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Posts com a tag "corpo"

Descobri o motivo para tantos divórcios: o fracasso das mulheres em dar prazer a seus maridos

26 de outubro de 2011 139

Foto: sxc.hu

Estaria certa uma associação indonésia de esposas muçulmanas? As separações são resultado do fracasso das mulheres em dar prazer a seus maridos? Olha, pelo que li ontem em uma reportagem do G1, sim. Acredita que elas criaram um manual, uma espécie de guia, o Kama Sutra para preservação do casamento? Ah, é bom destacar: não há figuras para ilustrar o livro e mostrar como se faz, mas o texto oferece instruções sobre como entreter, obedecer e dar prazer aos maridos. Pois segundo o texto, “as mulheres só oferecem 10% do desejo de seus cônjuges”.

Tudo bem que essa turma lá de cima é completamente doida e tem mais normas contra o sexo que a favor dele. Mas me chamou atenção essa coisa de as mulheres só oferecerem “10% do desejo de seus cônjuges”. Sabe porquê? Aqui no blog, são constantes os comentários de que as mulheres devem ser desencanadas na cama (não vou usar aquela palavra de quatro letras que inicia com p. Por favor, não use nos comentários também). Ah, sim: o comentário sempre é completo com “… uma donzela na rua”.

Vocês acreditam realmente nisso? Vocês não acham que as pessoas deveriam ser elas mesmas sempre, em todas as situações? Claro, há inúmeros casos de pessoas tímidas, que são totalmente introvertidas e não conseguem se soltar no dia a dia e que na hora do “vamos ver” são totalmente devassas. Mas o que quero dizer é: não está na hora de parar com esse negócio de quem dá prazer para quem? As frases clássicas como “eu fiz ela gozar três, quatro vezes…” ou “eu acabei com ele, amiga”?

Claro que um papo de bar, por exemplo, se presta para isso. Mas estou falando da pessoa que fica se gabando, se vangloriando, mesmo. Ou também dessa turma aí de cima — são mulheres que criaram isso, infelizmente.

Não descarto o sexo como um ponto importantíssimo na relação e sei que ele influencia talvez mais de 50% do dia a dia. Mas garanto que essas mulheres não viveram o sexo como deve ser vivido. Garanto que quem pensa que a culpa é de um ou de outro na hora de um divórcio — ou até mesmo o fim de um namoro — não descobriu a pessoa que realmente é. Ou não conheceu a pessoa que tinha em casa. Esses, sim, mereceriam um manual, um livro para aprender tudo o que deveriam ter buscado entender do outro. A primeira lição poderia ser: “entenda o que seu parceiro quer”. O problema é que todos leem: “seu parceiro quer”. E daí você mais obedece que se doa. E o relacionamento é doação.

"Amor, estou grávida. O que a gente vai fazer?"

24 de outubro de 2011 119

Foto: sxc.hu

Fato que programar uma gravidez, pensar e organizar a vida a dois, alinhar todas as questões relevantes para dar um futuro bom à criança é primordial e porque não dizer essencial na vida de um casal. Mas e quando isso não é possível? Quando ela simplesmente para na tua frente com aquela cara de apavorada e diz “Amor, estou grávida”?

Um casal de amigos passou por isso. Em uma madrugada, acabaram transando, não se precaveram e vieram gêmeos. Gêmeos, amigo. E o marido, hoje feliz da vida com os dois guris, ficou apavorado. Ele, recém-formado na faculdade de Direito. Ela, professora de Educação Física. Passaram um grande aperto logo no início. Ela também ficou apreensiva, claro, mas os dois lembram — hoje rindo, claro — que ele ficou bem mais nervoso e preocupado do que ela, que só sabia olhar e alisar a barriga.

E vocês? Alguém aqui já passou por isso? O que fizeram? Como foi para superar a barra e dar algo bom para o bebê? Conte para nós, samba-cancioneiro.

Fui traído pelo meu melhor amigo

20 de outubro de 2011 218

Foto: sxc.hu

Não costumamos e nem vamos colocar textos de outras pessoas no blog, mas este abaixo chamou-me atenção. Veio por Direct Message no Twitter, em uma página de um blog criado para que o texto chegasse a nós. Pelo que entendi, foi escrito para tocar os samba-cancioneiros. Não sei se é verdade, não conheço a pessoa. Mas se o amigo ou a mulher andarem por aqui, também, estejam preparados para os comentários que virão. Pois acho que serão um tanto que massacrados pelo que percebo nos quase 10 mil comentários que já temos. Leia e tire sua própria conclusão:

“Acompanho o blog desde sua criação, leio praticamente todos os comentários. Resolvi escrever porque as mulheres costumam escrever que homem é tudo igual, que homem não presta, que são cafajestes. Na realidade, sei que elas falam em termos gerais. Mas gostaria apenas de mostrar que uma mulher, uma única mulher, a minha, não soube valorizar a antítese daquilo que as mulheres acreditam ser ruim para a raça humana.

