Se os vereadores da legislatura passada resolveram não mudar o número de vagas na Câmara de Joinville, não seria a Justiça Eleitoral a criar mais cadeiras, ainda mais depois da eleição. Esse foi o resumo da decisão de quinta do Tribunal Regional Eleitoral e divulgada ontem pelo próprio TRE. Ação apresentada pelos diretórios municipais do PT, do PP e do PSD queria a ampliação de 19 para 23 vagas – quatro suplentes da última eleição já ficariam com os cargos.
A Constituição apontaria um mínimo de 23 vagas e máximo de 25. Mas só que, lembrou o TRE, a lei orgânica de Joinville precisa prever essas vagas. Em Joinville, não houve votos suficientes para alterar a legislação local. Assim, ficou como estava, com 19 vagas. Cabe recurso à decisão do TRE divulgada ontem.
Campanha
Não faltou polêmica em 2011. Entidades empresariais, entre outras, manifestaram-se contra mais vagas. Até campanhas de outdoor e de adesivos contra a ampliação foram realizadas. “A Notícia” também defendeu a manutenção da Câmara de Joinville em 19 cadeiras.
Suplentes
Se tivessem sido criadas mais seis vagas, como chegou a ser analisado em 2011, Ademir Negherbon (PDT), Alodir Cristo (DEM), Rodrigo Thomazi (PP), Marquinhos Fernandes (PT), Pastor Gomes (PRB) e Zilnety Nunes (PSD) teriam sido eleitos em outubro passado.




