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Posts na categoria "Relacionamento"

E os maridos precisariam de um curso para lidar com os amantes de suas mulheres?

16 de novembro de 2011 61

Foto: sxc.hu

Hoje vamos inverter os papéis. Porque fiquei pensando no que li no Donna, a reportagem de que na China há um curso que ensina mulheres a lidar com maridos que têm amantes. E se fosse ensina maridos a lidar com as mulheres que têm amantes? Como os homens lidariam com os ensinamentos? Perdoariam? Jogariam na cara o triste e fatídico passado companheira em cada discussão?

Não me venha com o papo de que quem ama não trai. Queremos debater e não definir. Primeiro, lógico, temos de pensar em uma coisa: mulher também é capaz de trair. Alguns dizem que elas precisam de um motivo (enquanto que um homem precisa apenas de um local). Outros comentam que elas são iguais aos homens: se estiver a fim, vai sacanear. Sim, sacanear, pois você, mulher, vive dizendo que traição é uma baita sacanagem. Logo…

Pois então, samba-cancioneiro? Se você fosse traído, perdoaria? Procuraria o curso para lidar com isso? Por favor, perceba o tom de ironia e o sarcasmo na pergunta. Mas tente, uma vez, mudar de lado e coloque-se no lugar do chamado sexo frágil. A discussão promete render.

A performance sexual é uma preocupação estritamente masculina?

11 de novembro de 2011 68

Foto: sxc.hu

Li por aí que um homem foi preso porque filmou uma transa entre ele e a namorada. O cara, segundo a matéria, tinha interesse em conferir a performance, o quanto mandava ver enquanto satisfazia sua mulher. Queria ver o que e como fazia durante 35 minutos de muito suor, prazer e gemidos. Acho justo. Ele deveria ter perguntado se a moça permitia tal ação, antes. Mas continuo achando justo o cara se preocupar em como é na cama.

Por que acho justo? Porque provavelmente, o britânico (sempre eles, não?) queria saber se estava agradando a namorada. Queria assistir às imagens com as posições e com as caras e bocas, pois algumas pessoas fazem caretas grotescas na hora da transa. Pensava em ver onde coloca a mão, onde não colocava a mão, queria conferir o quanto a mulher gostava de ser beijada no pescoço, na nuca, nas costas… entender com imagens documentadas todas as práticas comuns aos dois.

Agora me diz: o que tem de mau nisso?

Acredito que o homem se preocupa muito mais com a performance sexual do que a mulher. Não que elas transem a esmo ou terminem e pensem nas compras que vão fazer no outro dia — mulher sempre quer fazer compras. Elas transam e relembram como foi e/ou como fui, claro. Mas penso que a neura sobre se eu “matei a pau ou não” é um foco extremamente masculino.

Vamos debater sobre isso hoje? O que lhes parece? A performance sexual é uma preocupação estritamente masculina?

Pesquisa: você faria sexo por obrigação, apenas para satisfazer a seu parceiro?

10 de novembro de 2011 83

Foto: sxc.hu

Após os posts de terça e de quarta, muitas pessoas nos comentários pediram para que fizéssemos nós, aqui no Samba-Canção, uma pesquisa sobre a atividade sexual. É complicado dizer “atividade sexual do gaúcho”, principalmente porque estamos na internet, e na internet não temos Estado, país, continente. Mas sabemos que a maioria das pessoas que passam por aqui são gaúchos, então, tiraremos uma média em cima de nosso bairrismo.

A pergunta do Samba-Canção vem a partir da pesquisa que gerou o post de ontem: os números americanos da organização HealthyWomen afirmam que as mulheres não dão prioridade ao sexo em suas vidas. Recaptulando: elas estão fazendo sexo por obrigação, e não com o propósito de prazer. Sabemos que muitas vezes você (e aqui estou incluindo homens e mulheres) faz coisas para agradar seu parceiro: um sexo oral, um striptease, uma roupinha mais sexy para ele (a) ficar doido (a). Mas, obrigação é dose, não?

