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Perdidos nas estradas de Bali

04 de junho de 2013 0


Esta foto foi tirada perto de Ubud Bali.
Ubud é um lugar tão grande e cheio de cultura. Vales e campos de arroz, pessoas amigáveis ​​e vento quente soprando em seu rosto.
Bali é um desses lugares que você nunca cansa de explorar. Claro, Bali mudou muito desde os anos 60 e 70. Como qualquer paraíso descoberto ele foi invadido por muitas pessoas e já se percebe o lado negativo do turismo.
Eu fico espantada com a adorável e amigável recepcção do povo de Bali, tendo em vista, a grande quantidade de turistas ao redor.  Eu diria que uma das principais lições que aprendi com eles e compartilho com vocês é levar a vida com leveza e viver no presente.

The family vehicle of the Balinese.

Os balineses são muito espiritualizados, sua religião é de origem hinduísta em contraste com o resto da Indonésia, que é de maioria muçulmana. Eles promovem e mantem cerimônias e tradições que só são encontradas na ilha. Um ritual que achei muito interessante são as oferendas deixadas na porta de suas casas contra os maus espíritos. Dessa forma, os “espíritos maus” ficam “felizes” com a oferenda e não incomodam os moradores.

Oferenda em um dos muitos templos de Bali.

A road!


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Concurso de Fotografia

24 de maio de 2013 0

Oi pessoal,

A Carol é uma das pessoas mais votadas nessa competição em que está participando, quem puder votar, ficaríamos muito felizes. Significa muito pra ela.

Quem quiser votar, acesse http://caroacastro.see.me/exposure2013

Clique em votar na direita ao topo e faça o login, é possível logar com o facebook ou se preferir coloque um email. Eles enviam fotos incríveis de fotógrafos atuais e tal. Se preferir não recebê-las basta clicar em unsubscribe a qualquer momento, é bem simples.

Beijos.


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O MELHOR presente de Natal <3

14 de dezembro de 2012 0

Eles são 5. Machos. Cachorrinhos.


Amor em 5 <3 :3


Foram abandonados numa construçao civil em Porto Alegre. E são LINDOS!

Adote um bichinho nesse Natal.

Ajudem a encontrar um lar pra esses baybs!!

Já passaram pelos primeiros cuidados veterinários. Vermifugação, vacinados.

Quem quiser e puder ajudar envie mail para krotti@uol.com.br, mande por comentário ou pelo Twitter @rotaorganica

Cinco lindos machinhos

Quatro lindas fêmeas

Max

Beethoven

Spider

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Operação Vento Divino (Divine Wind) Sea Shepherd na Antárctica

23 de janeiro de 2012 0

Por Carolina A. Castro

A Operação “Vento Divino” (Divine Wind, em inglês) começou bem, o Bob Barker, navio em que eu estou, zarpou de Hobart, na Tasmânia dia 16 de dezembro. Com a bússola apontando para o sul e uma tripulação cheia de esperança em acabar com as atividades ilegais dos baleeiros japoneses no santuário de baleias da Antártica.

O Navio almirante, Steve Irwin partiu alguns dias depois e por último o barco interceptor da Sea Shepherd, o Brigitte Bardot que ano passado se chamava Gojira e foi fundamental para o sucesso da campanha daquele ano. (entrevista com Capitão Locky Maclean).

Encontrar o Navio Fábrica (Nisshin Maru) dos baleeiros é o objetivo da campanha. Se o encontrarmos, os três navios caçadores, equipados com arpão (Yushin Maru 1, 2 e 3) não podem mais caçar, pois assumimos uma posição atrás da rampa de carregamento do Nisshin em que a transferência de baleias dos navios arpões para o navio fábrica fica impossível.

Parece fácil, mas não é.

Os navios arpões são muito mais rápidos do que os nossos navios. Quando eles nos encontram antes de encontrarmos o Nisshin Maru, eles nos perseguem e informam nossa posição para o navio fabrica. Os baleeiros possuem três navios arpões e mais um navio segurança. O único de nossos barcos que consegue despistar esses navios arpões é o Brigitte Bardot.