Eu sou (ou era) um homem feliz. Dedicado. Adoro festas. Adoro teatro. Adoro jantares românticos. Faço e levo café na cama. Me dou bem com minha sogra e minhas cunhadas. Nunca flertei na rua, no trabalho, onde quer que seja desde que estou com ela. Me considero um cara normal na cama. Trabalhava feito doido para dar uma vida digna a minha mulher. Até compras em shopping me presto a fazer (hehehehehe). Mas descobri que fui traído. Pelo meu melhor amigo. Ao menos eu acreditava que era meu melhor amigo.

Descobri há duas semanas. Na hora, pensei em me matar. Amo muito minha mulher. Depois, pensei em matar o cara. Mais depois ainda, pensei em matar os dois. Mas, bundão que sou, apenas saí de casa. Ela ficou e deve estar lá, com o outro. Foi fácil descobrir. Como todo mundo escreve aí no blog, a mentira aparece. Um torpedo no celular marcava “uma reunião”, assim, com aspas no texto. Minha mulher chegou tarde. Quando chegou em casa, conversamos como sempre, estávamos falando sobre coisas sem nexo. E perguntei da reunião. “Que reunião?”, ela respondeu. Achei estranho, mas depois ela viu a mancada, desconversou e tudo mais.

Passei a desconfiar de algumas atitudes dela e esse meu amigo sempre presente. Mas não falava nada com ele, homem não gosta de compartilhar essas coisas. Esses tempor encontrei ela por acaso no shopping, no almoço, e estava de cabelo molhado. Perguntei se não tinha ido trabalhar pela manhã e ela desconversou “Ué, não te falei? estão fazendo manutenção nos computadores essa manhã”.

De tanta desculpa esfarrapada, porque não sou tão burro assim, acabei seguindo ela em uma de suas saídas e, para meu espanto, ela desceu do táxi na outra esquina, perto de casa, e entrou no carro deste meu amigo. Fui atrás e vi os dois entrando no motel. No primeiro dia não falei nada, no segundo também não, no terceiro não aguentei mais e escancarei em um almoço, domingo. Convidei ele para ir lá em casa. Ia ter um churras com toda a turma. A turma não veio, lógico. E fiz eles me contarem tudo: tempo de safadezas, onde, quando, porquê. Motivo é o que menos me interessa

O cara transou com minha mulher em meu quarto. Em minha sala. Tomou banho em meu banheiro e secou o corpo com minhas toalhas. Fizeram sexo anal. Eu nunca fiz sexo anal com ela. Transavam duas, três vezes na semana. E eu entendia quando ela dizia que estava cansada. Ouvi tudo, quieto. Imagina, Johnny, como conseguir ficar quieto em uma hora dessas? Mas fiquei. E foi tanta raiva que por isso que disse que queria matar todo mundo. Acho que nunca tive tanto sangue frio na vida. Apenas larguei o material do churrasco, fui até meu quarto, peguei minhas coisas e fui embora. Agora estou em um hotel, escrevendo para vocês.

Não quero ser mártir, nem que me deem uma estátua. Sei que muitos irão tirar onda com minha cara. Outros vão ser solidários. Não estou nem aí. Só escrevi mesmo porque queria desabafar e mostrar para essas mulheres que há homem decente no mundo, sim. E as mulheres, assim como muitos homens, não sabem valorizar.

Abraços. M. R. S”

Conheça Cláudia: 34 anos, casada, mãe de dois filhos e... prostituta

18 de outubro de 2011 313

Foto: sxc.hu

O post de ontem foi uma espécie de “aperitivo” ao que estava por vir nesta terça-feira. Hoje vou contar a história de Cláudia, 34 anos, mãe de dois filhos, casada. Possui casa própria, dois carros, família estruturada. Cláudia trabalha. Muito. Como prostituta em um endereço famoso de Porto Alegre. O marido não sabe. Os filhos não sabem. A família não sabe. O irmão desconfia. Um primo transa com ela toda semana — de graça — porque descobriu seu pequeno segredo. Ela propôs isso, é bom que se deixe claro.

Conversei com Cláudia por cerca de duas horas. Cláudia é seu nome fictício, de guerra. Ela aluga um apartamento em um bairro de classe média na cidade. Recebe os clientes com hora marcada, estilo Bruna Surfistinha. Não tem cafetão, nem “ninguém que lhe tire fácil o dinheiro que recebe de forma tão difícil”, como destaca. Cláudia mede cerca de 1,70 metro, pesa 71kg. É uma mulher bonita de rosto e que tem o corpo razoavelmente bonito. Nada exuberante. Mas também nada que se jogue fora. Como dizem por aí, vale o investimento de R$ 80 por uma hora de programa.

— Para quem tem 34 anos e já teve dois filhos está bom, né? — ela pergunta, levantando a blusa para mostrar a barriguinha lisa da lipo que fez no ano passado. A seguir, trechos do bate-papo.

Samba-Canção — Como você começou e há quantos anos faz programa?
Cláudia — Há quatro anos eu trabalhava em um escritório de advocacia como secretária. Um dos advogados que estava por lá vivia me cortejando e me chamava para sair todos os dias. Tomar drinks, jantares. Em um determinado dia, havia brigado com meu marido, estava querendo me separar, não aguentava mais a pressão de trabalhar, chegar em casa, cuidar dos filhos. Minha vida estava um saco. Acabei saindo com o advogado, jantamos, fomos para um motel. E, olha, eu acabei com ele (risos). No final, quando ele me deixou em casa, me disse “Cláudia, Cláudia, você deveria cobrar, meu amor. Êta servicinho bem feito”. Aquilo ficou martelando na minha cabeça por meses. Até que fui demitida porque não quis mais dar para o tal advogado.

Samba-Canção —E então foi logo fazer o que você faz hoje?
Cláudia — Não, claro que não. Curti o seguro-desemprego e fui atrás de emprego. Mas o que ele disse ficava na minha cabeça. Não consegui um emprego que pagasse bem. O tempo do seguro acabou. Fiquei mais dois meses desempregada. E foi aí, sim, que comecei a pensar em virar prostituta.

Samba-Canção — Mas como aconteceu?
Cláudia — Procurei uma que faz exatamente como eu: atende por telefone, família não sabe, tem filhos, marido, papagaio. Ela me explicou como funcionava a coisa.

Samba-Canção — Mas, assim, professor e aluno?
Cláudia — Não. Ela teve receio no início.  Mas daí procurei ela tanto que viu que não era brincadeira o que eu estava querendo.

Samba-Canção — Sim, mas como começou, mesmo?
Cláudia — Eu estava no apartamento desta guria, que hoje é muito minha amiga, pintou um cliente. A gente já conversava bastante. Ela me olhou e apontou para o telefone. Eu balancei a cabeça. E foi só esperar ele chegar.

Samba-Canção — Assim, tão fácil?
Cláudia — Nada fácil, meu amigo. Você acha que a gente curte o que faz? Acha que tocar nele foi fácil? Queria ver essas guriazinhas que vivem por aí aguentar a vida que a gente leva.

Samba-Canção — Sim, mas isso todas vocês devem falar: “não é fácil” e tudo mais… mas continuam na profissão.
Cláudia — Sim, mas como eu vou tirar R$ 3,5 mil por mês? Me diz… Tu tem um emprego com esse salário para me dar?

Samba-Canção — OK, mas e teu marido? E teus filhos? Ele não suspeita de nada? Dessa grana toda que tu recebe?
Cláudia — Meu querido, no início eu acho que ele estranhou, sim. Pô, R$ 3,5 mil é dinheiro para uma secretária executiva. Para ele, trabalho em uma grande empresa aqui de Porto Alegre. Falo três línguas. Saio de casa sempre arrumada, impecável. De blazer, saia social ou terninho executivo. Não tem como desconfiar. Até tem, claro. Mas o meu salário e o dele nos proporcionam uma vida muito boa: temos televisão de 52′, dois carros do ano, meus filhos estudam em uma das melhores escolas de Porto Alegre… Eu trabalho apenas de segunda a sexta, o telefone não toca fora do horário comercial. E é exclusivo da profissão. Eu deixo o aparelho no apartamento que alugo.

Samba-Canção — Sim, mas e tua família?
Cláudia — O que tem?

