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Posts na categoria "Oscar 2012"

Crítica de Sete Dias com Marilyn (My Week with Marilyn)

17 de março de 2012 0

Você que, como eu, tem uma paixão contagiante pelo cinema, já se imaginou acompanhando os bastidores de filmagem de uma produção com alguns dos grandes astros de sua época? Agora, imagine ter feito isso na era das grandes estrelas, ter visto e convivido de perto com Marilyn Monroe, por exemplo.

Sete Dias com Marilyn (My Week with Marilyn) torna este sonho realidade. Nos aproxima de uma das maiores estrelas de Hollywood de todos os tempos. Conhecemos um pouco da intimidade da diva, sua fragilidade, talento e carisma. E é de cair o queixo a interpretação de Michelle Williams para o papel. Perfeita, para dizer o mínimo.

A HISTÓRIA: O filme começa nos contando que, em 1956, no auge de sua carreira, Marilyn Monroe (Michelle Williams) viajou para a Inglaterra para fazer um filme com Sir Laurence Olivier (Kenneth Branagh). Chegando lá, ela conheceu um jovem chamado Colin Clark (Eddie Redmayne), que escreveu um diário sobre os bastidores das filmagens. E o filme é a história real sobre o que aconteceu.

No breu, ela aparece do lado direito da tela. Quando o holofote acende sobre ela, a diva se vira. E dá um show. Começa aí a história da experiência de Marilyn Monroe na Inglaterra, contada por Clark. Através daquele jovem fascinado pelo cinema, acompanhamos os bastidores da filmagem de O Príncipe Encantado (The Prince and the Showgirl), e nos aproximamos de alguns dos grandes astros daquela época. Com destaque, é claro, para a complexidade da personalidade de Marilyn e das pessoas que a cercavam.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER - aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso recomendo que só continue a ler quem já assistiu a Sete Dias com Marilyn): Impressionante. Ficamos fascinados com Michelle Williams como Marilyn Monroe. Da mesma forma com que o personagem de Colin Clark, embasbacado com aquela sequência inicial do filme que está sendo exibida em uma sala de cinema repleta de homens igualmente babões. Ela faz um trabalho impecável e marcante. Algumas vezes, a ponto do espectador ser até capaz de esquecer da Marilyn original, e acreditar que esta assistindo à diva na telona outra vez.

Até assistir a esse filme, eu não sabia que se tratava de uma história real, baseada nos escritos de um admirador que teve a oportunidade de conviver com Marilyn por um período. Interessante a forma com que esta história real foi contada. Bom trabalho do roteirista Adrian Hodges, baseado nos livros My Week with Marilyn e The Prince, the Showgirl and Me, escritos por Clark.

Ele acerta em começar com Marilyn na telona do cinema e, a partir daí, abraçar a ótica do narrador desta história. A empatia é criada rapidamente, e isso é fundamental para o espectador continuar interessado no filme.

Além disso, claro, o diretor Simon Curtis acerta ao apostar no trabalho de seus atores. Ele evidencia não apenas Michelle Williams e Kenneth Branagh, mas o "narrador" Eddie Redmayne e todos os demais intérpretes selecionados à dedo para esta produção. E o elenco, aliás, é exemplar.

Julia Ormond interpreta à diva Vivien Leigh, mulher de Laurence Olivier; Emma Watson interpreta à Lucy, que trabalha nos estúdios e atrai o protagonista; Dougray Scott interpreta a Arthur Miller, marido de Marilyn; Dominic Cooper a Milton Greene, fotógrafo e amigo pessoal de Marilyn; Judi Dench, fantástica, interpreta a Sybill Thorndike; e Zoë Wanamaker à Paula Strasberg, que não desgruda de Marilyn. Todos estes tem relevância para a história e aparecem muito bem em cena.

Eis um filme de atores. Com grandes interpretações. Como não poderia deixar de ser. Até porque esta é uma produção que conta sobre os bastidores de um filme. Então os acertos, erros, exageros, o talento e, porque não, o ego dos atores está em evidência. Interessante como Sete Dias com Marilyn mostra astros como Monroe e Laurence Olivier de perto, com todas as suas fraquezas e talento. (continua... para ler, clique abaixo)

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Crítica de Drive

02 de março de 2012 1

Um filme com estilo. No conteúdo e na forma. Drive resgata um jeito de fazer cinema um tanto esquecido e presenteia o espectador com uma história bem contada e envolvente. Quem diria que um sujeito bom de braço no volante poderia ser tão versátil. E render tantas cenas instigantes muito além da ação. Drive lembra um pouco o estilo da boa fase de Quentin Tarantino. Mas não é uma cópia do estilo do diretor ou mesmo uma releitura. Ele tem criatividade e estilo próprio, com foco menor nos diálogos e uma atenção maior em outros quesitos.

