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Posts do dia 10 outubro 2011

Ensinamento do dia: mulheres de 20 aprendam com as meninas de 40

10 de outubro de 2011 106

Foto: sxc.hu

20, bom. 30, muito bom. 40, magníficas.

Mulheres, isso não é uma crítica. Não é uma chamada de atenção. Um puxão de orelha. Ou até mesmo um sermão. É um ensinamento: aprendam, por favor, com as meninas mais velhas, as de 40.

Reparem naquilo que elas têm de melhor. Descartem o que têm de pior. Observem suas artimanhas, seus truques de sedução, a postura em relação ao mais diversos — e polêmicos — assuntos.

As meninas de 40 anos — para cima — estão com e têm um encanto diferente. Um olhar diferente. Um jeito de ser diferente. Tudo diferente. Elas estão bem cuidadas, mais cheirosas do que nunca, bem vestidas. Arrumadas ao extremo. Elas chamam atenção pelas curvas — também diferenciadas — que o tempo moldou como água que bate na pedra bruta. Não vamos questionar se há lipo ou outras cirurgias na jogada, se há este recurso, por que não usar?

Aprenda, mulher de 20, que não é necessário sair pelos bares, beber até cair, fazer um enorme papelão e esperar os questionamentos do dia seguinte — “onde estou?”, “como vim parar aqui?”. Aprenda que para seduzir não é preciso ser vulgar. Que um vestido ou uma saia abaixo do joelho podem fazer a diferença mesmo quando se tem pernas torneadas e maravilhosamente bronzeadas. Entenda que o sexo pelo sexo pode ser bom. Na verdade, é ótimo. Mas selecione, não enumere. Seja qualitativa, não quantitativa. Gabe-se pela marca que você deixou e não por ter chamado atenção achando-se o máximo.

Mulher de 20, trabalhe. Mostre-se — e não seja — bem-resolvida. Deixe as nomenclaturas bestas de lado. Acredite no que você pensa, não naquilo que querem que você seja. Faça com que as pessoas surpreendam-se com a perspectiva da mulher do futuro. Essa é a bandeira que vocês devem empunhar. A liberação feminina é apenas algo inventado para você continuar escrava. Você pode não estar mais sob o domínio masculino, mas se acorrentou aos rótulos que você mesmo inventou, só não percebeu.

Mulher de 20, viva.

Mulher de 20, bem-vinda a 1971.