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Posts na categoria "Eleições"

Kennedy Nunes mostra o ressentimento que ainda guarda das eleições

13 de dezembro de 2012 0

O deputado Kennedy Nunes (PSD) utilizou seu Twitter quarta-feira para mostrar o ressentimento que ainda guarda do resultado das eleições municipais. Kennedy escreveu: “Lembram que no 2° turno deu um grande atraso na apuração de urnas em Joinville?” E em sequência postou um link com uma matéria em que um hacker carioca mostrava como seria possível fraudar uma eleição por R$ 80 mil.

João Kamradt, interino

Kennedy quer reparações por ataques na campanha

06 de novembro de 2012 2

Kennedy Nunes (PSD) está estudando com seus advogados a busca de reparação judicial sobre o que considera “invenções” da campanha adversária no segundo turno. “Isso não vai ficar assim e vou responsabilizar o Udo. Quero reparação, indenização, não sei ainda o caminho jurídico, mas fui vítima de invenções”, diz. O deputado, derrotado no segundo turno por Udo, refere-se a episódios sobre BNDES e aumento da água, por exemplo. “Não é porque a eleição terminou que vai ficar por isso mesmo. Inventam episódios contra mim. Onde anda a gravação da trucagem da água? Sumiu, ninguém sabe, ninguém tem”. No domingo, em conversa com Darci, Kennedy corroborou a posição de independência do PSD, sem ocupação de cargos, nem oposição renhida. “Mas eu vou cobrar as promessas de Udo. Eles fariam o mesmo se eu tivesse ganho. Foi essa função que as urnas me deram”. Kennedy está viajando e volta a Joinville no sábado.

Sem queixa

Kennedy diz não ter mágoa de Colombo, que não o apoiou na eleição. “Já sabia disso quando me candidatei”, resume. Mas Kennedy pretende retomar as cobranças ao governo do Estado em relação a Joinville. “O secretário de Saúde precisa ser trocado e a SDR, fechada”.

2014 na pauta de reunião com Pinho e LHS

05 de novembro de 2012 0

Pela presença de Luiz Henrique e de Pinho Moreira, presidente estadual da sigla, já dá para se ter uma ideia da importância da reunião de Udo Döhler com os vereadores eleitos da base aliada, hoje pela manhã. Mais tarde, ao meio-dia, tem almoço com todos os eleitos para a Câmara, inclusive da oposição – se é que vai ter mais alguém na oposição além de Adilson Mariano (PT).

No encontro com os vereadores aliados, Udo vai abordar a eleição para comando da Câmara, além de suas prioridades junto ao Legislativo no início do mandato. Caberá a Luiz Henrique e a Pinho, presidente estadual do PMDB, abordar a eleição de 2014, quando o plano é reeleger o governador Colombo. Por isso, é preciso pensar nos aliados, como o PSD, por exemplo. Não se sabe se chegarão ao ponto de citar a possibilidade de acordo com o PT, embora encontros desse tipo sejam ideais para medir a temperatura sem se comprometer com coisa alguma.

Darci não quer o PSD na oposição em Joinville

30 de outubro de 2012 0

Além de prometer não se envolver na disputa pela presidência da Câmara de Joinville – foi a articulação dele no final de 2008 que impediu a maioria do governo Carlito –, Darci de Matos não quer o PSD na oposição ao governo Udo.

“Acabou a eleição, não vencemos, agora é levantar a cabeça e seguir adiante, ajudando a Prefeitura no que for possível. Perdi para Carlito e nunca deixei de ajudar”, diz o deputado, que, junto com Kennedy Nunes, forma a dupla de maiores lideranças do PSD em Joinville.

A postura defendida por Darci é de independência. “Se os vereadores ou alguém do partido me perguntar se devemos ter cargos, direi que não, não é nosso direito, nós perdemos. Mas acabou essa de ser oposição por ser oposição. Colombo não trata todos de forma igual? Dilma não é elegante com Colombo?”, afirma. O PSD deve atuar na fiscalização, segundo o deputado – cuja avaliação sobre o futuro do partido é pessoal, ele não conversou com ninguém da sigla sobre isso, nem com Kennedy. “Vamos ver se a mobilidade terá melhorias, se a saúde vai melhorar em um ano.”

