Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "Amanda Seyfried"

Crítica de 12 Horas (Gone)

13 de abril de 2012 1

Você sabe o que esperar de um thriller. Suspense, perseguições, adrenalina e alguma surpresa espalhada aqui e ali. 12 Horas (Gone), primeiro filme do brasileiro Heitor Dhalia feito em Hollywood, não escapa da fórmula. Pelo contrário. Segundo o próprio diretor, ele foi feito como mais um produto do gênero. Mesmo que Dhalia tenha seguido ordens e faça um bom trabalho, o problema de 12 Horas é o roteiro. Querendo brincar com lugares-comum, mas sem fazer muita graça, este filme apenas parece uma desculpa para fazer dinheiro. Previsto inicialmente para ser lançado no dia 6 de abril, hoje a assessoria da Paris Filme, distribuidora do filme no Brasil, confirmou que ele será lançado no dia 20 do próximo mês.

A HISTÓRIA: Uma garota, Jill (Amanda Seyfried) caminha por um bosque. Ela tem um mapa nas mãos. A câmera mostra ela riscando mais uma parte percorrida do imenso Forest Park. Vemos que ela percorreu, mais ou menos, metade do território. Ela volta para o carro, e vai para casa. Ela toma um banho, e fala com a irmã, Molly (Emily Wickersham), que está estudando para um exame. A irmã desaprova a ida de Jill ao bosque. Por sua vez, Jill fala algo sobre bebida que nos deixa pensar sobre problemas que a garota pode ter com as bebidas. Molly fala sobre elas saírem em um encontro no final de semana, mas Jill não parece gostar muito da ideia.

Depois, vemos cenas dela lutando com alguém, em uma espécie de pesadelo. Ela vai trabalhar como garçonete com o carro da irmã. Depois do expediente, volta para casa e encontra as coisas da irmã fora do lugar - a cama desarrumada, os livros e papéis que ela estava estudando bagunçados. Ela se desespera, porque acha que Molly foi sequestrada pelo homem que a tinha atacado alguns anos antes. A partir daí, ela empreende uma busca para saber o que aconteceu com Molly.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER - aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso só recomendo que continue a ler quem já assistiu a 12 Horas): Honestamente, eu esperava um filme pior. Isso não quer dizer que 12 Horas seja bom. Mas como o blog Sala de Cinema foi convidado para o lançamento do filme, me interessei em saber o que a crítica internacional estava falando da produção. E não era muita coisa boa.

Então fui para São Paulo preparada para assistir a uma bomba. E, no final das contas, até que não achei 12 Horas tão ruim quanto os críticos estrangeiros haviam falado. Para início de conversa, como eu disse antes, algo que as pessoas precisam entender é que este filme é totalmente uma produção de gênero. Então sim, você terá a busca clássica por momentos de tensão, pelo suspense e a expectativa de reviravoltas. Como um thriller exige, há também muitas cenas de perseguição, e alguns personagens que podem mostrar-se culpados.

Gostei da direção de Heitor Dhalia. Acho que ele soube utilizar muito bem os recursos que teve à sua disposição. Tecnicamente falando, é um filme bem acabado. Dhalia utiliza muitos recursos de panorâmicas e mantêm a atenção quase todo o tempo nos olhões azuis de Amanda Seyfried. Esses são os seus acertos. Os principais problemas de Gone não residem na direção de Dhalia, mas no roteiro de Allison Burnett.

Li nas notas de produção de 12 Horas que Burnett comentou que escreveu este roteiro praticamente a toque de caixa. Ou seja, que não foi um trabalho que exigiu muito do roteirista. Isso fica evidente. Ele utiliza a velha premissa da "moça traumatizada que parece um tanto desequilibrada e em quem ninguém acredita" como protagonista. A sanidade mental de Jill é um dos elementos fortes do filme. Isso seria interessante, e poderia dar caldo, se fosse explorado de outra forma. (SPOILER - não leia se você não assistiu ao filme). Porque Burnett explora esse possível desequilíbrio de duas formas: mostrando que Jill tomava remédios de uso controlado e que já tinha sido internada em uma instituição psiquiátrica e com ela inventando uma história nova para cada pessoa que ia encontrando na busca pela irmã. (continua... para ler, clique abaixo)

Leia mais »

Hollywood destrinchada: entrevista com o diretor Heitor Dhalia, de 12 Horas (Gone)

23 de março de 2012 0

O lançamento do filme 12 Horas (Gone) na última terça-feira, em São Paulo, produção que marca a estreia do brasileiro Heitor Dhalia em Hollywood, foi marcada por longos discursos do diretor.

