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As gordinhas têm de ser mais calientes, não?

04 de novembro de 2011 95

Foto: sxc.hu

Não me bata, não fale da minha família, deixe os palavrões de lado. A frase que escrevo a seguir não é minha, não é de homem algum, muito menos foi dita em uma roda de bar enquanto ogros bebiam cerveja. Estava eu em uma reunião de amigos, um café em que os casais falam de seus filhos, as mulheres repercutem as atrocidades que os maridos andam fazendo no dia a dia, os maridos tomam cerveja e não falam em hipótese alguma sobre suas casas — temos mais o que fazer, não? — e as crianças desses casais ficam rodando, rodando, rodando… e gritam, e gritam, e gritam.

A frase foi dita no momento em que eu estava quase pensando: “o que estou fazendo aqui?”. Como me impressionei com o que foi dito, não cheguei a filosofar sobre mais este momento inútil da minha vida. Preferi sorrir e pensar que ganhei um post novo. Bem, como enrolei quase dois parágrafos, vou direto ao ponto a partir de agora.

Uma das meninas da turma é gorda. Não posso dizer gordinha. Desculpe. Ela é gorda. Não vamos debater o politicamente correto, por favor. As outras mulheres são normais. No fim das contas, rolava aquela conversa sobre como satisfazer seu homem em que você percebe claramente a insegurança feminina — sempre, né? — e a gorda me larga: “Nós, gordinhas, temos de ser mais calientes, não é mesmo?”.

Houve silêncio. Olhares. Alguns inquisitórios. Dava para sentir no ar. Eu ouvi, sorri, virei nos calcanhares e fui-me embora. Afinal, tinha cerveja no meu copo, estava bem gelada e beber seria muito, mas muito melhor do que ficar imaginando o quê e porquê ela disse aquilo. Claro que ela estava falando sobre “segurar seu galo dentro do galinheiro”, mas faça-me o favor, não é mesmo?

Particularmente, acho que todos têm de dar seu máximo na hora do sexo. Satisfação plena: seu e do parceiro. Independente de ser gordo, magro, belo, feio, gostoso(a) ou raquítico(a)… Mas como sei que vocês adoram um debate, lanço a frase da gorda em forma de pergunta: as gordinhas têm de ser mais calientes?

Cirurgia de bumbum: a mulherada sofre e os homens agradecem?

03 de novembro de 2011 37

Foto: sxc.hu

Lembra aquele post das cirurgias estéticas? Olha que loucura: recebi um relise por e-mail falando sobre uma tal de cirurgia bumbum como “a sensação do Verão”. Prótese de silicone entre os músculos da nádega. Como já disse que prefiro o natural, de novo fica aquela coisa: faz quem pode, valoriza quem quer e aproveita quem precisa.

Mas pelo texto, descobri que uma cirurgia dessas custa entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. Que é preciso ficar de quatro a cinco dias com a busanfa para cima e usar uma tal de cinta por até um mês. Outra coisa: o resultado da operação a pessoa só poderá ver, concretamente, após seis meses da cirurgia. Há ainda todo o processo de adaptação, pois no começo será estranho sentar com tamanha diferença. Mas, o alívio: não há perigo de o silicone estourar, mas fica proibido daqui para frente injeção no bumbum.

Samba-cancioneiro, vamos falar sério: você acredita que a pessoa aí da foto acima fez alguma cirurgia? Meninas, vale a pena passar por tudo isso? E a pergunta que não quer calar: se o resultado só será visto após seis meses, como a cirurgia é a nova “moda do Verão”? Futilidades, futilidades…. Tem de rir.

Ela é muito mais velha que ele. É possível quebrar a barreira da idade?

01 de novembro de 2011 70

Foto: sxc.hu

Estava no supermercado ontem e vi algo que, na hora, pensei que renderia um ótimo post. De mãos dadas, uma mulher aparentando uns 40 anos passeava de mãos dadas, beijava e abraçava com o ardor e fervor de uma adolescente um garoto que não deveria ter mais de 25 anos. Juro para vocês que quase, mas por muito pouco, não fui até eles para lhes pagar um café e conversar sobre o relacionamento dos dois.