Desafios para ontem

27 de outubro de 2012 0

Da noite deste domingo até o início de janeiro, é o momento mais feliz do vitorioso do segundo turno de Joinville. Tem que cuidar da eleição da Câmara, sempre uma encrenca; montar a equipe de governo – é incrível aquele exemplo do Geisel, que só conseguiu colocar dois nomes nas pastas pretendidas, os demais cotados tiveram de ir para outros ministérios ou nem ser nomeados, até gente que ele nunca ouviu falar virou ministro (e era uma ditadura, com mais liberdade para quem manda) –, acompanhar a transição, enfim, há com o que se incomodar.

Mas nada que se compare ao que vem a partir de janeiro, com pressões de tudo quanto é lado, tendo de escolher prioridades em um orçamento que parecia bem mais elástico para quem olhava de fora e enfrentando uma burocracia que não se entrega assim tão fácil à “vontade política”. Vão surgir as realizações, mas nunca naquele volume que o eleito achava possível – pelo menos antes de assumir. Ao lado, uma lista de dez abacaxis para serem descascados pelo próximo prefeito. A maioria dos problemas já vem de outros mandatos. Outros vão sobreviver para os prefeitos seguintes.

No PP de Joinville, há uma convicção da participação do partido no governo Colombo a partir do fim do ano. Mas ninguém se atreve a dizer quem poderá ser nomeado.

Deve ser uma “harmonia” só a convivência na SDR de Joinville, onde PMDB, PSD e PSDB precisam se aturar.

Kennedy na dianteira em Joinville

27 de outubro de 2012 0

Kennedy Nunes (PSD) entra no fim de semana decisivo mantendo vantagem sobre Udo Döhler (PMDB). Com a coleta dos dados encerrada na sexta-feira, o candidato do PSD tem 50% dos votos totais, com o peemedebista registrando 35% das intenções de voto, segundo pesquisa Ibope contratada pelo Grupo RBS.

Os 15% restantes se dividem em brancos, nulos e indecisos. A eleição é neste domingo. Na comparação com a pesquisa anterior, do dia 16, Kennedy caiu seis pontos e Udo cresceu três (neste caso, oscilação dentro da margem de erro). Em votos válidos, com descarte de brancos e nulos, Kennedy vence por 59% a 41%. Na pesquisa anterior, Kennedy liderava com 64% a 36%. Nas últimas duas semanas, a mudança mais significativa na campanha eleitoral foi a postura mais crítica da campanha do PMDB em relação ao adversário do PSD.

O mapa dos votos (do 1º turno) em Joinville

14 de outubro de 2012 1


Como os mapas por zonas eleitorais já haviam adiantado, os dois classificados para o segundo turno de Joinville apresentaram diferenças na votação por bairros, apresentada na tabela abaixo. Kennedy Nunes (PSD) tem o melhor desempenho em bairros do Sul.

Mas é no Jardim Paraíso, ao Norte, que ele registra o índice mais alto. Udo Döhler (PMDB) dominou no Norte, na região mais próxima do Centro, onde passou da marca dos 50%, performance repetida no Glória e no América. Na disputa de 2008, Carlito Merss (PT) venceu em 37 bairros, contra três do segundo colocado, Darci de Matos (DEM).

>> Confira em PDF o mapa completo de votação por bairro

Naquele confronto, a diferença entre os dois foi maior (37% a 23%) do que a verificada agora entre Kennedy e Udo, 33,45% a 28,69%. Foram 14,2 mil votos de vantagem. Além dos quatro candidatos citados no quadro, a eleição teve também a participação de Leonel Camasão (PSOL), 5º colocado com 10.017 votos.

