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O problema dos homens certinhos demais (ou a lição que vamos tirar dos atos falhos)

21 de outubro de 2011 62

Foto: sxc.hu

UPDATE: com a correria da redação, acabamos não conseguindo liberar os comentários na tarde desta sexta-feira. Por isso liberamos à noite, perto das 23h. Desculpe a quem acompanha o blog e posta comentários.

Chamou-me atenção a repercussão do post do M.R.S e a grande parte dos comentários — masculinos, claro — a respeito do protagonista da carta ser certinho demais. Grande parte dos comentários destacava o fato de o casal não ter feito sexo anal, por exemplo, como um dos defeitos do relacionamento. Segundo os samba-cancioneiros, esta questão serve como um termômetro de que a coisa era um tanto fria entre os dois na cama, e a mulher, talvez, queria algo mais caliente. Não acho que se possa medir a temperatura sexual de um casal por fez ou não fez sexo anal, mas…

O que penso é: não importa o quanto se é bom ou mau, não importa se deu motivo ou não, se a mulher tem caráter, se o amigo não era tão amigo assim, se o casamento estava uma droga, qualquer outra coisa. Não importa. Importa que ele foi correto até mesmo na hora de desvendar que sabia de tudo. Ele foi correto até mesmo na hora em que deveria ser enérgico, forte. Quando devia matar a cobra e mostrar o que você sabe que ele deveria mostrar. Ele foi íntegro. E pessoas íntegras estão em falta no mundo: homens e mulheres.

A lição disso tudo — e espero que você que sempre lê o blog aprenda de uma vez — é que homens e mulheres são falhos. Têm medos. Angústias. Necessidades. São apreensivos. Imaturos. Às vezes homens e mulheres querem simplesmente estar sozinhos. Porque sabem que quando estiverem com alguém não serão capazes de corresponder à expectativa do outro. E fazem bobagem — porque é normal que o ser humano faça bobagem. E com isso machucam outras pessoas.

O texto, a carta do M.R.S, pode ser fictício, invenção do blog — vocês já pararam para pensar que apontam sempre o dedo nos acusando de mentirosos? A lição dos mais de 200 comentários do post é: homens e mulheres, deixem de lado a eterna guerra dos sexos. Homens chamam mulheres de promíscuas e afins porque elas começaram a querer ser homens. Mulheres quiseram ser homens para mostrar que podem as mesmas coisas que eles. Um dá um murro forte na ponta da faca, o outro vê os dedos cheios de sangue mas retruca e dá o soco ou igual ou mais forte que o primeiro. Ambos derramam litros de sangue no chão. E se machucam.

Ou seja: nessa vidinha de agressões mútuas, quem perde somos todos nós.

Conheça Cláudia: 34 anos, casada, mãe de dois filhos e... prostituta

18 de outubro de 2011 313

Foto: sxc.hu

O post de ontem foi uma espécie de “aperitivo” ao que estava por vir nesta terça-feira. Hoje vou contar a história de Cláudia, 34 anos, mãe de dois filhos, casada. Possui casa própria, dois carros, família estruturada. Cláudia trabalha. Muito. Como prostituta em um endereço famoso de Porto Alegre. O marido não sabe. Os filhos não sabem. A família não sabe. O irmão desconfia. Um primo transa com ela toda semana — de graça — porque descobriu seu pequeno segredo. Ela propôs isso, é bom que se deixe claro.

Conversei com Cláudia por cerca de duas horas. Cláudia é seu nome fictício, de guerra. Ela aluga um apartamento em um bairro de classe média na cidade. Recebe os clientes com hora marcada, estilo Bruna Surfistinha. Não tem cafetão, nem “ninguém que lhe tire fácil o dinheiro que recebe de forma tão difícil”, como destaca. Cláudia mede cerca de 1,70 metro, pesa 71kg. É uma mulher bonita de rosto e que tem o corpo razoavelmente bonito. Nada exuberante. Mas também nada que se jogue fora. Como dizem por aí, vale o investimento de R$ 80 por uma hora de programa.

— Para quem tem 34 anos e já teve dois filhos está bom, né? — ela pergunta, levantando a blusa para mostrar a barriguinha lisa da lipo que fez no ano passado. A seguir, trechos do bate-papo.

