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Posts com a tag "Hábitos"

"Amor, estou grávida. O que a gente vai fazer?"

24 de outubro de 2011 119

Foto: sxc.hu

Fato que programar uma gravidez, pensar e organizar a vida a dois, alinhar todas as questões relevantes para dar um futuro bom à criança é primordial e porque não dizer essencial na vida de um casal. Mas e quando isso não é possível? Quando ela simplesmente para na tua frente com aquela cara de apavorada e diz “Amor, estou grávida”?

Um casal de amigos passou por isso. Em uma madrugada, acabaram transando, não se precaveram e vieram gêmeos. Gêmeos, amigo. E o marido, hoje feliz da vida com os dois guris, ficou apavorado. Ele, recém-formado na faculdade de Direito. Ela, professora de Educação Física. Passaram um grande aperto logo no início. Ela também ficou apreensiva, claro, mas os dois lembram — hoje rindo, claro — que ele ficou bem mais nervoso e preocupado do que ela, que só sabia olhar e alisar a barriga.

E vocês? Alguém aqui já passou por isso? O que fizeram? Como foi para superar a barra e dar algo bom para o bebê? Conte para nós, samba-cancioneiro.

Mulher gosta é de dinheiro, de cartão de crédito. O resto é conversa para boi dormir

05 de outubro de 2011 188

Foto: sxc.hu

Sabe o lado bom de posts como o de ontem? Aquele que fala das menininhas, homens mais velhos e tudo mais? A melhor parte destes textos está nos comentários. E na queda das máscaras.

Não vou rotular todas as leitoras do blog, nem mesmo as mulheres em geral, mas me impressiono como existem tipos que adoram exibir-se como bem-resolvidas sexual e pessoalmente, espertas, inteligentes, independentes e tudo mais. Porém, na primeira oportunidade que têm para dialogar com propriedade e mostrar o quanto podem ostentar todos os adjetivos descritos acima, acabam na boa e velha máxima que, a partir de hoje, está instituída como frase-lema do blog: “mulher gosta é de dinheiro, de cartão de crédito”.

Não acredito que o texto do post esteja tão errado assim, principalmente em um universo de mais de 170 comentários grande parte apoia o que ali está escrito. Também tenho certeza de que aquele amontoado de letras não é a verdade absoluta. Mas não é isso que importa, pelo menos neste texto. O de ontem passou, foi, está no limbo da web, fica na história do blog e de todos os que aqui entraram, comentaram, leram.

Contudo, essa frase “mulher gosta é de dinheiro, de cartão de crédito” ecoa como uma clave batendo no chão, faz com que me lembre de um bando de homens cabeludos gritando alto para definir na base da força quem é o macho dominante e pode ter a fêmea na caverna. Remete a um tempo em que as mulheres tinham de ficar quietas, não podiam tomar uma cerveja em um bar, usar maquiagem e batom, se colocassem uma bela saia e exibissem suas pernas longas, torneadas e extremamente sensuais eram taxadas como meretrizes, mulheres fúteis, da vida.

Frases como essas destroem tudo o que vocês, meninas-mulheres, conquistaram desde então. E é uma pena, porque a frase foi dita por vocês mesmas. Claro, não vou ser hipócrita e negar que muitos homens pensam dessa forma. Mas a reflexão que fica é: será que esse fato não ocorre porque eles leem coisas desse tipo? Não é o cotidiano que mostra a eles este rótulo? Claro, quando se coloca a palavra “mulheres” na frase, há a generalização. Mas cada cabeça sabe o tamanho do chapéu que pode vestir.

Então, amigo samba-cancioneiro, sempre que você perder a razão nas discussões do blog, escreva isso “Mulher não gosta de (o assunto proposto). Elas gostam é de dinheiro, de cartão de crédito”. Se elas fazem, porque não podemos também. Liberte-se: estamos iniciando a revolução masculina.

Não somos nós que te trocamos por menininhas. São elas que vêm nos procurar

04 de outubro de 2011 213

Foto: sxc.hu

Esses tempos ouvi a seguinte frase: “Vocês, homens, têm de pegar as guriazinhas para se acharem mais homens, menos velhos e posarem de garanhões”. Pensei. Mas é claro que não. Vocês, mulheres, é que estão pagando o preço quando, lá atrás, na época da adolescência, preferiam os caras mais velhos aos da sua idade.