Uma curiosidade que se repetiu: no 1º turno de 2008, os bairros Itaum e Iririú apresentaram os índices mais próximos do resultado geral da votação. Nos dois locais, Carlito e Darci fizeram os mesmos índices do restante da cidade. Pois agora, os dois bairros praticamente reproduziram o voto da cidade.

Em campanha
Com o horário eleitoral de volta neste fim de semana,
a campanha de segundo turno ganhará mais força, após semana dedicada quase que exclusivamente às conversas partidárias. O eleição é no dia 28.

Desempenho
Em números absolutos, Kennedy conseguiu no Aventureiro o maior número de votos, 6,4 mil. O melhor desempenho de Udo em votos totais foi no Saguaçu, com 6 mil. Carlito fez 3,7 mil no Aventureiro.

Mais de 5%
O Bucarein é o único bairro onde Leonel Camasão conseguiu passar de 5% dos votos. Mas em quantidade, o candidato do PSOL conseguiu maior número de votos no Iririú, 705.

Sem votar
Foi justamente nos bairros de classe média, mais perto do Centro, o recorde de abstenção em Joinville. De cada 100 eleitores da 19ª Zona Eleitoral, 15 não apareceram para votar no primeiro turno.

Só no Quiriri
O Quiriri foi o único lugar onde Carlito venceu. É uma localidade de Pirabeiraba que a Justiça Eleitoral prefere divulgar de forma isolada. O petista fez pouco mais de 30% dos votos por lá.

RESULTADO DO 1º TURNO (incluindo os votos de Carlito)
- Kennedy 100.058 33,45%
- Udo 85.817 28,69%
- Carlito 57.493 19,22%
- Tebaldi 45.697 15,27%
- Camasão 10.017 3,04%

Mariani diz que PMDB e PT têm mais proximidade

12 de outubro de 2012 1

O deputado federal Mauro Mariani (PMDB) anda surpreso com a predominância das queixas do PT de Joinville em relação ao PMDB. “E o outro lado? Ninguém bateu tanto no governo Carlito quanto Kennedy. Lembram do primeiro debate desta eleição? Quase deu briga.

Quando o PMDB deixou o governo Carlito, foi de forma transparente, em nome de candidatura própria”, diz o deputado peemedebista. Para Mariani, há uma tendência natural de aproximação entre PMDB e PT. “O acordo entre PMDB e PSD no Estado foi acertado na cúpula, mas não chegou às bases, como se viu nas eleições. Não dá certo. Com o PT, há mais relação histórica. Onde estivemos juntos, ganhamos”, alega. O PT ainda não se decidiu se apoia alguém no segundo turno.

As dúvidas do PP de Joinville

11 de outubro de 2012 0

O PP é uma indefinição só sobre o segundo turno. No primeiro, o partido esteve com Carlito Merss. Kennedy deixou o partido no ano passado, desgostoso com a permanência da sigla no governo petista. Udo é ligado a Luiz Henrique, adversário do PP. Mas até segunda, o PP se decide.

PMDB entra em contato com prefeito Carlito Merss

11 de outubro de 2012 0

Udo Döhler já havia tentado outras vezes depois da votação de domingo e ontem conseguiu contato com Carlito Merss: o candidato do PMDB quer marcar uma conversa sobre o segundo turno. O prefeito de Joinville aceitou conversar, mas não chegou a ser marcada uma data.

O petista anda reticente com o PMDB porque, para ele, a verdadeira ala pró-Dilma em Joinville é a encabeçada pelo deputado Mauro Mariani e não pelo grupo do senador Luiz Henrique, que votou em José Serra em 2010 (veja reportagem nas páginas 4 e 5). Na segunda, o PT deve tomar uma decisão.

Luiz Henrique não vê motivos para preocupação de Carlito e considera o apoio do PT bem-vindo, afinal, a raiz dos dois partidos seria a mesma. “Mas não vou opinar sobre isso, é o partido que tem de decidir”, afirma. Quanto à relação com Dilma, o senador lembra da relatoria do Código Florestal. O Planalto gostou do trabalho de LHS, tanto que a relatoria, pela segunda vez, também ficou com o senador catarinense. “O líder do governo, Eduardo Braga, é do meu grupo no Senado. Temos votado junto com o governo.”