Então, o debate de hoje será: você faria sexo por obrigação, apenas para satisfazer a seu parceiro? E vou além: é mais fácil a mulher ou o homem fazer algo “obrigado”? Estou curioso para saber as respostas de vocês. Foi dada a largada.

Por mais que as mulheres sejam ativas sexualmente, ainda têm o recato e o medo de nossas avós

09 de novembro de 2011 55

Foto: sxc.hu

Confesso que achei estranha a pesquisa americana da organização HealthyWomen que afirma que as mulheres não dão prioridade ao sexo em suas vidas. Talvez eu não entenda nada sobre mulheres, talvez enxergue coisas onde não existem. Perceba fatos que um clique em um computador não seja capaz de fazer (se você não clicou no link acima, saiba: a pesquisa foi feita online). Porque as mulheres que eu conheço — e que estão sempre por aqui no Samba-Canção — exalam sexo.

Recaptulando: 51 em 100 mulheres acreditam que se envolver em atividade sexual algumas vezes por semana seja considerado sexualmente saudável. Mas apenas 30 destas 100 se envolvem em atividade sexual neste nível. Até aí, tudo bem. Podem estar se guardando ou selecionando melhor o parceiro, daí não encontram e vão para casa ou apelam para a masturbação ou para algum brinquedinho. Ou vão dormir, mesmo.

Mas pasme: 66 mulheres  em 100 transa uma vez por semana — ou menos. Vamos levar em conta que são mais ou menos 48 semanas no ano (estou usando quatro semanas por mês, ok?), logo, essas mulheres transam 48 vezes (ou menos) no ano. Ou seja: 13% dos 365 dias, meu amigo, de janeiro a dezembro! Loucura!

Claro que vou perguntar a teoria de vocês, mas a minha é a seguinte: por mais que as mulheres sejam ativas sexualmente, gostem de sexo e queiram transar muito, mas muito mesmo, ainda têm o recato e o medo de nossas avós para falar sobre o tema.

Talvez tenham medo da repercussão, do dedo acusador da sociedade e que aponta chamando-as de todos os palavrões esdrúxulos e conceitos para lá de ultrapassados — homem que come todo mundo é garanhão, mulher que dá para todo mundo é uma vagabunda. Estejam mais preocupadas com “o que os outros vão pensar se eu fizer isso” do que com o “hoje você vai me dar prazer para eu nunca mais me esquecer dessa noite”. Enfim, para não ser repetitivo, apenas colocarei aqui o link para o post da segunda-feira.

Agora está com vocês: por que, samba-cancioneiro, a mulher está transando por obrigação, e não por prazer?

Quanto tempo você aguentaria sem sexo?

08 de novembro de 2011 209

Foto: sxc.hu

Li nesta segunda-feira, aqui mesmo no clicRBS, que uma mulher está há 10 anos sem fazer sexo! Dez anos, amigo samba-cancioneiro! Você imagina algo assim?

Alguém já diria “haja masturbação”. Um colega aqui brincou que com a “beleza” da moça, não é de se admirar que fique tanto tempo sem ir para a cama com alguém. Argumento que não aceito muito, pois acredito que qualquer pessoa consegue ter sexo ou fazer sexo a hora que quer, mesmo sendo feia, e ainda mais mulher.

No post que discutimos aqui, ontem, um dos samba-cancioneiros destacou que sua mulher é um tanto retraída quanto à questão sexual. Ele fala de fogo, tesão e coisas do gênero, no caso. Mas sabemos que existem muitas diferenças entre a vontade masculina e a feminina em relação à libido.

Pelo homem, qualquer hora é hora e qualquer momento é momento. É como se o homem tivesse um motor e o combustível fosse sexo. Claro, tirando noitadas espetaculares em que rola uma, duas, três, quatro vezes em um curto espaço de tempo, quase sempre o homem atira uma pedra, vê o lago fazer as ondas e volta para a casa.

Já as mulheres que gostam de sexo — e estas são maravilhas em um mundo cão — preferem que um meteorito caia sobre o mar e surja uma onda devastadora, um tsunami. Não que a quantidade não seja fator importante para elas, mas a maioria se apega a qualidade — fato que muitos homens, realmente, ignoram.