Samba-Canção — Como você começou e há quantos anos faz programa?
Cláudia — Há quatro anos eu trabalhava em um escritório de advocacia como secretária. Um dos advogados que estava por lá vivia me cortejando e me chamava para sair todos os dias. Tomar drinks, jantares. Em um determinado dia, havia brigado com meu marido, estava querendo me separar, não aguentava mais a pressão de trabalhar, chegar em casa, cuidar dos filhos. Minha vida estava um saco. Acabei saindo com o advogado, jantamos, fomos para um motel. E, olha, eu acabei com ele (risos). No final, quando ele me deixou em casa, me disse “Cláudia, Cláudia, você deveria cobrar, meu amor. Êta servicinho bem feito”. Aquilo ficou martelando na minha cabeça por meses. Até que fui demitida porque não quis mais dar para o tal advogado.

Samba-Canção —E então foi logo fazer o que você faz hoje?
Cláudia — Não, claro que não. Curti o seguro-desemprego e fui atrás de emprego. Mas o que ele disse ficava na minha cabeça. Não consegui um emprego que pagasse bem. O tempo do seguro acabou. Fiquei mais dois meses desempregada. E foi aí, sim, que comecei a pensar em virar prostituta.

Samba-Canção — Mas como aconteceu?
Cláudia — Procurei uma que faz exatamente como eu: atende por telefone, família não sabe, tem filhos, marido, papagaio. Ela me explicou como funcionava a coisa.

Samba-Canção — Mas, assim, professor e aluno?
Cláudia — Não. Ela teve receio no início.  Mas daí procurei ela tanto que viu que não era brincadeira o que eu estava querendo.

Samba-Canção — Sim, mas como começou, mesmo?
Cláudia — Eu estava no apartamento desta guria, que hoje é muito minha amiga, pintou um cliente. A gente já conversava bastante. Ela me olhou e apontou para o telefone. Eu balancei a cabeça. E foi só esperar ele chegar.

Samba-Canção — Assim, tão fácil?
Cláudia — Nada fácil, meu amigo. Você acha que a gente curte o que faz? Acha que tocar nele foi fácil? Queria ver essas guriazinhas que vivem por aí aguentar a vida que a gente leva.

Samba-Canção — Sim, mas isso todas vocês devem falar: “não é fácil” e tudo mais… mas continuam na profissão.
Cláudia — Sim, mas como eu vou tirar R$ 3,5 mil por mês? Me diz… Tu tem um emprego com esse salário para me dar?

Samba-Canção — OK, mas e teu marido? E teus filhos? Ele não suspeita de nada? Dessa grana toda que tu recebe?
Cláudia — Meu querido, no início eu acho que ele estranhou, sim. Pô, R$ 3,5 mil é dinheiro para uma secretária executiva. Para ele, trabalho em uma grande empresa aqui de Porto Alegre. Falo três línguas. Saio de casa sempre arrumada, impecável. De blazer, saia social ou terninho executivo. Não tem como desconfiar. Até tem, claro. Mas o meu salário e o dele nos proporcionam uma vida muito boa: temos televisão de 52′, dois carros do ano, meus filhos estudam em uma das melhores escolas de Porto Alegre… Eu trabalho apenas de segunda a sexta, o telefone não toca fora do horário comercial. E é exclusivo da profissão. Eu deixo o aparelho no apartamento que alugo.

Samba-Canção — Sim, mas e tua família?
Cláudia — O que tem?

Samba-Canção — Não desconfia?
Cláudia — Meu irmão, sim. Mas eu brinco com ele: “Para tua irmã ter um trabalho melhor, só se virar p**a”. Todos dão risada e a coisa morre por ali. Quem descobriu, mesmo, foi um primo meu. Safado. Me seguiu e acabou aqui no porteiro eletrônico. O segurança caiu no papo dele, deixou entrar e, no dia, eu estava esperando um cliente. Me pegou de calcinha e sutiã atendendo a porta. Ele disse: “eu sabia”. E eu respondi: “Agora que está aqui, entra”. Ele entra toda a semana, de graça, claro. É nosso segredinho.