Yushin Maru whale harpoon vessel

Um dos navios arpões perseguindo o Bob Barker e uma baleia Minke. Como o barco estava nos perseguindo a baleia pode nadar tranquilamente sem ser caçada.






O Nisshin Maru, não tem velocidade maior que os navios da SSCS. Então, uma vez que o encontrarmos, a matança de baleias acaba pela estação. Foi o que aconteceu na campanha anterior (No Compromise) . O navio interceptor da Sea Shepherd encontrou o Nishin Maru, e o Bob Barker, sendo o único dos três navios da SSCS que consegue ficar nos mares do sul pelos longos três meses que dura a caça sem precisar reabastecer, assumiu a perseguição do barco fábrica baleeiro. Assim, os barcos arpões não puderam mais caçar nenhuma baleia naquela estação. Da cota de aproximadamente mil baleias os japoneses deixaram a antártica com somente 172.

Voltando a Divine Wind, No dia 24 de dezembro o navio Steve Irwin encontrou parte da frota baleeira. Nunca a Sea Shepherd havia encontrado os caçadores de baleias tão ao norte, antes de chegar a Antártica. Porem, somente quatro dias depois, enquanto fazia minha vigília no passadiço recebemos um telefonema desconcertante. O Brigitte Bardot estava em perigo. Naquela madrugada, durante uma tempestade, uma grande onda bateu na asa de bombordo do trimaram. Uma noticia terrível, sabendo da importância daquele barco para nosso sucesso.

A asa do Brigitte Bardot estava rachada e água entrava pelo casco. Não sabíamos se eles perderiam o pontão ou se poderiam voltar a Austrália sem que o barco afundasse.

Foram  10 horas de agonia até que pudéssemos alcançar o local atravessando uma tempestade grande e turbulenta que fez o nosso navio (Bob Barker) balançar violentamente por uma noite inteira.  Quando chegamos ao a tripulação do Bardot estava bem e mandamos um dos nosso barcos de auxilio para ajudar com reparos temporários para que o pontão segurasse até a Austrália.






O Steve Irwin chegou ao local depois de varias horas para escoltar o Bardot até o porto mais próximo umas 1200 longas milhas náuticas pela frente. A viagem levaria 10 dias,  e a ameaça da separação da asa do resto do barco a qualquer momento era uma constante preocupação. Felizmente eles chegaram na Austrália são e salvos, mas o Brigitte Bardot ficou fora da campanha Divine Wind.

Dia 4 de Janeiro de 2012 encontramos um navio no radar. Foi um momento excitante e de ansiedade. Quando nos aproximamos o suficiente para visualizar o barco, infelizmente não era o procurado navio Fabrica, mas sim um dos navios caçadores (arpão), o Yushin Maru 3.

Tentamos nos separar desse navio por dias, com métodos usados nas campanhas passadas, mas esse ano eles parecem estar mais preparados. Para essa estação os baleeiros japoneses receberam um incentivo de 28 milhões de dólares australianos a mais do governo japonês para investir em “segurança” contra a  Sea Shepherd Conservation Society. “Parte desse dinheiro veio das doações feitas pelo mundo inteiro para ajudar as vitimas do Tsunami.” Afirmou o representante oficial da agencia pesqueira japonesa, em uma conferencia jornalística em novembro do ano passado.

Nesse meio tempo, o Steve Irwin que estava sendo seguido pelo Shonan Maru 2, o navio segurança dos baleeiros, chegou na Austrália acompanhando o Brigitte Bardot ao porto de Fremantle. Nisso, um grupo de três ativistas de defesa das florestas da Austrália (Forest Rescue) aproximou o Capitão Paul Watson e sugeriram tentar abordar o Shonan Maru pela noite. O navio de segurança Japonês esperava o Steve fora da zona de 12 milhas do território australiano. Se o plano tivesse sucesso, o navio japonês teria que retornar a Austrália para desembarcar os três cidadãos australianos e o Steve Irwin poderia se livrar dos perseguidores japoneses.