Veja bem: não tenho, nem nunca vou ter, problemas em aceitar um relacionamento em que homem e mulheres tenham idades diferentes. E também não me importa se quem tem mais primaveras é o homem ou a mulher. Se fosse tão simples, a discussão aqui estaria encerrada. Mas será que temos um prazo de validade neste sentido?

Era visível entre as pessoas que passavam por eles com um certo preconceito. Não sei se é preconceito a palavra correta. Talvez espanto seja mais adequada. Mas não percebi nenhum repúdio. Fiquei uns cinco minutos observando os dois. Pareciam felizes. Muito felizes. Não tem como dizer que é o casal mais feliz do mundo. Mas naquele momento estavam felizes.

Vamos supor que eu esteja correto nos números: 40 – 25. Logo, quando ela estiver com 50, ele terá 35 — o auge da forma e do vigor físico masculino. Filhos, por exemplo, ele terá de abrir mão. A não ser que adotem. Sexo, o fazer sexo, até não seria problema — conheço várias mulheres mais velhas que amam sexo. Mas e vocês? O que acham? Têm algum caso para contar? Conhecem alguém que tenha quebrado esse tabu da (muita) idade? Como eles resolveram?

Hoje é Dia das Bruxas. Como não lembrar dela, a sogra?

31 de outubro de 2011 32

Foto: sxc.hu

Então hoje é o Dia das Bruxas. Pensei muito, juro que tentei lembrar de alguém que fosse tão lembrado neste dia quanto ela. Mesmo. Mas não me veio à memória nenhuma outra palavra a não ser “sogra”! Ela, tão odiada, tão cheia de nomes, tão completa e cheia de si. Tão bruxa.

Capaz de convencer tua mulher de que você está “diferente”. Só porque está quieto, sentado ao sofá, tentando assistir ao seu programa preferido na TV. Mas ela está te enchendo o saco. Quer que você troque para a novela, para o Silvio Santos e seus calouros, o Gugu, Faustão.

E você fica louco da vida porque paga uma exorbitância em televisão por assinatura. Mas tua mulher cai na onda dela e diz “ai, amor, dá uma chance para a mamãe assistir a TV também”. Você sabe que tem de aceitar ou a coisa vai ser ainda pior, afinal, sua mulher entrou na jogada. Clic. Mudou o canal.

Tem aqueles que cometeram a burrada, a infelicidade, a imbecilidade de convidar a velha para morar com o casal. Acabou o silêncio. Se o problema de manter tua mulher quieta por 10 minutos já é enorme — sim, já falamos aqui que têm vezes que queremos ficar quietos — com a sogra, então, é impossível 10 segundos de quietude.

E fala, a megera. Com aquele ar cheia de si, lembra? Quando ela está bordando, séria, você está conversando com sua mulher. Algum assunto polêmico ou importante, ela nem tira os olhos do bordado, mas opina — séria, ainda — com aquela voz de decreto, não de opinião. Na realidade, deveria ser uma opinião, mas tua mulher caiu feito pata e disse “exato”. Danou-se, amigo.

Sexo, então, amigo samba-cancioneiro, é aquele sexo quietinho, com gemidos baixos, respiração contida “para não acordar a mamãe…”. Você está louco para extravasar, ir da sala até o quarto jogando camisa, calça, cueca, meia, calcinha por tudo quanto é lado. Mas não pode. “Mamãe pode ouvir”. “Mamãe ainda não dormiu”. “Mamãe isso”. “Mamãe aquilo”. E o problema da velha ouvir é que ela vai ficar fazendo piadinha no outro dia, tua mulher vai ficar constrangida e vai ficar uma semana sem chegar perto de ti. Beijinho na frente de todo mundo com ela por perto? Bem capaz. Afinal, “não queremos nossa intimidade exposta”, não é mesmo? Com sorte, daqui uma semana você recebe um sexo oral. Básico, mas recebe.