Falante e apreciador do hábito de pontuar sua fala com referências variadas, Dhalia justificou porque não conseguiu imprimir a sua marca nesta nova produção.

Conhecido por um cinema autoral, Dhalia comparou o seu novo trabalho com o de um matador de aluguel, que sente algum prazer em apertar o gatilho, mas que não tem o mesmo gozo que um serial killer.

Segundo ele, o caminho para 12 Horas começou em 2004, quando o primeiro filme do diretor (Nina) foi premiado no Festival de Moscou e o também diretor André Ristum, amigo de Dhalia e finalizador da produção, foi procurado por agentes que representam artistas da área de Moscou e de Los Angeles.

"Naquela época, eu pensei: vou conquistar, ao mesmo tempo, a União Soviética e os Estados Unidos. Em uma tacada só", contou Dhalia.

O diretor resolveu viajar para Los Angeles, para fazer o primeiro contato com os representantes, e sentiu que não avançaria nos Estados Unidos porque não sabia falar inglês.

Voltando para o Brasil, ele começou um curso intensivo, estudando o idioma por seis dias na semana. Na sequência, ele iniciou os estudos de dramaturgia, que prosseguem até hoje.

"Essa foi uma ferramenta que ajudou a mudar a minha perspectiva no processo de fazer cinema. Você ganha ou perde o jogo na dramaturgia, porque é daí que saem todos os argumentos que um filme precisa para existir", opina.

Enquanto avançava com os estudos, Dhalia passou a viajar mais para Los Angeles para conhecer pessoas da indústria do cinema. Ele considera que passou realmente a chamar a atenção dos agentes com o lançamento de seu segundo filme, O Cheiro do Ralo, selecionado para o Festival de Sundance.

"Naquela época, entrei na maior agência de representação de talentos dos EUA. Mas o filme era muito pequeno para aquele jogo. As pessoas gostavam muito de O Cheiro do Ralo, mas para a indústria ele não dizia nada", avalia Dhalia.

Para o diretor, o filme era muito indie e não inspirava os produtores a pensar que o diretor teria capacidade de fazer um filme maior, que tivesse um diálogo mais próximo com o grande público. Mas Dhalia se sentiu mais próximo da indústria de Hollywood e de compreendê-la.

"Fui cada vez mais me submetendo a projetos (que estavam em estudo em Hollywood). Porque, na verdade, Los Angeles é um grande cassino, uma grande bolsa de valores do cinema, com muita especulação e um jogo de sobe e desce de ações no qual você nunca entende direito o que está acontecendo", conta.

Neste sistema complexo de risco para a produção de filmes, Dhalia ganhou mais pontos quando lançou, em 2009, no Festival de Cannes, o seu filme mais internacional: À Deriva. Segundo o diretor, a partir daí, surgiram vários convites e ofertas para fazer filmes nos EUA.

"(Houve) coisas mais especulativas e coisas mais concretas".

Um contato que ele fez em Sundance fez Dhalia assinar o primeiro contrato para um filme em Hollywood, um thriller de espionagem chamado April 23, planejado pela Lakeshore Entertainment. Mas o projeto não decolou. Depois, Dhalia foi chamado para um projeto da produtora Summit, que acabou não vingando também.

"Depois, as duas se juntaram e surgiu o projeto de 12 Horas. Antes disso, flertei e fui considerado para outros projetos, como uma biografia do Scott Fitzgerald e um filme de guerra sobre o ouro nazista que foi transportado de Berlim para Stuttgart. Na verdade, teve vários projetos interessantes, mas que são superdifíceis de financiar".

