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Posts na categoria "trailer"

A Delicadeza do Amor e Branca de Neve e o Caçador estão entre as estreias desta sexta-feira

01 de junho de 2012 0

Branca de Neve e o Caçador

Uma lutadora poderosa, capaz de se defender muito bem sozinha de todos os perigos. É assim que a mocinha que morde a maçã aparece em Branca de Neve e o Caçador, que estreia hoje nos cinemas. Dessa maneira, o filme se afasta drasticamente da trama original, que tinha ares de contos de fadas.

A adaptação foi dirigida pelo novato Rupert Sanders e produzida por Joe Roth, de “Alice no País das Maravilhas. Na história, o poder e a beleza da rainha Ravenna, Charlize Theron, estão ameaçados pela simples existência de Branca de Neve, Kristen Stewart, a estrela da saga “Crepúsculo”.

Na trama, a mocinha precisa fugir da rainha, e vive um romance com o Caçador, Chris Hemsworth, que é atrapalhado com a chegada do príncipe William, Sam Claflin. Por conta de um feitiço, ela terá de arrancar o coração da princesa para se manter em seu posto. Perseguida pelos soldados, Branca de Neve acaba se perdendo na perigosa floresta Negra.

A rainha decide fazer um acordo com o Caçador, Chris Hemsworth, único homem de seu reino que conhece bem a floresta. No entanto, assim que ele conhece a mocinha, perde a coragem de matá-la. O romance será atrapalhado pela chegada do príncipe William, Sam Claflin, que também é apaixonado pela princesa.


A Última Estação

O fim melancólico da vida do autor de Guerra e Paz, Leon Tolstoi, contada pelo filme A Última Estação, chega ao cinema do Estado, três anos depois de filmado e dois, de ter recebido duas indicações ao Oscar e duas ao Globo de Ouro.

A estreia é a adaptação para o cinema de um romance que explora o fato de o escritor ser mítico e lendário antes mesmo de morrer – e não apenas pelos seus feitos literários.

Dirigido por por Michael Hoffman, o filme mostra que no último ano de vida, Tolstoi é reverenciado por dezenas de seguidores como uma espécie de guru de uma comunidade hippie que pregava o desapego aos bens materiais e o compartilhamento das riquezas. O escritor é interpretado por Cristopher Plummer, que recebeu indicação aos prêmios como melhor ator.

Recusando a dividir a fortuna da família, a condessa Sofia (Helen Mirren), companheira de décadas e auxiliar fiel do escritor, entra em conflito com o marido e com os discípulos que gravitam em torno dele. Pressionado, Tolstoi rompe com a mulher e foge de casa, viajando em vagões de terceira classe. Ele morre pouco tempo depois na humilde casa de um funcionário da estação de trem onde se hospedou às pressas, por estar fraco demais para continuar a viagem _ a última estação do título.

A atriz Helen Mirren também foi indicada às duas premiações como melhor atriz. As indicações fazem jus ao maior destaque do filme: a excelente dupla de atores veteranos que dá energia e nuanças à relação tumultuada e passional dos dois personagens centrais.


A Delicadeza do Amor

Depois de emplacar a história na forma do best-seller A Delicadeza (que sai pela Rocco simultaneamente ao filme), o escritor David Foenkinos se juntou ao irmão Stéphane para dirigir o que, desde o título, anuncia-se como o “filme fofo” do ano. A começar pela eterna Amélie Poulain, Audrey Tautou, aqui como a carrancuda que perdeu uma paixão.

Azar no amor, sorte nos negócios, ela apaga as mágoas como uma bem-sucedida executiva. Até que Marcus, o homem mais feio e sem graça do mundo, entra na equipe e ela vê que amar não tem preço.

A fórmula é velha, mas eternamente eficiente, pois sempre haverá público necessitado de doses extras de ilusionismo sentimental. Ao lado de Tautou, François Damiens se apropria do ingrato papel de Marcus e oferece uma vingança a todos os homens imperfeitos do planeta.

O máximo trabalho dos Foenkinos consiste em converter em imagens o texto do romance, já abundante de diálogos e descrições visuais.


Jovens Adultos

Sob a carapuça de comédia romântica, Jovens Adultos revela-se um amargo filme-tese sobre uma possível patologia contemporânea: a incapacidade de amadurecer. É uma rara produção americana ligada a um grande estúdio, o Paramount, que foge de obviedades e busca a complexidade, ainda que nem sempre o diretor Jason Reitman, de Juno e Amor sem Escalas, consiga se sair bem nos desafios a que se propõe.

O primeiro deles: como tornar suportável um filme em que a protagonista é quase intragável? Mavis Gary, personagem criada pela roteirista Diablo Cody, que ganhou o Oscar por Juno, e defendida com dignidade por Charlize Theron, nada tem de simpática.

Apesar do esforço para que suas ações e razões sejam compreendidas pelo público, o fato é que sua patologia a torna uma figura patética. O que nos leva ao segundo e mais complicado desafio do filme: como filmar o patético?

Depois de receber o convite para o chá de bebê de seu ex-namorado, Patrick Wilson, Mavis volta à sua pequena cidade natal determinada a reconquistá-lo. Interpreta precipitadamente o convite como pedido de socorro de um homem entediado com a vida de casado. Todas as atitudes de Mavis desembocam em situações constrangedoras que pioram ao longo do filme.


