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Gás natural: a cozinha reconfortante do restaurante O Galo Cinza

21 de junho de 2017 3

* O conteúdo desse post é produzido no formato de branded content.

** O Roteiro da Sara começa hoje mais uma parceria muito bacana: dessa vez com a Sulgás – Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul, dentro do projeto Cozinhando com Gás Natural. Vou escolher um restaurante por mês e visitá-lo para contar o que descobri por lá, sem que os proprietários e a equipe saibam disso. O que esses restaurantes precisam ter em comum? O uso do gás natural nas suas cozinhas. Sim, gente, eu sei – meu trabalho é muito legal. E vocês não fazem ideia dos lugares deliciosos por onde vou passar. Se você ficou curioso sobre o gás natural,  no final do post conto um pouco sobre seu uso indicado e relação com meio ambiente.

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Há algum tempo queria conhecer O Galo Cinza. Achava curioso o termo cozinha reconfortante junto do título. Descobri, depois da minha visita, que é uma espécie de tradução do confort foodem inglês. A proposta é ser um menu enxuto e com qualidade. De acordo com a equipe, é usado marinho em todos os preparos, e boa parte do menu assado ou grelhado. A cozinha é chefiada pela Angela Barcelos.

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Primeiro, vá ou bem cedo, ou passando das 13h30. Essa foto tirei já na saída – depois das 14h. Esse espaço estava lotado quando chegamos. Havia fila de espera, inclusive.

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 O bom é que o espaço interno é amplo. Algumas mesas comunitárias também auxiliam para que o movimento seja mais rápido – e a espera, menos demorada.

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Curti muito a decoração do lugar. Já que é pra ser reconfortante, né? (Ps: quero esse guarda-chuva vermelho. Mesmo que eu vá perdê-lo após meia hora de uso).

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Ah. volta um pouquinho ali pra fora. Primeira impressão com esse recado de boas-vindas: SUPER LEGAL!

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A mesa de saladas provoca. Quase todos os legumes e verduras vêm com pouco ou nenhum tempero. É por conta do cliente fazer o adereço do seu pratinho (Nem sei se usamos essa palavra em português. Conheço do espanhol. Adoro falar que vou aderezar a saladinha… Ok, vamos voltar ao post)!

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Creme de ervilhas com bacon. Não provei, pena. Porque sou a louquinha do creme de ervilhas. Tava apetitoso.

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Batata-doce assada em rodelinhas: vocês não estão entendendo como adoramos isso aqui. Leve, saborosa, crocante.

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Esses legumes também estavam ótimos. Temperadinhos, no ponto certo.

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Agora, eu amei essa galinhada. Veja bem, ela reúne o melhor de dois mundos – carne de frango orgânico, porque a gente gostamos néam e o arroz integral. Mas não, não é aquele arroz seco, durinho. É do tipo com amido, gostoso…

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… e aí tu mistura com esse feijãozinho! Gente, como foi feliz!

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Essa bistequinha estava bem delícia também. No buffet dizia alla fiorentina, mas não são as peças de mais de um quilo e mal passadas do prato mais típico de Florença, na Itália. Tudo bem, gostei! Tempero, novamente, deu o toque diferenciado.

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Agora, esse peixinho estava demais. O maior barato do lugar é que mesmo que você esteja em uma dieta mais restritiva tem opções deliciosas para matar a fome. Aqui fala alguém que está tentando pegar mais leve, porém precisa de sabor!

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Pedi suco de limão sem açúcar (não é dieta, eu gosto mesmo) e a Rafa Zang (minha parceira nessa empreitada, olha lá na foto do bufê de saladas que ela tá linda e loira fazendo as vezes de minha modelete) pediu água com suco de limão à parte. Chegaram perfeitos!

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Falando em Rafa, veja bem o pratinho light dela. Cheguei a ficar constrangida, quando comparado com o meu. Não, espera… esse foi o primeiro pratinho dela, é claro! :)

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Esse foi o meu. Ah, tem uma omelete que acabei não fotografando no buffet aí no meu pratinho. Delícia. E uma maionese de batatas também que meu senhor!

