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Posts na categoria "política"

Zoneamento e menor burocracia incentivam geminados

21 de maio de 2013 0

Se os prédios dominam nas áreas mais centrais de Joinville – até porque na maior parte do restante da cidade há restrições a edifícios mais altos –, nos bairros a febre dos geminados não tem fim. Na zona Sul, não é difícil encontrar placas de “vendido” em todas as unidades de conjunto ainda não concluído.

Os motivos

Perguntando para quem entende do assunto, encontram-se vários motivos para o sucesso dos geminados. É que esse tipo de construção é permitida em quase toda a cidade, o que não ocorre com prédios. Tem mais: não há condomínio, e sobradinho (dois pavimentos) é sonho de muita gente. E sobra um pátio.

Menos tempo

Para quem constrói, dá para ir concluindo e entregando aos poucos, uma unidade de cada vez. A burocracia é menor (pode-se licenciar em 45 dias, edifícios podem passar de seis meses), é mais fácil incorporar, os custos estruturais (e de mão de obra) são mais baratos na comparação com prédios.

Conferência da Cidade está mantida

17 de maio de 2013 0

O vídeo com declarações de Udo sobre a tramitação da LOT no ano passado não alterou decisão sobre ação contra a comissão preparatória. Os embargos não foram aceitos. Assim, a Conferência da Cidade está mantida. A Justiça alegou que a LOT não está em pauta. O vídeo foi para análise do MP.

Servidores à espera de nova proposta da Prefeitura de Joinville

16 de maio de 2013 0

Na quinta passada, o que era apenas 4% de reajuste ganhou uma parcela a mais de 1,5% em novembro, chegando a 5,56% (juro sobre juro). Na segunda-feira, mais uma parcela, agora de 1,6%, a ser paga em janeiro. Com dois avanços em apenas uma semana, é claro que os servidores acham que dá para ir mais longe.

Por isso, a assembleia de ontem previsivelmente rejeitou a segunda contraproposta da Prefeitura de Joinville. O próprio sindicato aponta a negativa do Executivo em recompor a inflação de 7,16% já agora como trunfo junto aos próprios servidores e à opinião pública. A próxima contraproposta do Executivo deverá adiantar para meses mais próximos as parcelas de reajuste previstas para novembro e janeiro.

Udo Döhler prega o diálogo com sindicato

15 de maio de 2013 0

Udo Döhler gastou boa parte da coletiva de terça-feira sobre a greve para pregar o bom relacionamento com o sindicato, a harmonia e o “diálogo” permanente. Ao seu lado, Afonso Fraiz dizia que não há, até agora, motivo para ação judicial para garantir atendimento na saúde, afinal, setores de emergência estão funcionando.

Além disso, também foi citado que não houve nenhum confronto entre grevistas e não grevistas. Depois da entrevista, indagado se pretende cortar o ponto (descontar os dias parados), Udo preferiu não responder. Imagina-se que o Executivo está aguardando a assembleia sobre a nova proposta para só depois, caso haja rejeição, decidir se vai ou não endurecer com o movimento.

Novas regras para patrimônio ainda sem regulamentação

15 de maio de 2013 0

A última promessa era para abril e nada, ainda, da regulamentação das leis com novas regras – e incentivos – para a preservação do patrimônio histórico de Joinville. A Fundação Cultural concluiu seu trabalho e a análise está com a procuradoria.

Governo de SC abre concurso para o Case de Joinville

14 de maio de 2013 0

O governo do Estado abriu processo seletivo para contratação de pessoal para o Centro de Atendimento Socioeducativo Regional de Joinville (Case), a ser inaugurado nos próximos meses. Só de agentes de segurança, são 90 vagas. Tem para instrutor, médicos, psicólogos, técnicos, enfermeiros, dentistas etc.

Ao todo, a seleção abre 117 vagas. O Case de Joinville, em fase final de construção no Vila Nova, vai abrigar jovens infratores. A administração, assim como do Casep (internação provisória), já em operação, ficará a cargo de ONG. Mais informações sobre o concurso estão em www.sjc.sc.gov.br.

A volta da queda de braço entre servidores e Prefeitura

13 de maio de 2013 0

Executivo e sindicato dos servidores começam hoje a medir forças para ver quando será concedida a nova contraproposta da Prefeitura de Joinville, provavelmente mais uma parcela entre 1,5% e 2% em algum momento do ano. Assim, se completa a inflação. Mas tem também a tática de deixar o tempo passar. Em 2011, o governo Carlito sofreu desgaste, mas também cansou a categoria.