Por incrível que pareça, o plano funcionou. Mesmo com todo investimento em segurança e arame farpado pelo navio, os ativistas australianos conseguiram embarcar no Shonan Maru 2 e assim causaram um escândalo diplomático entre a Austrália e o Japão que alcançou proporções internacionais e foi coberto pela mídia do mundo inteiro.

Com todo essa confusão acontecendo perto da costa Australiana, no Bob Barker ainda estávamos sendo seguidos pelo navio arpão Nisshin Maru 3. O capitão Alex Cornelissen ao ver que os métodos passados não estavam funcionando decidiu mudar o rumo do navio em direção a Ilha Macquarie, situada nos mares do sul, mas que pertence a Austrália.

A Austrália tem uma lei que proíbe a entrada de qualquer navio que esteja engajado na caça de baleias em suas águas territoriais, ou seja 12 milhas da costa de qualquer território australiano.

O Bob Barker entrou no território da ilha australiana e assim conseguimos despistar os baleeiros.

yushin maru 3 macquarie island

Yushin Maru 3 invadindo o território Australiano na Ilha de Macquarie. foto: Carolina A. Castro

Mesmo com o sucesso do embarque dos ativistas Australianos no Shonan Maru, O Steve Irwin continuou sendo perseguido, mas agora pelo Yushin Maru 2, ou seja dois dos três navios arpões e o navio segurança estavam ocupados conosco ao invés de estarem caçando baleias.

O Bob Barker teve um problema com os motores e decidimos ir a Nova Zelândia para fazer reparos. Nos encontramos com o Steve Irwin para reabastecer-lhes e esperar por um dos navios baleeiros para nos seguir, já que eles não sabiam do nosso destino, levaríamos a eles fora da perseguição deixando o Steve Irwin com mais chance para achar o navio fábrica.

E assim a campanha continuou, com os navios baleeiros ocupados perseguindo nossa frota ao invés de caçar baleias.

Com esse jogo de perseguição, o capitão Paul Watson estimava que os baleeiros somente conseguiram caçar aproximadamente 100 baleias até aquele momento.

A cota dos baleeiros é de aproximadamente 1000 baleias, uma cota estabelecida pelo Instituto de pesquisa de cetáceos japonês para pesquisa letal de baleias no santuário de baleias da Antártica. O mundo inteiro sabe que a caça das baleias pelos japoneses não é para pesquisa e sim para o consumo. O Brasil todos anos, na reunião da Comissão Internacional da Baleia vota contra essa pratica ilegal exatamente no santuário de baleias da Antártica. Até mesmo a Comissão Internacional da Baleia já fez o pedido para que a pesquisa letal seja substituída por não letal, vista a falta de necessidade de matar as baleias para o tipo de pesquisa feita pelos japoneses, que na verdade não apresentam resultados nenhum de suas pesquisas.

Infelizmente a corrupção não é um problema somente brasileiro e sim humano.

Quando retornarmos ao santuário depois dos reparos feitos ao motor do Bob Barker, nosso capitão teve que partir porque ficaríamos mais tempo na Antártica do que o previsto já que abastecemos o navio novamente. Alex Cornelissen também é o coordenador da Sea Shepherd Galápagos, e suas responsabilidades os chamavam de volta  ao Equador.

O primeiro oficial Peter Hammarstedt, já faz parte da organização há 7 anos e é um dos mais determinados ativistas que eu já conheci, extremamente inteligente e corajoso aos 27 anos ele assumiu a posição de capitão do nosso navio. E eu tive o prazer de estar lá para ver sua primeira campanha como capitão.

A tripulação estava com os espíritos renovados e agora que já estávamos no final de fevereiro e ainda não havíamos encontrado o navio fábrica estávamos ansiosos e seguros que dessa vez o encontraríamos.