A HISTÓRIA: Um homem (Ryan Gosling) comenta, por telefone e olhando por uma janela de hotel, que há milhares de ruas em Los Angeles. E que basta o interlocutor dizer hora e local, que ele dará cinco minutos para ele. Depois deste tempo, ele vai embora, não importa o que aconteça. Em seguida, ele diz que a pessoa não poderá falar mais com ele naquele celular. O homem então pega uma bolsa e sai do quarto. Dirige pelas ruas iluminadas, até chegar em uma oficina e pegar um Chevy Empala, um carro mais básico e comum para ele dirigir.

O dono da oficina, Shannon (Bryan Cranston) explica que este é o carro mais usado na Califórnia. O protagonista então dirige, escutando a transmissão do jogo entre Celtics e Clippers. Chega no lugar combinado, vê dois homens atravessando a rua e tira o relógio do pulso para colocá-lo no volante. Ele dá cinco minutos para eles fazerem o roubo e depois segue para a fuga. A partir daí, mergulhamos na vida deste motorista.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER - aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso só recomendo que continue a ler quem já assistiu a Drive): Uma pessoa nunca é uma coisa só. Um médico não é apenas um sujeito que tenta curar pessoas. Ele também pode ser um pai, sem dúvidas é um filho - ou já foi um -, um apreciador de bons vinhos, um especialista em mitologia grega, um ótimo pescador e tantas outras coisas... Da mesma forma, o protagonista de Drive não é apenas um ótimo motorista. Mas a habilidade dele para guiar com maestria um carro e seu conhecimento das ruas de Los Angeles fazem ele utilizar este diferencial para muitas funções.

No começo de Drive, ele parece ser apenas um motorista voraz e especialista em fugas espetaculares. E aí surge a primeira boa sacada da direção de Nicolas Winding Refn: mostrar como o ingrediente principal do protagonista não é a destreza, dirigir o carro de uma maneira enfurecida, mas a inteligência. Ele conhece como ninguém as ruas e quebradas de Los Angeles. Sabe como a polícia funciona. E, pouco a pouco, o roteiro de Hossein Amini vai nos mostrando que ele conhece também, com precisão, o funcionamento da bandidagem.

Um grande acerto do filme, para começar, é esta resistência em cair no lugar-comum de um filme de ação. Ainda que a destreza no volante seja fundamental para o protagonista, este não é o único elemento que o diferencia dos demais. A inteligência e o comportamento reto, centrado em proteger a Irene (Carey Mulligan) e seu filho, Benicio (Kaden Leos), e a manter-se vivo, contam muito mais.

Então Drive acaba tendo elementos de filmes de ação, mas ele também abraça o drama e o suspense. Faz lembrar dos filmes noir, não apenas pelo estilo, mas pela lógica da produção, na qual o protagonista parece fadado a se dar mal - e tem que lutar para manter-se o mais limpo possível em um ambiente de contravenções e de um tipo de "submundo".

Como em tantas outras produções, acompanhamos o protagonista em um momento de ruptura. Ele está deixando a vida de motorista de ladrões para abraçar apenas as suas outras duas profissões: dublê de astros em filmes de ação e mecânico. Neste momento, como manda a regra da roda-viva do cotidiano, ele também encontra outro motivo para mudar de foco: conhece a Irene e seu filho. Fica encantado por ela, e parece que o interesse é recíproco. Mas como nunca as coisas são fáceis, ele só se complica com esta ilusão de viver um grande amor. (continua... para ler, clique abaixo)

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Três vezes Meryl Streep

28 de fevereiro de 2012 0

Exatamente 29 anos depois de ter recebido o segundo Oscar da carreira e após 12 indicações sem ganhar, a atriz Meryl Streep embolsou uma nova estatueta dourada no último domingo.