Solteiros com Filhos

Um casal de amigos tem um desejo em comum: ter um filho. Eles colocam a ideia em prática, mantendo apenas a amizade. A história que tem tudo para dar errado e acabar com a dupla ainda mais unida é contada no filme Solteiros com Filhos. A comédia traz Jennifer Westfeldt e Adam Scott no papel do jovem casal Julie Keller e Jason Fryman.

A ideia de ter uma criança, sem passar pelo casamento convencional, foi impulsionada pela crise que seus melhores amigos, interpretados por Jon Hamm e Kristen Wiig, vivem na vida a dois. Eles estão à beira do divórcio e um dos motivos é o estresse que passam por causa dos filhos.

O relacionamento aberto do casal de amigos, no entanto, é abalado com o aparecimento de Mary Jane (Megan Fox), que começa a sair com Jason, provocando ciúmes em Julie. A direção do filme fica por conta de Jennifer Westfeldt, que namora Jon Hamm há 10 anos na vida real.


As Idades do Amor

Três histórias nas diferentes fases da vida de três homens. Em comum, o aparecimento repentino de três mulheres. As Idades do Amor é uma comédia italiana, que traz, no numeroso elenco, o ator hollywoodiano Robert De Niro.

Em Juventude – a primeira história – Roberto, Riccardo Scamarcio, é um jovem e ambicioso advogado que está prestes a casar com Sara, Valeria Solarino. Ele parte para a Toscana, com a missão de convencer uma família a vender uma propriedade. Extremamente organizado em sua vida, ele começa a perder o controle quando conhece Micol, Laura Chiatti, bela e provocante mulher de uma pequena vila na Toscana.

Em Maturidade – a segunda – Fabio, Carlo Verdone, é um famoso apresentador de televisão e tem sido o marido perfeito durante 25 anos. Certa noite, numa festa, ele encontra Eliana, Donatella Finocchiaro, uma mulher cheia de surpresas. Na única noite em que ficam juntos, ela se recusa a ir embora, complicando sua vida.

Por fim, em Além, De Niro interpreta um professor de História da Arte que se mudou para Roma após o divórcio. Ele é amigo de Augusto, Michele Placido, porteiro do prédio onde mora, cuja bela filha Viola, Monica Bellucci, está prestes a quebrar sua existência pacífica e reacender sua paixão.

Atenção: pré-estreia no sábado

Madagascar 3: Os Procurados

Depois de deixarem Nova York, chegarem à África e de lá tentarem sair, o cenário agora é a Europa. Alex o Leão, Marty a Zebra, Glória a Hipopótama e Melman a Girafa estão de volta em Madagascar 3: Os Procurados, que tem pré-estreia, amanhã em várias cidades e lançamento no Estado na próxima semana.

Na terceira saga, os amigos continuam tentando retornar a Mahattan, acompanhados, claro, pelo Rei Julien, Maurice, os pinguins e os chimpanzés, que apareceram na segunda produção da série.

Ao se depararem com o cenário europeu, a pergunta feita por Melman já dá o tom da aventura “Como é que vãos andar pela Europa sem chamar atenção?”. É quando aparece um circo itinerante _ o disfarce perfeito que precisavam para viajar por Monte Carlo, no principado de Mônaco, e pelas ruas históricas Roma. Para fazerem parte da trupe, terão que provar que são verdadeiros artistas circenses. Atrapalhando ainda mais os planos dos amigos, uma policial implacável irá persegui-los.

O lançamento mundial da animação do estúdio DreamWorks foi em 20 deste mês. Ben Stiller e Chris Rock seguem como dubladores das vozes do leão Alex e da zebra Marty na versão original, em inglês. No Brasil, haverá versão dublada, como a da pré-estreia em Brusque. A cantora Katy Perry é a estrela da trilha sonora. Eric Darnell, Tom McGrath e Conrad Vernon assinam a direção.

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Branca de Neve moderninha

31 de maio de 2012 1

Espelho, Espelho Meu nem saiu de cartaz ainda e outra versão da história contada pelos irmãos Grimm chega hoje aos cinemas. Branca de Neve e o Caçador traz um trio de peso no topo dos créditos. A “Bella” Kristen Stewart agora é a Branca. Charlize Theron é uma rainha que dispensa espelho para diozer o quanto é bonita. E Chris Hemsworth trocou pelo martelo de Thor pelo machado do caçador.

O caderno Variedades de hoje traz entrevistas com as atrizes principais e um comentário do filme escrito pela repórter Roberta Ávila, que já conferiu tudinho na cabine de imprensa realizada nesta semana, no Cinesystem.

Quer dar uma espiada no trailer?

 

 

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Veja os trailers de Homens de Preto 3 e outras estreias desta sexta-feira

25 de maio de 2012 0

Homens de Preto 3

Depois de uma desastrada sequência em 2002, a franquia Homens de Preto parecia ter secado. Dez anos depois, porém, o diretor Barry Sonnenfeld resolveu colocar de novo em ação os agentes secretos incumbidos de manter na linha a “escória alienígena” na Terra.

O resultado surpreende: a volta dos personagens J e K retoma o pique do filme original e ainda avança muito em relação à produção de 1997. Homens de Preto 3 (2012) estreia hoje em cópias 3D e convencionais, legendadas e dubladas.

