Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros
Capa ZH ZH Blogs Assine agora

Posts de agosto 2010

Ecosul pode devolver rodovias

31 de agosto de 2010 1

Zero Hora trouxe na edição de hoje matéria importante para a nossa região – em especial para quem roda de carro pelas estradas do polo rodoviário de Pelotas. A Ecosul pode devolver o trecho da BR-116 entre Pelotas e Jaguarão e o da BR-293 entre Pelotas e Bagé. Assim, o pedágio, em R$ 7,20 cairia. Confiram na matéria do amigo Fábio Schaffner.

Empresa quer devolver trechos de BRs no Sul

Caso a ANTT aceite, valor de tarifa em outras praças pode ser reduzido

Responsável pela maior malha rodoviária concedida do país, a Ecosul negocia com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) a devolução de 300 quilômetros de estradas sob sua administração no Estado. A empresa está disposta a abrir mão dos trechos entre Pelotas e Jaguarão (BR-116) e entre Pelotas e Bagé (BR-293). Se houver acordo entre a Ecosul e a ANTT, a praça de pedágio da BR-116 seria extinta, e a manutenção dos dois trechos voltaria a ser de responsabilidade do governo federal.

Um dos motivos para a revisão do contrato é o baixo retorno financeiro da praça de Jaguarão. No trecho para Bagé, não há cobrança de pedágio, mas ainda assim a Ecosul precisa arcar com os custos de conservação da estrada, bem como dos serviços de socorro médico e mecânico.

Para aceitar a entrega das rodovias, a ANTT cogita determinar uma redução na tarifa – cujo valor hoje é de R$ 7,20 – nas outras quatro praças de pedágio da Ecosul – duas no trecho Pelotas-Camaquã, uma no trecho Pelotas-Rio Grande e outra no trecho Pelotas-Santana da Boa Vista.

Novas medidas podem entrar em vigor em janeiro de 2011

Entre as simulações em estudo na agência, também há a possibilidade de se exigir da empresa um investimento maior na conservação e na execução de melhorias nestes trechos, como aumento da qualidade dos serviços prestados aos usuários.

– Ainda estamos estudando o assunto. Por enquanto, não posso confirmar nada – diz o superintendente de Exploração de Infraestrutura Rodoviária da ANTT, Mário Mondolfo.

Apesar da cautela de Mondolfo, nas próximas semanas servidores do órgão começam a fazer simulações para verificar os impactos das mudanças na tarifa de pedágio na região.

Com a devolução dos dois trechos, a Ecosul ficaria responsável pela administração de 323 quilômetros de estradas no polo de Pelotas. Caso a negociação avance, será assinado um termo aditivo ao contrato com a empresa, e as novas medidas podem entrar em vigor a partir de 1º de janeiro de 2011.

Anualmente, cerca de 6,5 milhões de veículos trafegam pelas rodovias administradas pela Ecosul. Criada em janeiro de 1998, a empresa detém a concessão do polo rodoviário de Pelotas por 25 anos.

Procurada por Zero Hora, a Ecosul não se manifestou.

Mortandade cresce no Taim

30 de agosto de 2010 1

Em agosto foram 48 capivaras mortas. Foto: Guilherme Mazui De três para 48 capivaras atropeladas por mês em um trecho de 17 quilômetros. O salto registrado em quase oito anos evidencia a carnificina às margens da Estação Ecológica do Taim.

Desde outubro de 2002 à espera da reposição de parte da tela de proteção da estrada que corta o santuário, a administração da reserva cobra agilidade no lançamento da licitação do serviço. Enquanto aguarda, contabiliza os animais mortos.

O levantamento faz parte de um projeto financiado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), administrador da estação, em parceria com universidades federais e centros de pesquisa. Iniciada em janeiro, a atividade reúne biólogos, oceanólogos, veterinários e arquiteta.

A cada duas semanas o grupo contabiliza as espécies mortas na rodovia Rio Grande-Chuí (BR-471). O banco de dados aponta quais os animais atropelados, com o período do ano e a frequência dos acidentes.

- Este aumento evidencia a falta que a tela faz e denuncia a imprudência dos motoristas que desrespeitam o limite de 60 km/h – afirma Henrique Ilha, chefe da estação.

O dueto, combinado com o período de cheias nos banhados da estação e a população elevada de capivaras é o responsável pela carnificina, que também afeta outras espécies, como graxains, aves e répteis.