Até que surgiu 12 Horas, um filme que conseguiu ser pago, segundo Dhalia, apenas com a venda dos direitos para o mercado internacional. O resultado nas bilheterias nos EUA, segundo o diretor, será o lucro dos produtores. Além da Lakeshore e da Summit, o filme foi bancado pela Sidney Kimmel Entertainment. No Brasil, ele será lançado no dia 6 de abril pela Paris Filmes. ATUALIZAÇÃO (27/03): Hoje a assessoria da Paris Filmes divulgou nova data para estreia de 12 Horas no país: 20 de abril. ATUALIZAÇÃO 2 (30/03): Mais uma mudança na data de estreia. A Paris Filmes acaba de divulgar que 12 Horas deverá estrear no dia 13 de abril.

Os melhores trechos da coletiva com o diretor e da entrevista que fizemos com ele após o evento coletivo foram publicados na edição impressa do Diário Catarinense desta sexta-feira. A seguir, leia a entrevista completa:


Diário Catarinense: Como foi para você, um cineasta autoral no Brasil, ir para os Estados Unidos e se submeter a esse sistema industrial que você comentou?

Heitor Dhalia: O grande debate é exatamente esse, a questão do controle criativo. É uma diferença muito grande (entre o Brasil e os EUA). Cada filme é um protótipo e tem uma história particular. Ao contrário do que a gente acha, que Hollywood funciona como um sistema homogêneo, na realidade não é assim. É totalmente hetereogêneo o sistema. O que homogeniza é o sistema financeiro, como é que se faz. Mas você trabalha com pessoas. Tem pessoas muito criativas, autores, produtores, diretores, muito apaixonados por cinema. Hollywood é um lugar muito apaixonado por cinema. Mas tem também os business managers. Todas as histórias clássicas que a gente ouve falar de Hollywood, todos aqueles clichês... a gente vê que aquilo é verdade. Que é um sistema diferente.


DC: Como funciona esse sistema?

Dhalia: Quem comanda o processo criativo é o produtor. Só que com cada diretor e com cada filme esse acordo acontece de forma diferente. Pode ser um acordo mais suave, pode ser um acordo mais duro para o diretor. Primeira coisa, tudo é feito com advogado. É uma indústria em que você tem intermediários. Você tem um advogado, um manager e um agente. Por que tem isso? Essas camadas são para proteger o talento e para proteger também o investimento, que é feito pelo produtor ou pelo estúdio. No caso do talento, um jeito de você domar uma área que é criativa e tal, é fazer leyes ou filtros de controle para suavizar possíveis conflitos. Porque são coisas totalmente diferentes. Há um lado criativo e um lado que está mirando só uma coisa financeira, de controle. E como vai harmonizar isso? Eles fizeram essas leyes que, na verdade, não suavizam muito. Depende muito do perfil do produtor, se ele é muito controlador... E tem um outro elemento, que é a entrada do talento estrangeiro na indústria americana.


DC: Qual é o efeito desta entrada?

Dhalia: Hollywood é a única indústria (do cinema) que realmente existe no mundo. Ela é altamente competitiva. Para fazer esse filme, eu competi com 16 diretores americanos, e todos já tinham feito não sei quantos filmes, inclusive de estúdio. E por alguma razão, eu ganhei. Depois é que você vai entender o que isso significa. O talento estrangeiro entra de duas maneiras. Ou quando eles querem muito, (quando) são muito atraídos por diretores, atores... porque é uma bolsa de valores. O cara quer comprar uma ação em baixa. Ele pensa: "Um diretor que fez um filme experimental não sei onde, eu quero esse cara". Porque esse cara pode ser que daqui a dois filmes seja O CARA. Tem essa coisa... porque lá há dois caminhos: um é o investimento seguro e o outro é o risco. O investimento seguro é quando se sabe que um cara consegue fazer um filme, consegue entregar... ele é americano, já fez... não importa se fez bem ou mal, mas ele fez. Ele não pirou, não saiu andando, entendeu? Tem uma história que eu acho muito engraçada. Tem um diretor que trabalhou neste mesmo sistema que eu trabalhei, ele abandonou o set e saiu andando. Diretor estrangeiro que saiu andando. Disse tchau, saiu andando e nunca mais voltou para o set.


DC: Como você lidou com esse cenário?