No fim, as conquistas foram antecipar em duas parcelas metade dos 8% prometidos para janeiro. Isso depois de 40 dias de greve. A ameaça do desconto dos dias parados apressou o fim da paralisação. Udo já deixou uma janela aberta, “se as finanças melhorarem, melhora a proposta”. Como não tem nenhum aporte extra de recursos previsto para a Prefeitura, talvez o prefeito esteja se referindo ao balanço da Lei Fiscal, a sair nos próximos dias.

Ações judiciais no forno em Joinville

11 de maio de 2013 0

As centenas de servidores na assembleia de ontem em frente à Prefeitura de Joinville mostraram que a greve marcada para segunda deve começar com adesão significativa. Mas paralisação do funcionalismo traz transtornos em qualquer setor, só que é na saúde que o bicho pega: se parar ali, complica tudo. Ontem mesmo a Prefeitura começou a analisar as medidas judiciais para garantir o atendimento mínimo em prontos-atendimentos (PAs) e no Hospital São José, pelo menos. Na greve de 2011, o governo Carlito conseguiu liminares com pedidos semelhantes, mas ainda assim houve transtornos no atendimento, além das dificuldades costumeiras – mas os atendimentos de emergência são sempre mantidos durante as paralisações. A possibilidade de apresentar ações judiciais ainda ontem chegou a ser discutida, mas o Executivo resolver esperar até a semana que vem.

A influência da influência

Na guerra pela opinião pública (e entre os próprios servidores), sem oferecer a reposição da inflação, por mais construções que sejam feitas envolvendo a Lei Fiscal e o diálogo do prefeito com o sindicato, o governo Udo sai em desvantagem. Vem justamente daí, “mas nem a inflação?” a força sindical.

Câmara aprova meritocracia e afasta temor no São José

10 de maio de 2013 0

Um alívio ontem na Câmara com a aprovação do projeto da gratificação (meritocracia) dos médicos do Hospital São José. A Prefeitura de Joinville tinha pressa porque o atendimento estava sendo afetado. Explica-se: na esteira do cancelamento do contrato de clínica de anestesistas, foi suspenso o pagamento dos honorários devido à necessidade de regulamentação.

O projeto foi enviado, entre outros motivos, também para legalizar essa situação. Em determinados casos, os honorários representam cerca da metade do rendimentos dos médicos. “Uma situação muito preocupante”, resumiu o diretor do São José, Marcos Krelling. Assim que o projeto virar lei, serão feitos pagamentos retroativos.

Estado cobra licença para duplicar a Santos Dumont

09 de maio de 2013 0

Reunião hoje na Prefeitura de Joinville vai pressionar pela liberação da licença ambiental da duplicação da Santos Dumont. A obra já poderia ter iniciado no trecho mais fácil, entre a Tuiuti e o aeroporto, se o documento em elaboração pela Fundema tivesse sido liberado.

A fundação só aguarda a documentação das concessionárias que utilizam a via, como de energia e telefonia, por exemplo, para liberar o licenciamento. O trecho depois da Tuiuti é mais fácil porque não precisa de tantas desapropriações como no trajeto anterior, iniciado no cruzamento da Dona Francisca. O secretário Valdir Cobalchini (Infraestrutura) vai participar da reunião. Quem também estará no encontro será o vice governador Pinho Moreira, também interessado em conversar com o prefeito Udo Döhler.

Empresários retomam luta pela duplicação da Dona Francisca

08 de maio de 2013 0

A cobrança pela duplicação da Dona Francisca será retomada nesta semana em Joinville. Em encontro na manhã de quinta, no Perini Business Park, serão apresentados números sobre o tráfego e acidentes na via de acesso ao Distrito Industrial. A iniciativa é da Gestão Compartilhada Norte da Acij, espécie de braço da entidade empresarial nos bairros. Todos os empresários com empreendimentos no Distrito Industrial, Perini e no entorno estão sendo convidados para a reunião. A PM vai participar.

Cobrança empresarial desde meados da década passada, a duplicação de trecho da Dona Francisca ganhou força em 2008 e 2009, inclusive com doação de área e elaboração de projeto preliminar pelo Ippuj. Havia interesse de utilização de emenda de R$ 19,9 milhões, mas não andou. Após a posse de Colombo, a pressão foi retomada, com apoio do governador à obra. Mas pouco ou nada andou.


