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Posts de dezembro 2010

Último dia de praia do ano

31 de dezembro de 2010 0


31 de dezembro teve sol, nuvens, vento e água morna no Cassino. Foto: Guilherme Mazui

O ano de 2010 se despediu dos cassineiros com sol entre nuvens, calor, vento e água morna. A temperatura na casa dos 24 graus. Enfim, deu praia no último dia do ano. O 31 de dezembro foi clássico para o kitesurfe e atraiu carros para a orla. Não foi aquela fila, mas garantiu um bom movimento na areia.. Para a abertura de 2011 a previsão é de pequenas pancadas de chuva e sol. Que venha mais um ano bom de praia.


Nova ação judicial na transferência da Cesa

31 de dezembro de 2010 0

Terminal da Cesa será operado pela Serra Morena. Foto: Eduardo Beleske, Especial, BD, 28-09-2007

A transferência do terminal da Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa) para a Superintendência do Porto de Rio Grande (SUPRG) tem um novo capítulo na Justiça.

Diretores da empresa Supermar ingressaram com uma ação cautelar para inviabilizar a transação, que vai terceirizar a administração da unidade. A Serra Morena será a gestora da estrutura pelos próximos 36 meses.

Representantes dos diretores, o advogado Daniel Dani protocolou a nova ação na tarde de quinta-feira. A medida visa suspender a troca, oficializada na última semana, enquanto a Justiça avalia o primeiro processo movido sobre o caso. A Supermar questiona a forma como foi efetuada a transferência.

Como a Cesa tinha dificuldades para modernizar seu terminal em Rio Grande, e operava abaixo da sua capacidade, o Governo do Estado, através da Casa Civil, agilizou a transferência para a superintendência do porto marítimo, mediante indenização de R$ 34 milhões ao Piratini. Após analisar propostas, o porto escolheu a  Serra Morena para operar a unidade.

Na negociação ficou acertada a revitalização do terminal. A nova gestora investirá R$ 3,2 milhões em infraestrutura. A partir de 2011, a Cesa passará a trabalhar com trigo. Atualmente opera apenas com arroz.

ERS-734 com mais um trecho liberado

30 de dezembro de 2010 0

Trecho de dois quilômetros, entre o viaduto e o Country Club, foi liberado na tarde de ontem. Foto: Guilherme Mazui

As novas pistas da ERS-734 estão liberadas. Dos 10,6 quilômetros de duplicação, fica faltando um para encerrar a obra. No entanto, a tão esperada inauguração segue distante. Os mil metros restantes compreendem a ponte do Arroio Bolaxa e o viaduto do trem. Ainda será preciso concluir rótulas, acessos, sinalização e recuperar a pista antiga. Espera-se que a inauguração saia em 2011.

Ontem o Daer liberou mais um trecho duplicado. São dois quilômetros entre o viaduto do trem e o Country Club. A medida tenta  dar maior fluidez à rodovia que leva ao Cassino. Passado o veraneio o trânsito voltará a ter pontos em pista única, já que as vias antigas serão recuperadas.

Para este verão é preciso cuidado na rodovia, pois a sinalização é provisória. A Brigada Militar pede atenção, em especial nos retornos e acessos.

Rota dos transatlânticos

30 de dezembro de 2010 0

Rio Grande recebeu ontem o segundo transatlântico da atual temporada de verão. O Insignia atracou no porto com 680 visitantes de 22 países, a maioria americanos, canadenses e mexicanos. Até março, mais cinco cruzeiros passam por aqui – em 6 e 8 de janeiro, 23 de fevereiro (dois navios) e 11 de março. Para a temporada seguinte, mais duas escalas estão programadas. Rio Grande firme na rota dos cruzeiros de verão pela costa da América do Sul.

E o pedágio segue subindo

29 de dezembro de 2010 0

O pedágio volta a subir no Polo Rodoviário de Pelotas. A Ecosul, administradora das rodovias federais, passa a tarifa dos atuais R$ ,720 para R$ 7,80. Os valores valem para cinco praças de pedágio, três na BR-116, entre Jaguarão e Camaquã, e dois na BR-392, entre Rio Grande e Santana da Boa Vista. A tarifa vale a partir de sábado, 1º de janeiro.

A transferência da Cesa

28 de dezembro de 2010 0

Unidade de 12 mil metros quadrados será operada pela Serra Morena. Foto: Divulgação Porto de Rio Grande

A transferência da unidade Cesa para a Superintendência do Porto de Rio Grande começa a ter efeito. Sob a gestão da Serra Morena, o terminal passará a trabalhar com trigo a partir de 2011.

