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Posts de outubro 2010

Karen Gonzalez é a nova rainha da Fenadoce

23 de outubro de 2010 0

Na noite de sexta-feira, dia 22, os pelotenses conheceram o trio de beldades que vai representar a Feira Nacional do Doce (Fenadoce) por todo país. Os jurados elegeram Karen Gonzalez como rainha e Manoela Teixeira da Silva e Juliana Souza Lamas como princesas.

Os cinco jurados puderam avaliar as candidatas em diversos momentos distintos, como: visita as fabricas de doces, carreata, visita na charqueada São João, confecção de duas receitas de doces na cozinha industrial do Senac. Ainda no dia 20 as candidatas participaram de palestra sobre a história de Pelotas e foram entrevistadas individualmente pelos jurados.


Fenadoce terá nova corte

22 de outubro de 2010 0

A partir desta sexta-feira a Feira Nacional do Doce (Fenadoce) vai ter um novo trio de soberanas.  22 candidatas concorrem ao título no Centro de Eventos. Saiba o resultado por aqui.

Vagonetas de volta

16 de outubro de 2010 1

Vagonetas retornaram na sexta. Foto: Guilherme Mazui

As velas coloridas voltaram ao molhe oeste. Ontem, depois de quase três anos, as vagonetas enfeitam outra vez a praia do Cassino.

Foram dois verões sem elas, em virtude da obra de ampliação dos molhes da Barra, próxima de ser concluída. Em 2011, o retorno das vagonetas promete ser uma das atrações do verão.

A retomada dos passeios que avançam 4km no oceano aconteceu graças a um documento da Secretaria Especial de Portos (SEP)  que atesta a conclusão provisória do molhe oeste. Já no braço leste, em São José do Norte, a obra segue. Faltam 15 metros para chegar à marca de 4,5 quilômetros de extensão.

Além de liberar as vagonetas, o documento autorizou a pesca. A turma do anzol já aproveitou.

Pescadores aproveitaram o primeiro dia de liberação do molhe oeste. Foto: Guilherme Mazui

SERVIÇO
Passeio de vagoneta
Local:
molhe oeste, praia do Cassino
Percurso: 4km
Duração: 1h (ida e volta)
Preço: R$ 20 para 4 pessoas

Parada LGBT em Pelotas

16 de outubro de 2010 0

A popular Parada Gay, com a alcunha de Parada LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) é neste domingo em Pelotas. Começa às 14h,  na avenida Bento Gonçalves.  A atração da parada é Kleber Bam Bam, vencedor do primeiro Big Brother Brasil. Às 17h, simpatizantes percorrem a Bento. Após tem festa no DC Eventos.


Óleo no porto

15 de outubro de 2010 0

Óleo ficou acumulado na margem da Lagoa dos Patos. Foto: Guilherme MazuiA Capitania dos Portos investiga as causas do vazamento de óleo no Porto de Rio Grandeo. O acidente aconteceu na madrugada de ontem, durante o abastecimento do navio maltês Baltic Champion, no terminal da Transpetro, ligada à Petrobras.

A capitania tem 90 dias para indicar se a falha partiu da embarcação ou do terminal, passíveis de multa da Diretoria de Portos e Costas da Marinha do Brasil. Em nota, a petroleira informou que a operação é de responsabilidade do armador do navio, representado no país pela Cranston Marine and P&I Consultants.

Teriam caído 300 litros de óleo bunker no canal portuário, formando uma mancha de 300 metros quadrados. O impacto ambiental seria pequeno. Do mesmo, equipes trabalham há dois dias para controlar e eliminar a mancha.

O acidente aconteceu por volta das 4h. O combustível transbordou durante o abastecimento. Parte do óleo ficou no convés, e o restante caiu no canal portuário. Levada pela correnteza, a substância se espalhou por cerca de quatro quilômetros. A região mais atingida foi a Vila das Barraquinhas.

Serra em Pelotas

14 de outubro de 2010 0

A vinda do candidato a presidente José Serra ao município mexeu com os pelotenses que apoiam o candidato. Desde que desceu da sua van próximo ao Café Aquários às 20h30, Serra teve de lidar com o tumulto ao seu redor. O candidato teve dificuldade para chegar logo ao Café onde conversaria com o prefeito Fetter Júnior.