Voltar ao passado foi literalmente a solução encontrada pela equipe de roteiristas encabeçada por Etan Cohen para ressuscitar a série. Em Homens de Preto 3, um pavoroso ET chamado Boris, o Animal (Jemaine Clement) foge de uma prisão de segurança máxima na Lua e vai para a Terra disposto a vingar-se do agente K (Tommy Lee Jones), que 40 anos antes impediu que sua espécie invadisse o planeta, arrancou-lhe um braço e ainda trancou-o na cadeia. Graças a uma engenhoca, Boris retorna a 1969 e consegue eliminar o rival, subitamente alterando o presente _ e desnorteando o agente J (Will Smith), que descobre nunca ter trabalhado com K e sequer ter conhecido o parceiro. O esperto J acaba também chegando até a maquininha de tempo e consegue retroceder até as vésperas do acerto de contas de Boris com K, a fim de salvar a vida do companheiro e evitar o ataque alien.

Texto por Roger Lerina


ROH – Macbeth

Duas novidades chegam às telonas hoje. Às 14h, o Cinemark exibe a ópera Macbeth, do compositor italiano Giuseppe Verdi. Nessa exibição a londrina Royal Ópera House (ROH), marca o encerramento da temporada em Santa Catarina. A ópera também será transmitida amanhã, às 18h, e terça-feira, às 19h. No cinema do CIC tem mais estreia: O Homem que Não Dormia, será exibido às 17h.

Em uma das mais modernas casas de ópera da Europa, o ROH faz uma leitura contemporânea dos espetáculos, ampliando seu alcance e atraindo um público de faixa etária variada.

Composta na juventude de Verdi, Macbeth estreou em 1847. A partitura foi modificada pelo compositor em 1864, mantendo-se no repertório dos grandes teatros. Cantada em italiano, a ópera é dividida em quatro atos. Macbeth será interpretado pelo barítono Simon Keenlyside. Banquo é o papel do baixo Raymond Aceto. A soprano Liudmyla Monastryrska interpreta Lady Macbeth. A produção é de Phyllida Lloyd.


As Praias de Agnès

Agnès Varda foi o solitário nome feminino a penetrar no Clube do Bolinha dos diretores da nouvelle vague francesa. Não apenas. Ela foi uma espécie de precursora do movimento com seu filme “La Pointe Courte” (1954), nome de uma localidade à beira-mar, na Riviera, a qual, em meio a uma história de amor, ela registra os hábitos e rostos dos moradores.

De modo que o que se vê é uma sucessão de praias, pelas quais a diretora passou ao longo de sua existência. A praia, claro, tem sentido literal, pois assinala a geografia afetiva da cineasta, mas também valor simbólico do limite, da navegação, da iminência da descoberta. O filme é uma reavaliação subjetiva da diretora, em seus 80 anos de vida, de sua relação com o cinema, desde quando, com “La Pointe Courte”, ela fez-se ao mar.

Varda vai se recordando do passado, falando para a câmera, montando suas instalações pelas praias por onde passa, e, em falta delas, mesmo à margem do Sena. Visita casas onde viveu e foi feliz. Lembra-se da cineasta iniciante, numa França machista, na qual eram raras as mulheres que se dedicavam ao cinema, a não ser se quisessem ser atrizes. Agnès queria dirigir. Nesse primeiro filme, prefiguração da nouvelle vague, que assinala com sucesso sua transição da fotografia para as imagens animadas, Agnès já mostra a característica da sua obra, o gosto pelo real.

E há um espaço especial para o que de mais particular existe em sua vida, o casamento com seu grande amor, o diretor Jacques Démy, para quem fez o belíssimo “Jacquot de Nantes” (1990). Com emoção, ela fala da morte prematura de Démy, atingido pela aids num tempo em que o tratamento da doença era ainda precário.

Original e profunda em seu trabalho, Agnès também o é quando refaz o percurso de sua vida.

Texto por Luiz Zanin Oricchio/AE


Uma Longa Viagem

A diretora Lúcia Murat volta a mexer no passado para contar a história de sua família no documentário Uma Longa Viagem (2011). No entanto, ao levar para o cinema as cartas trocadas com os dois irmãos nas décadas 1960 e 1970, a realizadora não recupera apenas lembranças pessoais _ projeta na tela também a memória do país nos anos de chumbo.

O longa-metragem recebeu o Prêmio da Crítica de Melhor Documentário do último Festival Paulínia de Cinema, além de sair consagrado do Festival de Cinema de Gramado de 2011 com os troféus de melhor filme, ator (Caio Blat), direção de arte, Prêmio do Júri Popular e Prêmio Estudantil. Uma Longa Viagem parte das cartas de Lúcia e dos irmãos para retraçar uma trajetória familiar: a linha dramática é dada pela história do caçula, Heitor, que vai para a Inglaterra em 1969 mandado pela família, preocupada com a possibilidade de que ele também entrasse na luta armada no Brasil, seguindo os passos da irmã _ que acaba sendo presa no Rio pela ditadura. O terceiro vértice é Miguel, esteio do casal de irmãos que viria a se tornar um importante nome da medicina popular no país. O filme costura depoimentos atuais de Miguel com leituras de seus relatos de viagens pelo mundo turbinadas por drogas e contracultura _ dramatizadas pelo ator Caio Blat.

Texto por Roger Lerina

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Confira os trailers das estreias de cinema desta sexta-feira

11 de maio de 2012 1

A Vida em Um Dia

Um destaque da edição 2011 do Sundance, A Vida em Um Dia é um longa colaborativo do escocês Kevin McDonald _ diretor de diversos documentários e de Intrigas de Estado, produção de 2009 estrelada por Russell Crowe e Ben Affleck _ foi realizado via YouTube. O filme também está disponibilizado gratuitamente no portal de vídeos (www.youtube.com/user/lifeinaday) e, como diz o título, mostra a vida de pessoas comuns que se dispuseram a atender ao chamado de McDonald e enviar vídeos documentando o que fizeram no dia 24 de julho de 2010.

O realizador recebeu 4,5 mil horas de material, enviado por 80 mil pessoas. Pessoas de todo o mundo filmaram sua rotina e responderam a quatro perguntas: “como foi o seu dia em 24 de julho de 2010?”, “o que você carregava nos bolsos?”, “o que você amava?” e “do que tinha medo naquela data?”. Depois, o material foi postado no YouTube. Entre as várias histórias de A Vida em um Dia, chamam a atenção a de um garoto que leva um fora de sua grande paixão, a de uma mãe na luta contra o câncer e a do homem que pede a namorada em casamento.


Amor e Dor

Eleito pelo júri, o longa-metragem francês Amor e Dor, do diretor chinês Lou Ye, foi o grande vencedor do prêmio Coruja de Ouro 2012, na segunda edição do Cinerama.BC, realizado no mês passado em Balneário Camboriú.

Estudante estrangeira em Paris, a chinesa Hua (Corinne Yam) acaba de sair de um intenso relacionamento, em que foi deixada pelo antigo amante. Desolada, vaga pelas ruas da capital da França até que conhece Mathieu (Tahar Rahim). O primeiro encontro dos dois já deixa suas marcas, mas algo ainda mais sério viria com o tempo. Hua, amedrontada, pensa em voltar ao seu país de origem, mas não será fácil abandonar Mathieu.


Piratas Pirados!

Mais de uma década depois de codirigir A Fuga das Galinhas (2000), o inglês Peter Lord volta a meter a mão na massinha com Piratas Pirados! (2012). A divertida animação em stop-motion coloca a tripulação de um navio de corsários em contato com figuras históricas como a Rainha Victoria e Charles Darwin. O filme estreia hoje em cópias em 3D e convencionais, apenas em versões dubladas.

Baseado em uma coleção de livros do romancista britânico Gideon Defoe, Piratas Pirados! acompanha a tentativa do atrapalhado Capitão Pirata (voz de Hugh Grant na versão em inglês) de sair da maré de azar e derrotar os rivais Black Bellamy e Cutlass Liz na disputa pelo troféu de Pirata do Ano. Na versão original, o filme conta com as vozes de Jeremy Piven, Salma Hayek, David Tennant e Imelda Staunton.

Além dos caprichados detalhes dos cenários e dos personagens, o filme destaca-se pela graça do roteiro e pelas piadas com referências culturais e históricas, que divertem tanto os pequenos quanto os grandes da plateia _ como o espanto do Capitão diante da semelhança do pai da Teoria da Evolução com o esperto Bobo, símio que se comunica por meio de palavras em cartelas.


A Árvore do Amor

Com muito romance e uma pitada de política, A Árvore do Amor apresenta a história de Jing, uma jovem estudante enviada, em meio à Revolução Cultural, para se reeducar em uma remota aldeia. O filme é de Zhang Yimou, com Zhou Dongyu e Dou Shawn.

Mais popular cineasta chinês em atividade, Zhang Yimou pode não contar tanto com o prestígio autoral que contava nos anos 1980 e 1990, quando assinou filmes como Sorgo Vermelho, Lanternas Vermelhas e Nenhum a Menos.

Mas um filme seu é sempre um espetáculo, nem que seja apenas visual.

Em tom de melodrama romântico, o diretor apresenta a saga de um amor proibido aos moldes do clássico Romeu e Julieta. A Árvore do Amor é ambientado nos anos 1960 e 1970, em meio à Revolução Cultural promovida por Mao Tsé-Tung na China. Filha de intelectuais perseguidos e presos pelo partido, a jovem e pobre estudante Jing (vivida pela estreante Zhou Dongy) é enviada a um campo de reeducação para ser ” descontaminada” das aspirações burguesas. Do seu sucesso vai depender a reabilitação e o sustento seu e de toda a sua família.

Em meio a trabalhos e estudos numa região rural, a garota conhece Sun (Shawn Dou), abastado, para os padrões daquele realidade, filho de um militar. Entre eles, surge uma atração que vira paixão, e a relação tem como barreiras as diferenças sociais e ideológicas e o fato de a família de Sun ter planejado o casamento dele com outra moça. Os jovens alimentam seu amor proibido e secreto com encontros às escondidas que culminam em um grande drama.


O Corvo

Em O Corvo, de James McTeigue, o poeta Edgar Allan Poe (interpretado por John Cusack) persegue um serial killer que se inspira em suas obras para cometer assassinatos. O suspense, dirigido por James McTeigue _ de V de Vingança, Ninja Assassino _, fala sobre a caça a um serial killer.

O filme se passa em 1849. Poe se associa ao detetive Emmett Fields (Luke Evans) para encontrar o autor de uma série de assassinatos brutais. O trabalho do escritor serve de base ao homicida. O elenco é formado por Alice Eve (Sex and the City 2), Brendan Gleeson (In Bruges) e Oliver Jackson-Cohen (Faster). O roteiro é de Hannah Shakespeare (Obsessão,Ghost Whisperer) e Ben Livingston.


O Exótico Hotel Marigold

A história da comédia romântica O Exótico Hotel Marigold é curiosa: sete ingleses por volta dos 70 decidem “terceirizar” a terceira idade em rupias e embarcam com suas malinhas, passado e dor nos ossos para a Índia.

A nova vida no país asiático e seus percalços são a matéria-prima do filme. Dirigido por John Madden (de Shakespeare Apaixonado), o elenco é uma constelação liderada por Judi Dench, Tom Wilkinson e Maggie Smith. Dev Patel (de Quem Quer Ser Um Milionário?) faz o gerente do sonhado refúgio para “idosos e formosos”.

As definições de idade e maturidade se dissipam nas circunstâncias que os hóspedes do Marigold encontram e, ao encarar um possível recomeço, eles reagem como adolescentes.

No mais que exótico hotel indiano, cada personagem trata essa possibilidade remexendo na bagagem que juntou na vida e se livrando do que mais pesa nela. Evelyn (Judi Dench), que acabou de enviuvar e descobrir que o marido só lhe deixou dívidas, vai trabalhar pela primeira vez e também vira blogueira. A situação financeira da amargurada Muriel (Maggie Smith) só pode cobrir a cirurgia que ela precisa no país que, visto através da sua xenofobia, é o próprio inferno.

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O novo trailer de Batman esquenta a disputa de HQs

02 de maio de 2012 0

Na estratégia dos grandes estúdios de Hollywood, nada é por acidente. Cada movimento é bem planejado. Dito isso, vamos ao novo – o terceiro – trailer do aguardado Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (The Dark Knight Rises):



E por que o comentário anterior, de que nada em Hollywood ocorre por acidente?

Elementar, caros leitores. A DC Entertainment e a Warner Bros. Pictures, junto com as produtoras Legendary e Syncopy, lançaram este novo trailer do aguardado filme do maior herói da DC Comics, o Batman, justamente alguns dias antes de Os Vingadores estrear nos Estados Unidos. Espertos.

A história do novo filme estrelado por Batman promete porque fecha o ciclo dirigido e escrito por Christopher Nolan e iniciado com Batman Begins em 2005.

Esta trilogia, que teve, na sequência, o premiado e elogiado Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008) e, agora, O Cavaleiro das Trevas Ressurge, foi a mais bem-sucedida do herói das HQs.

Primeiro, pelos filmes anteriores terem sido indicados e, no caso de O Cavaleiro das Trevas, vencedor de estatuetas do Oscar.

Depois, pelas bilheterias. Batman Begins, que teria custado cerca de US$ 150 milhões, faturou pouco mais de US$ 205,3 milhões apenas nos Estados Unidos. O resultado ficou um pouco abaixo do Batman de 1989, que faturou US$ 251,2 milhões. A segunda parte da trilogia, Batman – O Cavaleiro das Trevas, custou aproximadamente US$ 185 milhões e conseguiu, apenas nos Estados Unidos, pouco mais de US$ 533,3 milhões.

Este novo filme estrelado por Batman será o sétimo da grife. E tem tudo para tornar-se a melhor bilheteria do herói nos cinemas – especialmente após o êxito do filme anterior. Saberemos se essa aposta está certa a partir do dia 27 de julho, quando o novo filme de Batman deverá estrear nos cinemas.

A história de Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge se passa em Gotham City oito anos depois do herói ter vencido o vilão Duas Caras. Desta vez, ele terá que enfrentar a a Bane (Tom Hardy) e ao supervilão Ra’s Al Ghul (Liam Neeson). No elenco, além do inevitável Christian Bale, estão Joseph Gordon-Levit (como o agente John Blake), Anne Hathaway (Selina Kyle, identidade civil da Mulher-Gato), Gary Oldman (o comissário Jim Gordon), Marion Cotillard (como Miranda Tate, executiva da Wayne Enterprises), Morgan Freeman (o administrador Lucius Fox), Juno Temple (Holly Robinson), Michael Caine (o mordomo Alfred Pennyworth), entre outros.

Se você é fã do herói mascarado, confira os outros dois trailers divulgados até o momento deste novo filme:





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Veja os trailers de Os Vingadores e outras estreias desta sexta-feira

27 de abril de 2012 0

Os Vingadores

Depois de apresentar um a um seus super-heróis desde o primeiro “Homem de Ferro” em 2008, a Marvel Studios finalmente reuniu sua super-equipe no esperado e impressionante “Os Vingadores”, que dá início à temporada primavera-verão hollywoodiana, particularmente rica em superproduções. “Os Vingadores” é dirigido por Joss Whedon, criador da série “Buffy, a Caça Vampiros” e roteirista de “Toy Story”.