No melhor estilo "recordar é viver", veja as fotos da atriz recebendo as três premiações entregues pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood em sua carreira:


Meryl Streep vestida de branco e com 30 anos de idade recebe o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme Kramer vs. Kramer no Oscar de 1980.


Grávida de Mary, em 1983, Meryl vestiu dourado para receber a estatueta como Melhor Atriz pelo trabalho no filme A Escolha de Sofia. Casada desde 1978 com Don Gummer, Meryl Streep teve quatro filhos com ele, três meninas e um menino.


A cor dourada voltou a ser utilizada no último domingo, quando a atriz recebeu o Oscar de Melhor Atriz pelo trabalho como protagonista no filme A Dama de Ferro. Sem ela, o filme perderia grande parte do interesse e da qualidade - aliás, impossível imaginar outra atriz para interpretar à Margaret Thatcher.

Uggie esteve no Oscar

27 de fevereiro de 2012 0

Ele foi o comentário da semana passada. Dias antes da cerimônia do 84º Oscar começar, todos queriam saber se, no caso de uma vitória de O Artista, o cãozinho Uggie subiria ao palco.

Chegaram a pensar em Uggie como parceiro de cena do apresentador Billy Crystal. Mas dias antes do Oscar, os produtores da cerimônia de premiação divulgaram, através de nota, que ele não participaria da noite.

Mesmo sem autorização oficial para aparecer, Uggie foi fotografado sobre o palco junto do ator Jean Dujardin, premiado como o melhor do ano pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.

Depois, Uggie, cãozinho nascido em 2002 que encantou espectadores do mundo inteiro por sua atuação no melhor filme do ano, apareceu nos bastidores do Oscar. Ele inclusive fez poses, como esta aí de cima.

Da raça Jack Russell Terrier, Uggie ficou famoso não apenas por O Artista, mas também por seu trabalho no menos conhecido Mr. Fix It, de 2006, e em Água para Elefantes, de 2011.

A "carreira" do astro canino começou com aparições em comerciais e, no cinema, em 2005, quando ele apareceu em Roqueiros. Mas nenhum desempenho dele foi tão elogiado quanto aquele de O Artista.

A classe de Meryl Streep

27 de fevereiro de 2012 0

Desde 1979, quando foi indicada pela primeira vez a um Oscar, Meryl Streep vinha acumulando chances de ganhar uma estatueta dourada. Parece inacreditável, e não há paralelo na história do cinema nesta constância, mas Streep nunca ficou mais de cinco anos sem ser indicada aos prêmios de Melhor Atriz ou Melhor Atriz Coadjuvante em um Oscar.

Ontem, quando a 84ª cerimônia do prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood começou, ela suportou mais algumas piadas sobre o próprio recorde de nomeações.

Mesmo com as piadas e com os comentários de "outra vez?" feitos nos bastidores da premiação, nos corredores dos estúdios, nas ruas de Hollywood e por espectadores do mundo inteiro, Meryl Streep seguia comparecendo em cada edição do Oscar. Com o risco de ganhar mas, mostra a história, principalmente o de perder, a atriz de 62 anos frequentou as cerimônias durante as últimas três décadas sem esmorecer.

Isso sim é ter classe. Brilhante, uma das melhores atrizes da história do cinema, Meryl Streep nunca se abalou com as derrotas. Por tudo isso, ontem foi ótimo vê-la subindo ao palco vestida de dourado, fazendo um dueto perfeito com a estatueta careca do Oscar. Ela mereceu a vitória, porque carrega praticamente sozinha A Dama de Ferro.

Além deste Oscar, ela recebeu outros dois. O primeiro, em 1980, como coadjuvante por seu trabalho em Kramer vs. Kramer, dirigido por Robert Benton, no qual ela faz um dueto singular com Dustin Hoffman - que também ganhou, aquele ano, como Melhor Ator.

Depois, em 1983, ela ganhou outra estatueta, desta vez como melhor atriz, pelo trabalho estonteante em A Escolha de Sofia, dirigido por Alan J. Pakula, no qual ela contracenava com Kevin Kline. Além destas estatuetas, ela foi indicada outras 14 vezes, sem ganhar.

Números impressionantes. Mas que apenas revelam o talento singular de Meryl Streep. E que ganha ainda mais pontos pela postura, seja no trato com os colegas de trabalho, na seriedade com que leva a própria carreira ou pelo "fair play" (espírito esportivo) de nunca deixar de comparecer ao Oscar, apesar de tantas derrotas.

