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09 de setembro de 2011 0



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Terminal de fertilizantes da Serra Morena

02 de março de 2011 0
Terminal ficará entre a Bunge e a Bianchini. Divulgação

A Serra Morena ampliará sua atuação em Rio Grande. Com investimento de R$ 20 milhões, prepara o início da construção do seu terminal retroportuário, dotado de fábrica de fertilizantes. Voltado para abastecer clientes que atuam no mercado interno, o empreendimento gerará 50 empregos diretos e outros 150 indiretos.

Com a licença prévia em mãos, a Serra Morena aguarda para os próximos dias a liberação da licença de instalação junto à Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). O aval permitirá o começo físico da obras, previsto para depois do feriado de Carnaval.

- Só dependemos deste ok. Queremos concluir o terminal entre 10 e 12 meses – revela Mario Lopes, sócio-diretor da empresa.

Desde 1992 em Rio Grande, a Serra Morena trabalha com grãos e fertilizantes, onde atua como operadora portuária. Movimenta cargas por meio de dois guindastes instalados no Porto Novo. Melhorará a logística e diminuirá custos através da construção do terminal, localizado em uma área de 10 hectares, no Distrito Industrial, em frente ao porto marítimo.

- Vamos atender outras fábricas e não o consumidor final. Não iremos concorrer com as fábricas existentes em Rio Grande – frisa Lopes.

Com reforço de um novo guindaste, já adquirido por R$ 5,5 milhões, a matéria-prima trazida em navios chegará até a fábrica da Serra Morena, com capacidade para produzir 100 mil toneladas de fertilizantes ao ano. A unidade poderá estocar 170 mil toneladas do produto e terá um pátio com espaço para 40 carretas.

- Os guindastes são rápidos, então vão diminuir o tempo para o navio descarregar, baixando custos. O cliente ainda terá opção de receber o produto in natura ou misturado e ensacado – destaca o empresário.

Conforme a movimentação do mercado, está pronto o projeto de ampliação da unidade, com mais R$ 20 milhões investidos.

- Se tudo der certo, vamos dobrar a fábrica, que poderá armazenar 340 mil toneladas de fertilizantes – antecipa Lopes.

>> Terminal de Fertilizantes Serra Morena

Onde: Distrito Industrial de Rio Grande

Investimento: R$ 20 milhões

Empregos: 50

Obra: de 10 a 12 meses de duração

Cerca do Taim sai até março

17 de fevereiro de 2011 0

O Dnit acredita que desta vez o prazo será respeitado. A licitação para repor o telamento da Estação Ecológica do Taim tem vencedor. A SBS abocanhou o contrato de R$ 1,4 milhão. Vai repor cerca de 10 quilômetros de tela.

A expectativa é de que a medida baixe consideravelmente a mortandade de animais. Até 2002, quando a cerca estava completa, morria em média três capivaras ao mês. O número subiu a 13 e passou das 50 em 2010.

O Dnit prepara a redação do contrato para futura assinatura e emissão da ordem de serviço. Cinco  Os trabalhos começam em março.

Furg projeta Centro Cultural nos Correios

17 de fevereiro de 2011 0

O destino do prédio dos Correios, em Rio Grande, pode ser a Furg. Um bom presságio.

A universidade projeta transformar o prédio, no Largo Dr Pio, em um centro cultural, a exemplo do que a Federal de Pelotas faz na cidade vizinha com estruturas históricas. O prédio  é patrimônio estadual.

A reitoria trata o assunto desde o ano passado com a direção regional dos Correios.  A Furg quer fazer do prédio um espaço público de cultura, memória e integração comunitária, a exemplo do Memorial do Rio Grande do Sul, instalado na antiga sede dos Correios e Telégrafos de Porto Alegre.

O prédio de Rio Grande receberia sala de cinema, sala de concerto, anfiteatro, galeria de arte, livraria, café cultural, sala de convenções, posto de atendimento ao estudante e memorial dos Correios.

Depois da P-63, a fábrica de cascos

16 de fevereiro de 2011 0

Governador conferiu as chapas de aço dos cascos. Foto: Caco Argemi/Palácio Piratini

Na terça foi o anúncio do começo das obras da P-63. Hoje saiu o da fábrica de cascos da Petrobras, obra de US$ 3,46 bilhões. Confirmação feita durante a visita do governador Tarso Genro ao Estaleiro Rio Grande (ERG).

Assim, Rio Grande fica com três grandes empreendimentos em andamento: P-55, P-63 e oito cascos de plataformas, os replicantes. Quase R$ 10 bilhões e a geração de mais de 10 mil empregos diretos para os próximos cinco anos.