Depois de três semanas no mar indo em direção a placa de gelo polar, no dia 5 de março de 2012 em uma região onde assumíamos que os baleeiros estariam por causa do tempo e condições propícias para a caça naquele local. Passamos um dia inteiro na espreita, fazendo vigílias no mastro e com vários tripulantes no passadiço e áreas elevadas do navio procurando com binóculos pelos baleeiros. Havia muito gelo e baleias, mas nada dos navios japoneses.

man on the mast bob barker search for nisshin maru

Tripulante procura os baleeiros japoneses por entre o gelo polar.

O capitão Paul Watson havia feito um plano para despistar os baleeiros que estaríamos naquele local, ele anunciou no site da SSCS que reabasteceríamos o Steve Irwin novamente em uma ilha bem ao norte de onde estávamos. O Steve Irwin estava mesmo lá e com ele o barco segurança dos baleeiros.

Estávamos prestes a desistir, quando o último tripulante de vigília no mastro subiu para fazer sua vigia de 45 minutos lá em cima, já era tarde e em março, já começava a anoitecer por algumas horas na Antártica. O plano era parar os motores pela noite e recomeçar a busca pela manhã, quando de repente o tripulante do mastro avistou algo e comunicou o passadiço.

Naquela hora eu estava fazendo uma torrada, o alarme de ação tocou, e todos na área da tripulação se olharam meio sem muita convicção, eu joguei minha torrada longe, pequei minhas câmeras e sai correndo para ponte, eu tinha certeza.

Quando lá em cima cheguei, todos estavam se abraçando e festejando. Essa é a minha terceira campanha com a Sea Shepherd, mas a primeira na Antártica, eu nunca havia visto o Nisshin Maru. Mesmo de muito longe dava para reconhecer o navio. Ele é enorme medindo 130 metros.

Com o navio fabrica estavam os navios arpões.

Quando os baleeiros se deram conta que ali estávamos dois dos navios arpões vieram em nossa direção e começou uma batalha de titãs. Eles tentavam nos encurralar, pois arrastavam linhas de 300 metros atrás de seus navios em uma tentativa de enroscar nossa hélice nessas cordas.

As condições começaram a piorar drasticamente e o mar se tornou inóspito e a noite caiu. E com ela também caia um tempestade de neve. A visibilidade era muito limitada e os navios baleeiros não paravam de nos molestar, e ainda por cima apontavam  seus holofotes em direção ao nosso passadiço em uma tentativa de nos tirar a visão completamente. Havia muito gelo na água e inclusive grandes Ice Bergs, as condições eram perigosíssimas e nos não acreditávamos na irresponsabilidade dos baleeiros em tentar nos tirar propulsão naquelas condições, pois com o mar assim, não poderíamos nem mandar um mergulhador para tirar as linhas da hélice.

yushin maru night confrontation sea shepherd

Os tripulantes da SSCS tentam defender o Bob Barker atirando sinais de luz nos baleeiros para que eles se afastassem de nosso navio.

night confrontation antarctica sea shpherd whalers bob barker

As condições extremas daquela noite de batalha.

Assim passamos horas daquela noite, em uma batalha interminável, ate que finalmente perdemos o Nisshin de vista e na manha seguinte do radar.

Passamos mais alguns dias naquele local, pois ainda era a única área de tempo um pouco mais estável, tudo ao redor era tempestade. Eles não voltaram. E depois de alguns dias recebemos a noticia que eles estavam voltando para o Japão.

A celebração foi grande e nos também começamos a voltar para a Austrália, e antes mesmo de chegarmos a terra eles anunciaram quantas baleias caçaram pela estação.

De sua cota de 1035 baleias eles caçaram 267 baleias somente. 266 Minkes e uma baleia Comum (segunda maior baleia do mundo, depois da baleia azul e tambem em perigo de extinção).