Amigo, parei de escrever. Estou no começo de uma enorme dor no estômago. Lembrar de tudo isso foi complicado. Espero, realmente, que a vida da maioria de vocês não seja assim. Se for, Feliz Dia das Bruxas e coma aquele doce de abóbora por mim. Se não, o parágrafo acima já te dá uma boa dica de o quê fazer hoje à noite.

Está de volta o Pergunte aos Cuecas. Participe!

28 de outubro de 2011 17

Foto: sxc.hu

Após algumas semanas “de molho”, o Pergunte aos Cuecas está de volta. Aproveite o final da semana, sexta-feira, para levantar polêmicas aqui no blog ou trazer algum assunto à tona que esteja te incomodando para os samba-cancioneiros repercutirem. Você tem até o meio-dia de amanhã para deixar sua pergunta. Se não tiver nenhuma, coloca a leitura do blog em dia. Tem muito assunto rendendo essa semana por aqui.

UPDATE, 28 de outubro, 21h45min: Perguntas fechadas. São 17 aprovadas. Fique ligado para as respostas, em breve.

Sobre as mulheres que têm queda por cirurgias estéticas

27 de outubro de 2011 60

Foto: sxc.hu

Pode me chamar de mentiroso ou o que quer que você pense após ler esse texto, mas nunca tive queda por cirurgias estéticas. Mulheres que tenham colocado silicone, usado botox, tirado costelas para afinar a cintura, puxado um ou outro pezinho de galinha, feito lipoaspiração… Há quem não goste de seu corpo, quer dar uma melhoradinha e apela para a faca, não tem problema algum, respeito. Mas eu, particularmente, não incentivaria minha companheira a aderir a nenhuma destas práticas.

Prefiro mulheres originais, não moldadas. Academia pode resolver diversos problemas estéticos. Claro, requer tempo, algum dinheiro e muita dedicação. Mas, a não ser que a moça seja muito, mas muito insatisfeita com os resultados, as coisas não sejam resolvidas. Qualquer esteirinha, 30 minutos, por uns dois ou três meses já dão outro tipo de silhueta para uma mulher. Mesmo aquelas que estão muito acima do peso.

Aqui na redação havia uma moça muito bonita. Corpo e rosto. Um tremendo avião. Vou chamá-la de Dona Lili. A redação parava quando Dona Lili entrava no recinto. Acredito que muitas das correções de demos no jornal tenham sido ocasionadas pelos pouco mais de 30 passos que ela dava dia após dia — isso é uma brincadeira, claro.

Dona Lili certa vez acabou com os problemas das mulheres da redação com uma única frase. No bar, todas sempre pedem salada de fruta, um mamão ou melão em cubos, algo light, que não vá interferir no peso. Uma barra de cereal, talvez. Refrigerante, nem pensar. Em um almoço, as meninas preocupadas como iriam fazer para encarar o Verão — coisa normal de mulher, sabe? — Dona Lili chega no balcão e tasca a frase que ecoa por nossos corredores até hoje:

— Me dá uma pizza calabresa!

Dona Lili é como eu. Gosta da mulher original, de fábrica. Não sei como mantém o corpo perfeito daqueles. Ela não trabalha mais aqui e eu, certamente, não descobrirei sua tática. Mas uma coisa é certa: as pizzas calabresa nunca mais foram as mesmas.

Descobri o motivo para tantos divórcios: o fracasso das mulheres em dar prazer a seus maridos

26 de outubro de 2011 139

Foto: sxc.hu

Estaria certa uma associação indonésia de esposas muçulmanas? As separações são resultado do fracasso das mulheres em dar prazer a seus maridos? Olha, pelo que li ontem em uma reportagem do G1, sim. Acredita que elas criaram um manual, uma espécie de guia, o Kama Sutra para preservação do casamento? Ah, é bom destacar: não há figuras para ilustrar o livro e mostrar como se faz, mas o texto oferece instruções sobre como entreter, obedecer e dar prazer aos maridos. Pois segundo o texto, “as mulheres só oferecem 10% do desejo de seus cônjuges”.