A obra dos cascos, tocada pela Engevix, iniciou na semana passada, quando chegaram 20 mil toneladas de chapas de aço ao ERG, que será ampliado. A própria Engevix, acionista majoritária do espaço, prevê a construção do ERG2. Serão mais 35 hectares para produção de aço. Ni entanto, a obra depende de licenças ambientais.

O start da P-63

16 de fevereiro de 2011 0

Canteiro da Quip será reinagurado em março. Foto: Vinícius Costa

Uma cerimônia interna marcou o começo das atividades de construção e montagem da P-63.É terceira plataforma de petróleo feita em Rio Grande.

A solenidade aconteceu no dia 7 de fevereiro, no canteiro da Quip, na parte sul do Porto Novo, mesmo berço da P-53, concluída em 2008.

Operários da Quip já trabalham nas primeiras chapas de aço da P-63, que deve ganhar o mar a partir do segundo semestre de 2013.  No entanto, as contratações e o trabalho decolam a partir de março, quando o canteiro da Quip for reinaugurado. Por enquanto, os funcionários calibram equipamentos. Chegaram apenas três toneladas de aço.

Orçado em US$ 1,3 bilhão, a nova plataforma, que prevê a geração de 4 mil postos de trabalho diretos e de mais 7,5 mil indiretos, consolida 2011 como o ano do primeiro boom do polo naval gaúcho. Além da P-63, a mesma Quip faz no Estaleiro Rio Grande (ERG) a P-55, onde a Engevix começará nos próximos meses a construção de oito cascos para exploração no pré-sal. Somados, os empreendimentos movimentam US$ 4,4 bilhões e prometem mais de 2,5 mil empregos só em 2011.

Do tipo FPSO (para produção, estocagem e escoamento de petróleo), a P-63 é similar à P-53, também assinada pela Quip, a primeira plataforma feita no Estado, concluída em 2008. A nova embarcação terá 334 metros de comprimento, por 57 de largura.

Com capacidade para 140 mil barris de petróleo ao dia, vai operar no Campo de Papa Terra, na Bacia de Campos, no Rio.  Para o final de 2011 é aguardada a chegada do casco da plataforma. O navio BW Nisa, que dará origem ao casco, é adaptado no Estaleiro Cosco Dalian, na China, serviço desenvolvido pela empresa norueguesa BW Offshore, parceira da Quip.

>> As plataformas rio-grandinas
P-53 (pronta)

Tipo: FPSO
Comprimento: 346m
Largura: 57,3m
Calado: 7,5m
Produção de óleo: 180 mil barris/dia
Capacidade compressão de gás: 6 milhões m³/dia
Operação: Marlim Leste, na Bacia de Campos
Empregos diretos: 4 mil
Custo: US$ 1,5 bilhão

P-55 (em construção)
Tipo: semissubmersível
Comprimento: 104m
Largura: 94m
Produção de óleo: 180 mil barris/dia
Capacidade compressão de gás: 6 milhões m³/dia
Operação: Roncador, Bacia de Campos
Empregos diretos: 3,5 mil
Custo: US$ 1,65 bilhão

P-63 (em construção)
Tipo: FPSO
Comprimento: 334m
Largura: 57,3m
Calado: 7,5m
Produção de óleo: 140 mil barris/dia
Capacidade compressão de gás: 1 milhão m³/dia
Operação: Papa Terra, Bacia de Campos
Empregos diretos: 4 mil
Custo: US$ 1,3 bilhão

Stand Up Paddle no Norte

14 de fevereiro de 2011 0

Supistas remaram por sete quilômetros até a praia do Retiro. Foto: Maninho

O Stand Up Paddle (SUP) teve mais uma travessia. A turma foi de Rio Grande a São José do norte nos pranchões, movidos a remo.

Dez supistas, orientados pela Escola de Iatismo Kitesurf e Paddle Surf Vivavento e Aloha,  remaram por sete quilômetros, do Rio Grande Yacht Club até a praia do Retiro, passando pelo Porto Velho de Rio Grande e cruzando o Canal Miguel da Cunha.


Porto devolverá terminal da Cesa

10 de fevereiro de 2011 1

Cesa voltou a operar em 2009 Foto: Porto de Rio Grande

Alvo de disputa judicial, a transferência da unidade de Rio Grande da Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa) para a superintendência do porto marítimo, que repassaria a administração à empresa Serra Morena, está prestes a ser desfeita.

O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque, assegurou que o terminal de 12 mil metros quadrados, apto a estocar 60 mil toneladas de grãos, ficará com a companhia.

A pedido da Secretaria Estadual da Agricultura, a troca consumada ao final do governo de Yeda Crusius, mediante uma indenização de R$ 34 milhões, está sendo reavaliada. Com um plano de reestruturação da Cesa em elaboração, a tendência é que o terminal seja devolvido à companhia.