O Aquários ficou pequeno para receber Serra. Quem conseguiu entrar teve de lidar com o aperto causado pela multidão. Após saborear um café ao lado de Fetter, que lhe entegou um lista de prioridades de Pelotas, Serra, concedeu entrevista aos jornalistas na calçada do Café e posteriormente seguiu para o prédio ao lado onde participou do programa da Rádio Universidade Católica Pelotas 13 horas.

Entrevistado por diversos jornalistas e políticos da região, Serra falou cerca de uma hora sobre diversas questões. Quando questionado sobre o porquê não usar mais a imagem de Fernando Henrique Cardoso, o candidato risou que a disputa do dia 31 não era entre FHC e Lula, mas sim entre Serra e Dilma. Os políticos da região relataram os problemas da saúde em Pelotas, frisando a questão do teto ultrapassado pelas instituições e ouviram de Serra a promessa de que se eleito vai reativar um antigo programa seu para auxiliar os hospitais filantrópicos, como a Santa Casa.

Serra ainda lembrou a origem do seu vice, Indio da Costa, que é de família pelotense e falou de futebol ao perguntar se Pelotas era mais Grêmio ou Internacional e recebeu como resposta que o município era Brasil, Pelotas ou Farroupilha.

Serra partiu para o Aeroporto de Pelotas próximo das 23h e ainda gravou no local um vídeo para sua campanha.

Serra em Rio Grande

13 de outubro de 2010 0

José Serra ficou uma hora e meia em Rio Grande. Foto: Guilherme MazuiO presidenciável José Serra ficou cerca de uma hora e meia em Rio Grande.  Desceu às 18h de seu jato no aeroporto e partiu às 19h30min em uma van, em direção a Pelotas. Foi a primeira visita do tucano à região durante a campanha.

Causou um alvoroço no calçadão. Durante 15 minutos, o local pulsou com militantes e o movimento do comércio, já a fechar as portas.

Serra caminhou por quatro quadras. Partiu da frente da prefeitura, passou pelo calçadão e partiu para Pelotas da Marechal Floriano.

Destacou o investimento do polo naval e afirmou que é preciso “gauchizar o polo naval”, com mais empresas do Estado na produção de peças intermediárias das plataformas. Ainda destacou que manterá como prioridade federal a duplicação do eixo rodoviário Porto Alegre-Rio Grande, que inclui BR-116 e BR-392.

A família boto

13 de outubro de 2010 1

Botos vivem entre o estuário da Lagoa dos Patos e as praias do Cassino e Mar Grosso: Foto: Museu Oceanográfico      Perto da praia, aqui em Rio Grande, mora uma família diferente. Tem 90 integrantes, todos robustos, dóceis e brincalhões. Eles gostam de comer peixe, surfar e de dar piruetas. Também chamados de golfinhos, são os botos que moram no estuário da Lagoa dos Patos.

Os botos de Rio Grande são da mesma espécie que se apresenta em parques aquáticos de todo o mundo, a Tursiops truncatus. Damásio é a avó, Tião o avô, Frida, a mãe, e Frank, um adolescente cheio de energia. A família é cuidada por pesquisadores do Laboratório de Mamíferos Marinhos do Museu Oceanográfico da Universidade da Furg desde 1974.

A partir de 2004 o trabalho se intensificou, com apoio da Refinaria Riograndense, da ONG alemã Yaqu Pacha e do consórcio CBPO/Carioca/Pedrasul/Ivaí. Biólogos e oceanólogos acompanham de perto os hábitos dos botos que moram na entrada do porto, entre as águas da Lagoa dos Patos e do Oceano Atlântico.

É costume dos golfinhos viver em grupos. Em Rio Grande, há três famílias. Uma vem do Uruguai para passar as férias de inverno. Outra mora em alto-mar. A terceira é a que a Furg acompanha há mais de 30 anos.

Os pesquisadores procuram saber quais as áreas em que os botos circulam, qual a temperatura, salinidade, transparência e profundidade das águas que eles gostam. Ainda recolhem amostras de pele e gordura. Com isso, esperam propor áreas livres de pesca. O objetivo é impedir que os golfinhos sumam daqui.  

Os pesquisadores identificam os botos com fotos das nadadeiras dorsais. Elas são a carteira de identidade dos golfinhos. Com as fotos, é possível saber que Damásio segue viva. Ela recebeu o nome do pescador que a pegou em uma rede nos anos 70. Ficou presa e teve a nadadeira cortada.

A vigília dos pesquisadores é quase semanal. E sempre tem fotos. Em uma delas, foram flagradas mãe e filhote. Um concurso do blog Bicharada, do Diário Gaúcho, batiza os dois golfinhos. Aproveite e participe.

