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Posts com a tag "Romantismo"

Cuidado com o que você fala e pede para sua querida esposa

02 de outubro de 2011 9

Foto: sxc.hu

Duas semanas de casamento, o marido, apesar de feliz, já estava com uma vontade reprimida de encontrar a galera pra fazer uma festa.

Assim, ele diz a sua queridinha:

— Amorzinho, vou dar uma saidinha mas não demoro…

— Onde você vai, meu docinho?

— Ao barzinho, assistir ao futebol.

A mulher então liga o hometheater e a TV de plasma de 52″ e diz:

— Ó, meu amor adorado, aqui em casa você pode ver o jogo que quiser.

— Mas no bar, meu anjo, eu também posso tomar uma geladinha.

A mulher bota a mão na cintura e lhe responde:

— Quer cervejinha, meu amor???

Nesse momento, ela abre a porta da geladeira e mostra 25 marcas diferentes de cervejas de 12 países: alemãs, holandesas, japonesas, americanas, mexicanas…

O marido, sem saber o que fazer, fala:

— Meu docinho de coco… mas no bar… você sabe… o copo gelado…

O marido nem termina de falar e a esposa interrompe a conversa:

— Quer copo gelado, amor?

Nesse momento ela pega no freezer um copo bem gelado, branco, branco, que até tremia de frio.

O marido responde:

— Mas, minha princesa, no bar tem aqueles salgadinhos gostosos. Já estou voltando, tá bem?

— Quer salgadinho, meu rei?

A mulher abre o forno e tira 15 pratos de salgadinhos diferentes: quibe, coxinha, pastel, pipoca, amendoim, coração de galinha, queijo derretido, torresmo…

— Mas, minha pixunguinha… lá no bar… tem emoção, palavrão, xingamento…

— Ah, quer emoção, palavrão, xingamento, meu amor???

— Então vai tomar no …. porque daqui você não sai nem …., seu ……. E se você tentar mais uma desculpinha de ….. comigo eu te corto o ….. fora, seu safado. Senta já a …. dessa bunda aí no sofá e sossega esse …..!!!

Às vezes é bom cuidar o que pedimos e o que falamos, não é mesmo?

Não entendi a polêmica do comercial com Gisele Bündchen: qual mulher não faz exatamente aquilo?

29 de setembro de 2011 63

Foto: Divulgação, Hope

Não entendi a polêmica envolvendo o comercial protagonizado pela sempre bela Gisele Bündchen (para quem não assistiu ainda, basta clicar aqui). Mas, se você não clicou, vou resumir o comercial: a maior top do mundo aparece vestida, contando um fato qualquer para seu marido. Todo aquele blábláblá de “amor isso, amor aquilo”. Um xis marca errado, como se aquela maneira, aquela ação, não fosse a mais indicada para o momento. Surge então o modo correto: Gisele está de calcinha e sutiã (aqui a palavra lingerie não se aplica, amigo, é calcinha e sutiã, mesmo) e fala o mesmo fato para o marido com uma voz dengosa.

Agora, samba-cancioneiro, me diz: onde está o sexismo nos pouco mais de 15 segundos de imagem? A campanha da marca de roupa íntima teve suspensão pedida por um órgão federal. Os homens que se vestem de preto alegam que o conteúdo discrimina o indivíduo — no caso a mulher — por seu gênero. Ora, façam-me o favor. Isso é, simplesmente e sem tirar uma única vírgula, a vida real.

Foto: Divulgação, Hope

Que mulher (que homem) não usa dos mais variados artifícios para resolver algum vacilo, alguma falha, contar algum probleminha ou mancada que tenha feito no dia, na semana, no mês. E a escolha de quando contar depende muito da gravidade do que foi feito — e às vezes a coisa é tão complicada que nem o homem nem a mulher contam bulhufas a seus pares. Sem contar que há fatos que você conta com anos do ocorrido.