Novo superintendente do Porto de Rio Grande, Dirceu Lopes considera a questão  decidida. O porto antecipou R$ 6 milhões da indenização. O dinheiro volta e o terminal é outra vez da Cesa. Na prática, apesar da transferência ter sido publicada no Diário Oficial, a unidade de Rio Grande continua sendo operada por funcionários da Cesa.

O repasse da unidade à superintendência do porto foi a forma encontrada pelo governo Yeda para pôr fim a ociosidade e suprir a carência de investimentos do terminal. Desde 2009, quando voltou a operar, a unidade trabalha somente com arroz.

A troca foi parar na Justiça, questionada por representantes de operadoras portuárias interessadas no terminal. Escolhida como gestora, a Serra Morena investiria R$ 3,2 milhões, com a instalação de dois tombadores e um descarregador de barcaças. A empresa aguarda uma decisão do Piratini.

Na gerência da Cesa, a possibilidade da retomada da estrutura em Rio Grande é

comemorada. A companhia tem 22 unidades, sendo que Rio Grande é a única com saída para o mar. Assegura a saída do arroz gaúcho.

Dentro do plano de reestruturação, comandado pelo presidente da companhia, Jerônimo Oliveira Junior, o terminal receberá melhorias, como instalação de tombadores. Também será aberto a outras culturas, como trigo e soja, porém mantendo a prioridade ao arroz.

A Cesa ainda negocias o passivo de dívidas trabalhistas e terá o sistema de gestão informatizado e abrirá um futuro concurso público para repor o quadro de funcionários. A estimativa é que pelo menos cem vagas sejam abertas.


>> Entenda o caso

Com capacidade ociosa, a unidade da Cesa no Porto de Rio Grande carece de investimentos em infraestrutura. Para qualificá-la e melhor aproveitar sua estrutura, o Governo Yeda decidiu repassar a administração do terminal à Superintendência do Porto de Rio Grande (SUPRG).

A transferência foi realizada no final do ano, através de um ato administrativo. A SUPRG teria que indenizar o Piratini em R$ 34 milhões. Com a gerência do terminal, a superintendência negociou um contrato de operação portuária com a empresa Serra Morena, que modernizaria e usaria a estrutura por 36 meses.

O caso foi parar na Justiça. Diretores da empresa Supermar, interessada em administrar o terminal da Cesa, ingressaram com ação popular para impedir o negócio, que teria irregularidades.

Com a troca de comando no Piratini, a Secretaria Estadual da Agricultura solicitou uma revisão do caso. É negociado com a SUPRG a devolução da unidade rio-grandina para a Cesa.

GP Cidade do Rio Grande no Jockey de Pelotas

10 de fevereiro de 2011 0

JCP volta a funcionar no domingo. Foto: Reproducao RBSTV Pelotas

Domingo o Hipódromo da Tablada, em Pelotas, volta a ter provas oficiais. Recebe o Grande Prêmio Cidade do Rio Grande, uma das tradicionais disputas de turfe da região sul.

A data marca a retomada dos grandes eventos do Jockey Club de Pelotas, que teve a carta patente tomada por uma série de irregularidades. Dos 43 hipódromos brasileiros, apenas 18 seguem em funcionamento. O de Pelotas é um dos mais antigos do país, .fundado em 22 de junho de 1930, faz parte do Patrimônio Histórico e Cultural da cidade de Pelotas.

A programação do GP Cidade do Rio Grande começa às 10h com dois páreos e prossegue na parte da tarde com mais cinco provas. Às 18h30 acontece o páreo mais esperado, com premiação de R$ 4 mil ao cavalo vencedor do Grande Prêmio Cidade do Rio Grande.

O arrasto na Lagoa dos Patos

08 de fevereiro de 2011 0

Barco com tangones (ferros em forma de X) foi apreendido. Foto: Guilherme Mazui

A pesca de arrasto é proibida no estuário da Lagoa dos Patos. A palavra arrasto causo pânico aos ambientalistas. O professor Lauro Barcellos, do Museu Oceanográfico da Furg, tem sua cruzada particular contra a prática.

- O estuário é sensível e pequeno. O arrasto dizima cardumes de pexies e camarões.

Pois no domingo a Polícia Ambiental da BM e o Ibama, com apoio da Marinha, apreenderam uma embarcação com tangones, um mecanismo que facilita a pesca de arrasto. Através de braços mecânicos, o barco libera enormes redes, que fazem a limpa no estuário. Ajuda a desequilibras as populações de peixes. A embarcação foi lacrada pela Capitania dos Portos.

- Em alguns países do mundo o arrasto é banido! – salienta.

É louvável o trabalho da fiscalização que, mesmo após o fim do defeso, continua patrulhando a Lagoa dos Patos.