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Posts na categoria "romance"

Confira os trailers dos filmes que estreiam nesta sexta em Santa Catarina

02 de agosto de 2012 1

Em Bel Ami Robert Pattinson interpreta um jovem que busca se tornar um homem poderoso manipulando as mulheres mais ricas de Paris.

Katy Perry dá acesso ilimitado aos fãs no documentário 3D que mostra sua criação por pais evangélicos e a trajetória até o sucesso. Leia mais sobre o filme aqui.

Comédia fracesa enfoca a timidez crônica e a dificuldade das pessoas de expressarem seus sentimentos.

Com Jennifer Lopez e Rodrigo Santoro no elenco, o filme aborda a dificuldade dos casais de se tornarem pais.


Crítica de Diário de Um Jornalista Bêbado (The Rum Diary)

04 de maio de 2012 0

Diz a lenda que todo jornalista que se preze tem que ser bom de copo. Em outras palavras, deve beber bem - ou fumar, pelo menos, porque algum vício básico o jornalista deve ter. Diário de Um Jornalista Bêbado (The Rum Diary) resgata esta lenda e se aprofunda nela através da história do jornalista Paul Kemp, interpretado por Johnny Depp.

Quem acompanha a carreira do ator verá muitos pontos em comum entre Diário de Um Jornalista Bêbado e o ótimo Medo e Delírio (Fear and Loathing in Las Vegas), de 1998, dirigido por Terry Gilliam. Algo explica essa lembrança evidente: Diário de Um Jornalista Bêbado é inspirado no livro de Hunter S. Thompson, o mesmo autor da obra que inspirou Gilliam. O problema deste novo filme de Depp é que ele não é melhor que o filme de Gilliam. Só mesmo os jornalistas para se identificarem com esta produção e achá-la (talvez) interessante acima da média.

A HISTÓRIA: Um avião de acrobacias vermelho percorre o céu de Porto Rico, em 1960. Ele carrega uma faixa que dá as boas vindas para a Union Carbide. O jornalista Paul Kemp (Johnny Depp) acorda com o barulho do avião no hotel em que está hospedado, recebe o café da manhã e sai para falar com o editor chefe do jornal San Juan Star, Edward J. Lotterman (Richard Jenkins).

Mesmo não causando uma boa impressão, Kemp é contratado. Sua primeira missão é escrever o horóscopo diário do jornal. Pouco a pouco, ele vai adentrando na realidade de Porto Rico, mesmo sem falar espanhol, e é convocado pelo consultor de relações públicas Hal Sanderson (Aaron Eckhart), a emprestar o seu talento literário para um projeto de convencimento social de grupos imobiliários poderosos.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER - aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso recomendo que só continue a ler quem já assistiu a Diário de Um Jornalista Bêbado): Não tenho dúvidas que este filme afetará os seus distintos públicos de maneiras muito diferentes. Terá um impacto para os jornalistas, especialmente os da "velha guarda". E terá um efeito muito mais suave para os que não vivem os prazeres e agruras desta profissão.

Diário de Um Jornalista Bêbado, como o nome sugere, mostra a rotina de pessoas habituadas a beber muito. De entornar copos e copos - de cerveja e, principalmente, de rum. Afinal, estamos falando de Porto Rico, um país que é considerado um "Estado livre associado", ou seja, não é totalmente independente e nem mesmo uma parte integral dos Estados Unidos (em outras palavras, não é um dos estados dos EUA).

A história conta que Porto Rico foi conquistado pela Espanha em 1493. Em 1898, o país foi cedido para os Estados Unidos. Cem anos depois, um referendo decidiu que Porto Rico seguiria no meio do caminho entre ser independente e fazer parte integralmente dos Estados Unidos.

Desde 1917, quem nasce no país é considerado cidadão estadunidense. Mas pelo fato de Porto Rico não fazer parte da União de estados do país, seus cidadãos não podem votar para presidente, mas podem ajudar a eleger os vencedores das eleições primárias. Confuso, não?

Pois Diário de Um Jornalista Bêbado mostra esta confusão entre uma identidade própria de Porto Rico e sua forte dependencia dos Estados Unidos - ao ponto do país ser visto como um reduto de férias para os aposentados da classe média dos EUA. (continua... para ler, clique abaixo)

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Titanic consegue a terceira melhor bilheteria

09 de abril de 2012 0

O fenômeno voltou mostrando fôlego. Titanic, na versão 3D, não conseguiu desbancar Jogos Vorazes da liderança das bilheterias nos Estados Unidos, mas registrou um belo resultado.