Ela, sentada na carona do carro, em uma viagem para alguma das praias que vocês sempre quiseram ir: “Amor, lembra do Marcos, aquele meu amigaço que tu odeia? Sim, eu e ele já tivemos um rolo. Mas foi só um rolinho…”. Sim, ele também mente (ou omite, se você preferir). Vocês estão em um ótimo jantar, naquele ótimo restaurante, daquela que promete ser uma ótima noite: “Querida, ontem não tive reunião alguma. Saí para beber com os amigos e acabamos esticando um tanto mais que devíamos”. Imagina a adolescente gritando do banheiro, após uma escapadinha com o namorado, os pais foram viajar, eles curtiram bastante, a menina está escovando os dentes e lasca: “Benhê, tô grávida”.

Não mesmo, não é? Você vai escolher um momento, vai pensar nas atitudes que vai fazer para “criar o clima” e irá narrar, com todo o dengo do mundo, o problema.

É de uma hipocrisia enorme dizer que as mulheres não usam a sedução, o corpo, a silhueta bem definida para conseguir o que querem. E todos nós sabemos que quando elas querem seduzir, elas conseguem. Um decote sexy, uma saia que valoriza as pernas, uma calça que realça o quadril, penteados, maquiagens, acessórios, cremes, perfumes. Veja bem: não estou dizendo que todas as ações das mulheres são premeditadas e tudo o que foi listado acima serve para os atos ardilosos do sexo feminino. Mas, vamos ser francos: é motivo de clicar no botão delete na ferramenta de administração do blog se isso não tiver o mínimo de verdade.

Sabe o que é pior? Pensar que talvez nós, homens, sejamos previsíveis demais. Por isso elas são assim. Por isso elas fazem o que fazem. E  nós seguimos levando na cabeça. E mais: ainda gostamos.

Não custa nada decorar uma destas desculpas, não é mesmo?

27 de setembro de 2011 0

E se a mulher se parecer com "a megera da tua sogra"?

27 de setembro de 2011 37

Foto: sxc.hu

Um colega de redação chegou com a cara fechada esses tempos. Havia brigado com a mulher por algo muito, mas muito idiota. A definição foi dele, que obviamente não quis revelar qual era esse “algo muito idiota”. Só lascou a seguinte frase:

— Quer saber como tua mulher será no futuro, olha para a megera da tua sogra.

Eu achei a frase forte demais, mas será que é isso mesmo?

O fascínio pelas mulheres negras

24 de setembro de 2011 67

Foto: sxc.hu

Vou te contar uma coisa que poucos sabem: sempre fui viciado por mulheres negras. Uma tara incrível. Com cinco namoradas negras no currículo, posso me declarar um expert em negras. E, também por isso, posso tomar a liberdade de escrever negra (e não afrodescendente) com propriedade e sem medo algum de ser estereotipado como politicamente incorreto. Pois tenho certeza de que você repara (e muito) nas mulheres negras. Elas são de uma beleza diferenciada, mais redondas, curvilíneas, sensuais. Têm um poder de hipnotizar de uma maneira única. E veja bem, não estou desprezando, muito menos menosprezando, morenas, loiras, ruivas. Mas as negras são espetaculares.

Um amigo casado com uma negra descreve sua relação como o paraíso. Formosa ao extremo, a mulher dele tem um sorriso incrível. Em determinado momento, como que num susto, deixa o semblante sério e abre a boca carnuda e deixa à mostra aquela dentadura perfeita, branca, em meio ao vermelho forte de cada lábio. Um verdadeiro espetáculo da beleza feminina.

Uma de minhas namoradas tinha mãos sensacionais. Finas, com dedos um tanto compridos, mas as unhas bem feitas completavam uma das poses mais sensuais que tenho memória: sentada, com o quadril inclinado para o lado direito, ela cruzava as pernas e, com o corpo reto, deixava o protagonismo do tronco e dos seios bem definidos tomar conta e apoiava os braços sobre os joelhos com as mãos pairando sob o nada. Seguidamente me descobria apenas observando a cena, sorria (pois sabia cada frame do meu pensamento) e me convidava para sentar a seu lado. Cada um exibia seu “troféu” com um grande orgulho no rosto. Bons tempos.