Sua mãe, tia, a professora da escola… todas as mulheres mais velhas que achavam o máximo ver em você as conquistas frustradas da adolescência delas, achavam o máximo exclamar que “menina amadurece antes, o que elas vão querer com uns abobadinhos da idade delas, tem mais de ir atrás dos caras já formados”. E elas tinham 15, 16, 17. E gostavam dos caras com 20, 21, 22, 23… Ora, agora você tem a idade da sua tia, de sua mãe, da professora da escola. E as menininhas (obviamente não com 15, 16, 17…) vêm atrás dos homens mais velhos. E você reclama? Ironia, não?

Você, mulher mais velha, não suporta a ideia de que, simplesmente, está velha. E pode tranquilamente perder para uma guriazinha — não gosto deste termo, mas estou usando a palavra que minha colega da redação falou. Estas moças não são “abobadinhas”. Não somos nós que as procuramos. São elas que vêm nos procurar. Elas estão fazendo o que você fez. Estão buscando experiência, romantismo, elegância, estilo, recato — aquele algo mais que os mais mocinhos, muitas vezes, não conseguem dar.

As menininhas descobriram que os homens mais velhos tem estilo, recato, finesse. Sabem conversar. São bons de cama. Não têm frescuras em cima de um bom, cheiroso e macio colchão. Têm cultura e gostam dela. Têm experiências de vida, sofrimentos, vivências que os ensinaram a ser pessoas melhores. Gostam de um bom restaurante, de um bom vinho, teatro… Ser chamado e visto como garanhão é uma mera nomenclatura. Que o homem mais velho nem mesmo procura.

Mas fique tranquila. Para todo pé torto há um sapato velho. Enquanto você, que está velhinha, vê os garanhões procurarem as menininhas, vá conversar com sua mãe, sua tia. Procure sua professora de escola. Juntem todas, façam um chá e conversem sobre o tempo que tinham 15, 16, 17. Não faltarão abobadinhos para servir de assunto.

Cuidado com o que você fala e pede para sua querida esposa

02 de outubro de 2011 9

Foto: sxc.hu

Duas semanas de casamento, o marido, apesar de feliz, já estava com uma vontade reprimida de encontrar a galera pra fazer uma festa.

Assim, ele diz a sua queridinha:

— Amorzinho, vou dar uma saidinha mas não demoro…

— Onde você vai, meu docinho?

— Ao barzinho, assistir ao futebol.

A mulher então liga o hometheater e a TV de plasma de 52″ e diz:

— Ó, meu amor adorado, aqui em casa você pode ver o jogo que quiser.

— Mas no bar, meu anjo, eu também posso tomar uma geladinha.

A mulher bota a mão na cintura e lhe responde:

— Quer cervejinha, meu amor???

Nesse momento, ela abre a porta da geladeira e mostra 25 marcas diferentes de cervejas de 12 países: alemãs, holandesas, japonesas, americanas, mexicanas…

O marido, sem saber o que fazer, fala:

— Meu docinho de coco… mas no bar… você sabe… o copo gelado…

O marido nem termina de falar e a esposa interrompe a conversa:

— Quer copo gelado, amor?

Nesse momento ela pega no freezer um copo bem gelado, branco, branco, que até tremia de frio.

O marido responde:

— Mas, minha princesa, no bar tem aqueles salgadinhos gostosos. Já estou voltando, tá bem?

— Quer salgadinho, meu rei?

A mulher abre o forno e tira 15 pratos de salgadinhos diferentes: quibe, coxinha, pastel, pipoca, amendoim, coração de galinha, queijo derretido, torresmo…

— Mas, minha pixunguinha… lá no bar… tem emoção, palavrão, xingamento…

— Ah, quer emoção, palavrão, xingamento, meu amor???

— Então vai tomar no …. porque daqui você não sai nem …., seu ……. E se você tentar mais uma desculpinha de ….. comigo eu te corto o ….. fora, seu safado. Senta já a …. dessa bunda aí no sofá e sossega esse …..!!!