Finalistas de Joinville foram premiados pela persistência

08 de outubro de 2012 0

Foi a vitória da insistência. Kennedy Nunes sofreu para concorrer. Não tinha espaço no PP e surgiu a janela do PSD. Deu para trocar de partido sem perder o mandato. Nem dentro do PSD Kennedy era favorito: Darci de Matos era o mais cotado.

Mas o deputado vindo do DEM desistiu quando Marco Tebaldi entrou na disputa e lá foi Kennedy para sua terceira disputa. Sem apoio do governador, com menos tempo que os concorrentes, mas escorado em propostas bem apresentadas e ele próprio se apresentando como o “novo”. Udo Döhler seria o candidato da tríplice, o candidato a liderar o plebiscito contra Carlito Merss. Não deu. Tebaldi entrou na disputa e os esforços para atrair o PSD fracassaram. A tríplice naufragou, mas Udo não desistiu. Luiz Henrique foi importante, mas, vá saber, em 2008 não deu certo.

Pouco conhecido, o peemedebista foi adiante, o perfil de gestor pegou, LHS ajudou e pronto, veio a vaga no segundo. Tanto para Kennedy quanto para Udo, a queda surpreendente de Tebaldi e a dificuldade de Carlito em subir ajudaram. Mas eles estavam ali para aproveitar a oportunidade. A própria história de Kennedy e Udo nas eleições deixa o resultado do 2º turno imprevisível.

Fugurino básico

07 de outubro de 2012 0

Em campanha sem grandes ousadias, com os candidatos mais interessados em provar que têm capacidade para fazer do que em prometer revoluções, a eleição em Joinville se consolida na previsibilidade das propostas. Maturidade? Pode ser. Também pode ser reconhecimento da dificuldade em promover transformações profundas em apenas quatro anos. Como indivíduos e na visão de mundo, os candidatos têm vastas diferenças. Também contam com currículos e atuações políticas diversas. Mas no atacado, até porque são pautados em parte pelas pesquisas, os interessados em administrar Joinville não conseguem escapar do figurino básico de quem quer ser prefeito de Joinville: é preciso gastar boa parte do tempo falando em saúde, repetir ad nauseam a necessidade de investir nos bairros, reconhecer os elevados como opção viária e prometer driblar a falta de dinheiro com o “basta apresentar projetos em Brasília”. Foi mais ou menos assim em 2008. Será assim em 2016.

No varejo, há diferenças nas promessas. No atacado, não tem muito para onde fugir. São inescrutáveis os caminhos que levam o eleitor à escolha do voto. Mas vão para o segundo turno hoje os dois candidatos mais convincentes em provar a capacidade de realizar o que prometem. Contam também a capilaridade dos apoios, o empenho dos aliados, a história de vida – como se disse, nunca se sabe direito como o voto se forma. No fim das contas, campanhas são como governos: boa parte é uma questão de relações públicas.

As últimas dez eleições em Joinville

07 de outubro de 2012 0

Decisão sobre polêmica do beijo gay em propaganda eleitoral em Joinville

15 de setembro de 2012 0

Em representação contra o “Jornal da Cidade”, de Joinville, a Justiça Eleitoral concedeu direito de resposta em relação aos comentários da publicação sobre a atuação como jornalista de Leonel Camasão, candidato a prefeito pelo PSOL e autor da ação. Mas não concedeu a resposta em relação ao beijo gay. O PSOL considerou ofensivas as observações do periódico ao beijo entre dois jovens exibido no horário eleitoral. O tema criou polêmica nacional.