Boto adulto come em média nove quilos de peixe por dia. Foto: Museu Oceanográfico
>> Ficha técnica
BOTO (GOLFINHO)
- Espécie:
Tursiops truncatus
- Tamanho: até quatro metros
- Peso: até 300 quilos
- Expectativa de vida: até 50 anos
- Onde vivem: típicos de águas tropicais e subtropicais, vivem em águas na costa ou em alto-mar.

>> Curiosidades 
- Os botos têm pulmões. Por isso precisam sair da água para respirar. Em média, a cada dois minutos ele sobem para a superfície.

- Eles são comilões. Um golfinho adulto come, em média, nove quilos de peixe por dia. Por ano, a família que vive no estuário da Lagoa dos Patos consome 291 toneladas de peixe.

- Os botos são vítimas das redes de pesca. O Museu Oceanográfico monitora mais de 300 quilômetros de praia desde 2004. Por ano, morrem 10 golfinhos. Quase a metade morre presa em redes de pesca.

- A cada ano, nascem sete golfinhos. Os botos só começam a se reproduzir a partir dos oito anos de idade.

- Os golfinhos ficaram famosos no cinema com o filme Flípper. Na história, um menino chamado Sandy vai passar as férias com seu tio Porter, quando conhece um golfinho. Ele coloca o nome de Flipper no novo amigo.

Serra em Rio Grande e Pelotas

11 de outubro de 2010 0

Dos presidenciáveis, apenas Serra não pisou no sul do Estado em 2010. Aparecerá por aqui na quarta-feira, com agenda em Rio Grande e Pelotas.

Antes da campanha, Dilma palestrou em Rio Grande. Marina Silva esteve em Pelotas. Agora o tucano busca votos na região. Na quarta vem ao Estado. Passa por Porto Alegre e depois segue até Rio Grande. Encontrará o prefeito Fábio Branco e visitará o porto.

Por volta das 18h segue para Pelotas. Encontra Fetter Jr., caminha pela cidade e toma seu café no Aquarius.

Plantio de arroz começa com reivindicações de incentivos ao governo

10 de outubro de 2010 0

Sancler Ebert

A 7ª Abertura Oficial do Plantio de Arroz no Estado, ocorrida na manhã deste sábado, em Camaquã, foi marcada pelas reivindicações dos arrozeiros frente a projeções não favoráveis de preço para a safra 2010\2011.

Com a expectativa de clima propício e possível acréscimo de até 1,2 milhão de toneladas na produção, a tendência é que o valor do grão fique ainda mais abaixo dos custos de formação da lavoura.

Responsável por apresentar o que chamou de projeção conservadora, o presidente da Federação de Associações de Arrozeiros do Estado (Federarroz), Renato Rocha, cobrou das autoridades políticas um maior engajamento em prol do setor.

— Fomos 16 vezes a Brasília do ano passado até agora. Sabe o que conseguimos: nada — queixou-se.

Os dados apresentados no evento apontaram que em 24 municípios gaúchos o preço pago ao produtor está 73% abaixo do mínimo, que é de R$ 25,80 por quilo. A preocupação do setor é de que, sem auxílio do governo, no próximo ano, o cenário seja ainda pior.

Os arrozeiros reivindicam R$ 1,5 bilhão em instrumentos para enxugar o mercado.A idéia da Federarroz é criar uma frente em prol do setor, com participação de parlamentares e do governo do Estado, para que sejam lançados mecanismos de sustentação dos preços, desoneração e incentivo a vendas externas. Isso porque na conjuntura atual o câmbio está favorável às importações, tornando as vendas externas inviáveis.

Outra luta do setor é pelo fim da guerra fiscal que favorece regiões como o Nordeste, onde um fardo de 30 quilos de arroz argentino custa R$ 34,80 enquanto o mesmo fardo gaúcho custa R$ 40 — R$ 5,20 a mais. Para competir com o arroz argentino, o preço pago ao produtor gaúcho teria de ser de R$ 20,68.

— Há uma concorrência desleal no Nordeste porque existe um ICMS mais baixo na região que atrai grandes indústrias de beneficiamento de arroz e grandes redes de atacado e varejo — aponta Rocha.

Para voltar a ter competitividade nas exportações, os arrozeiros pedem desoneração de tributos como PIS e Cofins. O pleito é baseado em levantamento do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais.