Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros
Capa ZH ZH Blogs Assine agora

Posts do dia 9 setembro 2011

A partir de hoje as mulheres nos escolherão pelo dedo

09 de setembro de 2011 8

Se as mulheres já estão exigentes, imagina agora. Nesta matéria aqui, tem uma pesquisa que, pela primeira vez, indica que o tamanho do dedo anular está ligado à quatidade de testosterona do corpo masculino. Ou seja, quanto maior o dedo, mais tesão o cara tem. Logo, a partir de agora seremos escolhidos a dedo. Anular.

A primeira vez em uma casa de swing

09 de setembro de 2011 69

Foto: sxc.hu

Dois de nós conhecemos uma casa de swing na quarta-feira à noite. Antes que vocês façam a piada pronta, não fomos como um casal. E confesso que não pegamos a melhor das noites. Era a festa em que podem entrar solteiros e casais e, obviamente, havia mais pessoas sozinhas que acompanhadas. A casa que “descobrimos” é bela: luz no tom necessário para que as pessoas pouco se enxerguem. Não fique pensando que não é possível de ver perfeitamente quem é quem lá dentro. Dá para ver tudo. Principalmente depois da meia hora em que você está mais que habituado ao local. Uma cama redonda no meio do salão faz as vezes de ofurô. Ali você pode sentar para conversar, flertar, conhecer melhor qualquer possibilidade de sexo e, a partir daí, tudo é liberado, tudo é lícito — desde que todos concordem com o tudo. Há também um corredor com espécies de quartos “semi-privativos”. Ali você também pode fazer de tudo, mas tem de saber levar na esportiva que a porta está sempre aberta — uma vez que não há porta propriamente dita — e quando menos você espera há uma pessoa na porta te observando. Ninguém, pelo que me contou o gerente, entra sem ser convidado. Mas ele(a) pode — e vai — ficar por ali assistindo tua performance. Isso é impossível de negar. Afinal, é uma casa de swing.

Se nós acabamos nos dando bem vai ficar na imaginação sempre fértil de vocês. Posso garantir que a intenção de ir até lá tenha sido, basicamente, de termos material para um bom post. E esperamos que este realmente venha a ser um. Enfim, chega de papo. O que nos chamou atenção:

Camisinha: impressionante a quantidade em todos os lugares e em todos os cantos passíveis de haver sexo. Algo muito bom, eu diria. A casa, ao menos, se preocupa com a saúde dos clientes. Deve haver quem não usa, mas daí é conta e risco pessoal. Algo como está na chuva, se molhe. Pelo que o gerente me contou, dificilmente os clientes deixam de usar preservativo. Que bom, pensei.

O buffet é livre, mas não há desperdício: de forma alguma você vai chegar lá escolhendo algum lugar para desvendar, como se fosse o Indiana Jones, sem pedir, no mínimo, licença. Até as garotas de programa que ali estavam pedem e querem um bate-papo. Como disse acima: todos tem de querer o tudo. Há uma certa negociação pelo que percebi e um certo acordo verbal entre as partes: pode isso, isso, isso e isso. Aquilo? Não, não… E todos mantêm a ordem e decência, seja na frente de todo mundo, seja no quarto do corredor. Ah, o preço: fixo. Você paga a entrada, com direito a cinco bebidas e sexo à vontade. Enquanto aguentar — e quiser — pode ficar na festa. Nós chegamos pela meia-noite e ficamos até as 3h35min. Mas a coisa ia longe.

Você não irá traçar todo mundo, samba-cancioneiro: a não ser que tenha tomado algum remedinho, não pense que será a noite de 10, 15, 20 mulheres. E mesmo que esteja sob efeito de “estimulante”, não será. Primeiro, pela regra acima, do bate-papo. Segundo, porque nem todos vão aceitar transar com você. É praticamente uma noite “normal”: você tem de agradar, ter um bom papo, chamar atenção. Apenas dois homens transaram mais de uma vez na noite em que fomos — em um universo de uns 10. A maioria chega, bebe uns drinks, flerta, faz o que tem de fazer e volta para dançar e curtir um pouco mais da festa. O fetiche, pelo que percebi, está no grupo, na transa em “multidão”, e não na quantidade. E consegui perceber que estávamos na noite dos experientes: não tinha nenhum guri bobo que recém tinha deixado a revista de mulher pelada em casa, se é que você me entende?

Performances: uma moça, que aparentava ter uns 40-45 anos, gritava demais. Estava com um homem grisalho, um tanto acabado, por assim dizer. Ele não transou com ninguém. Apenas uma das profissionais que ali estavam o fez sexo oral apenas uma vez. A mulher transou duas vezes. Nenhuma com o parceiro fixo. O sexo oral dele ocorreu na segunda vez. Na primeira, ele apenas observava a mulher, que transava com um outro cara, aparentando uns 30, 35 anos. Tudo no meio da pista. O outro casal — sim, apenas dois, como disse, pegamos um dia fraco — fez apenas no quarto. E pelo que percebi foram os dois, mais um visitante da festa e uma das profissionais que ali estavam — estas, por sinal, gemem como se estivessem na última transa da vida (fake total, eu, particularmente, não gostei). Foram para o quarto maior e até beijo saiu. E confesso que parei de olhar quando até os meninos estavam se beijando. Mas, voltando às performances, nada muito doido. É bom que você lembre: não está em um filme pornô. E mesmo que estivesse, não é o Long Dong Silver.

Agora é com você, amigo, samba-cancioneiro. Se quiser contar sua experiência em alguma destas casas, deixe seu comentário — lembre-se que ele passa por moderação. Se for visitar alguma destas casas, volte aqui e nos conte também. Este foi um post para elucidar, não para detalhar. Esperamos que vocês gostem. Qual de nós foi à noite fazer a apuração? Bem, mais uma coisinha para você imaginar e lembrar de nós.