Samba-Canção — Não desconfia?
Cláudia — Meu irmão, sim. Mas eu brinco com ele: “Para tua irmã ter um trabalho melhor, só se virar p**a”. Todos dão risada e a coisa morre por ali. Quem descobriu, mesmo, foi um primo meu. Safado. Me seguiu e acabou aqui no porteiro eletrônico. O segurança caiu no papo dele, deixou entrar e, no dia, eu estava esperando um cliente. Me pegou de calcinha e sutiã atendendo a porta. Ele disse: “eu sabia”. E eu respondi: “Agora que está aqui, entra”. Ele entra toda a semana, de graça, claro. É nosso segredinho.

Samba-Canção — Ele vem toda a semana, mesmo?
Cláudia — Claro. Com ele até é bom. Me trata bem. Transa bem. Ele vem quase sempre na quinta. Fica a horinha dele e vai embora. É diferente porque tem duas safadezas, né? (risos). Ser primo e ser cliente. Mas não pense que é básico, não. Ele recebe serviço completinho. E gosta, meu bem, ah, gosta (gargalhadas).

Samba-Canção — E sexo em casa? Consegue? Na boa?
Cláudia — Mas é claro. Amo meu marido. Amo meus filhos. Meu marido é ótimo na cama. Ninguém me fez gozar como ele. E olha que já transei muito, amigo. E digo: já gozei com cliente. Tem um que me trata tão bem que parece meu namorado. Esse me arrebenta. Só não dou de graça porque não é meu feitio.

Samba-Canção — Tu pretendes parar quando?
Cláudia — Mais um ano, dois, e eu vou parar. Tenho uma poupança gorda me esperando. Já falei com meu marido que seria legal abrirmos uma empresa. Ele é analista de sistemas e está gostando da ideia. Com essa poupança vamos fazer nossa empresa. E eu vou parar com isso. Tu vai me perguntar se eu me arrependo agora, né?

Samba-Canção — Não ia, mas…
Cláudia — Quando chego em casa e vejo meus filhos, bate uma tristeza. Mas eu planejei quando essa vida ia começar. Então eu sei quando ela vai acabar. E está quase acabando. Escreve aí: tem mulher que quer fazer exatamente o que eu faço e não faz porque se acha mais que eu. E têm as outras que me vão me julgar, eu sei disso. Para elas, vou dizer o seguinte: tem cara que te come e vai pra casa e te trata pior que muito cliente meu. Então, não te enche de moral para falar de mim. Ah, e se quiser, passa um dia comigo aqui e tenta aguentar o tranco. Daí, sim, a gente passa a conversar.

Quem gosta de passado é museu?

17 de outubro de 2011 166

Foto: sxc.hu

Um jogador de futebol muito famoso está revoltado com o que andam falando sobre o passado da moça com quem tem um relacionamento. Coincidentemente, ela é gaúcha e alguns homens aqui de Porto Alegre — dizem — já pagaram a ela algo mais que a conta do boteco. Vocês entenderam o que eu quis dizer, então não há necessidade de explicar.

Fiquei pensando na questão “passado de uma mulher” e percebi que, em muitos casos, ele é extremamente valorizado. Alguns homens não casariam com uma moça mais “vivida”. O que não deixa de ser irônico, pois grande parte do público masculino pede a seu lado mulheres devassas, que topem tudo e saibam fazer tudo. Na teoria, quanto mais parceiros, mais desencanada a mulher seria (é isso?).

Mas voltando ao primeiro parágrafo: e se você descobrisse que sua mulher é ou foi uma garota de programa? Qual seria sua reação? Acabaria o relacionamento? Se continuasse com ela, contaria a seus amigos e familiares sobre o passado da moça? Um tema um tanto polêmico para começar a semana. Vamos debater sobre isso?

Você seria capaz de curtir e aceitar um casamento aberto?

14 de outubro de 2011 122

Foto: sxc.hu

Queria ter escrito um post sobre o tema logo que saiu a informação aí nas colunas de fofoca, mas como é um assunto polêmico, gostaria de pensar mais antes de escrever. O gancho para o post vem do tal “casamento aberto” de um tal cantor e uma tal marombada que a turma curte chamar de gostosa. Vocês sabem quem é, não preciso escrever aqui os nomes deles.