Samba-Canção — Ele vem toda a semana, mesmo?
Cláudia — Claro. Com ele até é bom. Me trata bem. Transa bem. Ele vem quase sempre na quinta. Fica a horinha dele e vai embora. É diferente porque tem duas safadezas, né? (risos). Ser primo e ser cliente. Mas não pense que é básico, não. Ele recebe serviço completinho. E gosta, meu bem, ah, gosta (gargalhadas).

Samba-Canção — E sexo em casa? Consegue? Na boa?
Cláudia — Mas é claro. Amo meu marido. Amo meus filhos. Meu marido é ótimo na cama. Ninguém me fez gozar como ele. E olha que já transei muito, amigo. E digo: já gozei com cliente. Tem um que me trata tão bem que parece meu namorado. Esse me arrebenta. Só não dou de graça porque não é meu feitio.

Samba-Canção — Tu pretendes parar quando?
Cláudia — Mais um ano, dois, e eu vou parar. Tenho uma poupança gorda me esperando. Já falei com meu marido que seria legal abrirmos uma empresa. Ele é analista de sistemas e está gostando da ideia. Com essa poupança vamos fazer nossa empresa. E eu vou parar com isso. Tu vai me perguntar se eu me arrependo agora, né?

Samba-Canção — Não ia, mas…
Cláudia — Quando chego em casa e vejo meus filhos, bate uma tristeza. Mas eu planejei quando essa vida ia começar. Então eu sei quando ela vai acabar. E está quase acabando. Escreve aí: tem mulher que quer fazer exatamente o que eu faço e não faz porque se acha mais que eu. E têm as outras que me vão me julgar, eu sei disso. Para elas, vou dizer o seguinte: tem cara que te come e vai pra casa e te trata pior que muito cliente meu. Então, não te enche de moral para falar de mim. Ah, e se quiser, passa um dia comigo aqui e tenta aguentar o tranco. Daí, sim, a gente passa a conversar.

Quem gosta de passado é museu?

17 de outubro de 2011 166

Foto: sxc.hu

Um jogador de futebol muito famoso está revoltado com o que andam falando sobre o passado da moça com quem tem um relacionamento. Coincidentemente, ela é gaúcha e alguns homens aqui de Porto Alegre — dizem — já pagaram a ela algo mais que a conta do boteco. Vocês entenderam o que eu quis dizer, então não há necessidade de explicar.

Fiquei pensando na questão “passado de uma mulher” e percebi que, em muitos casos, ele é extremamente valorizado. Alguns homens não casariam com uma moça mais “vivida”. O que não deixa de ser irônico, pois grande parte do público masculino pede a seu lado mulheres devassas, que topem tudo e saibam fazer tudo. Na teoria, quanto mais parceiros, mais desencanada a mulher seria (é isso?).

Mas voltando ao primeiro parágrafo: e se você descobrisse que sua mulher é ou foi uma garota de programa? Qual seria sua reação? Acabaria o relacionamento? Se continuasse com ela, contaria a seus amigos e familiares sobre o passado da moça? Um tema um tanto polêmico para começar a semana. Vamos debater sobre isso?

Você seria capaz de curtir e aceitar um casamento aberto?

14 de outubro de 2011 122

Foto: sxc.hu

Queria ter escrito um post sobre o tema logo que saiu a informação aí nas colunas de fofoca, mas como é um assunto polêmico, gostaria de pensar mais antes de escrever. O gancho para o post vem do tal “casamento aberto” de um tal cantor e uma tal marombada que a turma curte chamar de gostosa. Vocês sabem quem é, não preciso escrever aqui os nomes deles.

Digamos que o casamento aberto é uma prática que eu não entendo. É uma espécie de bundalelê com consentimento, concorda? Hoje você está com sua esposa, amanhã está com a fulana e a beltrana, daqui dois dias está com a esposa de novo. E a esposa sabe que você esteve com a fulana e a beltrana, te aceita de volta e tudo mais. Pior: enquanto você estava com a fulana e a beltrana, ela, a esposa, também pode estar com algum querido por aí, jantando, dançando, transando… Para alguns isso seria a vida perfeita. Para mim, não.

Esse conceito “lavou está novo” não me entra na cabeça. Uma coisa, claro, é você saber que sua mulher transou com 10, 15, 20 caras. Tudo bem, ela curtiu sua vida de solteiro ao extremo — provavelmente como você — e agora está casada, assumiu uma vida a dois e — também provavelmente como você — deve querer a monogamia. Talvez para alguns o verbo dever, aí na outra frase, não seja necessário. Mas acho que se encaixa bem.

