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Posts do dia 7 outubro 2011

Não importa o tempo da transa, o que vale é saber fazer. É isso mesmo?

07 de outubro de 2011 156

Foto: sxc.hu

“Não importa o tempo, mas tem de saber fazer. Pode ficar cinco minutos e dormir, desde que me faça muito bem”. Quando ouvi a frase nos famosos bares da Cidade Baixa, três mulheres e um homem conversando, no primeiro momento não acreditei muito no que ela estava falando. O homem que estava na mesa, acompanhado de uma das três, também não levou fé. Deu para ver na cara dele. Então lembrei de outros posts daqui do blog que falam sobre a hora do sexo e dos comentários de vocês. E não tive dúvidas: ela estava mentindo.

Acredito se a mulher disser que tamanho não é documento. Que sexo oral não é questão imprescindível. Que pode rolar apenas um papai-e-mamãe que está tudo ótimo. Mas ficar “cinco minutos” como disse a moça do bar, é balela. Se for aquela rapidinha antes de ir para o trabalho, quando você está apressado ou prestes a se atrasar. Tudo bem, nesse caso impera que sejam cinco minutos e, inclusive, é muito gostoso e divertido.

Agora, que mulher aguenta uma semana com 35 minutos de sexo? As amigas transam esse tempo em uma saidinha rápida. E vão falar sobre as transas. E ela vai sentir-se ridicularizada. Porque mulheres falam muito de sexo. Se há homens que duvidam disso, coitados.

E veja a ironia: graças a este tipo de sexo, os que ficam mais de cinco minutos acabam se tornando “deuses”. Imagina a mulher que só conhece cinco minutos e acaba ficando com um cara que dura 30, 40, 50.

Será que é isso mesmo? Será que há espaço para os de cinco minutos? Se a mulher fosse convidada para sair com um de cinco minutos e um de 50, qual escolheria? Mulher leva mais em conta outras qualidades além do sexo para preferir os de cinco minutos?

Tenho certeza de que as respostas mais extraordinárias surgirão para as perguntas acima nos comentários. Assim como acredito que nos surpreenderemos muito com o que elas — graças a Deus sempre por aqui — irão expor. Até porque vamos falar sobre sexo. Mais fácil seria debatermos sobre a relatividade e as inúmeras maças que caem das árvores.