E se tomarmos o exemplo de outro premiado da noite de ontem, o ator Christopher Plummer, com 82 anos, talvez possamos vê-la muitas vezes ainda no Oscar. Nas próximas duas décadas a chance é grande dela emplacar mais algumas indicações - e, quem sabe, algum prêmio? Espírito esportivo para continuar sorrindo e comparecendo no Oscar ela já demonstrou ter de sobra.

Premiados no Oscar 2012 - resultado final

27 de fevereiro de 2012 0

As previsões sobre o Oscar deste ano acertaram em quase todos os alvos. Poucas surpresas foram registradas na noite de gala do cinema de Hollywood. E mesmo elas nãos foram desagradáveis.

Como poucas vezes antes na história da premiação, não podemos apontar para escolhas injustas. Pelo contrário. O Oscar, como a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood tem cuidado de fazer, nos últimos anos, reinventou-se mais uma vez.

A premiação foi, claramente, uma homenagem à arte de fazer filmes. A Academia olhou para o passado. Fez homenagens a ele. Mas olhou para o presente e o futuro.

Prova disso é que premiou, com quantidade igual de estatuetas, O Artista e A Invenção de Hugo Cabret. Os dois receberam cinco estatuetas, cada. Mas como havia sido cantado nas bolsas de apostas e nas premiações mundo afora, O Artista levou a melhor abocanhando os prêmios principais da noite.

O filme dirigido por Martin Scorsese e a produção conduzida por Michel Hazanavicius merecem aplausos. E os receberam. Mas apesar do virtuosismo e da invenção de ser o melhor filme 3D já feito - nas palavras de James Cameron - Hugo não era a melhor produção em disputa.

O Artista retoma a essência da Sétima Arte, rende homenagem a vários ícones do cinema mas, mais que isso, plasma aquilo que Hollywood vem fazendo nos últimos anos: a vontade de reinventar-se. A ousadia de largar para trás aquela que se considerava a fórmula certa de fazer as coisas para abraçar a nova realidade. Porque o tempo não para. Ele é imutável. E é preciso aprender com ele. O Artista trata disso.

Fora os dois filmes, que dividiram 10 dos principais prêmios deste ano, o destaque da noite foi o terceiro Oscar recebido pela atriz Meryl Streep - 17 vezes indicadas na premiação. Também foi bacana ver dois estrangeiros ganhando em categorias principais - o diretor Michel Hazanavicius e o ator Jean Dujardin.

Merece menção ainda o Oscar recebido por Woody Allen, único ausente da premiação - ele ganhou na categoria Melhor Roteiro Original.

O Brasil perdeu a disputa na melhor chance que já teve no Oscar. Desta vez, tínhamos 50% de chance de ganhar na categoria de Melhor Canção Original - afinal, só havia um outro concorrente. E ainda assim, perdemos. Paciência. Um dia teremos cacife para embolsar uma estatueta.


Veja, a seguir, a lista completa dos vencedores da 84ª festa do cinema de Hollywood:

Melhor Filme: O Artista.

Melhor Diretor: Michel Hazanavicius, de O Artista.

Melhor Atriz: Meryl Streep, de A Dama de Ferro.

Melhor Ator: Jean Dujardin, de O Artista.

Melhor Atriz Coadjuvante: Octavia Spencer, de Histórias Cruzadas.

Melhor Ator Coadjuvante: Christopher Plummer, de Toda Forma de Amor.

Melhor Roteiro Original: Meia-Noite em Paris.

Melhor Roteiro Adaptado: Os Descendentes.

Melhor Filme em Língua Estrangeira: A Separação.

Melhor Animação: Rango.

Melhor Documentário: Undefeated.

Melhor Direção de Fotografia: A Invenção de Hugo Cabret.

Melhor Direção de Arte: A Invenção de Hugo Cabret.

Melhor Figurino: O Artista.

Melhor Maquiagem: A Dama de Ferro.

Melhor Edição: Millennium - Os Homens Que Não Amavam as Mulheres.

Melhor Edição de Som: A Invenção de Hugo Cabret.

Melhor Mixagem de Som: A Invenção de Hugo Cabret.

Melhores Efeitos Visuais: A Invenção de Hugo Cabret.

Melhor Trilha Sonora: O Artista.