Instalada em 1998, junto com a construção de 19 túneis, a tela cobria dois trechos de cinco quilômetros, nas margens da BR-471. Impedia que os animais subissem ao asfalto para descansar e se alimentar, em uma estrada que serve de corredor para o Uruguai.

Até outubro de 2002, quando a cheia da Lagoa Mirim derrubou as estruturas do lado oeste, morriam em média três capivaras por mês. O número saltou para 12 até 2009 e atingiu a marca de 48 neste mês, faltando o levantamento do próximo dia 31.

Doados pela Gerdau, os rolos com 10 quilômetros de tela, que custaram R$ 200 mil, seguem empilhados na sede administrativa do Taim. No ano passado, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) abriu licitação no valor R$ 950 mil, porém não houve interessados.

A previsão é lançar o novo edital no próximo mês. A administração da reserva pleiteia a instalação de três radares na rodovia, para forçar o respeito ao limite de 60 km/h no trecho.

MORTANDADE
Capivaras
2002: 3
2009: 12
2010: 48
* Números mensais
Fonte: Estação Ecológica do Taim

Cabos ficaram para quarta

30 de agosto de 2010 0

Marcado para esta segunda-feira, o lançamento dos cabos de energia subaquáticos ficou para quarta. O mau tempo adiou o serviço, que colocaria na Lagoa dos Patos o primeiro dos quatro cabos entre São José do Norte e Rio Grande. A obra desativa os cabos aéreos, instalados em 1993, que abastecem o Norte, porém precisam ser retirados com a passagem de grandes embarcações, como plataformas de petróleo.

Porto bate novo recorde de movimentação

28 de agosto de 2010 0

Após ter ultrapassado a marca histórica de sua movimentação no primeiro semestre de 2010, o porto de Rio Grande volta a registrar novo recorde. Os dados valem para os sete primeiros meses do ano.

De janeiro a julho de 2010 a movimentação atingiu 16,7 milhões de toneladas. Até então, o recorde era de 2008, quando as operações somaram 15,9 milhões de toneladas. A previsão é de recorde geral para 2010, com 30 milhões de toneladas.

O volume de cargas atingido neste ano é 13% superior ao obtido no mesmo período de 2009. Os embarques foram responsáveis pelo maior volume, 10,8 milhões de toneladas, com alta de 3%. Já os desembarques se destacaram pelo crescimento de 37,7%, atingindo 5,8 milhões de toneladas. Por segmento de carga todos os setores tiveram incremento: granel sólido (+14,8%), carga geral (+15,5%) e granel líquido (+4,2%). Outro setor que teve acréscimo foi o de embarcações que contabilizou 1.876 unidades (+3,8%).

Energia Eólica em Rio Grande

27 de agosto de 2010 0

Rio Grande foi contemplada no leilão na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), em São Paulo. A Noiva do Mar terá três módulos de energia eólica. O projeto é da REB Empreendimentos, com uma potência instalada de aproximadamente 80MW. As terras estão localizadas na área do Corredor do Senandes.

O leilão aconteceu entre quarta e quinta-feira, promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Na ocasião, a espanhola Iberdrola e a Eletrobras foram as principais vendedora e compradora de energia do leilão A-3, com início do fornecimento previsto para 2013. O valor total transacionado foi de 17,5 bilhões de reais, com volume de 129,4 milhões de megawatt-hora (MWh).

Concurso público em Rio Grande

27 de agosto de 2010 0

Os concurseiros podem preparar para vir a Rio Grande. A prefeitura, através da Secretaria Municipal de Administração (SMA), abriu concurso para cargos efetivos de nível fundamental, médio e superior, em vários setores do serviço público. A maioria delas se refere à área da saúde. O período de inscrições inicia neste sábadoe se estende até o dia 13 de setembro.

São vagas para médico Urologista, Reumatologista, Gastroenterologista, Oftalmologista, Neurologista, Psiquiatra, Otorrinolaringologista, especialista em Ecografia em Ginecologia/Obstetrícia e Medicina Interna, Cardiologista, Generalista, especialista em Medicina do Trabalho e demais cargos de Enfermeiro, Fisioterapeuta, Educador Físico, Assistente Social, Odontólogo,Técnico em Laboratório de Análises Clínicas, Técnico em Enfermagem, Auxiliar de Farmácia, Educador Social, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Engenheiro Eletricista, Eletricista, e Instalador Sanitário.