Com o cuidado para não ser vulgar, destaco ainda os quadris das negras. A volúpia que vai para um lado e outro com uma leveza (e ao mesmo tempo força) que fascina tanto o brasileiro, o europeu, o americano, o asiático… O africano, povo de sorte, deleita-se com isso há milênios. Não fosse a escravidão e todas as barbáries dos séculos passados, poderíamos agradecer aos portugueses com um feriado e uma semana festiva. Uma ode aos quadris das negras. Redondos, duros, rijos. Quase sempre grande o suficiente para te tirar do sério. As curvas que te deixam com torcicolo. Que fazem você olhar para trás indubitavalmente. E que você achou, lá em cima, no início do texto, que “se o Johnny não falar dos quadris esse é o pior texto do blog”. Tudo bem, este pode ser o pior texto do blog apesar de eu ter citado os quadris (mesmo que ao final). Mas lembre-se: eu já tive cinco namoradas negras, com seus sorrisos, mãos, pernas, quadris e tudo mais. E você, quantas já teve?

Quando a mulher do amigo dá mole, o que você valoriza: a amizade ou a oportunidade?

12 de setembro de 2011 90

Foto: sxc.hu

Acho que vai dar problema. Estou há duas semanas ouvindo a mesma história do Samuel: “a Raquel está me dando mole, fica se jogando a todo momento que a gente está junto. Eu não sei mais o que fazer.” O problema está no fato de a Raquel ser mulher do melhor amigo do Samuel, o Vinícius. Conheço o Vinícius e o cara é gente boa. Não é tão meu amigo quanto do Samuel, mas sei que o relacionamento dos dois — da Raquel e do Samuel — não anda bem. Porém, o conselho que dou para o Samuel, talvez infelizmente para alguns, é: “não faça nada, vais te incomodar.” E aqui abro as várias questões para dar esse tipo de opinião.

Primeiro, acredito que o homem valoriza mais a amizade que a mulher. Mesmo que a Raquel seja uma gatinha, o Samuel cresceu com o Vinícius. Colega de escola, depois foram para a mesma faculdade. Só não trabalham no mesmo lugar porque o Vinícius recebeu uma proposta daquelas irrecusáveis ainda na época de graduação de uma multinacional. O Vinícius tem muito dinheiro, se deu muito bem na vida. Enfim, esse — dinheiro — não o assunto que interessa. Mas está contribuindo para a história.

O Samuel vai se incomodar porque a Raquel pode estar, apenas, valorizando a si mesma. Esqueci de dizer lá em cima que ela e o Vinícius não estão tão bem. Ele chega em casa esgotado, quase todos os dias estão brigando. O sexo bom que ocorria de três a quatro vezes por semana deu lugar a algumas rapidinhas e ela está se sentindo carente. Sei disso não apenas pelo óbvio, mas porque a Raquel contou para o Samuel. Segundo ele, até mesmo intimidades como o que eles fazem — ou no caso faziam — ela descreveu na penúltima conversa em um café lá pelo Bom Fim.

Entende por que acho que é fria? Está “fácil” demais. Os flertes são incontáveis. Os olhares estão diferentes. Até o jeito de ela falar com ele mudou. Minha opinião: ela está fazendo o que toda mulher faz: joga a linha e o anzol, você morde a isca e acaba na mesa do domingo como prato (ou pato) principal. A banca paga, mas cobra.

E você, samba-cancioneiro? Já passou por isso? O que fez? Foi para os finalmentes ou valorizou a amizade?

Como seria um homem na TPM

05 de setembro de 2011 28

Foto: sxc.hu

Esses tempos falamos por aqui que TPM não existe. Fomos massacrados. Humilhados. Falaram de endometriose (que é algo bem diferente de TPM e daquilo que o post propunha). Pois um comercial de televisão mostrou exatamente o que dissemos aqui. Reproduzo abaixo a conversa para vocês avaliarem por si mesmos. O comercial está no link aí em cima, caso alguém não tenha visto ainda.