Digamos que o casamento aberto é uma prática que eu não entendo. É uma espécie de bundalelê com consentimento, concorda? Hoje você está com sua esposa, amanhã está com a fulana e a beltrana, daqui dois dias está com a esposa de novo. E a esposa sabe que você esteve com a fulana e a beltrana, te aceita de volta e tudo mais. Pior: enquanto você estava com a fulana e a beltrana, ela, a esposa, também pode estar com algum querido por aí, jantando, dançando, transando… Para alguns isso seria a vida perfeita. Para mim, não.

Esse conceito “lavou está novo” não me entra na cabeça. Uma coisa, claro, é você saber que sua mulher transou com 10, 15, 20 caras. Tudo bem, ela curtiu sua vida de solteiro ao extremo — provavelmente como você — e agora está casada, assumiu uma vida a dois e — também provavelmente como você — deve querer a monogamia. Talvez para alguns o verbo dever, aí na outra frase, não seja necessário. Mas acho que se encaixa bem.

Não sou o que chamam de “cara cabeça aberta” ao ponto de pensar que eu estou assistindo a um DVD em casa ou trabalhando no computador ou lendo um livro na cama ou fazendo qualquer coisa sozinho e minha mulher está se esbaldando com alguém em outro lugar. E o que é pior: com o meu consentimento! Alguém, talvez, vá dizer: “amigo, ela pode estar fazendo tudo isso sem teu consentimento”. Ok, pode. Mas, além de não ter meu consentimento, eu não tenho conhecimento disso. E dizem por aí que o que os olhos não veem o coração não sente.

Não sei se a definição moralista é a melhor neste caso. Dizer “isso é errado” ou “casal que faz isso não tem amor” ou “esse mundo está perdido” é muito simplista. Talvez a resposta da charada esteja na simples liberdade que eu tenho de ser monogâmico e que eles têm de querer optar por um casamento aberto. Não sei. Também acho simples demais jogar a culpa na liberdade. A questão é mais complexa. Claro, eu não entendo disso. Me ajudem aí…

O que faz um homem ser bom de cama? Com a palavra, as mulheres

13 de outubro de 2011 131

Foto: sxc.hu

Então a moça que teve um affair com o Ashton Kutcher disse que o cara é bom de cama. Declarou em uma revista que foram para um hotel, que ela ficou peladona na frente dele e de uma outra moça, que fizeram uma festinha na hidromassagem e então rolou um beijo e, claro, sexo.

— Ele é bom — resumiu, sobre a noitada.

Fiquei pensando: o que leva um cara a ser bom de cama? Como que a mulher define isso? Ou ainda: como ela chegou a essa conclusão? Ser bom de cama… coisa bizarra.

Porque cada mulher é diferente, cada toque, cada gesto. Esses dias mesmo comentaram por aqui que um papai-mamãe pode causar estragos enormes. Ora, o cara, então, não fez nada de anormal e seria um “bom de cama”. Poderia ser definido pelo número de orgasmos que ele dá para a mulher? Dois, três, quatro, cinco… é possível seis? Ou talvez ele é o bonzão porque consegue transar por duas, três horas seguidas sem ao menos dar uma dormidinha para relaxar?

Olha, eu sei que no caso dessa menina do Kutcher o buraco é bem mais embaixo e ela quer apenas aparecer. Mas fiquei interessado na questão e pensei: por que não perguntar para as samba-cancioneiras e cancioneiros? Então, gente, mais um tema bom para discutir hoje: o que faz um homem ser bom de cama? Para participar, é só escrever nos comentários e aguardar a repercussão.

Basicão? Que raio de sexo é esse?

11 de outubro de 2011 116

Foto: Inmagine Royalty Free

Li no Donna na semana passada e resolvi deixar e esperar a repercussão. Mulheres tendem a ser mais aventureiras na cama que os homens, diz pesquisa. Foram poucos comentários lá na matéria e, acredito, deve ser pelo fato de ter de ser feito cadastro para escrever. Mas olha o que uma moça falou:

Nós, mulheres, nos aventuramos mais e curtimos mais o sexo hoje em dia do que muitos homens. Estes muitas vezes deixam a desejar e sempre vêm com as mesmas desculpas: estou cansado e blábláblá. O que falta é imaginação e vitalidade. Estamos cansadas de homens sem atitude e que só fazem o basicão. Chega a ser deprimente.

Não vou questionar nem argumentar em cima da pesquisa. Vale lembrar que o grupo de pessoas pesquisadas era formado em sua totalidade por pessoas em relacionamentos estáveis. Mas, amigo samba-cancioneiro, me chamou a atenção uma palavra deste comentário e é isso que quero repercutir: o que seria o “basicão”?