O roteiro é simples: o superpolicial mundial Nick Fury (Samuel L. Jackson) reúne os super-heróis para derrotar o irmão de Thor, o maléfico Loki, que roubou um cubo com um poder incalculável.

O Príncipe do Deserto

Outra estreia é o longa-metragem O Príncipe do Deserto, que tem como principal atração do ator Antonio Banderas. O filme é uma adaptação, escrita por Menno Meyjes, do livro The Great Thirst, do suíço Hans Reusch, escrito em 1957. No enredo, Antonio Banderas é o líder Nessib. Depois de derrotar Ammar (Mark Strong), ele recebe do perdedor os dois filhos, o qual tem a obrigação de criá-los. Assim, Saleeh (Akin Gazi) e Auda (Tahar Rahim) chega à idade adulta ao lado da Princesa Leyla (Freida Pinto), verdadeira filha de Nassib. No entanto, eles passam a demonstrar diferentes interesses. O objetivo de um deles é voltar para as terras do pai, enquanto o outro só quer saber de ler e conhecer cada vez mais coisas.

Em meio às questões familiares que envolvem a família de Nessib, outro conflito começa a se formar nesta região do Oriente Médio – os reinos são fictícios e ganharam o nome de Hobeika e Salmaah, o Cinturão Amarelo ou o deserto conhecido como a Casa de Alá. Ainda que inventada, a situação inspira-se nos verdadeiro conflitos da região: a busca por novas fontes de petróleo.

Americano


Um Método Perigoso

Com roteiro baseado na peça The Talking Cure, de Christopher Hampton, o filme narra o encontro entre os pais da psicanálise Carlos Jung (Michael Fassbender) e Sigmund Freud (Viggo Mortensen) com a russa Sabina Spielrein (Keira Knightley), que viria a ser uma das primeiras mulheres psicanalistas da história. Sabina é paciente Jung, em Zurique. Diagnosticada como histérica, ela é um caso complicado, com histórico familiar desequilibrado e comportamento destrutivo.

Freud, 40 anos mais velho, é o mentor de Jung. Ambos trocam experiências a respeito do caso, mas também revelam diferenças. Além da idade e religião (Jung era protestante e Freud, judeu), os dois divergem sobre a postura profissional em determinados temas como, por exemplo, a sexualidade.


As Neves do Kilimanjaro

O casal de protagonistas Michel (Jean-Pierre Darroussin) e Marie-Claire (Ariane Ascaride) ganha como prêmio uma viagem ao Kilimanjaro. Dirigido pelo francês Robert Guédiguian, o filme trata o choque de gerações europeu entre a geração estabelecida à base da luta social e os filhos desta geração, crescida com o neoliberalismo rejeitando assistencialismo do estado.

Após se demitido, o líder sindica Michel integra o primeiro grupo. Aposentado à força, não consegue lidar com a nova situação: de operário engajado é quase obrigado a viver como burguês em casa com a mulher. Um dia o casal sofre um assalto violento e a passagem ao Kilimanjaro é roubada. Entre os assaltantes, um adolescente que também foi demitido. Ele representa a outra ponta do conflito de gerações.


Americano

Também francês, o Americano é dirigido por Mathieu Demi. Martin recebeu um telefonema que mudaria muito a sua rotina. Após o comunicado da morte da mãe, ele precisa viajar para os Estados Unidos, onde nasceu, para resolver as questões do enterro e também da herança deixada por ela. É quando ele descobre que sua ausência abriu espaço para que Lola (Salma Hayek), uma dançarina de boate, entrasse na vida de sua própria mãe.

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Bombardeio de Os Vingadores

05 de abril de 2012 0

Algo que a Marvel sabe fazer muito bem é bombar os seus novos filmes. Acostume-se com isso em relação ao novo Os Vingadores.

Depois de passar um novo trailer da produção no intervalo da final do Super Bowl (liga do futebol americano, uma das maiores audiências televisivas do mundo) deste ano e fazer o mesmo na final do Big Brother Brasil, a Marvel começou a divulgar trechos do filme.

O primeiro deles é instigante – e poderia ser de outro jeito? O trecho mostra a Viúva Negra (Scarlett Johansson) sendo interrogada em um hangar. Por telefone, ela conversa com o agente Phil Coulson (Clark Gregg). Em uma coreografia de luta bem planejada, na qual aprendemos a como usar uma cadeira como uma arma, ela se livra dos vilões. E sem perder a pose, como uma boa femme fatale.

Enquanto isso, e como manda a cartilha das HQs dos super-heróis da Marvel, Coulson espera na linha. Humor e ação, elementos-chave para esta produção. Agora é aguardar a estreia, no dia 27, e a avalanche de novos vídeos que serão divulgados pela Marvel até lá.

Confira, abaixo, o ótimo gingado de Scarlett Johansson e de sua dublê – é possível perceber quando a segunda entra em ação – no trecho do interrogatório:

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Jogos Vorazes, o primeiro blockbuster de 2012

26 de março de 2012 1

Logo mais, teremos um novo filme do Batman estreando nos cinemas – Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge tem previsão de estrar em julho. Mas enquanto ele não surge, o primeiro blockbuster (arrasa-quarteirão) do ano surgiu com uma levada na medida para agradar aos fãs de Harry Potter.

Jogos Vorazes (The Hunger Games) mostrou, mais uma vez, que os filmes de fantasia são os que interessam para o público dos Estados Unidos – e, por contaminação, para as audiências do restante do globo.