Não sou o que chamam de “cara cabeça aberta” ao ponto de pensar que eu estou assistindo a um DVD em casa ou trabalhando no computador ou lendo um livro na cama ou fazendo qualquer coisa sozinho e minha mulher está se esbaldando com alguém em outro lugar. E o que é pior: com o meu consentimento! Alguém, talvez, vá dizer: “amigo, ela pode estar fazendo tudo isso sem teu consentimento”. Ok, pode. Mas, além de não ter meu consentimento, eu não tenho conhecimento disso. E dizem por aí que o que os olhos não veem o coração não sente.

Não sei se a definição moralista é a melhor neste caso. Dizer “isso é errado” ou “casal que faz isso não tem amor” ou “esse mundo está perdido” é muito simplista. Talvez a resposta da charada esteja na simples liberdade que eu tenho de ser monogâmico e que eles têm de querer optar por um casamento aberto. Não sei. Também acho simples demais jogar a culpa na liberdade. A questão é mais complexa. Claro, eu não entendo disso. Me ajudem aí…

Homem é tudo igual.... e mulher, não?

13 de outubro de 2011 110

Foto: sxc.hu

Cometi a loucura de iniciar uma conversa sobre relacionamento, amor, ódio e esses temas bons para uma polêmica em uma mesa com cinco mulheres. Eu como único homem. Passaram a me atacar, lógico. Todas sabem, inclusive, que escrevo aqui no blog, me conhecem de longa data. Tentei defender não o homem, mas a ideia de que em um relacionamento todos estão sujeitos a muitas coisas, são escolhas, digamos. Elas iam aceitando, mas queriam sempre ser definitivas nos argumentos. Sabe como é mulher, não é mesmo?

Mas então chegou à mesa um ex-namorado da Beatriz. Por coincidência, eu também conhecia ele. Chegou, beijou as outras quatro. Na vez da Beatriz apenas “oi”. Estranhei. Ele, por educação, tenho certeza, ficou cinco minutos conosco e foi sentar em outra mesa. Após sair, uma das garotas da mesa se desculpou com a Beatriz: “Ai, amiga, ele está cada vez mais gostoso”. Eu apenas ri. Já ela virou para trás para dar mais uma olhada. E voltou a virar para nós. Não falou nada.

Não demorou cinco minutos, uma deusa, uma senhora mulher, aquelas que param o bar, chega para um encontro com o ex da Beatriz. Pensei: agora danou-se, a hora que ela enxergar a cena vai ficar muito brava. Ela já tinha visto. Antes, muito antes que eu, pelo que percebi. E apenas disse, certeira: “Quero ver se ela aguenta o que eu aguentei”.

Para resumir: levei a Beatriz para casa e descobri que o cara a tinha traído, duas vezes. Na primeira, ela descobriu por acaso. A segunda foi em uma espécie de “investigação”. Na primeira, deu uma chance e tentou superar. Na segunda, acabou sem pestanejar. Foi quando desceu do carro, me deu tchau e disse: “Homem é tudo igual. E eu incluo até tu nessa, viu? Todos vocês traem e nos magoam. E por isso eu estou muito bem sozinha”.

Como vocês dizem aqui nos comentários, sempre: generalizou. Será? Ou falou uma verdade? E mulher, não trai? Não magoa os homens? Com a palavra, vocês.

Mulher gosta é de dinheiro, de cartão de crédito. O resto é conversa para boi dormir

05 de outubro de 2011 188

Foto: sxc.hu

Sabe o lado bom de posts como o de ontem? Aquele que fala das menininhas, homens mais velhos e tudo mais? A melhor parte destes textos está nos comentários. E na queda das máscaras.

Não vou rotular todas as leitoras do blog, nem mesmo as mulheres em geral, mas me impressiono como existem tipos que adoram exibir-se como bem-resolvidas sexual e pessoalmente, espertas, inteligentes, independentes e tudo mais. Porém, na primeira oportunidade que têm para dialogar com propriedade e mostrar o quanto podem ostentar todos os adjetivos descritos acima, acabam na boa e velha máxima que, a partir de hoje, está instituída como frase-lema do blog: “mulher gosta é de dinheiro, de cartão de crédito”.