Hoje, samba-cancioneiro, o post é de vocês. Minha opinião pode ser dada no final da tarde. Faço um update e repercuto os comentários de vocês. Mas hoje não vou falar primeiro. Espero, sinceramente, que haja construção nas respostas e não a eterna guerra dos sexos — um dos motivos para o relacionamento naufragar. Ops, acabei tecendo o primeiro comentário. Mas nunca apago o que escrevo. A bola está com vocês…

Não somos nós que te trocamos por menininhas. São elas que vêm nos procurar

04 de outubro de 2011 213

Foto: sxc.hu

Esses tempos ouvi a seguinte frase: “Vocês, homens, têm de pegar as guriazinhas para se acharem mais homens, menos velhos e posarem de garanhões”. Pensei. Mas é claro que não. Vocês, mulheres, é que estão pagando o preço quando, lá atrás, na época da adolescência, preferiam os caras mais velhos aos da sua idade.

Sua mãe, tia, a professora da escola… todas as mulheres mais velhas que achavam o máximo ver em você as conquistas frustradas da adolescência delas, achavam o máximo exclamar que “menina amadurece antes, o que elas vão querer com uns abobadinhos da idade delas, tem mais de ir atrás dos caras já formados”. E elas tinham 15, 16, 17. E gostavam dos caras com 20, 21, 22, 23… Ora, agora você tem a idade da sua tia, de sua mãe, da professora da escola. E as menininhas (obviamente não com 15, 16, 17…) vêm atrás dos homens mais velhos. E você reclama? Ironia, não?

Você, mulher mais velha, não suporta a ideia de que, simplesmente, está velha. E pode tranquilamente perder para uma guriazinha — não gosto deste termo, mas estou usando a palavra que minha colega da redação falou. Estas moças não são “abobadinhas”. Não somos nós que as procuramos. São elas que vêm nos procurar. Elas estão fazendo o que você fez. Estão buscando experiência, romantismo, elegância, estilo, recato — aquele algo mais que os mais mocinhos, muitas vezes, não conseguem dar.

As menininhas descobriram que os homens mais velhos tem estilo, recato, finesse. Sabem conversar. São bons de cama. Não têm frescuras em cima de um bom, cheiroso e macio colchão. Têm cultura e gostam dela. Têm experiências de vida, sofrimentos, vivências que os ensinaram a ser pessoas melhores. Gostam de um bom restaurante, de um bom vinho, teatro… Ser chamado e visto como garanhão é uma mera nomenclatura. Que o homem mais velho nem mesmo procura.

Mas fique tranquila. Para todo pé torto há um sapato velho. Enquanto você, que está velhinha, vê os garanhões procurarem as menininhas, vá conversar com sua mãe, sua tia. Procure sua professora de escola. Juntem todas, façam um chá e conversem sobre o tempo que tinham 15, 16, 17. Não faltarão abobadinhos para servir de assunto.

Homens elegem Ellen Roche como a mulher ideal para ter um "affair"

29 de setembro de 2011 49

Foto: Divulgação, Revista VIP

O site norte-americano Ohhtel.com perguntou qual seria a mulher que os homens gostariam de ter um affair. O resultado da pesquisa não impressiona muito e vamos explicar o porquê mais abaixo. Mas, para que tudo esteja homologado, saiba que 5.697 homens participaram da pesquisa — apenas cadastrados no site puderam responder — em todo o Brasil e 36% afirmam que a atriz Ellen Roche seria a mulher dos sonhos para ter um caso extraconjugal. A loira venceu Sabrina Sato (14%), Cléo Pires (13%), Juliana Paes (11%) e Deborah Secco (9%).

Aqui na redação a mulherada disse que ela é apenas uma mulher gostosa, que não deve ter conteúdo e tudo mais que você, homem, está acostumado a ouvir do lado de lá. Mas nós vamos mostrar que a Ellen Roche não é apenas isso. Quer prova maior? Listamos cinco qualidades da Ellen:

Ela adora praia:

Foto: Divulgação Revista VIP

Ela ouve boa música:

Foto: Luis Crispino, Revista VIP

Ama Carnaval:

Foto: Andre Penner, AP

Se cuida e é muito, mas muito cheirosa:

Foto: Divulgação, Revista VIP

E por último, mas não menos importante: ela adora futebol

Foto: Divulgação