Dhalia: Toda vez que eu estava em um momento de crise lá, com dificuldade na produção, tinha duas coisas que eu fazia. Uma era ouvir Luiz Gonzaga, que eu ouvi bastante, para dar uma energizada nas origens, e às vezes eu falava para a minha namorada. "Está jogo duro hoje". Aí ela mandava um ícone de um bonequinho andando. "Se você quiser, você anda" (ela dizia). Então eles apostam muito em uma coisa que já está consagrada, em alguém que já fez alguma coisa que eles conhecem. Para outra coisa que o talento estrangeiro serve, e falando de uma maneira assim, muito cruel, é que você entra como mão de obra barata, comparado com o americano, e mais fácil de controlar. Por que? Porque você não entende o sistema e não entende a língua do jeito que eles entendem. Essa mão de obra, os talentos regionais de cada país que vão para lá, podem entrar com um pouco mais ou menos de condições, dependendo da negociação que você tem, sorte ou sei lá, destino. Depende de uma série de fatores. Às vezes você só entra em um sistema mais industrial, onde você está mais submetido a um limite criativo. Algo emblemático é o gap, a diferença entre a expectativa e o resultado. O drama mora nessa diferença, entre aquilo que você acha e que você consegue (executar). Você entende como funciona e acha as ferramentas para ir para o próximo gap, ou para a próxima jornada que você tem pra fazer. E você só consegue fazer isso quando você já está no campo de batalha. Fazer filme é guerra.



(continua... para ler, clique abaixo)

Leia mais »

Dhalia fala sobre 12 Horas

20 de março de 2012 0

O diretor Heitor Dhalia falou por pouco mais de 40 minutos sobre a sua experiência em dirigir chega o filme 12 Horas (Gone), estrelado por Amanda Seyfried.

Na coletiva para a imprensa em São Paulo terça-feira ele deixou clara que está foi uma produção 100% da indústria, sem margem para a forma de Dhalia trabalhar. Ele não pôde contribuir com o roteiro ou mesmo ensaiar com os atores.

Dhalia comparou o seu trabalho com o de um matador de aluguel, que sente algum prazer em matar, mas que executa um trabalho encomendado e sem o mesmo prazer de um serial killer.

O filme 12 Horas conta a história de uma garota traumatizada, interpretada por Amanda Seyfried, que acredita que a irmã foi raptada. Ela começa, a partir do desaparecimento, uma busca incansável para descobrir o que aconteceu. A produção tem estreia prevista no Brasil para 6 de abril. ATUALIZAÇÃO (27/03): Hoje a distribuidora do filme no Brasil, a Paris Filmes, divulgou nova data para a estreia dele no país, 20 de abril. ATUALIZAÇÃO 2 (30/03): Mais uma mudança na data de estreia. A Paris Filmes acaba de divulgar que 12 Horas deverá estrear no dia 13 de abril.

O novo filme de Heitor Dhalia

20 de março de 2012 0

O novo filme do brasileiro Heitor Dhalia será lançado dentro de poucos minutos em São Paulo.

A distribuidora Paris Filmes fará uma sessão para a imprensa do filme 12 Horas (Gone), que marca a estreia de Dhalia em Hollywood.

O blog Sala de Cinema foi convidado para o lançamento e para uma rápida conversa com o diretor em seguida da exibição.

12 Horas é um thriller que foi rodado na cidade de Portland, nos Estados Unidos, e é estrelado por Amanda Seyfried, de Cartas para Julieta e Mamma Mia! O filme estreia no Brasil no dia 6 de abril. ATUALIZAÇÃO (27/03): Hoje a distribuidora do filme no Brasil, a Paris Filmes, divulgou nova data para a estreia dele no país, 20 de abril. ATUALIZAÇÃO 2 (30/03): Mais uma mudança na data de estreia. A Paris Filmes acaba de divulgar que 12 Horas deverá estrear no dia 13 de abril.

Em breve, mais detalhes aqui no blog, e a reportagem completa na edição impressa do Diário Catarinense.

Nova versão do clássico Chapéuzinho Vermelho ganha trailer

26 de novembro de 2010 0

 

 


 

Foto: divulgação.



A releitura do clássico conto infantil dos irmãos Grimm ganhou nome em português e trailer oficial em português divulgado pela Warner Bros. Red Riding Hood é A Garota da Capa Vermelha, dirigido por Catherine Hardwicke.

