maria Almeida Guerreiro

Formada em Pedagogia, foi coordenadora da 35ª CRE entre 2003 e 2006. Exerceu também a direção, vice-direção e supervisão pedagógica em escolas estaduais do município.

Coordenadora adjunta: Tânia Teresinha Schorn Carpes

36ª CRE – IJUÍ

Coordenador: Claudio da Cruz de Souza
Coordenadora adjunta: Teka Spencer

39ª CRE – CARAZINHO

Coordenador: Sandra Denise Bandeira Guerra

Integrante do atual setor de Recursos Humanos da 39ª CRE, a professora é formada em Matemática, com especialização na área e em Pedagogia Gestora: Administração, Supervisão Orientação.Também é conselheira municipal de Educação.

Coordenadora adjunta: Roseli Arenhad

Cidade da região sul do Estado está sem viaturas há seis dias

12 de janeiro de 2015 1

Por Juliano Rodrigues

Município com mais de 20 mil habitantes, Piratini, no sul do Estado, se transformou em um símbolo do sucateamento do efetivo e da estrutura física da Brigada Militar. Os 19 PMs que compõem o batalhão da cidade estão desde a terça-feira, 6, sem viaturas para fazer o policiamento ostensivo. Os quatro veículos, um Prisma, uma camionete rural e duas motocicletas, estragaram. Segundo o vereador Serginho (PDT), que relatou o problema ao comando regional da corporação, alguns brigadianos têm utilizado veículos particulares para deslocamento até as ocorrências.

— É uma situação insustentável. Ficar quase uma semana sem viatura é um convite aos bandidos — reclama.

Segundo o comandante da região, tenente-coronel Carlos Alberto Brush, a situação que ocorre em Piratini é comum na região, já que a renovação da frota de viaturas é lenta e, quando alguma estraga, os reparos também demoram. Brush garante que um veículo será deslocado de Pelotas para substituir temporariamente os carros estragados.

Em Piratini, além do problema com as viaturas, a preocupação fica por conta do efetivo da corporação. A defasagem é tanta que, em 1989, a Brigada Militar da cidade tinha 83 policiais. Agora, tem apenas 19 e, a partir de março, com a aposentadoria de cinco servidores, ficará com apenas 14 PMs.

Nos primeiros dias do ano, o governador José Ivo Sartori editou um decreto limitando os gastos públicos e a contratação de servidores.

Mágoa e intrigas na hora do adeus

12 de janeiro de 2015 16

P restes a deixar o PT, partido do qual foi uma das fundadoras, a senadora Marta Suplicy incendiou os bastidores da política no fim de semana com uma entrevista à jornalista Eliane Cantanhêde, em sua estreia no jornal O Estado de S.Paulo. “Ou o PT muda ou acaba”, sentenciou a quase ex-petista.
Na entrevista, Marta diz sobre Dilma o que outros petistas só falam nos bastidores. Ataca o jeito de ser da presidente, tratada como teimosa e incompetente, critica a política econômica com a veemência de um adversário e detalha o movimento (fracassado) para tirar Dilma do páreo e fazer do ex-presidente Lula o candidato ao Planalto na eleição passada.
Marta conta que Lula queria ser candidato e estimulou o movimento, mas acabou voltando atrás. Diz, sem meias palavras, que Lula está afastado de Dilma, o que explicaria a demissão de todos os ministros ligados a ele.
Curiosamente, Marta fala mal do governo Dilma e se diz “estarrecida com os desmandos”, mas nada fala sobre a corrupção do governo Lula. É como se o mensalão não tivesse existido nem a roubalheira na Petrobras grassado na gestão do ex-presidente.
A senadora não consegue esconder a mágoa por ter sido preterida quando Lula disse que sua sucessora seria uma mulher e, em vez de escolher uma petista histórica, como ela ou Marina Silva, optou por Dilma. Chega ao absurdo de especular que ficou “meio de fora das coisas” por ser “loura de olho azul”. Os maiores ataques são dirigidos ministro Aloizio Mercadante, que, na visão de Marta, quer ser o candidato do PT a presidente em 2018.

Um novo problema para o governo administrar

10 de janeiro de 2015 8

Nada no Rio Grande do Sul é tão difícil que não possa se complicar. Que o diga o secretário da Educação, Vieira da Cunha, responsável por gerenciar uma folha de pagamento de quase meio bilhão de reais por mês, dos quais
R$ 276 milhões destinados a inativos. Pois é exatamente essa despesa com inativos que não poderá mais ser contabilizada como gasto em educação para efeito de cumprimento do índice de 25% da receita líquida, previsto na Constituição Federal.
A consequência de não destinar 25% da receita líquida para a educação é a retenção de recursos federais, o que pode agravar ainda mais a crise das finanças estaduais. O Rio Grande do Sul gasta em torno de 30% com educação, mas nessa conta estão incluídos os gastos com o pagamento de 89.433 professores aposentados. Até 2014, o Tribunal de Contas do Estado atestou a cada final de ano que o Estado estava em dia com essa exigência, em um entendimento de que os gastos com inativos podiam ser contabilizados. Só que a orientação, para o país inteiro, é de só considerar despesas com educação o que é aplicado no pagamento dos professores em atividade, na reforma e manutenção de escolas, nos equipamentos e outros itens destinados ao atendimento dos alunos.
Vieira da Cunha não quis se manifestar sobre o problema que terá pela frente. Passou a bola para o secretário da Fazenda, Giovani Feltes, que foi surpreendido com essa nova exigência. Feltes e os técnicos da Fazenda não têm muito o que fazer. Além de não ter dinheiro nem para o pagamento do piso, cada centavo dado aos servidores ativos precisa ser estendido aos aposentados, dificultando o cumprimento da Constituição.
A expectativa do novo governo era de que o Tribunal de Contas continuaria aceitando incluir os inativos na contabilidade e atestando, ao fim de cada ano, a quitação com a exigência constitucional.