As inscrições são via internet, através do preenchimento do formulário de inscrição disponibilizado no site da Prefeitura – www.riogrande.rs.gov.br. Após o preenchimento do formulário eletrônico, o candidato deverá imprimir o documento para o pagamento da taxa de inscrição, que será o seu registro provisório.

A taxa deverá ser paga nas agências da Caixa Econômica Federal ou nas casas lotéricas credenciadas, com o boleto bancário impresso e totalmente preenchido. Não será aceito pagamento por meio de depósito ou transferência entre contas. A homologação das inscrições se dará no dia 27 de setembro, a partir das 16h.

Quanto às provas, acontecem em 24 de outubro, no Campus Carreiros da Furg. Para os cargos de nível fundamental e médio, as provas acontecem das 8h às 12h, enquanto que para os cargos de nível superior, elas serão realizadas das 15h às 19h. A distribuição dos candidatos por cargo e por sala de aula será divulgada no dia 15 de outubro, às 14h, na Sala de Concursos da SMA e nos sites www.riogrande.rs.gov.br e www.funcefet.org.br.

A SMA alerta que o candidato deverá comparecer ao local determinado para a realização da prova com antecedência mínima de 30 minutos, munido do documento de identidade com foto, boleto bancário pago e de duas canetas de cor azul ou preta. Não será aceita cópia do documento de identidade, ainda que autenticada, nem protocolo deste documento.

Conforme o edital, aos candidatos portadores de necessidades especiais serão reservadas 10% das vagas oferecidas por cargo. Eles serão chamados na medida em que as vagas forem abertas, obedecendo sempre o percentual previsto em lei. Mais informações e o edital do completo podem ser acessados no site da Prefeitura, que é o www.riogrande.rs.gov.br ou pelo telefone 3233-8415.

Atendimento doble chapa na Fronteira

27 de agosto de 2010 0

Dinorah atende desde fevereiro em Sta Vitória. Crédito: Nauro JúniorO estetoscópio que encosta no peito de Andrei Brum, nove anos, percorre quatro bairros de Santa Vitória do Palmar, no sul do Estado, com o aval da Justiça Federal. A mão que o manipula e depois prescreve a medicação cruzou a fronteira, distante 20 quilômetros. É da médica uruguaia Dinorah Bilhalva, 52 anos.

Desde 18 de fevereiro no Estratégia de Saúde da Família, da prefeitura de Santa Vitória, a estrangeira trabalha em terras gaúchas graças a um decreto legislativo. A decisão ajusta a residência, o estudo e o trabalho na área da saúde entre brasileiros e uruguaios em um raio de 20 quilômetros nas fronteiras dos dois países.

O decreto também beneficia Chuí, Jaguarão, Aceguá, Quaraí, Barra do Quaraí e Santana do Livramento. Com 35 médicos para 31 mil habitantes, Santa Vitória buscou um especialista em saúde comunitária. Em 2008, abriu concurso e tentou contratos emergenciais, sem interessados, ao oferecer R$ 1.861 por 15 horas semanais.

Sem opção, arriscou a contratação de Dinorah, o que abriu uma disputa judicial com o Sindicato Médico (Simers) e o Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers). O decreto deixa dúvidas sobre a entrada dos médicos uruguaios no Brasil sem a revalidação do diploma e o registro profissional, exigências do conselho e do sindicato.

Hospital de Caridade de Quaraí já contratou oito estrangeiros

A Justiça Estadual, com uma liminar, afastou Dinorah das suas atividades em abril. Com a liminar cassada, ela voltou ao posto. A questão migrou para a Justiça Federal, que manteve o direito da uruguaia atuar no Brasil sem reconhecer o seu diploma, bastando carteira de fronteiriço, CPF e carteira de trabalho nacionais. Simers e Cremers recorreram da decisão.

– Tento desde 2002 revalidar o diploma, em vão. Trabalho há mais de 20 anos com saúde preventiva, tenho condições e prazer de realizar o meu serviço – argumenta Dinorah, que já morou no Chuí, em Pelotas e, a cada 15 dias, atende em Ciudad de La Costa, em Canelones, no Uruguai.

A conquista de Santa Vitória animou as outras cidades. Entidade filantrópica, o Hospital de Caridade de Quaraí contratou oito profissionais uruguaios. Livramento e Barra do Quaraí já demonstram a mesma vontade.

