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Posts do dia 13 fevereiro 2010

Retomada a dragagem de manutenção

13 de fevereiro de 2010 0

A draga Copacabana, da empresa Bandeirantes Dragagem e Construção Ltda, retomou ontem os serviços de dragagem de manutenção continuada nos canais de acesso ao Porto de Rio Grande. A dragagem estava parada desde o final de outubro, quando a draga deixou Rio Grande para realizar reparos em um estaleiro no Rio de Janeiro. Na última quinta-feira ela atracou no cais do Porto Novo, onde passou por uma vistoria da Capitania dos Portos e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os serviços de dragagem de manutenção realizados pela draga Copacabana iniciaram em 11 de agosto do ano passado. Desde o início dos serviços o equipamento não conseguiu desenvolver um ritmo mínimo de trabalho, chegando a permanecer dias parados no cais. No início de setembro a Suprg tentou rescindir o contrato informando que foram constatadas as precárias condições mecânicas do equipamento de dragagem apresentado pela empresa. Em 21 de setembro de 2009 a Bandeirantes conquistou judicialmente o direito de restabelecer os serviços.  Depois de pouco mais de um mês de operação a Bandeirantes decidiu levar a draga para realizar reparo em um estaleiro devido aos problemas mecânicos que apresentava.

Após diversas reuniões a Suprg e a Bandeirantes chegaram a um acordo, ficando estabelecido que o contrato de dragagem de manutenção passe a vigorar a partir de agora. Com isso, o contrato terá o prazo de 12 meses, renováveis a cada ano, podendo atingir 60 meses. Os serviços reiniciaram pelo trecho C (canal de acesso e bacia de evolução do Porto Novo), onde serão retirados aproximadamente 650 mil metros cúbicos de sedimento. Essa etapa, se tudo transcorrer normalmente, deverá levar de 60 a 75 dias.

A dragagem de manutenção continuada do Porto do Rio Grande por um prazo de cinco anos prevê a retirada de 8,5 milhões de metros cúbicos de sedimento com investimentos do Governo do Estado de R$ 76,7 milhões. Para o primeiro ano de dragagem já foram empenhados recursos no valor de R$ 29,7 milhões. Caso a empresa não cumpra o contrato ela será penalizada de acordo com a Lei Federal nº 8.666 de 21 de junho de 1993.