Cena: Ele esperando por ela em um restaurante. Ela chega rapidamente, atrasada, como se nada tivesse acontecido. Beija o marido e espera que a vida siga seu rumo. Porém, há algo mais…

Ela: Oi amor (smack), desculpe o atraso
Ele: Não reparou em nada?
Ela: O quê?
Ele: Na minha sandália nova…
Ela: Ah, são lindas…
Ele: Só isso? Chega aqui e me dá um beijinho rápido, não repara que eu comprei sandália nova… O que que está acontecendo, hein? Você não me ama mais, é isso? Pode falar…
Ela: Calma… Por que você está falando assim?
Ele: Nada, não… Só para você saber como é uma TPM…

As vantagens de ser amante são muitas. Mas às vezes você quer algo mais do prato principal

23 de agosto de 2011 131

Foto: sxc.hu

Edgar comia tranquilamente seu bife. Era um bife de picanha ao ponto, com uma saudável capa de gordura da espessura de um dedo. Olhava para o bife e pensava em Marta, que acabara de deixar em casa. Daqui uma hora, calculou, ela estará de banho tomado à espera do marido, enquanto ele, Edgar, estaria a caminho de casa para terminar um relatório e assistir ao VT da Copa do Rei.

Mastigou mais um pouco e imaginou aquela suculência toda de bife sem o naco de gordura que o acompanhava. O toco de graxa era responsável direto por deixar a carne saborosa e, quando ingerido junto com ela, ampliava ainda mais essa sensação. Ela prolongava a razão de existir daquele pedaço de carne.

Óbvio que se ingerida em demasia, a carne com gordura lhe causaria uma série de problemas, mas com moderação, deus, como viver sem? Como seria possível gostar de um bife de picanha sem gordura? Ainda seria o mesmo bife de picanha? Tecnicamente sim, mas em se tratando de sabor, não chegaria nem perto.

Pensou na brigas que Marta relatava no trabalho com o marido e que a levaram para os motéis com Edgar. Ela era casada há pelo menos uma década e só agora decidira se entregar a outro. No entanto, deixou claro que não largaria do marido por nada. Edgar seria uma válvula de escape para uma fase conturbada e ele estava tranquilo com isso. Até aquela noite na churrascaria…

Sua relação com Marta era como um bife de picanha sem gordura. Era gostoso, tinha seu valor e seu sabor, mas nem de longe o mesmo que teria se fosse sua mulher. A gordura que tempera e dá razão ao dia a dia ele nunca teria.

Ser amante tinha todas as vantagens que ele já conhecia de outros casos que tivera, mas estava longe de conhecer um relacionamento verdadeiro. Até aquele momento, só comera carne sem gordura. Mantinha-se saudável, era verdade, mas sentia que seu paladar nunca havia sido explorado em todo o potencial. Não sabia o que eram as brigas por ciúmes bobos, a luta por equilibrar o orçamento de uma casa, o aconchego depois de um dia difícil, a doação abnegada de tempo e sentimento, um pedido de desculpas sincero, a grandeza de oferecer uma segunda (ou terceira…) chance, a esperança pelo sol depois de uma tormenta, uma reconciliação tórrida, flores enviadas sem motivo algum…

Edgar saboreou o resto do bife como nunca havia antes. E estava decidido a saborear a vida de outra forma também.

Quer gravar vídeos ou fazer fotos eróticas? Esteja preparado para o pior

18 de agosto de 2011 60

Foto: sxc.hu

Seria até engraçado se a questão não ficasse muito, mas muito constrangedora. Você e tua companheira se dão bem na cama, são satisfeitos sexualmente, algo que o casal nunca teve com nenhum outro parceiro. Já fizeram de tudo, curtiram o sexo como loucos, mas ainda assim querem apimentar ainda mais a relação. Decidem registrar momentos íntimos.