Às vezes é bom cuidar o que pedimos e o que falamos, não é mesmo?

Não custa nada decorar uma destas desculpas, não é mesmo?

27 de setembro de 2011 0

O fascínio pelas mulheres negras

24 de setembro de 2011 67

Foto: sxc.hu

Vou te contar uma coisa que poucos sabem: sempre fui viciado por mulheres negras. Uma tara incrível. Com cinco namoradas negras no currículo, posso me declarar um expert em negras. E, também por isso, posso tomar a liberdade de escrever negra (e não afrodescendente) com propriedade e sem medo algum de ser estereotipado como politicamente incorreto. Pois tenho certeza de que você repara (e muito) nas mulheres negras. Elas são de uma beleza diferenciada, mais redondas, curvilíneas, sensuais. Têm um poder de hipnotizar de uma maneira única. E veja bem, não estou desprezando, muito menos menosprezando, morenas, loiras, ruivas. Mas as negras são espetaculares.

Um amigo casado com uma negra descreve sua relação como o paraíso. Formosa ao extremo, a mulher dele tem um sorriso incrível. Em determinado momento, como que num susto, deixa o semblante sério e abre a boca carnuda e deixa à mostra aquela dentadura perfeita, branca, em meio ao vermelho forte de cada lábio. Um verdadeiro espetáculo da beleza feminina.

Uma de minhas namoradas tinha mãos sensacionais. Finas, com dedos um tanto compridos, mas as unhas bem feitas completavam uma das poses mais sensuais que tenho memória: sentada, com o quadril inclinado para o lado direito, ela cruzava as pernas e, com o corpo reto, deixava o protagonismo do tronco e dos seios bem definidos tomar conta e apoiava os braços sobre os joelhos com as mãos pairando sob o nada. Seguidamente me descobria apenas observando a cena, sorria (pois sabia cada frame do meu pensamento) e me convidava para sentar a seu lado. Cada um exibia seu “troféu” com um grande orgulho no rosto. Bons tempos.

Com o cuidado para não ser vulgar, destaco ainda os quadris das negras. A volúpia que vai para um lado e outro com uma leveza (e ao mesmo tempo força) que fascina tanto o brasileiro, o europeu, o americano, o asiático… O africano, povo de sorte, deleita-se com isso há milênios. Não fosse a escravidão e todas as barbáries dos séculos passados, poderíamos agradecer aos portugueses com um feriado e uma semana festiva. Uma ode aos quadris das negras. Redondos, duros, rijos. Quase sempre grande o suficiente para te tirar do sério. As curvas que te deixam com torcicolo. Que fazem você olhar para trás indubitavalmente. E que você achou, lá em cima, no início do texto, que “se o Johnny não falar dos quadris esse é o pior texto do blog”. Tudo bem, este pode ser o pior texto do blog apesar de eu ter citado os quadris (mesmo que ao final). Mas lembre-se: eu já tive cinco namoradas negras, com seus sorrisos, mãos, pernas, quadris e tudo mais. E você, quantas já teve?

Vera, a prima mais levada das estações

23 de setembro de 2011 30

Foto: sxc.hu

De todas as minhas primas, a Vera é a mais safada. Recebeu esse nome porque nasceu no dia 23 de setembro. Dia das flores, dizia minha tia. Prima Vera cresceu em meio aos primos boêmios, saía para a balada sem medo algum desde os 13, 14 anos. Como via os meninos passando o rodo na mulherada, sempre pensou: “Ora, por quê não posso fazer o mesmo?” Eram dois, três, quatro… seu recorde foi oito em uma noite. Quando só beijava na boca, claro. Depois que aprendeu outros tipos de curtição, passou a selecionar mais e nunca passou de dois.

Bem, não vou ficar aqui falando e falando de minha prima — até porque dá uma saudade da nossa época de adolescentes. Mas o debate que quero propor é que mulheres deprimidas, sem vontade de viver bem, de curtir a vida, de amar sem pudor. Mulheres que se deixam levar pelo que uma sociedade machista define como recato. Mulheres que se preocupam com o que os homens vão pensar, que não transam na primeira vez. E tantas outras definições bestas lá da época das cavernas. Estas mulheres não tiveram primos como a prima Vera teve.