Transparência não pode ser pela metade

08 de janeiro de 2015 16

Se o governador José Ivo Sartori quer que a população do Rio Grande do Sul entenda as medidas duras que vai adotar, precisa começar exercitando a transparência prometida no dia da posse. Ninguém vai acreditar que o Estado vive uma crise financeira monumental se o governo continuar usando adjetivos no lugar dos números.
O secretário da Fazenda, Giovani Feltes, sabe que até os deputados da base aliada têm pouca clareza em relação às contas públicas. Uma das frases mais ouvidas quando se fala da pindaíba financeira do Rio Grande do Sul é que “todo início de governo é assim”. E que sempre se deu um jeito. O melhor antídoto contra a desinformação é a informação.
Professores e servidores públicos em geral têm dificuldade para entender por que há dinheiro para o aumento de deputados, magistrados, promotores, governador, vice e secretários, e falta para o piso. Alguém precisa explicar, de forma didática, que o aumento para os 55 deputados, por exemplo, custa R$ 4,2 milhões por ano. O pagamento do piso para 167.388 professores ativos e inativos representa um acréscimo de R$ 3 bilhões por ano, em uma folha de R$ 6 bilhões.
Se tem mesmo compromisso com a transparência, Sartori precisa cumprir a lei que manda divulgar a remuneração de todos os servidores públicos. Hoje, só o Executivo omite esse dado. Qualquer cidadão pode entrar na internet e verificar quanto ganha o promotor A ou o juiz B (incluindo as remunerações eventuais), mas não tem como saber quanto o Estado paga para a professora do seu filho ou para o assessor de um secretário.
Apesar de o Supremo Tribunal Federal ter deixado claro que a divulgação deve ser nominal,  Tarso Genro sempre cumpriu a lei da transparência pela metade, numa interpretação particular do texto. Sartori terá de decidir se a sua transparência é de verdade ou apenas discurso para a plateia.

ALIÁS
O secretário da Fazenda apresentará nos próximos dias um quadro detalhado da situação financeira do Estado. A promessa é incluir a divulgação dos números da receita e da despesa na rotina da Fazenda.

Pagamento do piso custaria R$ 3 bilhões por ano

08 de janeiro de 2015 19

Com o aumento de 13,01% anunciado pelo Ministério da Educação, o pagamento do piso ao magistério do RS custaria nada menos do que R$ 3,08 bilhões a mais por ano, segundo cálculos de técnicos da Secretaria da Fazenda. São R$ 225 milhões extras por mês, em uma folha de pagamento que alcança os R$ 465,7 milhões. Chega-se a esse valor usando o piso de R$ 1.917,78 como básico da carreira de 77.955 professores em atividade e 89.433 inativos.
São esses números superlativos que tiram o sono dos governadores. Não foi por maldade que Yeda Crusius não pagou o piso. Como o Estado não tinha dinheiro em caixa, ela entrou na Justiça, junto com outros governadores, mas o Supremo Tribunal Federal entendeu que o piso era constitucional. Yeda se dispôs a pagar um complemento para que ninguém recebesse menos do que o mínimo nacional, mas a proposta foi rechaçada pelo Cpers e pela oposição comandada pelo PT.
Tarso Genro, que assinou a lei, acenou com o pagamento na campanha de 2010, mas ao tomar posse constatou que a conta não cabia no orçamento do Estado, passou a defender a mudança no índice de correção e constituiu o pagamento do completivo que o PT bombardeara no governo anterior.
José Ivo Sartori não disse que pagaria, mas o candidato do PDT e hoje secretário da Educação, Vieira da Cunha, se comprometeu com o piso e apontou como fonte de recursos uma ficção: dinheiro da União, com a mudança da lei. O resultado é que o passivo não para de crescer e os professores continuarão sem receber o valor devido.
O que Sartori terá de pagar, até porque existe um acordo do governo com o Ministério Público, é um complemento para que nenhum professor receba menos do que o piso. Esse completivo representa um custo adicional de R$ 43 milhões na folha de pagamento em 2015. Entre ativos e inativos, são 28.999 professores que receberão a partir deste mês um complemento para alcançar o piso. Em dezembro, eram 20.841.