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Posts do dia 19 setembro 2011

Faltaram brasileiras entre os melhores bumbuns do mundo do showbizz? Não para o Samba-Canção

19 de setembro de 2011 25

Não ficamos nem um pouco satisfeitos em saber que entre os 50 melhores bumbuns femininos do showbizz não havia uma única brasileira. Imaginamos que essa fato lamentável tenha ocorrido em função de termos as melhores e imbatíveis traseiras. Como o pessoal aqui do blog sabe o que é bom, resolvemos escolher as nossas top 10 e selecionamos a dedo algumas das maiores gatas do momento — ou que deixaram saudade — para você curtir. Aproveite: as nossas brasileiras são melhores que as outras.

Nicole Bahls — Foto: Marcos Serra Lima, Paparazzo

Juju Salimeni — Foto: Autumn Sonnichsen, Playboy

Cacau — Foto: Marcos Serra Lima, Paparazzo

As Scheillas, a Mello e a Carvalho — Foto: J. R. Duran, Playboy

Juliana Paes — Foto: Divulgação, Playboy

Tiazinha — Foto: Divulgação, Playboy

Feiticeira — Foto: Divulgação, Playboy

Sabrina Sato — Foto: Divulgação, VIP

Luana Piovani — Foto: Divulgação Paparazzo

E quando a mulher se torna a amante e a amante se torna a mulher?

19 de setembro de 2011 51

Foto: sxc.hu

Pense na seguinte ocasião: você está casado e tem uma amante. Acabou com sua mulher por este relacionamento não-convencional. Foi morar com a nova mulher. Passou a ter um relacionamento mais que estável. Ou seja: praticamente casou novamente. Porém, após alguns meses, cruzou com a ex em algum shopping da cidade, percebeu algumas coisas diferentes nela. Ela estava muito mais gostosa. Sedutora. Exalava sexo. Desejou-a novamente. Saíram. Transaram. Foi bom para caramba. E agora vocês se encontram seguidamente em fugidinhas (igualmente como certa vez foi com a outra) nada convencionais.

Bem diferente daquela vida que você levava antes da amante virar mulher e da mulher virar amante, não? Pode até ser. Duvido que esta ocasião narrada acima não seja mais que normal. Teu dia a dia era ruim, a pressão da vida gerava brigas todos os dias, as contas, o trabalho, os amigos, família dela, a tua família. Nem o sexo que vocês faziam com tanto gosto e que causava inveja no vizinho de baixo — e dos lados e de cima — estava igual. Era aquela rapidinha, quando rolava. Gozou. Dormiu.

Com a outra, não. Você ligava para ela. Conversava sobre os mais diversos e diferentes assuntos. Aqueles que você não conversava mais com sua mulher e que fazia você se sentir “vivo”, “diferente”, “fora da rotina do dia a dia”. Não havia cobranças. Não havia pressão. Era o melhor do que você poderia imaginar. Transavam forte e firme. Uma, duas, três… Suavam como doidos. Banho, beijo, casa. E a vida real vinha como um despertador fulminante sem botão de soneca. Você cansou e resolveu sair de cima do muro.

A questão é que você é o problema. Não ela. Não a outra. Você. Uma pessoa que preferiu ir atrás de outra mulher ao resolver teus problemas particulares. A outra mulher estava em casa como a primeira, mas você nunca estava satisfeito. Queria algo mais. Uma aventura, talvez. Um fato que fizesse te sentir homem, dominador, garanhão. Você poderia fazer tudo isso em casa, mas preferiu ir na rua. Agora, o que você tem na rua é o que tinha em casa. E a rua virou casa e você não gosta mais. Ou gosta, mas vai deixar tudo te dominar de novo: a pressão da vida, as contas, o trabalho, os amigos, família dela, a tua família.

A grosso modo, tenho certeza de que é isso o que acontece. Você pode mentir e dizer que não. Mas é exatamente por isso — e outros motivos muito piores — que a mulher se torna a amante e a amante se torna a mulher.