Porque a prima Vera mostra as pernas quando veste uma saia sem parecer vulgar. A prima Vera conversa com os homens à noite, em uma balada, com o olhar fixo, no fundo do olho, deixando o vivente completamente atordoado, sem parecer uma prostituta oferecendo-se em alguma avenida da Capital.

A prima Vera não fica bêbada pelos bares, não sai gritando pela rua falando palavras sem sentido, carregada pelos ombros por alguma amiga. A prima Vera sabe beber, sabe até onde pode ir. A prima Vera sai para a noite para caçar, claro que sai. Mas a prima Vera seleciona seu alimento. Busca sempre um mamute e não um porco do mato. Com isso, a prima Vera não se lastima da comida que tem à mesa. Ela saboreia seu banquete como ninguém.

A prima Vera é bem-sucedida no trabalho. Está sempre sorrindo, mas a prima Vera sorri com gosto e de verdade, não porque tem de agradar alguém que está a seu lado ou manter uma vida de aparências. Resumindo: a prima Vera é muito feliz. Mas a mulherada, amiga da prima Vera, gosta de chamá-la de bem-resolvida. Ela ri. Prima Vera não gosta de rótulos bobos.

Quando a mulher do amigo dá mole, o que você valoriza: a amizade ou a oportunidade?

12 de setembro de 2011 90

Foto: sxc.hu

Acho que vai dar problema. Estou há duas semanas ouvindo a mesma história do Samuel: “a Raquel está me dando mole, fica se jogando a todo momento que a gente está junto. Eu não sei mais o que fazer.” O problema está no fato de a Raquel ser mulher do melhor amigo do Samuel, o Vinícius. Conheço o Vinícius e o cara é gente boa. Não é tão meu amigo quanto do Samuel, mas sei que o relacionamento dos dois — da Raquel e do Samuel — não anda bem. Porém, o conselho que dou para o Samuel, talvez infelizmente para alguns, é: “não faça nada, vais te incomodar.” E aqui abro as várias questões para dar esse tipo de opinião.

Primeiro, acredito que o homem valoriza mais a amizade que a mulher. Mesmo que a Raquel seja uma gatinha, o Samuel cresceu com o Vinícius. Colega de escola, depois foram para a mesma faculdade. Só não trabalham no mesmo lugar porque o Vinícius recebeu uma proposta daquelas irrecusáveis ainda na época de graduação de uma multinacional. O Vinícius tem muito dinheiro, se deu muito bem na vida. Enfim, esse — dinheiro — não o assunto que interessa. Mas está contribuindo para a história.

O Samuel vai se incomodar porque a Raquel pode estar, apenas, valorizando a si mesma. Esqueci de dizer lá em cima que ela e o Vinícius não estão tão bem. Ele chega em casa esgotado, quase todos os dias estão brigando. O sexo bom que ocorria de três a quatro vezes por semana deu lugar a algumas rapidinhas e ela está se sentindo carente. Sei disso não apenas pelo óbvio, mas porque a Raquel contou para o Samuel. Segundo ele, até mesmo intimidades como o que eles fazem — ou no caso faziam — ela descreveu na penúltima conversa em um café lá pelo Bom Fim.

Entende por que acho que é fria? Está “fácil” demais. Os flertes são incontáveis. Os olhares estão diferentes. Até o jeito de ela falar com ele mudou. Minha opinião: ela está fazendo o que toda mulher faz: joga a linha e o anzol, você morde a isca e acaba na mesa do domingo como prato (ou pato) principal. A banca paga, mas cobra.

E você, samba-cancioneiro? Já passou por isso? O que fez? Foi para os finalmentes ou valorizou a amizade?

Como seria um homem na TPM

05 de setembro de 2011 28

Foto: sxc.hu

Esses tempos falamos por aqui que TPM não existe. Fomos massacrados. Humilhados. Falaram de endometriose (que é algo bem diferente de TPM e daquilo que o post propunha). Pois um comercial de televisão mostrou exatamente o que dissemos aqui. Reproduzo abaixo a conversa para vocês avaliarem por si mesmos. O comercial está no link aí em cima, caso alguém não tenha visto ainda.