– Um médico brasileiro custa ao menos R$ 12 mil ao mês. Encontro pela metade do preço no Uruguai – justifica Richard Generaly, secretário de Saúde de Barra do Quaraí.

Gestão motiva intervenção no porto

26 de agosto de 2010 0

A decisão do governo federal de intervir na administração de portos estaduais no país foi recebida com desconfiança por representantes do setor produtivo. Um dos motivos é que boa parte do setor e dos usuários sempre reivindicou uma gestão mais profissionalizada, de preferência comandada pela iniciativa privada ou por um conselho misto.

No caso do porto de Rio Grande, a alegação é que a União decidiu interferir, por meio da Secretaria Especial de Portos (SEP), por questionar a gestão do Estado. A União investiu cerca de R$ 800 milhões nos últimos cinco anos no terminal, em preparação para ser um concentrador de cargas do Mercosul.

Conforme a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o terminal gaúcho apresenta problemas, tanto que em abril foi assinado um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), com prazo de 36 meses, com a superintendência do porto. As inadequações teriam sido notificadas há pelo menos um ano.

Um dos principais pontos questionados é a gerência sobre a receita portuária (R$ 100 milhões em 2010), que deveria ser reinvestida pela própria autarquia, mas estaria sendo administrada pelo governo gaúcho. Esse destino do recurso é negado pelo governo do Estado. Segundo o superintendente do porto gaúcho, Jayme Ramis, há quatro anos a receita do porto não iria mais para o caixa único.

Antaq e SEP exigem que o porto elabore um plano de desenvolvimento e tenha autonomia sobre a receita, reinvestindo os recursos no próprio complexo. Fonte ligada ao Conselho de Autoridade Portuária, responsável pela fiscalização dos portos, afirma que, na prática, o Piratini determina o destino dos recursos, o que é negado pela administração em Rio Grande.

Estado informa que operação segue normal

Apesar de evitar o termo “intervenção”, Ramis admite que a SEP fará um controle maior sobre a gestão, com reuniões de trabalho para prestações de contas com maior frequência.

– Não perderemos a autonomia. A secretaria investe pesado e quer saber se as obras e o plano de desenvolvimento estão de acordo – justifica.

O governo gaúcho informou o porto “funciona normalmente sob o comando do Estado, sem intervenção da SEP”. Segundo o texto, “a secretaria ressalta que monitora o desempenho do porto em função do investimento feito pelo governo federal”.

Os ajustes a serem feitos em Rio Grande foram discutidos em uma reunião em Brasília, na última semana, na qual participaram o ministro-chefe da SEP, Pedro Brito, e o superintendente do porto gaúcho. Segundo o deputado federal Beto Albuquerque (PSB), do mesmo partido do ministro, a SEP estaria descontente com um suposto atraso na adequação do sistema de sinalização náutica, o que atrasa o reconhecimento do aumento de profundidade do calado.

A decisão de aumentar o controle sobre portos estratégicos autoriza a União a retomar cinco terminais no Amazonas e intensificar o controle em Paranaguá (PR) e Rio Grande.

Os cabos subaquáticos chegaram

25 de agosto de 2010 0

Cabos cruzarão a Lagoa dos Patos. Crédito: Divulgação Tão esperados, os cabos subaquáticos chegaram. No sábado, quatro carretas, vindas de São Paulo, contendo 7200 metros de cabos estacionaram em São José do Norte. O lançamento para a margem de Rio Grande está previsto para 1.º setembro. Os cabos subaquáticos vão substituir os aéreos, que cruzam o canal da Lagoa dos Patos, garantirão a energia elétrica e o serviço de telecomunicações para o Norte. O investimento da CEEE é de R$ 20 milhões.

11 mil crianças vacinadas em Rio Grande

24 de agosto de 2010 0

A segunda etapa da campanha de vacinação contra a Pólio (Paralisia Infantil) atingiu um total de 11.558 crianças em Rio Grande, 87,4% de baixinhos, abaixo da meta de 95%. A campanha, que aconteceu no último dia 14 e foi prorrogada durante a última semana, de 16 a 20 de agosto, imunizou crianças de zero à cinco anos incompletos.

Na última segunda-feira, aconteceu o levantamento das informações obtidas em cada uma das 30 unidades que aplicou a dose da vacina no período de prorrogação da campanha. A meta para esta segunda etapa era vacinar em torno de 13,2 mil crianças, número que não foi atingido. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, muitos pais ou responsáveis não levaram as crianças aos postos de vacinação.