Primeiro, fotinhos dos pés, mãos, barriguinha. Mais alguns dias, imagens sem blusa. A coisa esquenta, o pudor diminui. O clima faz com que as fotos sejam com roupas íntimas. Não satisfeitos, passam para a última fase: os vídeos eróticos.

Acontece que o presente pode se tornar um inferno quando o futuro a Deus pertence. Você, hoje, está muito bem acompanhado, ama sua parceira(o) e tem plena certeza de que irá continuar com ela(e) para o resto de sua vida. Um pequeno deslize, uma discussão mais séria, uma crise daquelas que todo o casal passa. O relacionamento acaba.

E o ser humano é um dos piores animais entre os seres vivos. Ele é mau. Ele é vingativo. Ele não se presta apenas em ver o outro na pior — e aqui o termo pior tem vários significados, escolha o seu. O ser humano tem de pisar e estraçalhar com o próximo. Mas você não se contentou com as lembranças de forma abstrata, aquele pensamento gostoso que causa o riso safado de canto de boca. Teve de registrar tudo em fotos, vídeos. Em um momento de “lucidez”, ela(e) abre um dos tantos blogs gratuitos da web e publica tudo. Eu disse tudo!

Sabe o que você faz? Aguenta, samba-cancioneiro(a). Não adianta vir com a conversa de que “não conhecia teu parceiro(a) de verdade” ou que “confiava nele(a)” ou qualquer uma destas desculpas esfarrapadas as quais todo mundo que acaba na imensidão do www dá. Quer gravar vídeos ou fazer fotos eróticas? Esteja preparado para o pior.

Evite problemas: as senhas da internet são tuas. Ela não precisa saber de tudo

17 de agosto de 2011 82

Foto: sxc.hu

A internet pode ser uma praga quando sua mulher “entende” que X na realidade é Y e que focinho de porco deve ser uma tomada. Não tenho nada contra que a companheira saiba senhas bancárias, de e-mail, redes sociais. Mas você, samba-cancioneiro, tem de saber avaliar uma coisinha: até que ponto o ciúme dela é doentio. A regra seria não dar chance para o azar. Você acredita que ela vai ficar vasculhando mensagens enviadas, recebidas, tentando recuperar e-mails deletados, faça sigilo da senha de todos, eu disse todos, seus nomes de tela.

E aqui não estamos falando de homem cachorro, pegador. Estamos falando de ciúme doentio. Vocês mesmo vivem falando nos comentários que quando se quer, se faz. Logo, o foco não é a (possível) traição, mas a incomodação. Não há nada pior que uma mulher (e homem também, claro) que fique o tempo todo mexendo em tuas mensagens, celular, carteira, bolso. Mesmo que nunca se tenha dado motivo para suspeitar do parceiro, ela (ele) fica ali, futricando, instigando, questionando. Sem contar o fato do abuso do companheirismo e a total perda de privacidade da relação. Um exemplo pessoal: não mexo na bolsa de minha parceira nem mesmo que ela permita. Por quê? Simples: é dela.

Como explicar que teu amigo te mandou um e-mail com um Power Point de mulheres peladas? Um vídeo picante? Alguma história que ela não deveria saber? Um endereço escrito a esmo em um papel e posto no bolso? Mais uma vez: não estamos falando de traição. Estamos falando de privacidade. E aí está a questão: não temos de explicar o e-mail, o vídeo, a história, o endereço. Por quê? Porque é algo particular. Algo privado. Algo que nós queremos guardar única e exclusivamente conosco. É possível pensar em privacidade sem achar que temos casos e pensamentos obcenos todo o tempo? Não? Então vai se tratar, amiga. Porque estes relacionamentos em que não há privacidade e o ciúme é doentio estão fadados ao fracasso. O amor pode (e deve) durar anos. A encheção de saco, minutos, segundos.