Desde 2009, quando foi reativada, a estrutura opera apenas com arroz. A previsão da futura operadora, que aguarda para esta semana a assinatura do contrato com 36 meses de duração, é elevar a movimentação de cargas das atuais 72 mil toneladas para até 400 mil toneladas ao ano. Porém, a mudança pode ser barrada na Justiça.

A transferência foi feita por meio de um ato administrativo costurado pela Casa Civil ao fim do governo Yeda Crusius. O Estado transferiu na última sexta-feira as instalações da Cesa para a Superintendência do Porto de Rio Grande (Suprg), mediante indenização de R$ 34 milhões ao Piratini – R$ 6,3 milhões já pagos.

A Suprg optou pela Serra Morena para comandar o terminal de 12 mil metros quadrados, apto a estocar 60 mil toneladas de grãos. No entanto, os diretores da empresa Supermar, também interessada em administrar a unidade, questionam a negociação.

Segundo o advogado Daniel Dani, que representa a Supermar, a transferência desrespeitou a lei ao não formalizar de forma adequada o ato administrativo. O porto sequer teria chamado outras empresas para apresentar propostas. A questão está pendente no Tribunal de Justiça do Estado. Até amanhã, o advogado entra com nova ação para interromper o negócio.

A transferência também não foi bem recebida pela atual gestão da Cesa. O terminal de Rio Grande representa 10% da capacidade das 22 unidades da companhia. O terminal de Rio Grande não dá prejuízo, pelo contrário, ajuda a equilibrar as contas das unidades não rentáveis. E a avaliação da estrutura ficou abaixo do esperado. A Cesa esperava ao menos R$ 55 milhões.

Assim que assinar o contrato com o porto de Rio Grande, a nova operadora colocará seu nome no terminal, que passará a ser chamado Serra Morena, com um investimento de R$ 3,2 milhões. O terminal ganhará dois tombadores de caminhões e um descarregador para navios, que receberá uma barcaça ao dia.

A nova versão da Taça Serrada

28 de dezembro de 2010 0

Willy Cesar. Foto: Solano Ferreira

Zero Hora trouxe no domingo uma nova versão para o episódio da Taça Serrada. Uma das histórias mais pitorescas do futebol brasileiro, protagonizada há 70 anos, pode se tratar de uma estória.

O episódio da Taça Serrada, dividida por São Paulo e Rio Grande, teria um relato diferente do que é repassado. A sucessão de empates, motivo da decisão salomônica de partir o troféu ao meio, seria fruto da ficção oral, conforme a pesquisa do jornalista rio-grandino Willy Cesar.

- É uma lenda urbana – assegura Willy, que trabalha no livro Sport Club São Paulo – Um Século de Futebol Popular, com lançamento previsto para 2011. Durante seis meses, o pesquisador revirou atas, livros e jornais antigos atrás da verdade sobre a partilha, realizada entre 26 e 28 de dezembro de 1940.

A versão oficial trata de uma cisão no futebol da cidade. Rio Grande, São Paulo e Riograndense romperam relações. Para selar a paz, organizou-se a Taça Confraternização. A final teve Rio-Rita. Após seguidos empates, os clubes serraram o troféu. O site do São Paulo informa que “pênaltis foram batidos à exaustão”, porém em 1940 as penalidades sequer existiam.

No entanto, a pesquisa do jornalista, que pegou os clubes de surpresa, aponta que Rio Grande e São Paulo eram aliados. O dois romperam com o Riograndense, campeão estadual de 1939 e tetracampeão municipal em 1940. E a Taça Confraternização, disputada em forma de triangular, teve vencedor. O São Paulo bateu o Riograndense e empatou com Rio Grande. Seu nome foi gravado no troféu, marca ainda presente.

O livro Rio Grande – Centenário do Futebol Brasileiro confirma os resultados, porém cita uma final sem número de jogos e placares. Seriam quatro empates em séria, porém Willy Cesar não encontrou registros na imprensa, nas atas do memorial do clube e com antigos dirigentes das equipes.

- A partilha foi uma decisão da diretoria do São Paulo. Um sinal de amizade entre os dois times – assegura o pesquisador.

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A versão antiga: a versão contada pelos dois clubes afirma que São Paulo, Rio Grande e Riograndense, os três times da cidade, disputaram a Taça Confraternização. Na final, deu São Paulo e Rio Grande, o clássico Rio-Rita. Após sucessivos empates, as equipes decidiram serrar o troféu.

A nova versão: a pesquisa do jornalista Willy Cesar assegura que os empates sucessivos não aconteceram. Houve o Torneio Confraternização, com as três equipes, porém o São Paulo foi o campeão, com uma vitória e um empate no triangular. O clube resolveu cortar a taça e dar a metade ao Rio Grande em sinal de amizade ao co-irmão.