No primeiro final de semana em cartaz, a produção de James Cameron conseguiu US$ 17,35 milhões nos Estados Unidos. Menos que a estreia American Pie: O Reencontro, sequência dos filmes de comédia estrelados por Jason Biggs, e que o primeiro blockbuster do ano, Jogos Vorazes, que continua em primeiro lugar nas bilheterias e arrecadou mais US$ 33,5 milhões no final de semana.

O desempenho de Titanic, produção lançada em 2D há quase 15 anos e que continua sendo o segundo filme com maior bilheteria da história, não é nada desprezível.


Desde que estreou nos Estados Unidos, na quarta-feira da semana passada em circuito restrito, Titanic 3D faturou cerca de US$ 25,71 milhões nas bilheterias. Cinco dias do filme em cartaz já pagaram o investimento de James Cameron - de cerca de US$ 18 milhões - na transformação do material original em 3D.

Esse bom começo é um sinal importante de que o filme se dará muito bem nas bilheterias dos diferentes mercados.

O desempenho de cinco dias já colocaram Titanic em quinto lugar entre os filmes feitos originalmente em 2D e que depois foram relançados em 3D.

Com US$ 25,71 milhões nos Estados Unidos, ele fica atrás apenas de Toy Story/Toy Story 3D (e que faturou US$ 30,7 milhões), Star Wars: Episódio I - A Ameaça Fantasma 3D (US$ 43,28 milhões), A Bela e a Fera 3D (US$ 47,41 milhões) e de O Rei Leão 3D (US$ 94,24 milhões). Mas tem grandes chances de superá-los nas próximas semanas.

Estes números mostram como o drama do naufrágio do transatlântico, que esta semana completa um século e, principalmente, o romance entre Jack e Rosie, interpretados por Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, continua fascinando o grande público.

A crença de que valeria retomar esta história no cinema agora, 15 anos depois de sua estreia original, atingindo fãs do drama histórico e também um público jovem que não teve acesso ao filme de 1997, foi mais uma aposta acertada de James Cameron.



Crítica de Meia-noite em Paris (Midnight in Paris)

24 de fevereiro de 2012 0

Paris... ah, Paris! Quem já caminhou pelas ruas, calçadas, praças, parques, cafés, restaurantes, museus e viu todas as cores e nuances de luz da capital francesa sabe que não existe uma cidade do mundo com aquele encanto. Há um charme, uma aura diferenciada. Woody Allen acerta na mosca ao fazer uma homenagem descarada para esta cidade com Meia-noite em Paris (Midnight in Paris). Ele retoma o seu texto ligeiro, esperto, com várias referências às artes e histórias da cidade e, de quebra, encontra a sua versão jovem em Owen Wilson. Bom rever Allen em sua melhor forma novamente.

A HISTÓRIA: Vários ângulos mostram Paris em todo o seu esplendor, acompanhados de uma trilha sonora deliciosa. Imagens que contam parte da rotina da cidade, começando pela manhã, seguindo pela tarde, com tempo bom e chuva, até chegar à noite iluminada. Em seguida, o roteirista de Hollywood e escritor Gil (Owen Wilson) tenta convencer a noiva, Inez (Rachel McAdams) de que não há e nunca houve uma cidade como Paris.

Especialmente quando chove. Ela não entende as razões de tanto fascínio, e diz que não poderia morar fora dos Estados Unidos. Gil está maravilhado com o cenário que inspirou Monet, mas Inez responde dizendo que ele está apaixonado por uma fantasia. A partir daí, acompanharemos as aventuras do casal por uma Paris bastante distinta, que varia conforme a ótica de cada um.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER - aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso só recomendo que continue a ler quem já assistiu a Meia-Noite em Paris): Woody Allen voltou à sua melhor forma. No texto ligeiro, cheio de referências e de humor inteligente. Meia-noite em Paris faz uma descarada e merecida homenagem à mais maravilhosa das cidades, Paris. Mas o filme é delicioso não apenas por isso, mas pelas pequenas ironias sobre a forma diferente com que as pessoas encaram as próprias vidas e as cidades pelas quais vão percorrendo enquanto esta mesma vida passa.