Então, a partir disso, pergunto:  quanto tempo você aguenta — ou aguentaria — sem sexo? É possível ficar anos sem?Vamos à melhor parte do assunto: as opiniões de vocês.

Quatro pontos importantes de serem debatidos sobre o tema sexo

07 de novembro de 2011 106

Foto: sxc.hu

Trabalhei neste sábado e neste domingo. Fiz plantão em dois momentos complicados na redação: jogos da dupla Gre-Nal (por favor, sem cornetas nos comentários, quer cornetear, vai para o Blog do David). Sedento para relaxar e desestressar um pouco, fui tomar uma cervejinha em um bar da cidade e, após encontrar uns amigos, surgiu o tema relacionamento e o Samba-Canção.

“Você tem de escrever sobre isso”, “você tem de levantar essa polêmica aqui”, “esse é um assunto que vai render”… Depois de várias sugestões de pautas, ficou o assunto sexo e tabus. E, juro, as mulheres da mesa me fizeram escrever em um guardanapo os quatro tópicos abaixo. Porém, enquanto iam falando, os homens opinavam. E o debate foi noite a dentro, chegamos às 2h da madruga e hoje eu estou simplesmente quebrado. Mas, antes de dormir, fiz o prometido na despedida com a turma e taí, mais ou menos, o que foi falado.

Mulher fresca: não tem coisa mais chata que mulher fresca e cheia de não-me-toques. Literalmente. Você está a ponto de bala, quer beijar, morder, apertar, lamber… e ela fica segurando tua mão, pegando teu braço na hora de um boa passada de mão nas coxas, no bumbum. Você dá aquela mordidinha de leve, na nuca, embaixo dos ombros, pelas costas, e ela reclama ou mostra desconforto. Você quer beijar os pés dela, lamber suas coxas, apertar… E ela se mostra mais a fim de tirar estes locais do teu alcance do que retribuir. E o que é pior, nem te mostra, então, como ela prefere a coisa toda. Um saco!

Desencane: fale, grite, xingue, diga exatamente o que quer. Não há nada mais sexy para um homem que ouvir que está indo bem, que está bom para caramba, que ele está te levando às nuvens. Diga que quer “ali”, “aqui”, “assim”, “devagarzinho”, “não para”… Cuidado: o limite entre o sexy e o fake é muito, mas muito tênue. Pense: se você quer ser uma garota de filme pornô, pense na performance sexual, não na atuação “ié, ié, iééééé” em que o cara está tomando uma água e a menina já teve, no mínimo, cinco orgasmos…

Toque-se: use suas mãos, mulherada. Toque-se, toque-se, toque-se. Seios, coxas, mãos nos cabelos, dedos na boca, dedos no clitóris. Por que não? “Ai, o que ele vai pensar…” Ah, amiga, dane-se! Não estamos mais na década de 1950. O sexo tem de ser bom para os dois e os dois têm de dar e receber o máximo de prazer. Se ele pensar qualquer coisa errada, pode ter certeza de que para cada um tem cinco que não são assim. Afinal, por que não se ajudar “a chegar lá”? Por que não você dar uma forcinha na hora do orgasmo?

Sexo oral: em nosso egoísmo, quase sempre queremos receber, receber, receber… mas vocês, às vezes por nojo ou sei lá o quê, não querem usufruir do mesmo bem bom. Mulherada, liberte-se: abra mão de preconceitos ou até mesmo conceitos equivocados que ou te ensinaram ou tua vó disse que “era feio”. Entenda: homem gosta de fazer um sexo oral. Homem quer fazer sexo oral em você. E aqui entra a questão lá de cima: desencane! Se estivermos fazendo algo “errado” e não achamos o caminho das pedras, escancare: aqui, meu amigo, aqui! E curta, bastante!