Não acredito que o texto do post esteja tão errado assim, principalmente em um universo de mais de 170 comentários grande parte apoia o que ali está escrito. Também tenho certeza de que aquele amontoado de letras não é a verdade absoluta. Mas não é isso que importa, pelo menos neste texto. O de ontem passou, foi, está no limbo da web, fica na história do blog e de todos os que aqui entraram, comentaram, leram.

Contudo, essa frase “mulher gosta é de dinheiro, de cartão de crédito” ecoa como uma clave batendo no chão, faz com que me lembre de um bando de homens cabeludos gritando alto para definir na base da força quem é o macho dominante e pode ter a fêmea na caverna. Remete a um tempo em que as mulheres tinham de ficar quietas, não podiam tomar uma cerveja em um bar, usar maquiagem e batom, se colocassem uma bela saia e exibissem suas pernas longas, torneadas e extremamente sensuais eram taxadas como meretrizes, mulheres fúteis, da vida.

Frases como essas destroem tudo o que vocês, meninas-mulheres, conquistaram desde então. E é uma pena, porque a frase foi dita por vocês mesmas. Claro, não vou ser hipócrita e negar que muitos homens pensam dessa forma. Mas a reflexão que fica é: será que esse fato não ocorre porque eles leem coisas desse tipo? Não é o cotidiano que mostra a eles este rótulo? Claro, quando se coloca a palavra “mulheres” na frase, há a generalização. Mas cada cabeça sabe o tamanho do chapéu que pode vestir.

Então, amigo samba-cancioneiro, sempre que você perder a razão nas discussões do blog, escreva isso “Mulher não gosta de (o assunto proposto). Elas gostam é de dinheiro, de cartão de crédito”. Se elas fazem, porque não podemos também. Liberte-se: estamos iniciando a revolução masculina.

Não somos nós que te trocamos por menininhas. São elas que vêm nos procurar

04 de outubro de 2011 213

Foto: sxc.hu

Esses tempos ouvi a seguinte frase: “Vocês, homens, têm de pegar as guriazinhas para se acharem mais homens, menos velhos e posarem de garanhões”. Pensei. Mas é claro que não. Vocês, mulheres, é que estão pagando o preço quando, lá atrás, na época da adolescência, preferiam os caras mais velhos aos da sua idade.

Sua mãe, tia, a professora da escola… todas as mulheres mais velhas que achavam o máximo ver em você as conquistas frustradas da adolescência delas, achavam o máximo exclamar que “menina amadurece antes, o que elas vão querer com uns abobadinhos da idade delas, tem mais de ir atrás dos caras já formados”. E elas tinham 15, 16, 17. E gostavam dos caras com 20, 21, 22, 23… Ora, agora você tem a idade da sua tia, de sua mãe, da professora da escola. E as menininhas (obviamente não com 15, 16, 17…) vêm atrás dos homens mais velhos. E você reclama? Ironia, não?

Você, mulher mais velha, não suporta a ideia de que, simplesmente, está velha. E pode tranquilamente perder para uma guriazinha — não gosto deste termo, mas estou usando a palavra que minha colega da redação falou. Estas moças não são “abobadinhas”. Não somos nós que as procuramos. São elas que vêm nos procurar. Elas estão fazendo o que você fez. Estão buscando experiência, romantismo, elegância, estilo, recato — aquele algo mais que os mais mocinhos, muitas vezes, não conseguem dar.

As menininhas descobriram que os homens mais velhos tem estilo, recato, finesse. Sabem conversar. São bons de cama. Não têm frescuras em cima de um bom, cheiroso e macio colchão. Têm cultura e gostam dela. Têm experiências de vida, sofrimentos, vivências que os ensinaram a ser pessoas melhores. Gostam de um bom restaurante, de um bom vinho, teatro… Ser chamado e visto como garanhão é uma mera nomenclatura. Que o homem mais velho nem mesmo procura.

Mas fique tranquila. Para todo pé torto há um sapato velho. Enquanto você, que está velhinha, vê os garanhões procurarem as menininhas, vá conversar com sua mãe, sua tia. Procure sua professora de escola. Juntem todas, façam um chá e conversem sobre o tempo que tinham 15, 16, 17. Não faltarão abobadinhos para servir de assunto.