Tudo bem que essa turma lá de cima é completamente doida e tem mais normas contra o sexo que a favor dele. Mas me chamou atenção essa coisa de as mulheres só oferecerem “10% do desejo de seus cônjuges”. Sabe porquê? Aqui no blog, são constantes os comentários de que as mulheres devem ser desencanadas na cama (não vou usar aquela palavra de quatro letras que inicia com p. Por favor, não use nos comentários também). Ah, sim: o comentário sempre é completo com “… uma donzela na rua”.

Vocês acreditam realmente nisso? Vocês não acham que as pessoas deveriam ser elas mesmas sempre, em todas as situações? Claro, há inúmeros casos de pessoas tímidas, que são totalmente introvertidas e não conseguem se soltar no dia a dia e que na hora do “vamos ver” são totalmente devassas. Mas o que quero dizer é: não está na hora de parar com esse negócio de quem dá prazer para quem? As frases clássicas como “eu fiz ela gozar três, quatro vezes…” ou “eu acabei com ele, amiga”?

Claro que um papo de bar, por exemplo, se presta para isso. Mas estou falando da pessoa que fica se gabando, se vangloriando, mesmo. Ou também dessa turma aí de cima — são mulheres que criaram isso, infelizmente.

Não descarto o sexo como um ponto importantíssimo na relação e sei que ele influencia talvez mais de 50% do dia a dia. Mas garanto que essas mulheres não viveram o sexo como deve ser vivido. Garanto que quem pensa que a culpa é de um ou de outro na hora de um divórcio — ou até mesmo o fim de um namoro — não descobriu a pessoa que realmente é. Ou não conheceu a pessoa que tinha em casa. Esses, sim, mereceriam um manual, um livro para aprender tudo o que deveriam ter buscado entender do outro. A primeira lição poderia ser: “entenda o que seu parceiro quer”. O problema é que todos leem: “seu parceiro quer”. E daí você mais obedece que se doa. E o relacionamento é doação.

A tara por transar em lugares públicos (ou quero simplesmente ser flagrado)

25 de outubro de 2011 108

Foto: sxc.hu

Acredita que tem histórias a valer a respeito de sexo em lugares públicos neste mundo paralelo chamado internet? Em uma busca rápida, peguei notícias de alunos transando na universidade, um casal fazendo sexo em uma sacada de hotel, outro em meio à torcida de um jogo de futebol e, pasmem, até de um homem e uma mulher mantendo relações enquanto faziam uma rápida descida de paraquedas. Paraquedas, amigo! A sei lá quantos mil metros de altitude — perdão pela piada infame, mas isso que é levar a mulher às nuvens.

Entendo, sinceramente, entendo, essa tara por transar em lugares públicos: há aquela sensação de fazer o proibido, a adrenalina de pensar que a qualquer momento alguém vai aparecer, a fuga do habitual, do costume. Transgredir normas.

Já falamos disso uma vez, lembra? Surgiram vários comentários interessantes a respeito de experiências e realizações e como isso poderia apimentar a relação. Mas observando a foto de uma das notícias que encontrei tive certeza: além do inusitado, da situação de risco, sair do padrão e da rotina, esses casais querem — mesmo que inconscientemente — ser flagrados.

Dois estudantes (de sexo oposto) foram monitorados pelas câmeras de um hospital enquanto ela fazia sexo oral nele. Ganharam “bilhete para a casa”. O casal da sacada foi multado. Mas quando a mulher viu que os dois eram filmados, virou para a câmera e fez gestos obcenos. Tudo bem, aqui você pode me dizer que ela ficou com raiva de ter de parar bem na hora do bem bom, mas tenho minhas dúvidas…

Como nunca fiz nada em público ou passei pela possibilidade de ser visto, não posso opinar. Se alguém que passa por aqui tem uma opinião melhor sobre o tema, por favor. É só escrever nos comentários.