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Vou trazer um assunto que tem me preocupado: entregar os talheres em sacos de plástico. É algo que me dá pavor. Gostei da solução do O Galo: saquinhos de papel reciclado. Pelo menos, são mais facilmente recicláveis. Meu sonho é o momento em que nós, clientes – porque isso é claramente uma demanda de consumo – digamos “Não, gente, não precisa disso. Nenhum saquinho, de nenhum tipo. Pegamos ali, no recipiente dos talheres, mesmo!”.

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Agora, precisamos falar sobre essas sobremesas. Cadê emoticon dos zoínhos arregalados aqui?

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Tem uma clássica torta de banana com doce de leite aqui, na base da foto. Mas essa dupla a seguir, gente… essa dupla!

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Sim: sagu com creme AND pudim de leite condensado. Perfeitos. Deliciosos. O creme de baunilha do sagu era igual ao da minha infância: mais líquido do que cremoso. Com sabor real de baunilha. Nossa, parabéns. Mil vezes, parabéns!

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Pra fechar, pedimos um chazinho. Prestatenção nessa louça: é da mãe (ou da sogra? Bom, é da família!) do proprietário. Fiquei toda tensa! Imagina, quebrar algo tão lindo! Mas também fiquei feliz. É legal dividir uma parte da nossa história com nossos clientes! <3

O GALO CINZA

Endereço: Rua Eudoro Berlink, 855 – Auxiliadora – Porto Alegre – RS

Telefone: (51) 3084-0080

Funcionamento: de segunda a sábado, das 11h30 às 15h. Sábados até as 16h.

Valores: R$25,90 por pessoa. Suco, chá ou café: R$4.

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Foi bacana conhecer um pouco mais sobre o gás natural com esse projeto Cozinhando com Gás Natural. Quem não passa por calçadas e/ou estradas e não fica curioso com os avisos do tipo “tubulação de gás” ou “não escave”?

Pois hoje o gás natural está presente em várias atividades comerciais e prestadores de serviços. Pra se ter uma ideia, a Sulgás tem como clientes hotéis, motéis, shoppings, hospitais, clínicas, supermercados, clubes, academias, escolas, universidades, padarias, restaurantes, lanchonetes, lavanderias e pet shops, entre outros.

Em restaurantes é uma opção moderna e mais segura: como o gás natural é canalizado, não tem botijões armazenados. Por ser mais leve que o ar, sua dispersão se dá rapidamente, evitando acúmulo de gás no ambiente em caso de vazamento, diminuindo o risco de acidentes.

Agora, o mais importante, pra mim, é a sustentabilidade: com alto rendimento térmico, o gás natural tem combustão completa, não gera resíduos e nem perda de combustível.  O gás natural tem o que se chama de combustão limpa – uma queima quase perfeita, com baixíssima emissão de poluentes e de dióxido de carbono (CO2) – que é o principal causador do efeito estufa.

Quer saber mais? Confere aqui: Sulgás – Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul.

 

Esse é uma postagem em formato de parceria comercial com a Sulgás. O conteúdo foi produzido e redigido pelo Roteiro da Sara (Sara Bodowsky) e a marca e o local que aparecem aqui estão em conformidade com as condições editoriais e a qualidade para publicação no blog e nos sites do Grupo RBS. A autora teve liberdade para escolher, avaliar ou vetar (se necessário) os restaurantes.

 

Comentários (3)

  • GUILHERME GARCEZ CABRAL diz: 21 de junho de 2017

    Parabéns Sara, ficou muito legal!!! Fiquei curioso para conhecer este nosso cliente.

  • Jarbas Derquin diz: 24 de junho de 2017

    Oi Sara!
    Este post está de dar água na boca.
    Parabéns pela matéria.

  • Vanessa diz: 26 de junho de 2017

    Oi Sara

    O restaurante realmente é bem interessante. A comida é boa e a sobremesa idem!
    Como li aqui a matéria e o preço do almoço, fomos almoçar lá no sábado, sem pestanejar.

    No entanto, para um casal, num sábado, dois almoços mais uma água mineral e a conta fechou em R$83,00. Bem mais que R$25,00 por pessoa.

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