P.S.: paramos a conversa na questão sexo anal. Provavelmente as meninas não se sentiram à vontade para escancarar quem faz e quem não faz ali, no bar, tendo a possibilidade de todos ao redor ouvirem — ainda mais — nosso papo. Eu só digo uma coisa: faça! E depois diga: “não gosto”. Claro, com cuidado e sempre com preservativo, ok? E que venham os comentários e os debates de vocês.

As gordinhas têm de ser mais calientes, não?

04 de novembro de 2011 95

Foto: sxc.hu

Não me bata, não fale da minha família, deixe os palavrões de lado. A frase que escrevo a seguir não é minha, não é de homem algum, muito menos foi dita em uma roda de bar enquanto ogros bebiam cerveja. Estava eu em uma reunião de amigos, um café em que os casais falam de seus filhos, as mulheres repercutem as atrocidades que os maridos andam fazendo no dia a dia, os maridos tomam cerveja e não falam em hipótese alguma sobre suas casas — temos mais o que fazer, não? — e as crianças desses casais ficam rodando, rodando, rodando… e gritam, e gritam, e gritam.

A frase foi dita no momento em que eu estava quase pensando: “o que estou fazendo aqui?”. Como me impressionei com o que foi dito, não cheguei a filosofar sobre mais este momento inútil da minha vida. Preferi sorrir e pensar que ganhei um post novo. Bem, como enrolei quase dois parágrafos, vou direto ao ponto a partir de agora.

Uma das meninas da turma é gorda. Não posso dizer gordinha. Desculpe. Ela é gorda. Não vamos debater o politicamente correto, por favor. As outras mulheres são normais. No fim das contas, rolava aquela conversa sobre como satisfazer seu homem em que você percebe claramente a insegurança feminina — sempre, né? — e a gorda me larga: “Nós, gordinhas, temos de ser mais calientes, não é mesmo?”.

Houve silêncio. Olhares. Alguns inquisitórios. Dava para sentir no ar. Eu ouvi, sorri, virei nos calcanhares e fui-me embora. Afinal, tinha cerveja no meu copo, estava bem gelada e beber seria muito, mas muito melhor do que ficar imaginando o quê e porquê ela disse aquilo. Claro que ela estava falando sobre “segurar seu galo dentro do galinheiro”, mas faça-me o favor, não é mesmo?

Particularmente, acho que todos têm de dar seu máximo na hora do sexo. Satisfação plena: seu e do parceiro. Independente de ser gordo, magro, belo, feio, gostoso(a) ou raquítico(a)… Mas como sei que vocês adoram um debate, lanço a frase da gorda em forma de pergunta: as gordinhas têm de ser mais calientes?

Ela é muito mais velha que ele. É possível quebrar a barreira da idade?

01 de novembro de 2011 70

Foto: sxc.hu

Estava no supermercado ontem e vi algo que, na hora, pensei que renderia um ótimo post. De mãos dadas, uma mulher aparentando uns 40 anos passeava de mãos dadas, beijava e abraçava com o ardor e fervor de uma adolescente um garoto que não deveria ter mais de 25 anos. Juro para vocês que quase, mas por muito pouco, não fui até eles para lhes pagar um café e conversar sobre o relacionamento dos dois.

Veja bem: não tenho, nem nunca vou ter, problemas em aceitar um relacionamento em que homem e mulheres tenham idades diferentes. E também não me importa se quem tem mais primaveras é o homem ou a mulher. Se fosse tão simples, a discussão aqui estaria encerrada. Mas será que temos um prazo de validade neste sentido?

Era visível entre as pessoas que passavam por eles com um certo preconceito. Não sei se é preconceito a palavra correta. Talvez espanto seja mais adequada. Mas não percebi nenhum repúdio. Fiquei uns cinco minutos observando os dois. Pareciam felizes. Muito felizes. Não tem como dizer que é o casal mais feliz do mundo. Mas naquele momento estavam felizes.

Vamos supor que eu esteja correto nos números: 40 – 25. Logo, quando ela estiver com 50, ele terá 35 — o auge da forma e do vigor físico masculino. Filhos, por exemplo, ele terá de abrir mão. A não ser que adotem. Sexo, o fazer sexo, até não seria problema — conheço várias mulheres mais velhas que amam sexo. Mas e vocês? O que acham? Têm algum caso para contar? Conhecem alguém que tenha quebrado esse tabu da (muita) idade? Como eles resolveram?