"Amor, estou grávida. O que a gente vai fazer?"

24 de outubro de 2011 119

Foto: sxc.hu

Fato que programar uma gravidez, pensar e organizar a vida a dois, alinhar todas as questões relevantes para dar um futuro bom à criança é primordial e porque não dizer essencial na vida de um casal. Mas e quando isso não é possível? Quando ela simplesmente para na tua frente com aquela cara de apavorada e diz “Amor, estou grávida”?

Um casal de amigos passou por isso. Em uma madrugada, acabaram transando, não se precaveram e vieram gêmeos. Gêmeos, amigo. E o marido, hoje feliz da vida com os dois guris, ficou apavorado. Ele, recém-formado na faculdade de Direito. Ela, professora de Educação Física. Passaram um grande aperto logo no início. Ela também ficou apreensiva, claro, mas os dois lembram — hoje rindo, claro — que ele ficou bem mais nervoso e preocupado do que ela, que só sabia olhar e alisar a barriga.

E vocês? Alguém aqui já passou por isso? O que fizeram? Como foi para superar a barra e dar algo bom para o bebê? Conte para nós, samba-cancioneiro.

O problema dos homens certinhos demais (ou a lição que vamos tirar dos atos falhos)

21 de outubro de 2011 62

Foto: sxc.hu

UPDATE: com a correria da redação, acabamos não conseguindo liberar os comentários na tarde desta sexta-feira. Por isso liberamos à noite, perto das 23h. Desculpe a quem acompanha o blog e posta comentários.

Chamou-me atenção a repercussão do post do M.R.S e a grande parte dos comentários — masculinos, claro — a respeito do protagonista da carta ser certinho demais. Grande parte dos comentários destacava o fato de o casal não ter feito sexo anal, por exemplo, como um dos defeitos do relacionamento. Segundo os samba-cancioneiros, esta questão serve como um termômetro de que a coisa era um tanto fria entre os dois na cama, e a mulher, talvez, queria algo mais caliente. Não acho que se possa medir a temperatura sexual de um casal por fez ou não fez sexo anal, mas…

O que penso é: não importa o quanto se é bom ou mau, não importa se deu motivo ou não, se a mulher tem caráter, se o amigo não era tão amigo assim, se o casamento estava uma droga, qualquer outra coisa. Não importa. Importa que ele foi correto até mesmo na hora de desvendar que sabia de tudo. Ele foi correto até mesmo na hora em que deveria ser enérgico, forte. Quando devia matar a cobra e mostrar o que você sabe que ele deveria mostrar. Ele foi íntegro. E pessoas íntegras estão em falta no mundo: homens e mulheres.

A lição disso tudo — e espero que você que sempre lê o blog aprenda de uma vez — é que homens e mulheres são falhos. Têm medos. Angústias. Necessidades. São apreensivos. Imaturos. Às vezes homens e mulheres querem simplesmente estar sozinhos. Porque sabem que quando estiverem com alguém não serão capazes de corresponder à expectativa do outro. E fazem bobagem — porque é normal que o ser humano faça bobagem. E com isso machucam outras pessoas.

O texto, a carta do M.R.S, pode ser fictício, invenção do blog — vocês já pararam para pensar que apontam sempre o dedo nos acusando de mentirosos? A lição dos mais de 200 comentários do post é: homens e mulheres, deixem de lado a eterna guerra dos sexos. Homens chamam mulheres de promíscuas e afins porque elas começaram a querer ser homens. Mulheres quiseram ser homens para mostrar que podem as mesmas coisas que eles. Um dá um murro forte na ponta da faca, o outro vê os dedos cheios de sangue mas retruca e dá o soco ou igual ou mais forte que o primeiro. Ambos derramam litros de sangue no chão. E se machucam.

Ou seja: nessa vidinha de agressões mútuas, quem perde somos todos nós.