A produção, que estreou sexta-feira, conseguiu impressionantes US$ 155 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos até domingo. Esta foi a terceira melhor estreia da história.

Adivinhem atrás de quem Jogos Vorazes ficou?

O campeão na arrecadação das bilheterias em um final de semana de todos os tempos foi o filme Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2, que estreou em 2011 e faturou, nos três primeiros dias em cartaz, quase US$ 169,2 milhões.

O segundo colocado como arrasa-quarteirão foi Batman – O Cavaleiro das Trevas, que estreou em 2008 e faturou, no primeiro final de semana em cartaz nos Estados Unidos, pouco mais de US$ 158,4 milhões.




A atriz Jennifer Lawrence, indicada ao Oscar por Inverno da Alma, é a protagonista de Jogos Vorazes




Jogos Vorazes não custou barato. As estimativas é que as produtoras Lionsgate, Ludas, Color Force e Larger Than Life tenham gasto aproximadamente US$ 100 milhões. Mas pelo andar da carruagem, o filme deverá lucrar mais que o dobro do que custou.

Enquanto o filme dirigido por Gary Ross (de Seabiscuit – Alma de Herói e A Vida em Preto e Branco) e estrelado por Jennifer Lawrence, Liam Hemsworth, Stanley Tucci, entre outros, faz todo esse sucesso, a produção John Carter – Entre Dois Mundos, da Disney, revela-se um dos grandes fracassos do ano. Alguns ousam dizer, de todos os tempos.

O filme, que teria custado cerca de US$ 250 milhões – uma vez e meia mais que Jogos Vorazes -, arrecadou pouco mais de US$ 62,3 milhões desde que estreou, no dia 9 de março. Ruim, muito ruim.




Jennifer Lawrence empunha uma das armas utilizadas na disputa entre jovens mostrada pelo filme




Jogos Vorazes é uma adaptação do best-seller homônimo de Suzanne Collins, lançado nos Estados Unidos em 2008, primeira parte de uma trilogia. A história se passa em um mundo pós-apocalíptico dividido em 12 distritos e que promove, todos os anos, um jogo mortal com jovens que é transmitido pela TV.

Com os US$ 155 milhões arrecadados no último final de semana, Jogos Vorazes desbancou as bilheterias de estreia de filmes como Homem-Aranha 3 (US$ 151,1 milhões), A Saga Crepúsculo: Lua Nova (US$ 142,8 milhões), A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1 (US$ 138,1 milhões), Piratas do Caribe: O Baú da Morte (US$ 135,6 milhões), Homem de Ferro 2 (US$ 128,1 milhões), Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 (US$ 125 milhões) e Shrek Terceiro (US$ 121,6 milhões).

O que todos eles tem em comum? Uma forte carga de fantasia e pouca relação com o “mundo real”, ou dramas mais realísticos, pelo menos. Sinal que as pessoas, cada vez mais, procuram o cinema para se divertirem e sonharem.

Veja, a seguir, o trailer da produção:

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O grande projeto de Walter Salles

15 de março de 2012 1

O burburinho sobre o filme On the Road está ganhando cada vez mais corpo. Especialmente com a divulgação do novo trailer da produção.

Veja o vídeo:


Esta será a terceira produção de Walter Salles com características focadas no mercado internacional e com recursos que incluem produtores dos Estados Unidos.

Possivelmente, On the Road será o filme que projetará, definitivamente, o diretor brasileiro.

Pelo trailer, é possível assistir a migração da máquina de escrever para a estrada, a simbologia exata para a experiência vivida pelo escritor Jack Kerouac, autor da obra clássica que inspirou o filme.

Mais uma vez, a exemplo do que aconteceu antes com Diários de Motocicleta, Salles conta com uma ótima fonte primária de inspiração para seu filme, além do trabalho do competente roteirista porto-riquenho Jose Rivera – o mesmo que escreveu a história baseada na viagem de Che Guevara e Alberto Granado.

A exemplo do filme de 2004 que projetou Salles internacionalmente, em On the Road temos novamente o clássico filme de “estrada”. Mas desta vez, sai de cena a caridade e preocupação social de Che Guevara para entrar em cena a loucura e a experimentação de Kerouac, que escreveu On the Road baseado em suas próprias experiências.

A obra, lançada em 1957, conta a história de dois amigos que cruzam os Estados Unidos da costa leste até a oeste sem ficar muito tempo em cada lugar. É uma viagem de excessos, regada por muita bebida, alguma droga e várias mulheres. Mas que também ressalta o fascínio de se sair de um lugar sem saber onde se pode chegar.

Outra grande diferença de Diários de Motocicleta para esta nova produção é que Salles apresenta seu novo trabalho após ter estreado como diretor em Hollywood.

Verdade que Água Negra (Dark Water), produção da Touchstone Pictures e de outras três produtores que custou importantes US$ 30 milhões, não agradou tanto ao público e à crítica. Mas foi importante para mostrar que Salles poderia trabalhar nos Estados Unidos.

Agora é diferente. On the Road, que teria custado cerca de US$ 25 milhões, tem um clássico da literatura como fonte de inspiração e um elenco estelar que impressiona.

