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Posts do dia 11 fevereiro 2010

Quip oficializa canteiro de obras da P-63

11 de fevereiro de 2010 0

Representantes da Quip e Porto se encontraram para oficializar o canteiro da P-63. Crédito: Divulgação

A Quip oficializou o início da implantação do canteiro de obras da P-63. O diretor de gestão do consórcio, Marcos Reis, esteve reunido com o superintendente do Porto do Rio Grande, Jayme Ramis, para definir detalhes da ação no canteiro, que fica ao lado do Porto Novo doeRio Grande. A obra, orçada entre R$ 15 e 20 milhões, deverá levar de oito a 12 meses para ser concluída. Será o berça da terceira plataforma com selo riograndino.

A Quip assinou no final de janeiro o contrato com a Petrobras para a construção da plataforma P-63, no valor de US$ 1,3 bilhão. No entanto, antes mesmo de assinar o contrato a Quip já estava preparando sua área para construção naval com a demolição de antigos armazéns que pertenceram a Bunge Fertilizantes. Essa etapa está na fase final, devendo em breve o novo espaço ganhar piso, tubulações, entre outras estruturas necessárias para a construção da plataforma.

As estruturas já existentes na área da Quip, que foram utilizadas na construção da P-53, como refeitório, vestiários e banheiros, serão reaproveitadas. No entanto, ainda deverá ser elaborado um estudo para verificar a necessidade de ampliar a estrutura existente, visando o atendimento a 2,5 mil trabalhadores. 

A Quip vai construir em Rio Grande os módulos de processo e completará a integração desses módulos no casco do navio BW Nisa, que será convertido em plataforma no exterior em parceria com o Grupo BW Offshore. A P-63 é uma plataforma do tipo FPSO e irá operar no Campo de Papa Terra, na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, com capacidade para processar 140 mil barris/dia de petróleo e de compressão de gás de 1 milhão de Nm3/dia

Ampliação dos molhes próxima do final

11 de fevereiro de 2010 0

Ampliação do molhe leste e oeste deve ser concluída até abril. Crédito: Divulgação

Crucial para o a expansão do Porto de Rio Grande, no sul do Estado, a ampliação dos molhes da Barra deve ficar pronta no final de abril. É a proximidade do fim de uma novela iniciada em 2001.

A obra arrancou em maio daquele ano. Um dos maiores feitos da engenharia em todo o mundo, com seus 3,1 quilômetros de extensão no braço oeste, em Rio Grande, e com 4,2 no leste, em São José do Norte, os molhes deveriam ser ampliados visando o aumento da movimentação do Porto de Rio Grande. Mas em dezembro de 2002 o serviço foi interditado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério Público Federal. Em janeiro de 2007 os trabalhos foram retomados.

A obra prevê a ampliação de 370 metros do molhe leste e de outros 700 no oeste, financiada com R$ 512 milhões do Governo Federal, oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O aumento desta extensão está ligado à dragagem do canal do porto riograndino, que terá a profundidade ampliada de 14 para 18 metros fora dos molhes e de 14 para 16 metros dentro do canal.

Em conjunto, as duas obras permitirão ao porto gaúcho a passagem de embarcações de maior porte, consolidando o espaço como um concentrador de cargas no sul do País. Os trabalhos também facilitarão a navegação das plataformas e cascos construídos no Estaleiro Rio Grande.

Para ampliar a extensão dos molhes, o serviço é feito de pedra em pedra. O material é extraído em Capão do Leão e transportado em caminhões e balsas. Já foram colocados no mar 1,2 milhão de metros cúbicos de rocha, além de quase 4,4 mil tetrápodes, estruturas de concreto, que pesam oito toneladas. Até abril, serão depositados mais 145 mil metros cúbicos de pedra e outros 8,7 mil tetrápodes.

 - O cronograma está dentro do previsto. O ritmo só não foi mais intenso por causa do mau tempo – explica Marcos Pitanguy, engenheiro do Odebrecht, parte do consórcio da responsável pela obra.

As ondas e os ventos fortes, que derrubam equipamentos e arrastam as pedras para o meio do canal do porto, são os principais entraves nos trabalhos. Em setembro por exemplo, foi possível atuar em apenas três dias. Com o tempo firme nas últimas semanas, os trabalhos seguem avançando em ritmo acelerado.

Matéria de Maurício Gasparetto – RBS TV Rio Grande

Curso de produção de vinho em Camaquã

11 de fevereiro de 2010 1

Curso visou a qualificação dos produtores. Crédito: Jossana Fehlberg

A Prefeitura de Camaquã, através da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento, promoveu em parceria com o Senar, um curso de Elaboração de Vinho. Foram 10 alunos, todos interessados em aperfeiçoar seus conhecimentos na área.

De segunda a quarta foram ministradas 24 horas/aula de noções teóricas e aplicações práticas, pela consultora do Senar, Caroline Terra de Souza.  As aulas teóricas aconteceram no Centro Administrativo e as aulas práticas aconteceram na propriedade do aluno e produtor Eduardo Molon. O curso pretendeu qualificar os produtores rurais para que eles façam um vinho artesanal de melhor qualidade.