Como é costumeiro nos filmes de Allen, em Meia-noite em Paris os protagonistas vivem um momento de crise. (SPOILER - não leia se você não assistiu ao filme). E por ironia, vivem essa crise nas vésperas de dar o passo mais decisivo: o de se casarem. Mas eles parecem falar idiomas diferentes a todo o instante. E, desde o início, o espectador fica esperando para saber em qual momento eles irão se separar. Porque parece impossível eles darem certo. Ele é um romântico, sonhador. Ela, uma garota fascinada por alguém mais velho e que pareça vomitar conhecimento a cada palavra proferida - pura ilusão, diga-se. Porque ninguém sabe tudo. E aquele que parece estar dando uma aula constante, é apenas maçante.

Meia-noite em Paris tem o tempo certo. Não é longo demais, e nem repetitivo. E essas qualidades parecem ser cada vez mais difíceis de serem encontradas. Os filmes que conseguem acertar no tempo e na dose do vai-e-vem do roteiro sem torná-lo repetitivo são um verdadeiro achado. Claro que esta produção repete duas fórmulas: o conflito entre Gil e Paul (Michael Sheen), o "super-crânio" admirado por Inez, e as "voltas no tempo" do protagonista. Mas como em cada uma destas "repetições" há novidades, novos elementos, um molho nos diálogos, principalmente, a fórmula não parece ajustada. E também não se repete vezes demais.

O primeiro elemento que chama a atenção na produção e continua impecável até o final é a trilha sonora. E o apurado senso estético de Allen para capturar a essência de Paris. A trilha sonora que merece aplausos é mérito de Stephane Wrembel. Diferente de outros diretores, que poderiam perder tempo demais focando os cenários maravilhosos de Paris, Allen faz isso apenas na medida necessária. No "clipe" de homenagem que abre a produção e poucas vezes mais - e sempre tratando a cidade como pano-de-fundo de diálogos interessantes e interpretações sob medida. Nada de exageros, nada "over" - diferente de Vicky Cristina Barcelona, só para dar um exemplo recente. (continua... para ler, clique abaixo)

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Crítica de Amores Imaginários (Heartbeats)

24 de fevereiro de 2012 0

Ah, a doce ilusão do amor... Doce, sensual, cheia de artifícios, provocante, ilusória, dolorida. Amores Imaginários (Les Amours Imaginaires ou Heartbeats) trata destes elementos e deixa circular, em sua medula, alguns destes contos que certas vezes inventamos para nós mesmos. Com um texto muito bem escrito, uma trilha sonora deliciosa, atores ótimos e muito estilo, este filme do diretor e roteirista Xavier Dolan revela-se um deleite.

Inventivo, com um ritmo que equilibra diálogos acelerados com muitas e muitas cenas em câmera lenta, Amores Imaginários chega a roçar a perfeição. Mas não atinge o lugar mais alto entre os filmes porque não vai além da reflexão irônica e cai na facilidade de algumas repetições.

A HISTÓRIA: O filme começa com uma frase de Alfred De Musset: "A única verdade é o amor para além da razão". Em seguida, começam os "depoimentos" de pessoas que se iludiram com o amor e se entregaram completamente à história mal fadadas. Sotaques diferentes, maneiras distintas de encarar o engano, trejeitos curiosos e narrativas que fazem rir ou pensar começam a surgir na tela. Até que o estilo "documentário" abre passo para a crônica de um equívoco.

Conhecemos Nicolas (Niels Schneider), um sujeito do interior que se mudou há pouco para a cidade e que, em um encontro entre amigos, se destaca pela vivacidade e beleza. Imediatamente ele desperta o interesse dos amigos Marie (Monia Chokri) e Francis (Xavier Dolan). Aí começa um jogo de flertes, de atração que vai enredando os amigos cada vez mais, fazendo-os competir até o momento em que eles enfrentam a realidade do que está acontecendo e buscam uma solução e um caminho a seguir.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER - aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso só recomendo que continue a ler quem já assistiu a Amores Imaginários): Quando uma pessoa está aberta ao amor e ao romance, é fácil equivocar-se. Os sinais mais idiotas parecem significativos. Frases de duplo sentido podem ganhar justamente o significado que a imaginação (e a libido) deseja. E o mais irônico de tudo isso é que a pessoa equivocada pode viver intensamente um amor de mão única - já que o outro nem ao menos percebe o que está acontecendo.