A campanha foi um sucesso para a SSCS, mesmo somente conseguindo encontrar o Nisshin Maru no final da campanha o Capitão Paul Watson usou a estratégia dos baleeiros de nos perseguir contra eles mesmos. Nos perseguindo eles não conseguiram caçar muitas baleais na estação. Foi uma campanha difícil, o tempo foi muito duro, perdemos o Brigitte Bardot bem no começo da campanha, tivemos problemas com o Bob Barker, os baleeiros tinham um orçamento astronômico e ainda assim os ativistas conseguiram impedir a morte de 768 baleias nos mares do sul.


Para quem quiser ver mais fotos, eu fiz um álbum que pode ser visualizado clicando nesse link.


Mais informações: www.seashepherd.org

www.seashepherd.org.br

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Vai viajar? Saiba o que fazer para manter seus hábitos alimentares e desempenho físico

19 de janeiro de 2012 0

Janeiro, temporada de férias… Você teve todo cuidado durante o ano inteiro, se preparando para o verão e, quando chega essa estação, você não sabe o que fazer porque vai viajar?

Não se preocupe, a partir de agora você vai saber como manter todos os cuidados com a alimentação mesmo viajando.

O que você deve entender e focar é que a viagem é uma continuação do seu estilo de vida! Mantendo seus hábitos, horários de sono, de treino e de refeições.

Pesquise academias e locais para praticar exercícios físicos.

Se você já utiliza suplementos, na hora de arrumar a mala, lembre sempre de levar sua suplementação. Leve seu pré treino, durante o treino e pós treino. Se for ficar muito tempo, aconselho que compre a quantidade necessária, pois pode correr o risco de não ter a suplementação certa no local que você está indo. Faça um check list de tudo o que está levando.

Se for viajar de avião, é de total importância que tenha em mãos barras de proteína e cereal em barra – para o caso de não gostar do prato oferecido pela companhia aérea, ou por não ter alimentos adequados para a sua dieta habitual. Evite molhos gordurosos, opte por molhos de tomate ou de vegetais. Hidrate-se sempre! Por conta da pressurização e do controle de temperatura dentro do avião, o ar fica seco, portanto, mesmo sem sede, ingira água.

Se a viagem for de carro, é interessante que leve no automóvel o seu próprio lanche, evitando ter que comprar em locais que não se sabe a procedência dos alimentos. Importante destacar que os alimentos não devem ser preparados. Exemplos interessantes do que levar são: frutas secas, barras de proteína, pães suecos, biscoitos integrais. Evite ingerir salgadinhos, doces, balas, refrigerantes, entre outras guloseimas. Devido à difícil disponibilidade de pontos de venda de água em viagens, é interessante que você leve em seu carro garrafinhas de água, nas quais você saiba a procedência. A hidratação é um fator determinante no desempenho de exercícios físicos.

Quando parar em postos de gasolinas para abastecer, escolha os alimentos com menor teor de gordura possível, e que sejam mais ricos em proteína do que carboidrato. Para beber, interessante ingerir água, sucos de frutas (desde que se saiba a procedência da água e das frutas), iogurtes e vitaminas.

Nos almoços e jantares em restaurantes, é de total importância que você esteja atento a todas as preparações contidas no cardápio. Verifique as preparações e busque os alimentos que você está acostumado a incluir no seu plano alimentar habitual. Preparações cruas ou muito diferentes do que você está acostumado podem causar vômitos, enjôos e diarréias (popular “doença do turista”). Escolha sempre os alimentos assados, grelhados e cozidos. Em relação aos molhos, ingira molhos de tomate, evitando os preparados com creme de leite, queijo e molho branco, pois são ricos em gordura.

Mantenha seus hábitos alimentares e horários mesmo que esteja na praia. O principal erro dos veranistas é fazer o desjejum pelo período da manhã e no final da tarde o almoço. Lembre sempre a importância de comer de três em três horas! Dessa forma, os hormônios do seu organismo se manterão nos níveis ideais. Assim, evitará que a Grelina (hormônio que faz iniciar uma refeição) aumente demasiadamente seus níveis e a Leptina (hormônio da saciedade) diminua seus níveis normais. Além disso, comendo fracionadamente, você evita que o organismo armazene gordura para os momentos que ele necessita, ou seja, de fome ou escassez, evitando assim a formação dos indesejáveis “pneus” na região dos flancos. Mesmo que não sinta fome, coma nos horários adequados para manter os estoques de glicogênio muscular e hepático cheios.