Para começar, a badalada Kristen Stewart, conhecida pela série Crepúsculo, formada por cinco produções baseadas em quatro best-sellers e que, sozinha, deve atrair um público importante para o filme.

Depois, On the Road tem no elenco atores reconhecidos, como Kirsten Dunst; a três vezes indicada ao Oscar Amy Adams; o também indicado ao Oscar Viggo Mortensen, e o vencedor de um Globo de Ouro Steve Buscemi.

Na lista estão ainda as revelações Sam Riley, de Control, 13 – O Jogador e Pior dos Pecados; Tom Sturridge, de Mentes Diabólicas e Waiting for Forever; Garrett Hedlund, de Onde o Amor Está! e Tron: O Legado; e a brasileira Alice Braga, respeitada em Hollywood por filmes como O Ritual, Predadores, Território Restrito, entre outros.

Além disso, outro ponto positivo para o filme é que ele tem recursos de duas produtoras expressivas no mercado internacional: a francesa MK2, responsável pela trilogia das cores de Krzysztof Kieslowski, e a inglesa Film4, responsável por filmes como A Dama de Ferro e Shame.

Além delas, fizeram parte da produção a brasileira VideoFilmes e as menos expressivas Nomadic Pictures, do Canadá, e SPAD Films, dos Estados Unidos.

Mas nada como o trailer para atiçar a vontade do espectador de conferir o filme. Com bom ritmo e cenas provocativas, que lembram as interpretações de atores que ficaram conhecidos por utilizarem o “método” de interpretação de Lee Strasberg, o vídeo de On the Road é um importante cartão-de-visitas de Salles.

Logo saberemos se ele fará o efeito pretendido e se este será o filme de maior êxito do diretor – não apenas nas bilheterias, mas também em premiações.

O filme tem estreia prevista no Brasil para o dia 15 de junho. Veja outras fotos da produção:



Sam Riley, Kristen Stewart e Garrett Hedlund em uma de suas "bandas" de automóvel






O protagonista Sal Paradise (Sam Riley) colocando as suas ideias no papel







A estrada é um cenário constante na produção. Aqui, mais um trecho do longo caminho


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A nova animação de Tim Burton

07 de março de 2012 0


O diretor e produtor Tim Burton examina o modelo do cãozinho Sparky



O californiano da cidade de Burbank Tim Burton é um destes diretores com uma forte identidade fílmica. Quase impossível começar a assistir a um filme dele e não identificar, em seguida, algumas de suas características como autor.

Burton sempre gostou de personagens diferentes, um tanto marginais, e de histórias que misturam o humor e o terror. Sete anos depois de ter lançado o filme de animação A Noiva Cadáver, Burton volta a estrear uma produção deste gênero.

Frankenweenie, com previsão de estreia para o dia 2 de novembro e sob a grife da Disney, retoma o gosto do diretor pela técnica da animação stop-motion, produzida com bonecos e cenários feitos à mão e com os quadros filmados individualmente.

O diretor já havia utilizado esta mesma técnica em A Noiva Cadáver, indicado ao Oscar – e também no filme O Estranho Mundo de Jack, do qual ele foi produtor. Para Frankenweenie foram produzidos pouco mais de 200 bonecos e cenários.

Mas este novo filme de Burton tem uma história interessante por trás. Baseado em uma ideia original do diretor, Frankenweenie foi planejado para ser um longa mas, na época em que Burton teve o “insight”, ele não tinha o prestígio que tem agora – e, muito menos, recursos para um longa estrelado por um garoto que vira um mini-Dr. Frankenstein.

No lugar de um longa, surgiu então o curta-metragem homônimo de 1984 estrelado por atores como Barret Oliver, Daniel Stern e Shelley Duvall. Quatro anos depois do curta, Burton começaria a fazer a sua fama e ganhar prestígio com o longo Os Fantasmas se Divertem, já um clássico. Em 1989 veio o primeiro Batman, e o resto é história.

Agora, com prestígio, um público fiel, 11 prêmios e 28 indicações na carreira, Burton consegue apresentar um Frankenweenie inovador. Não porque o filme utiliza stop-motion, mas porque a produção, filmada em preto e branco, está sendo renderizada em 3D. A Disney promete uma experiência única para os espectadores. Veja a seguir o trailer do novo filme:

O novo filme de Burton conta a história de Victor (voz de Charlie Tahan), um garotinho simpático que perde, inesperadamente, o cãozinho de estimação, Sparky, e que resiste à ideia de nunca mais vê-lo saltitante. Utilizando um laboratório todo equipado, o menino consegue ressuscitar o cãozinho. Mesmo tentando escondê-lo, Sparky acaba escapando e criando muita confusão pela cidade.

Entre os atores que emprestam as suas vozes para a animação estão Winona Ryder, Catherine O’Hara, Martin Short, Martin Landau, entre outros.

Veja, abaixo, algumas imagens do filme e dos bastidores da produção:



Victor e o cãozinho Sparky em sua "segunda vida"





A dupla tentando ser discreta





O jovem Victor tentando reanimar Sparky no laboratório localizado no ático





Gênios trabalhando: o animador Jens Gulliksen dando vida à Victor perto do cemitério


 

 


O assistente de Tim Burton, Barry Jones, ajeita um dos cenários da produção




O animador Matias Liebrecht trabalhando com Victor no ático



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