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A NOVA HISTÓRIA

Em 1939, São Paulo e Rio Grande criam uma aliança, chamada “o eixo”, para vencer o Riograndense, clube hegemônico à época.

Em abril de 1940, São Paulo e Rio Grande rompem com o Riograndense durante o Torneio Início da cidade.

Em 26 de julho a Federação Rio Grandense de Desportos costura a paz e cria um triangular, chamado Taça Confraternização.

O primeiro jogo acontece no dia 28 de julho, vitória do São Paulo sobre o Riograndense por 4 a 1. Em 4 de agosto, Rio Grande e São Paulo empatam em 1 a 1. Já no dia 11, o Riograndense vence o Rio Grande por 4 a 2.

Pela pontuação da época, o São Paulo é o campeão do torneio. Soma três pontos (vitórias valiam dois), contra dois do Riograndense e um do Rio Grande.

Em 20 de outubro, o São Paulo recebe a Taça Confraternização, com seu nome gravado como campeão nos dois lados.

Em um ato de amizade ao Rio Grande, a direção do São Paulo decide serrar o troféu. A entrega acontece entre 26 e 28 de dezembro.

Porto transfere área para a GM

28 de dezembro de 2010 0

A movimentação de carros no Porto de Rio Grande exigiu que o porto cedesse à General Motors (GM) uma nova área para estocar mais de 500 carros. O local que tem 30 mil m² fica no entroncamento da Av. Honório Bicalho, em frente ao portão 2 do porto rio-grandino. Cerca de 400 veículos, modelos Malibu e Captiva estão sendo remanejados, desde a semana passada, do pátio automotivo da GM e do interior do porto para esta nova área.

Dia de praia no Cassino

21 de dezembro de 2010 0

Dia convidou os veranistas a circular pela praia. Foto: Lisandra Reis

A terça-feira teve sol, um pouco de nuves, mas foi dia de praia no Cassino. Como será a quarta-feira. Hoje, com temperaturas nas casas dos 30ºC, os veranistas procuraram as águas do balneários para se refrescar. Amanhã, a previsão é de tempo bom outra vez: máxima de 26ºC, que também vale para quinta. A chuva só deve aparecer na sexta, véspera de Natal.

Santa Casa inaugura Hospital de Oncologia e Cirurgia Vascular

21 de dezembro de 2010 0

Novo complexo custou R$ 20 milhões. Foto: Roberto Witter

A Santa Casa de Rio Grande inaugurou na manhã de hoje seu Hospital de Oncologia e Cirurgia Vascular da Santa. A unidade aumentará a oferta de tratamento para os gaúchos nas duas especialidades. O destino prioritário dos cem novos leitos, que aguardam credenciamento, é o Sistema Único de Saúde (SUS).

A distribuição das vagas respeita a política da Associação de Caridade Santa Casa do Rio Grande. Há três anos, a entidade busca em oito áreas de alta complexidade pacientes de fora do sul do Estado a fim de multiplicar os recursos pagos pelo SUS.

A estratégia, com anúncios em rádios e outdoors, assegurou o fôlego nas finanças e permitiu a construção do novo hospital. Para concluir o projeto do complexo cardio-oncológico e vascular, iniciado em 2002 com o Hospital de Cardiologia, a Santa Casa buscou um empréstimo de R$ 20 milhões. Metade do valor foi investida em equipamentos, como o acelerador linear, usado no tratamento do câncer. Importada da Alemanha, a máquina custou R$ 2 milhões.

Em dois anos e meio, a Santa Casa ergueu uma estrutura de 18 mil metros quadrados, capaz de receber 400 internações e 2 mil consultas ao mês. Com quatro blocos cirúrgicos, é interligada por um correio pneumático – linha de tubos que conecta 12 pontos do hospital, como banco de sangue, enfermaria, farmácia, blocos e Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Apesar da euforia, falta saber quando os gaúchos – e demais brasileiros, já que a entidade integra a Central Nacional de Regulação de Alta Complexidade do Ministério da Saúde (CNRAC) –  poderão utilizar as novas instalações, que terão 250 funcionários. Consumada a inauguração, a mantenedora precisa habilitar o novo complexo. Será preciso uma bateria de vistorias da Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiros e prefeitura. Após, as inspeções são do SUS e de convênios.

- Em fevereiro, mais tardar início de março, queremos ter o complexo em plena atividade – projeta Enio Fernandez, presidente da Santa Casa.

O hospital
Especialidades: oncologia e cirurgia vascular
Leitos: 100
Funcionários: 250
Investimento: R$ 20 milhões