É de total importância que você siga as orientações nutricionais na viagem para manter seu desempenho físico e hábitos de vida saudável.

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Documentário sobre Belo Monte ganha fama internacional.

09 de dezembro de 2011 0

O documentário sobre a construção da Usina Belo Monte, no coração da Amazônia brasileira está na primeira página do Amazon Watch, uma organização internacional que tem a intenção de proteger a floresta Amazônica.

O Rota Orgânica tem o orgulho de anunciar essa notícia, pois já entrevistamos o diretor do documentário, André D’Elia antes do resto da mídia.

Veja a entrevista aqui no blog: http: //wp.clicrbs.com.br/rotaorganica/2011/08/18/documentario-sobre-a-construcao-da-usina-belo-monte/?topo=77,1,1,,,77


E confira o destaque na página da Amazon Watch: http://amazonwatch.org/news/2011/1201-documentary-takes-aim-at-belo-monte-dam



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Antártica!

03 de dezembro de 2011 0

Queridos amigos do Rota Orgânica,

Nos próximos 3 meses não escreverei, pois estarei na Antártica em uma das embarcações da Sea Shepherd, para notícias e minha fotografias visite: http://seashepherd.org.br/ ou http://seashepherd.org/

Aguardem que estarei contando tudo sobre a campanha e postando muitas fotos quando voltar.

Abraços,

Carolina A Castro


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Peixes Voadores no Oceano Índico.

29 de novembro de 2011 0


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Missão Sea Shepherd Ferocious Islands 2011: "Salvamos centenas de baleias"

27 de outubro de 2011 0

Mais uma missão cumprida do Sea Shepherd! A fotógrafa Carolina Castro esteve presente durante a viagem, participando ativamente e documentando tudo com suas fotos e seu olhar.

A nossa colunista, brasileira e gaúcha, desbravou os oceanos mundo afora, ajudando a combater a caça às baleias. Veja as novidades e os relatos emocionantes das aventuras e das dificuldades encontradas no percurso.

“Patrulhamos de norte à sul, de leste à oeste e nenhuma baleia foi morta durante o período. Tivemos a oportunidade de conversar muito com os locais e tentamos convecê-los que a caça as baleias não é mais necessária nos dias de hoje”, Carolina A. Castro.


Quem acompanha o blog sabe que estou desde julho fazendo parte da tripulação do STEVE IRWIN, navio almirante da organização Sea Shepherd (em português, Guardiões do Mar).


O navio almirante do Sea Shepherd, Steve Irwin

A primeira vez que participei de uma campanha com a organização foi há dez anos. Entre outras missões, fomos proteger tubarões nas ilhas Galápagos (Equador) e Cocos (Costa Rica). A pesca de barbatana de tubarões é uma prática comum no mundo inteiro. As barbatanas são vendidas para o mercado asiático, usadas para fazer uma sopa insípida que tem um valor cultural e servida como um símbolo de status em eventos e festas, principalmente, na China.

No ano seguinte a essa missão, foi filmado um documentário chamado Shark Water. O documentário – sobre a causa dos tubarões – obteve reconhecimento no mundo todo. Vale a pena assistir!

Voltando ao presente, participei durante os últimos meses da campanha Ferocious Islands 2011” (Ilhas Ferozes, em português). Essa campanha aconteceu nas Ilhas Feroé, que apesar da proximidade com a Islândia, pertencem à Dinamarca. Este grupo de ilhas é um tanto remoto e tem tradições culturais fortemente ligadas à descendência Viquingues (viking).  Uma dessas tradições é a caça das baleias-piloto.

Tripulação no barco de apoio Delta e baleias-piloto.