Cuidado com o que você fala e pede para sua querida esposa

02 de outubro de 2011 9

Foto: sxc.hu

Duas semanas de casamento, o marido, apesar de feliz, já estava com uma vontade reprimida de encontrar a galera pra fazer uma festa.

Assim, ele diz a sua queridinha:

— Amorzinho, vou dar uma saidinha mas não demoro…

— Onde você vai, meu docinho?

— Ao barzinho, assistir ao futebol.

A mulher então liga o hometheater e a TV de plasma de 52″ e diz:

— Ó, meu amor adorado, aqui em casa você pode ver o jogo que quiser.

— Mas no bar, meu anjo, eu também posso tomar uma geladinha.

A mulher bota a mão na cintura e lhe responde:

— Quer cervejinha, meu amor???

Nesse momento, ela abre a porta da geladeira e mostra 25 marcas diferentes de cervejas de 12 países: alemãs, holandesas, japonesas, americanas, mexicanas…

O marido, sem saber o que fazer, fala:

— Meu docinho de coco… mas no bar… você sabe… o copo gelado…

O marido nem termina de falar e a esposa interrompe a conversa:

— Quer copo gelado, amor?

Nesse momento ela pega no freezer um copo bem gelado, branco, branco, que até tremia de frio.

O marido responde:

— Mas, minha princesa, no bar tem aqueles salgadinhos gostosos. Já estou voltando, tá bem?

— Quer salgadinho, meu rei?

A mulher abre o forno e tira 15 pratos de salgadinhos diferentes: quibe, coxinha, pastel, pipoca, amendoim, coração de galinha, queijo derretido, torresmo…

— Mas, minha pixunguinha… lá no bar… tem emoção, palavrão, xingamento…

— Ah, quer emoção, palavrão, xingamento, meu amor???

— Então vai tomar no …. porque daqui você não sai nem …., seu ……. E se você tentar mais uma desculpinha de ….. comigo eu te corto o ….. fora, seu safado. Senta já a …. dessa bunda aí no sofá e sossega esse …..!!!

Às vezes é bom cuidar o que pedimos e o que falamos, não é mesmo?

Homens elegem Ellen Roche como a mulher ideal para ter um "affair"

29 de setembro de 2011 49

Foto: Divulgação, Revista VIP

O site norte-americano Ohhtel.com perguntou qual seria a mulher que os homens gostariam de ter um affair. O resultado da pesquisa não impressiona muito e vamos explicar o porquê mais abaixo. Mas, para que tudo esteja homologado, saiba que 5.697 homens participaram da pesquisa — apenas cadastrados no site puderam responder — em todo o Brasil e 36% afirmam que a atriz Ellen Roche seria a mulher dos sonhos para ter um caso extraconjugal. A loira venceu Sabrina Sato (14%), Cléo Pires (13%), Juliana Paes (11%) e Deborah Secco (9%).

Aqui na redação a mulherada disse que ela é apenas uma mulher gostosa, que não deve ter conteúdo e tudo mais que você, homem, está acostumado a ouvir do lado de lá. Mas nós vamos mostrar que a Ellen Roche não é apenas isso. Quer prova maior? Listamos cinco qualidades da Ellen:

Ela adora praia:

Foto: Divulgação Revista VIP

Ela ouve boa música:

Foto: Luis Crispino, Revista VIP

Ama Carnaval:

Foto: Andre Penner, AP

Se cuida e é muito, mas muito cheirosa:

Foto: Divulgação, Revista VIP

E por último, mas não menos importante: ela adora futebol

Foto: Divulgação

E se a mulher se parecer com "a megera da tua sogra"?

27 de setembro de 2011 37

Foto: sxc.hu

Um colega de redação chegou com a cara fechada esses tempos. Havia brigado com a mulher por algo muito, mas muito idiota. A definição foi dele, que obviamente não quis revelar qual era esse “algo muito idiota”. Só lascou a seguinte frase:

— Quer saber como tua mulher será no futuro, olha para a megera da tua sogra.

Eu achei a frase forte demais, mas será que é isso mesmo?