Melhor Canção Original: Man or Muppet, de Os Muppets.

Melhor Curta-metragem: The Shore.

Melhor Curta-metragem Documentário: Saving Face.

Melhor Curta-metragem de Animação: The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore.


E se você quiser saber como foi o tapete vermelho, antes da cerimônia do Oscar começar, e todas as entregas de prêmios, leia o post abaixo. Ele foi publicado enquanto os eventos iam ocorrendo.

Premiados no Oscar 2012 - cobertura online

26 de fevereiro de 2012 0


Boa noite, caros leitores do Sala de Cinema.

A partir de agora, vamos começar a fazer uma cobertura online do Oscar 2012.

A primeira transmissão direta do tapete vermelho já começou. Entre os astros esperados para esta noite, já passaram por ali George Clooney e Jonah Hill. Agora, Viola Davis, com cabelo curtíssimo e um vestido verde de Vera Wang.

Os analistas da moda elogiaram muito o vestido de Stacey Clooney, dourado e, claro, o próprio George Clooney. Viola Davis também foi elogiada pelo vestido justo, e Rooney Mara por um traje branco Givenchy - uma cor que ela não costuma utilizar.

Agora, 20h53min, no tapete vermelho Michelle Williams em um vestido vermelho de Louis Vuitton. Linda. A atriz comenta que ao interpretar Marilyn Monroe ela descobriu muito sobre a diva, especialmente mais sobre o talento e a tristeza dela.

A favorita na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante, Octavia Spencer, é entrevistada no tapete vermelho. Ela disse que amanheceu nervosa, e que não preparou nenhum discurso. Comenta que gosta de competir e que, caso ganhe, não deixará de falar nada. Spencer disse que fez uma festa com o elenco de Histórias Cruzadas dois dias antes do Oscar.

Falando na categoria de coadjuvante, Jonah Hill, que faz um ótimo trabalho em O Homem que Mudou o Jogo, comenta que está nervoso e aparece ao lado da mãe.

Jean Dujardin apareceu agora, às 21h06min, comentando que estava um pouco nervoso e responde ao entrevistado, sobre ser o primeiro francês que pode ganhar um Oscar, que isso só vai se concretizar se ele ganhar. Bem humorado, ele não escondeu o nervosismo, mas estava muito elegante. Aliás, a disputa de melhor ator desta noite também é uma boa quebra-de-braço para saber qual dos dois maiores concorrentes - George Clooney e Dujardin - também estão mais bem vestidos.

O polêmico Sacha Baron Cohen chegou há pouco, por volta das 21h05min, vestido de ditador. Ele disse que está vestindo John Galliano. Com barba longa e óculos azuis, ele carregava uma urna com "as cinzas" do ex-ditador Kim Jong-il, da Coreia do Norte. Cohen descarregou "as cinzas" no apresentador do canal E!.

Jessica Chastain, uma das atrizes de destaque da última temporada, apareceu fazendo furor em um vestido preto e dourado. Bela naturalmente, ela ficou ainda mais destacada com a roupa. Pelos comentários de quem acompanha o Oscar, ela já está na lista das mais bem vestidas da noite.

Jennifer Lopez também apareceu linda em um vestido branco longo e com um decote vantajoso. Ela será uma das apresentadoras da noite.

Um pouco atrasada a premiação do Oscar. A previsão é que a cerimônia começasse às 21h30min.

Colin Firth, que ganhou o Oscar de Melhor Ator no ano passado, comenta sobre o ritual de participar este ano entregando um prêmio. Ele comenta que há preparação para este momento, e que a vantagem é que a pressão deste ano não está sobre ele, mas sobre os novos indicados.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood disponibiliza neste link as fotos do tapete vermelho. Dá uma conferida lá e procure os seus atores e atrizes favoritas.

Penélope Cruz, com um sotaque muito acentuado e, consequentemente, com um inglês estranho, aparece com um vestido Giorgio Armani Privé. O traje é lindo, mas o cabelo dela me pareceu um tanto descompassado. São 22h, e não há sinal da premiação começar.

Os apresentadores dos canais E! e TNT se desdobram para falar dos vestidos e das joias das estrelas enquanto o melhor da festa não começa. Segundo a contagem regressiva do canal TNT e da própria Academia, a entrega vai começar as 22h30min, mesmo horário do ano passado. (continua... para ler mais, clique abaixo)

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