Em revisão

O que existe hoje envolvendo a duplicação da Dona Francisca entre a rótula do Tecelão e a Estrada da Ilha (6 km) são uma portaria de setembro do ano passado determinando a revisão do projeto e a contratação de empresa, em agosto, para também estudar o projeto.

Manejo da Apa

Como saiu o decreto do plano de manejo da área de preservação ambiental (APA) Dona Francisca, mais atividades que antes não precisam de autorização agora terão de passar pela Fundema e o conselho gestor da unidade de conversação. A APA cobre 35% do território de Joinville.


MP tenta o consenso para acabar com a guerra da LOT

07 de maio de 2013 0

O Ministério Público de Santa Catarina está tentando buscar uma saída para a guerra judicial envolvendo questões urbanísticas em Joinville. Ontem, parte de integrantes da comissão formada para realizar a Conferência da Cidade, acompanhada de representantes do Ippuj, foi receptiva à sugestão da promotoria para elaboração de acordo (termo de ajuste de conduta, um TAC) sobre a pendenga. Hoje será a vez dos autores da ação judicial (ainda não julgada) contra comissão conversarem com o promotor Cristian Stahelin Oliveira.

Se o grupo concordar, os dois lados se reúnem já na quarta para tentar assinar o acordo e encerrar a judicialização do caso. A Conferência da Cidade está mantida para o dia 18, mas há a possibilidade de adiamento caso o TAC implique alterações mais profundas de procedimentos da comissão preparatória. A tentativa de mediação do MP começou com abertura de inquérito civil.

Pelo conselho

A Conferência da Cidade vai formar o novo Conselho da Cidade e, assim, serão retomadas as análises sobre leis urbanísticas, como a LOT e outras. O conselho não é deliberativo, isto é, não decide, apenas recomenda. Mas se os projetos não passarem pela estrutura, a Câmara não tem como votar.

Assembleia dos servidores pode decidir por greve

06 de maio de 2013 0

Os servidores municipais de Joinville realizam hoje assembleia com grandes possibilidades de rejeitar a proposta de reajuste de 4% feita pela Prefeitura. Uma vez confirmada a recusa, será marcada a greve, a iniciar na próxima semana. Até lá, o sindicato vai aguardar contraproposta do Executivo.

Além da inflação, 7,22% (pelo INPC), a proposta sindical quer mais 5% de reposição das perdas. Na quarta, sai o INPC de abril. Numa dessas, se o índice cair, a proposta da Prefeitura fica mais próxima da inflação. Mesmo que ocorra uma queda, ainda assim fica perto de 7%. Em 2010, depois de 18 anos, a Prefeitura enfrentou uma greve, de cinco dias. No ano seguinte, nova paralisação, desta vez durante 40 dias.

Novo partido tenta criar maior bancada de Joinville

04 de maio de 2013 0

Em almoço ontem em Pirabeiraba, o pessoal do MD (ex-PPS) tenta formar a maior bancada de Joinville garantindo que não quer ser oposição ao governo Udo. É improvável: a maioria dos cotados para entrar na nova sigla ou não está alinhada com a Prefeitura ou já entrou na oposição.

Como recém-indicou um subprefeito, Dorval Pretti (PPS) alegou outro compromisso e não apareceu, embora tenha sido convidado. Patrício Destro, cotado para entrar no novo partido (não há consenso sobre isso, há quem ache que ele não sai do PSD), não foi convidado. No encontro, estavam Levi Rioschi (PPS), Maycon César (PR), Odir Nunes (PSD) e Roberto Bisoni (PSDB), além do deputado Sandro Silva, encarregado de liderar o partido no Norte. São conversas embrionárias, até porque ainda não abriu a janela para filiações ao novo partido. Hoje, o PMDB tem a maior bancada, com quatro integrantes.

Presídio também poderá oferecer oportunidade de trabalho

03 de maio de 2013 0

O juiz João Marcos Buch está atrás de oferta de trabalho para os detentos do Presídio Regional de Joinville. Na Penitenciária Industrial, a maioria já tem ocupação. Em um primeiro momento, a meta é oferecer oportunidade para o pessoal do semiaberto do Regional, em torno de 150 pessoas. Seria para trabalho externo.

Por causa do espaço, as empresas teriam dificuldades para se instalar dentro do presídio – na penitenciária, foram montadas unidades industriais. Foram feitos contatos com a Prefeitura para organizar serviços como limpeza de praças e demais espaços públicos. No ano passado, um grupo de mulheres passou por treinamento e prestou serviços externos.