Amores Imaginários é um filme bem escrito e com muito estilo que conta algumas destas crônicas do engano. Pontuando "depoimentos" que lembram as conversas com a câmera de um documentário com a narrativa de um trio amoroso fantasioso, este filme do diretor, roteirista e ator Xavier Dolan é um deleite para os olhos. Primeiro, pelos atores, belos e carismáticos.

Depois, pela escolha que Nolan faz de cada cena. Esforçados na conquista, os atores principais - especialmente os personagens de Marie e Francis - sabem escolher as suas "armas". Se vestem e se portam muito bem. E os ângulos escolhidos pelo diretor, assim como o ritmo lento que ele imprime volta e meia para ressaltar a beleza das pessoas e dos lugares, torna as cenas ainda mais prazerosas de serem assistidas.

O mérito das belas imagens também deve ser compartilhado com a diretora de fotografia Stéphanie Anne Weber Biron, que faz um belíssimo trabalho. Cineasta autoral, Dolan responde por quase todos os outros aspectos do filme - além dos já citados, ele assina também a edição, o figurino, a direção de arte e a produção de Amores Imaginários. O que apenas aumenta a sua pontuação, já que a edição e a fotografia, assim como a direção e o roteiro, são os pontos fortes do filme. Junto com a fotografia e a trilha sonora. (continua... para ler, clique abaixo)

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Crítica de O Artista (The Artist)

03 de fevereiro de 2012 0

Em que ano nós estamos? 2012… verdade. Mas então por que um filme mudo, inédito, ainda mexe tanto com a gente e causa tanto burburinho em Hollywood? Filme mudo não é coisa do passado? O Artista (The Artist) comprova, de forma surpreendente, que não. A graça e o charme de um cinema que não existe mais voltaram com força.

Com um roteiro delicioso e com grandes sacadas, uma trilha sonora estonteante e uma dupla de atores protagonista de tirar o chapéu, O Artista se revela, de forma muito franca e simples, como um dos grandes filmes da temporada. E olha que eu já estava “contaminada” com a onda de elogios para ele. E ainda assim, a expectativa não foi forte o suficiente para torná-lo uma decepção. Pelo contrário. Eis, realmente, um grande filme.

A HISTÓRIA: 1927. O herói está sendo torturado por uns russos. A música extremamente dramática dá o tom para a platéia, com os olhos fixos na telona. Trancado em uma cela-cofre, o herói é despertado por seu simpático cãozinho. Saindo de lá, ele liberta a heroína. Atrás do telão, o astro George Valentin (Jean Dujardin) chega a tempo para assistir ao final do filme estrelado por ele. Quando a produção termina, ele faz graça para a platéia, que o ovaciona.

Na saída, uma fã dele faz graça com o astro, é incentivada por um fotógrafo a dar um beijo nele e, desta forma, ela sai estampada no jornal. No dia seguinte, essa garota desconhecida leva um jornal consigo para o estúdio Kinograph, onde consegue um trabalho como figurante após mostrar seus dotes como dançarina. Neste momento, ela se apresenta: Peppy Miller (Bérénice Bejo). A estreia dela, ironicamente, é feita ao lado do ídolo, George. Mas com a chegada do cinema falado, ela passará a ser a estrela, que atrai multidões para os cinemas, enquanto George sai de cena.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER – aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso só recomendo que continue a ler quem já assistiu a O Artista): Mesmo as melhores comédias românticas dos anos 2000 não chegam aos pés do encanto, da sutileza e da graça dos grandes filmes mudos da primeira fase do cinema. Que o diga Charles Chaplin, Mary Pickford, Rodolfo Valentino e Buster Keaton. O Artista resgata um pouco daquela magia, acertando o tom na homenagem ao cinema que, de quebra, fala sobre valores um tanto esquecidos também, como a gratidão, a generosidade e a capacidade de reinventar-se.

Quando os atores não tinham voz e predominava o sistema das estrelas criadas por Hollywood, o nome principal de um filme era o chamariz para o público. Não se falava de diretores ou roteiristas. Para o público, eles não tinham muita importância. Mas grandes atores faziam toda a diferença. Eles ganhavam as platéias com graça, muitas caras e bocas e uma presença marcante que substituía a fala.

(SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). O personagem de George Valentin é claramente inspirado em Rodolfo Valentino, um galã do cinema mudo que não chegou a passar pela transição deste tipo de cinema para o falado. Mas na verdade, Valentin não tem apenas uma fonte de inspiração. Ele lembra, muitas vezes, Clark Gable, ou mesmo Gene Kelly, astros que ficaram famosos com o cinema falado. Kelly, aliás, estrou o clássico Cantando na Chuva, uma produção que trata também da transição do cinema mudo para o falado – mas com uma levada bem diferente daquela escolhida por O Artista.

A comparação de O Artista, com roteiro e direção do parisiense Michel Hazanavicius, e o clássico Cantando na Chuva, que este ano completa 50 anos e que foi dirigido por Stanley Donen e Gene Kelly, é inevitável. Afinal, ambos tratam do mesmo tema, a transição do cinema mudo para o falado e a dificuldade de alguns astros em se adequarem para a nova realidade. Ambos estão recheados de metalinguagem e autorreferenciamento. Mas enquanto o clássico é um musical, recheado de coreografias fantásticas de Gene Kelly, O Artista é um drama que bebe de fontes diversas. (continua... para ler, clique abaixo)

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Rei Leão em 3D, prequel de Planeta dos Macacos e Amor a Toda Prova estão entre as estreias de sexta

26 de agosto de 2011 1

A Missão do Gerente de Recursos Humanos

O gerente de RH da maior empresa panificadora de Jerusalém está enfrentando problemas. Ele se separou da mulher, quase não vê a filha e está preso em um trabalho que odeia. Mas tudo piora quando uma de suas funcionárias morre em um atentado terrorista. Ele então embarca em uma missão, começando pelas místicas ruas de Jerusalém até as terras geladas da Romênia.


Amor a Toda Prova

O quarentão Cal Weaver tem a vida dos sonhos: bom emprego, boas condições de vida, é casado com seu amor da adolescência e filhos bem comportados. Mas essa vida perfeita desaba depois da descoberta de que Emily, sua esposa, está tendo um caso e quer divórcio. Desamparado, Cal conhece Jacob Palmer, um cara que vai ensiná-lo a ter estilo, beber e paquerar mulheres.


Belair

Em 1970, dois jovens cineastas brasileiros, Júlio Bressane e Rogério Sganzerla, fundaram a Belair Filmes e realizaram sete filmes entre fevereiro e maio do mesmo ano, entre eles A Família do Barulho, Copacabana, Mon Amour e A Miss e o Dinossauro. Esta é a história da produtora.


O Rei Leão 3D

Relançamento do filme de 1994 em versão 3D. A história conta as aventuras de Simba, um filhote de leão que está ansioso para se tornar rei. A inesperada morte de seu pai e as armadilhas de Scar, seu tio, levam Simba a uma jornada heroica em busca do autoconhecimento. Ele conhece Timão e Pumba e aprende a levar uma vida mais livre e divertida. Durante este período, Simba amadurece e decide seguir o seu destino: voltar para a Terra do Rei e enfrentar os desafios que o esperam.

Planeta dos Macacos - A Origem

Will Rodman é um cientista que trabalha em um laboratório, onde são realizadas experiências com macacos. Ele está interessado em descobrir novos medicamentos para a cura do mal de Alzheimer. Ao seu lado conta com a ajuda de Caroline, uma especialista em primatas. As experiências realizadas fazem com que a inteligência dos macacos aumente bastante, ao ponto deles escaparem de suas gaiolas e enfrentarem os humanos pelo controle da Terra.


Reino dos Felinos

Documentário que acompanha duas famílias de felinos e como os filhotes são preparados para sobreviver aos desafios da natureza. São eles: Mara, a filha de uma leoa ferida, porém determinada; Sita, uma corajosa guepardo, mãe solteira com cinco filhotes recém-nascidos, que tenta fazer do lugar mais selvagem da Terra o seu lar; e Kali, um leão que foi banido de seu bando e retorna com os filhos para retomar o seu lar.

Rodrigo Santoro e Jennifer Lopez gravam cenas em nova comédia

01 de agosto de 2011 0

Rodrigo Santoro está, mais uma vez, em uma produção hollywoodiana e agora faz parte romântico com Jennifer Lopez. Depois de atuar em filmes estrangeiros como Simplesmente Amor, 300 e O Golpista do Ano, Rodrigo volta à comédia com What to Expect When You're Expecting, ainda sem tradução em português, e previsto para estrear em maio de 2012, sob direção de Kirk Jones.