Na história, uma jovem (vivida por Amanda Seyfried) vive em uma vila medieval aterrorizada por um lobisomem e ela se apaixona por um órfão lenhador (Shiloh Fernandez), para desagrado de sua família. O roteiro fica por conta de David Leslie Johnson.

O elenco Julie Christie, Max Irons, Michael Shanks, Lukas Haas e Virginia Madsen. A estreia nos EUA está prevista para março de 2011.


 

Amanda Seyfried vira Chapeuzinho Vermelho

02 de agosto de 2010 0

Depois de filmes como Mamma Mia!, Garota Infernal, Meninas Malvadas e o último a estrear nos cinemas brasileiros, Cartas Para Julieta, Amanda Seyfried virou Chapeuzinho Vermelho, em uma versão mais sombria, no longa Little Red Riding Hood.

O filme vai recontar a história clássica de forma mais obscura e adulta, adicionando ainda um triângulo amoroso jovem.

No elenco, Shiloh Fernandez, Gary Oldman, Virginia Madsen, Lukas Haas, Max Irons e Julie Christie.

A direção fica por conta de Catherine Hardwicke, de Crepúsculo, e o roteiro é de David Leslie Johnson, de A Órfã.

A previsão de estreia no EUA é para abril de 2011.

Estreia em clima de Dia dos Namorados

08 de junho de 2010 0

A Paris Filmes confirmou hoje a estreia do filme Cartas Para Julieta, para esta sexta-feira para Florianópolis. A comédia romântica é estrelada por Amanda Seyfried (Mamma Mia!) e Gael Garcia Bernal (Ensaios Sobre a Cegueira).

Na história, a aspirante à escritora de revistas Sophie e o aspirante a dono de restaurante Victor voam de Nova York para a Itália para um período de férias. O palco parece ser perfeito para o necessário romance que falta em seu relacionamento, especialmente, por seu destino ser a cidade de Verona, sede da história de amor entre Romeu e Julieta.

Mas Victor está mais interessado em encontrar fornecedores para seu restaurante do que no relacionamento com Sophie, que acaba descobrindo uma improvável fonte para extravasar seu romance: ela se junta a um grupo de voluntárias que responde as cartas que chegam à Verona, endereçadas para Julieta, procurando conselhos amorosos. Uma das cartas que Sophie responde é datada de 1957 e veio de uma inglesa chamada Claire Smith, que se apaixonou por um italiano em sua juventude, mas deixou escapar a oportunidade devido à distância.

Assista ao trailer:

Prêmios do MTV Movie Awards

07 de junho de 2010 0

O filme Lua Nova, sequência da saga Crepúsculo, protagonizado por Kristen Stewart e Robert Pattinson, foi o grande vencedor da 19ª edição do MTV Movie Awards. Levou cinco prêmios: melhor filme, melhor atuação feminina (Stewart), melhor atuação masculina (Pattinson), superastro global (Pattinson) e melhor beijo.

O prêmio de momento WTF (sigla da expressão inglesa "Que m... é essa?") ficou com Ken Jeong (Transformers 3) em Se Beber, Não Case, enquanto que o de Melhor Performance de Pânico foi para Amanda Seyfried (Chloe e Mamma Mia!) em Garota Infernal.

A atriz Anna Kendrick (Lua Nova) ficou com o prêmio de Revelação por Amor Sem Escalas, e o de Melhor Vilão foi para Tom Felton (Harry Potter e a Ordem da Fênix), por Harry Potter e o Enigma do Príncipe.

O ator Rain ganhou o prêmio Badass (durão) por Ninja Assassino, e Zach Galifianakis (A Ressaca) o de Melhor Atuação Cômica por Se Beber, Não Case.

Sandra Bullock (A Proposta), em seu segundo comparecimento público após o escândalo de infidelidades de seu marido, recebeu o prêmio MTV Generation Award, por suas duas décadas no negócio do espetáculo. A atriz arrancou aplausos da platéia ao, inesperadamente, dar um beijo na boca da atriz Scarlett Johansson (Ele Não Está Tão Afim de Você) após receber o prêmio.