Todos os anos os habitantes das ilhas Feroé matam centenas de baleias sob o pretexto de comer a carne e manterem vivas suas tradições. O departamento de saúde das ilhas já anunciou para população que a carne das baleias está imprópria para o consumo, contendo altos índices de mercúrio, entre outros poluentes. Grupos ambientalistas e grupos de proteção contra a crueldade aos animais se opõem à caça porque, além de receberem muitos subsídios do governo Dinamarquês, os moradores das ilhas tem uma qualidade de vida extremamente elevada.

Outro ponto fundamental que vale ressaltar no combate à caça desses animais é o aproveitamento da carne das baleias.  Centenas de baleias são mortas em vão. A carne não é mais usada por inteiro como antigamente, onde a caça era necessária para a sobrevivência dos ilhéus, apenas alguns pedaços são aproveitados, deixando grande parte nas carcaças que são atiradas de volta ao mar.

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Paisagem pitoresca das Ilhas durante o verão do hemisfério norte.

A caça é feita por vários barcos que fazem o cerco aos grupos das baleias (incluindo fêmeas grávidas e filhotes) em direção a uma baia fechada, obrigando-as a encalhar na praia. Logo em seguida, homens e crianças entram no mar e as matam a facadas. O método é muito similar ao usado em Taiji no Japão para capturar golfinhos, essa baleação foi mostrada no documentário The Cove, vencedor do Oscar em 2010.


Baleias-piloto nas águas feroesas.

A caça as baleias é ilegal, segundo a União Europeia. As ilhas Feroé são um estado autônomo pertencendo à Dinamarca, eles escolheram não participar da UE. Mesmo assim, o Capitão Paul Watson, fundador e presidente da organização Sea Shepherd, resolveu voltar a essas ilhas com a intenção de intervir, se necessário, no combate aos caçadores de baleias, porque, segundo ele, as ilhas devem respeitar a lei europeia, afinal todos os subsídios recebidos provém da Dinamarca, país membro da União Europeia.

Paul já esteve nessas ilhas outras vezes, mas agora a organização está mais forte do que nunca e conta com uma equipe do canal de televisão Animal Planet, que filma um programa de televisão chamado “Defensores de Baleias” (Whale Wars) o que intimidou muito as autoridades locais, que decidiram não permitir que a “Grind”, como é chamada a caça as baleias pelos ilhéus, acontecesse enquanto estivéssemos na área.


O helicóptero e os barcos da organização patrulhando as águas das Ilhas Feroé.

E, assim, foram os dois meses que passamos por lá. Patrulhamos de norte à sul, de leste à oeste e nenhuma baleia foi morta durante o período. Tivemos a oportunidade de conversar muito com os locais e tentar convecê-los que essa prática não é mais necessária nos dias de hoje. Muitos dos seus vizinhos “vikings” já abandonaram e somente as mantém vivas dentro de museus e livros. Também não existem estudos confiáveis sobre o estado das populações dessas baleias, além do consumo destas ser absolutamente prejudicial a saúde devido ao mercúrio que é muito danoso a todos, mas em especial as crianças.

No dia 28 de agosto por falta de recursos e também pela necessidade de aprontar as embarcações para o próxima campanha de defesa das Baleias no santuário da Antártica, “Divine Wind” partimos das Ilhas Ilhas Feroé com a certeza de que nenhuma baleia foi morta enquanto estávamos presentes. No dia 2 de setembro aproximadamente 100 baleias foram mortas e depois mais 40 dias mais tarde. Agora sem a presença dos navios do Sea Shepherd a “Grind” continua.

Mais algumas fotos:

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Tripulantes no passadiço durante patrulha.

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Steve Irwin e baleias-piloto.

Você pode ver o álbum inteiro de fotos da campanha na minha página no Facebook, não é necessário ter conta para vizualisar, basta acessar o link https://www.facebook.com/media/set/?set=a.174970039250419.44058.163284280418995&type=1

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23 de outubro de 2011 0

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