Descobri o motivo para tantos divórcios: o fracasso das mulheres em dar prazer a seus maridos

26 de outubro de 2011 139

Foto: sxc.hu

Estaria certa uma associação indonésia de esposas muçulmanas? As separações são resultado do fracasso das mulheres em dar prazer a seus maridos? Olha, pelo que li ontem em uma reportagem do G1, sim. Acredita que elas criaram um manual, uma espécie de guia, o Kama Sutra para preservação do casamento? Ah, é bom destacar: não há figuras para ilustrar o livro e mostrar como se faz, mas o texto oferece instruções sobre como entreter, obedecer e dar prazer aos maridos. Pois segundo o texto, “as mulheres só oferecem 10% do desejo de seus cônjuges”.

Tudo bem que essa turma lá de cima é completamente doida e tem mais normas contra o sexo que a favor dele. Mas me chamou atenção essa coisa de as mulheres só oferecerem “10% do desejo de seus cônjuges”. Sabe porquê? Aqui no blog, são constantes os comentários de que as mulheres devem ser desencanadas na cama (não vou usar aquela palavra de quatro letras que inicia com p. Por favor, não use nos comentários também). Ah, sim: o comentário sempre é completo com “… uma donzela na rua”.

Vocês acreditam realmente nisso? Vocês não acham que as pessoas deveriam ser elas mesmas sempre, em todas as situações? Claro, há inúmeros casos de pessoas tímidas, que são totalmente introvertidas e não conseguem se soltar no dia a dia e que na hora do “vamos ver” são totalmente devassas. Mas o que quero dizer é: não está na hora de parar com esse negócio de quem dá prazer para quem? As frases clássicas como “eu fiz ela gozar três, quatro vezes…” ou “eu acabei com ele, amiga”?

Claro que um papo de bar, por exemplo, se presta para isso. Mas estou falando da pessoa que fica se gabando, se vangloriando, mesmo. Ou também dessa turma aí de cima — são mulheres que criaram isso, infelizmente.

Não descarto o sexo como um ponto importantíssimo na relação e sei que ele influencia talvez mais de 50% do dia a dia. Mas garanto que essas mulheres não viveram o sexo como deve ser vivido. Garanto que quem pensa que a culpa é de um ou de outro na hora de um divórcio — ou até mesmo o fim de um namoro — não descobriu a pessoa que realmente é. Ou não conheceu a pessoa que tinha em casa. Esses, sim, mereceriam um manual, um livro para aprender tudo o que deveriam ter buscado entender do outro. A primeira lição poderia ser: “entenda o que seu parceiro quer”. O problema é que todos leem: “seu parceiro quer”. E daí você mais obedece que se doa. E o relacionamento é doação.

"Amor, estou grávida. O que a gente vai fazer?"

24 de outubro de 2011 119

Foto: sxc.hu

Fato que programar uma gravidez, pensar e organizar a vida a dois, alinhar todas as questões relevantes para dar um futuro bom à criança é primordial e porque não dizer essencial na vida de um casal. Mas e quando isso não é possível? Quando ela simplesmente para na tua frente com aquela cara de apavorada e diz “Amor, estou grávida”?

Um casal de amigos passou por isso. Em uma madrugada, acabaram transando, não se precaveram e vieram gêmeos. Gêmeos, amigo. E o marido, hoje feliz da vida com os dois guris, ficou apavorado. Ele, recém-formado na faculdade de Direito. Ela, professora de Educação Física. Passaram um grande aperto logo no início. Ela também ficou apreensiva, claro, mas os dois lembram — hoje rindo, claro — que ele ficou bem mais nervoso e preocupado do que ela, que só sabia olhar e alisar a barriga.

E vocês? Alguém aqui já passou por isso? O que fizeram? Como foi para superar a barra e dar algo bom para o bebê? Conte para nós, samba-cancioneiro.