A Justiça considerou o comentário sobre o beijo “bastante inapropriado” e “infeliz”. “Contudo, eventual censura não é a solução jurídica ideal e nem apropriada, de acordo com a Constituição, para resolver esse tipo de situação. Ele não pediu o extermínio de nenhum grupo social, apenas se referiu a um ato homossexual de maneira agressiva por não concordar com sua apresentação em um programa político. É erro confundir isso com discurso de ódio homofóbico”, analisou a sentença, acrescentando ainda que o discurso de ódio homofóbico, quando surgirem, “deve sim ser alvo de repressão e censura”. O direito de resposta foi dado sobre outro comentário do jornal, referente à atuação profissional de Camasão como jornalista. Como a decisão foi tomada em primeira instância, cabe recurso.

Alterações no cenário eleitoral de Joinville conforme a última pesquisa Ibope

05 de setembro de 2012 0

O avanço de Udo Döhler (PMDB) é a principal alteração no cenário eleitoral de Joinville conforme a última pesquisa Ibope Inteligência para o Grupo RBS. No levantamento, com coleta de dados entre sexta e domingo, Udo atingiu 25%, dividindo a primeira colocação com Marco Tebaldi (PSDB), citado por 22% dos entrevistados – como a margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos, há empate técnico entre eles.

No levantamento anterior, com dados coletados nos dias 11 e 12 de julho, o peemedebista aparecia com 12% e Tebaldi, com 29%. Kennedy Nunes (PSD) passou de 23% para 17% entre as duas pesquisas e Carlito Merss (PT) oscilou de 14% para 11%.

Levando em conta as margens de erro, há empate técnico entre Tebaldi e Kennedy e entre Kennedy e Carlito. Leonel Camasão (PSOL) atingiu 1%. No intervalo entre os dois levantamentos, iniciou o horário eleitoral em rádio e televisão. A eleição será realizada em primeiro turno no dia 7 de outubro, daqui a 32 dias, portanto. Na simulação de segundo turno entre Tebaldi e Udo, dá empate técnico, com o tucano fazendo 37% e o peemedebista, 36%.

2º turno

Há empate técnico na simulação entre Kennedy e Tebaldi no segundo turno, feita pelo Ibope, com 35% para o candidato do PSD e 33% para o concorrente do PSDB. Tebaldi faz 46% a 21% contra Carlito, também em avaliação de segundo turno. Mais cenários nas páginas 18 e 19.

Estimativa

É mais provável que o avanço de Udo tenha sido mais sobre seus adversários, em especial Tebaldi e Kennedy, do que sobre o eleitorado indeciso neste intervalo de 49 dias entre as duas pesquisas. É possível fazer a estimativa porque o índice de indecisos até cresceu, de 10% para 16%.

Desempenho

Entre o eleitorado de Udo, não há grandes variações entre sexo e idade. O desempenho do candidato vai subindo conforme cresce a renda e a escolaridade. Tebaldi tem seu melhor índice entre os jovens com idades entre 16 e 24 anos. Kennedy, na faixa entre 24 e 29 anos.

Rejeição

Na avaliação da rejeição, a única variação significativa envolveu Carlito. A rejeição do prefeito caiu de 53% para 47% entre a pesquisa de julho do Ibope e a atual. A rejeição de Tebaldi oscilou de 17% para 18% e a de Udo passou de 15% para 13%. Já a rejeição de Kennedy foi de 13% para 10%.

O interesse

Mesmo que o horário eleitoral tenha iniciado, mais da metade dos ouvidos pelo Ibope manifestou pouco ou nenhum interesse na eleição. Na pesquisa anterior, eram 57%. Agora, são 55% dos entrevistados se dizendo com pouco ou nenhum interesse.

Avaliação

O governo Dilma continua bem avaliado em Joinville, segundo o Ibope. A soma de ótimo e bom se manteve em 65% entre as duas pesquisas. Levando em conta os mesmos conceitos, Colombo passou de 47% para 42%. E Carlito oscilou de 19% para 20% de ótimo e bom.

Na Capital

Enquanto em Joinville a avaliação de Dilma dá 65% de ótimo e bom, em Florianópolis o índice da presidente é de 55% (o Ibope na Capital saiu no domingo). Colombo, com 42% de ótimo e bom em Joinville, chegou a 31% na soma dos dois conceitos na Capital.