Há poucas informações sobre o filme, mas a trama gira em torno de quatro casais que têm que se preparam para se tornar pais. Rodrigo será um empresário do ramo musical que ainda não está pronto para ter um filho, mas decide concordar com o plano de sua esposa de adotar uma criança.

O filme é uma adaptado do livro de mesmo nome  lançado em 1984 por Heidi Murkoff e Sharon Mazel. Ainda estão no elenco Cameron Diaz, Anna Kendrick, Brooklyn Decker, Chris Rock e Isla Fisher.

Enquanto grava as cenas nos EUA, Rodrigo ainda está com dois filmes brasileiros em pós-produção, Meu País, que conta a história de um executivo que, vivendo por anos na Europa, decide retornar ao Brasil para reencontrar a família, e Heleno, que conta a história de Heleno de Feitas, craque de futebol dos anos 1940.

Meia Noite em Paris, de Woody Allen, é a única estreia da semana

17 de junho de 2011 0

A nova comédia romântica de Woody Allen, que abriu o Festival de Cannes deste ano, é a única estreia deste fim de semana nos cinemas catarinenses.

Meia Noite em Paris conta  a história de Gil (Owen Wilson), um homem que sempre idolatrou os grandes escritores americanos e quis ser como eles. Ele é roteirista em Hollywood, o que, se por um lado fez com que fosse muito bem remunerado, por outro lhe rendeu uma boa dose de frustração.

Agora ele está prestes a ir para Paris ao lado de sua noiva, Inez (Rachel McAdams), e dos pais dela, John (Kurt Fuller) e Helen (Mimi Kennedy). Estar em Paris faz com que Gil volte a se questionar sobre os rumos de sua vida, desencadeando o velho sonho de se tornar um escritor reconhecido.

O filme ainda conta com a participação da primeira-dama da França, Carla Bruni, e o ator Adrien Brody.

Confira o trailer:




Poucas estreias de cinema para o final de semana

10 de junho de 2011 0

Quatro filmes entram em cartaz nos cinemas de Santa Catarina neste final de semana. Dois deles, a animação Kung Fu Panda 2 e a comédia romântica brasileira Qualquer Gato Vira-lata, já haviam entrado em pré-estreia na semana passada.

As novidades ficam por conta do drama Namorados Para Sempre que rendeu a Mchelle Williams uma indicação ao Oscar neste ano e o documentário O Louco Amor de Yves Saint Laurent - os dois filmes só entram em cartaz em Florianópolis.

Confira a programação no Guia da Semana.

Namorados Para Sempre (Blue Valentine)

Casados há anos e com uma filha, Cindy e Dean passam por um momento de crise, vendo o relacionamento ser destrído por uma série de incertezas. Dispostos a seguir em frente, os dois tentam superar os problemas, buscando no passado e no presente os motivos que o mantiveram unidos até este momento.

De Derek Cianfrance. Drama, 14 anos, 114 min. Com Ryan Gosling e  Michelle Williams.


O Louco Amor de Yves Saint Laurent (L'Amour Fou)

Em 1958 Yves Saint Laurent já era considerado, aos 22 anos, o garoto prodígio da alta costura internacional. No funeral de Christian Dior ele conhece Pierre Bergé, que viria a ser o homem de sua vida. O relacionamento entre os dois é contado por Bergé, a partir do polêmico leilão ocorrido em fevereiro de 2009, em que foram vendidas 733 obras de arte de sua coleção.

De Pierre Thoretton. Documentário, 82 min.


Kung Fu Panda 2


Po vive o sonho de ser um dragão guerreiro, protegendo o Vale da Paz. Sua vida pacata chega ao fim quando surge um novo inimigo, que possui uma arma secreta capaz de provocar o fim do kung fu.
De Jennifer Yuh. Animação, 90min, livre.

Qualquer Gato Vira-lata

Tati não tem vergonha de demonstrar seus sentimentos para Marcelo, seja a paixão ou o ciúmes. Tudo parece perdido até que um professor de biologia apresenta a tese de que as mulheres estão afugentando os homens com sua abordagem agressiva. Tati e o professor Conrado resolvem testar a tese e acabam se apaixonando.

De Tomas Portella. Comédia, 95min. Com Cléo Pires e Malvino Salvador.