Cena: Ele esperando por ela em um restaurante. Ela chega rapidamente, atrasada, como se nada tivesse acontecido. Beija o marido e espera que a vida siga seu rumo. Porém, há algo mais…

Ela: Oi amor (smack), desculpe o atraso
Ele: Não reparou em nada?
Ela: O quê?
Ele: Na minha sandália nova…
Ela: Ah, são lindas…
Ele: Só isso? Chega aqui e me dá um beijinho rápido, não repara que eu comprei sandália nova… O que que está acontecendo, hein? Você não me ama mais, é isso? Pode falar…
Ela: Calma… Por que você está falando assim?
Ele: Nada, não… Só para você saber como é uma TPM…

Das atitudes que toda a mulher deveria permitir ao homem pelo menos uma vez

02 de setembro de 2011 124

Foto: sxc.hu

A questão não está no verbo ter como uma imposição. Mas como uma necessidade. Esperamos sempre que a maioria das samba-cancioneiras que por aqui espiam nosso modo de ser são desencanadas, cabeça aberta, gostam de sexo e o praticam sem nenhum pudor ou medo de “o que vão falar se eu fizer isso…”. Pois a dica de hoje é: se falarem, pelo menos você curtiu demais o que estava proposta a fazer. E é o primeiro motivo para a fila andar. Se vocês tiverem sorte de se relacionar com um cara que quer o sexo completo, e não apenas a parte dele, abuse e use.

Vamos colocar uma pimentinha na relação? Abaixo estão algumas atitudes simples que vocês deveriam, pelo menos uma vez, deixar que os homens “saciem-se”. Em contrapartida, será a vez de você entender o quanto pode estar travada em algo que deve ser totalmente livre de atucanações. A listinha não tem nada de muito especial, mas atentem-se para o pedido lá no final do post. A ideia é todos, nós e vocês, compartilharmos experiências. Afinal, não somos os donos da verdade.

Mordidas: não somos o Drácula, mas gostamos de morder. Não se preocupe com manchas roxas nas pernas, nas coxas, nas costas… Elas irão sarar. E você ainda a chance de relembrar todo dia, seja no banho ou em frente ao espelho, aquele momento doido em que você, finalmente, se soltou entre as quatro paredes.

Puxões de cabelo: não interessa se você fez chapinha, escova progressiva, lavou e secou seu cabelo por mais de horas para ele ficar com o volume desejado. Nós queremos, e vamos, enrolar os longos fios em nossas mãos e iremos, sim, te puxar com força. Vai doer? Provavelmente uma dor leve, mas que vem seguida de um gemido longo, misturado com a respiração ofegante do momento. Lembre: o salão de beleza estará sempre no mesmo lugar. O gato que está na sua cama, quem sabe?

Dedos: é fácil imaginar que a mão forte do companheiro revezará entre coxas, bumbum e seios. Mas esqueça o lugar comum e deixe-se levar, pelo menos uma vez, até onde os dedos conseguem ir. Sem contar que eles, os dedos, podem ser — e serão — bons aliados para que o clima continue quente e o parceiro possa aguentar mais e mais o momento. É o que chamamos de parada estratégica.

Beijos após o sexo oral: se algumas mulheres sentem nojo de receber, beijar logo após, nem me fale. Não fique podando o parceiro — e a si mesma — quando ele quiser lhe dar um bom beijo após ótimos minutos de prazer. Mostrar desinteresse ou tabus nessa hora só atrapalha e é broxante. Nós perceberemos que você está desconfortável e não iremos tentar de novo. Pelo menos não nos próximos cinco minutos.

A lista pode ser grande e queremos que você nos ajude, samba-cancioneiro. É a sua vez de deixar mais recados para elas. Escreva nos comentários. Meninas, vocês podem — e devem — opinar também. Mas são dicas para vocês mesmas. O que vocês têm de deixar que nós façamos pelo menos uma vez. Como bons alunos, iremos captar tudo o que as professorinhas estiverem dispostas a ensinar…