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Posts com a tag "Sex & the City"

Mulher valoriza o passado masculino ou um homem galinha também tem vez?

19 de outubro de 2011 109

Foto: sxc.hu

Na segunda-feira comentamos por aqui sobre o passado das mulheres. O post falava sobre ser rodada, ter trabalhado como prostituta e os problemas que isso poderia ocasionar caso o namorado/marido descobrisse tal fato. Muitos comentários foram julgados como machistas. Eu acredito que são apenas a realidade. Parafraseando um comentário do Everton, “se você conhecer a cozinha do restaurante ou o passado de uma mulher, você não come”.

Mas, e vocês, mulheres, valorizam o passado masculino? Vocês pensam duas vezes antes de sair com um cara “galinha”? Existe para vocês a máxima “homem para casar”? Vamos ver a opinião de vocês. Porque uma coisa tenho certeza: jogar pedra no telhado do vizinho é muito fácil. Sejam sinceras nos comentários que tenho certeza de que hoje passaremos dos 100, mais uma vez. Querem mentir? Não esqueçam: a banca paga, mas também cobra.

Quem gosta de passado é museu?

17 de outubro de 2011 166

Foto: sxc.hu

Um jogador de futebol muito famoso está revoltado com o que andam falando sobre o passado da moça com quem tem um relacionamento. Coincidentemente, ela é gaúcha e alguns homens aqui de Porto Alegre — dizem — já pagaram a ela algo mais que a conta do boteco. Vocês entenderam o que eu quis dizer, então não há necessidade de explicar.

Fiquei pensando na questão “passado de uma mulher” e percebi que, em muitos casos, ele é extremamente valorizado. Alguns homens não casariam com uma moça mais “vivida”. O que não deixa de ser irônico, pois grande parte do público masculino pede a seu lado mulheres devassas, que topem tudo e saibam fazer tudo. Na teoria, quanto mais parceiros, mais desencanada a mulher seria (é isso?).

Mas voltando ao primeiro parágrafo: e se você descobrisse que sua mulher é ou foi uma garota de programa? Qual seria sua reação? Acabaria o relacionamento? Se continuasse com ela, contaria a seus amigos e familiares sobre o passado da moça? Um tema um tanto polêmico para começar a semana. Vamos debater sobre isso?

O que faz um homem ser bom de cama? Com a palavra, as mulheres

13 de outubro de 2011 131

Foto: sxc.hu

Então a moça que teve um affair com o Ashton Kutcher disse que o cara é bom de cama. Declarou em uma revista que foram para um hotel, que ela ficou peladona na frente dele e de uma outra moça, que fizeram uma festinha na hidromassagem e então rolou um beijo e, claro, sexo.

— Ele é bom — resumiu, sobre a noitada.

Fiquei pensando: o que leva um cara a ser bom de cama? Como que a mulher define isso? Ou ainda: como ela chegou a essa conclusão? Ser bom de cama… coisa bizarra.

Porque cada mulher é diferente, cada toque, cada gesto. Esses dias mesmo comentaram por aqui que um papai-mamãe pode causar estragos enormes. Ora, o cara, então, não fez nada de anormal e seria um “bom de cama”. Poderia ser definido pelo número de orgasmos que ele dá para a mulher? Dois, três, quatro, cinco… é possível seis? Ou talvez ele é o bonzão porque consegue transar por duas, três horas seguidas sem ao menos dar uma dormidinha para relaxar?

Olha, eu sei que no caso dessa menina do Kutcher o buraco é bem mais embaixo e ela quer apenas aparecer. Mas fiquei interessado na questão e pensei: por que não perguntar para as samba-cancioneiras e cancioneiros? Então, gente, mais um tema bom para discutir hoje: o que faz um homem ser bom de cama? Para participar, é só escrever nos comentários e aguardar a repercussão.

Não importa o tempo da transa, o que vale é saber fazer. É isso mesmo?

07 de outubro de 2011 156

Foto: sxc.hu

“Não importa o tempo, mas tem de saber fazer. Pode ficar cinco minutos e dormir, desde que me faça muito bem”. Quando ouvi a frase nos famosos bares da Cidade Baixa, três mulheres e um homem conversando, no primeiro momento não acreditei muito no que ela estava falando. O homem que estava na mesa, acompanhado de uma das três, também não levou fé. Deu para ver na cara dele. Então lembrei de outros posts daqui do blog que falam sobre a hora do sexo e dos comentários de vocês. E não tive dúvidas: ela estava mentindo.

Acredito se a mulher disser que tamanho não é documento. Que sexo oral não é questão imprescindível. Que pode rolar apenas um papai-e-mamãe que está tudo ótimo. Mas ficar “cinco minutos” como disse a moça do bar, é balela. Se for aquela rapidinha antes de ir para o trabalho, quando você está apressado ou prestes a se atrasar. Tudo bem, nesse caso impera que sejam cinco minutos e, inclusive, é muito gostoso e divertido.

Agora, que mulher aguenta uma semana com 35 minutos de sexo? As amigas transam esse tempo em uma saidinha rápida. E vão falar sobre as transas. E ela vai sentir-se ridicularizada. Porque mulheres falam muito de sexo. Se há homens que duvidam disso, coitados.

E veja a ironia: graças a este tipo de sexo, os que ficam mais de cinco minutos acabam se tornando “deuses”. Imagina a mulher que só conhece cinco minutos e acaba ficando com um cara que dura 30, 40, 50.

Será que é isso mesmo? Será que há espaço para os de cinco minutos? Se a mulher fosse convidada para sair com um de cinco minutos e um de 50, qual escolheria? Mulher leva mais em conta outras qualidades além do sexo para preferir os de cinco minutos?

Tenho certeza de que as respostas mais extraordinárias surgirão para as perguntas acima nos comentários. Assim como acredito que nos surpreenderemos muito com o que elas — graças a Deus sempre por aqui — irão expor. Até porque vamos falar sobre sexo. Mais fácil seria debatermos sobre a relatividade e as inúmeras maças que caem das árvores.

Não custa nada decorar uma destas desculpas, não é mesmo?

27 de setembro de 2011 0

Vera, a prima mais levada das estações

23 de setembro de 2011 30

Foto: sxc.hu

De todas as minhas primas, a Vera é a mais safada. Recebeu esse nome porque nasceu no dia 23 de setembro. Dia das flores, dizia minha tia. Prima Vera cresceu em meio aos primos boêmios, saía para a balada sem medo algum desde os 13, 14 anos. Como via os meninos passando o rodo na mulherada, sempre pensou: “Ora, por quê não posso fazer o mesmo?” Eram dois, três, quatro… seu recorde foi oito em uma noite. Quando só beijava na boca, claro. Depois que aprendeu outros tipos de curtição, passou a selecionar mais e nunca passou de dois.

Bem, não vou ficar aqui falando e falando de minha prima — até porque dá uma saudade da nossa época de adolescentes. Mas o debate que quero propor é que mulheres deprimidas, sem vontade de viver bem, de curtir a vida, de amar sem pudor. Mulheres que se deixam levar pelo que uma sociedade machista define como recato. Mulheres que se preocupam com o que os homens vão pensar, que não transam na primeira vez. E tantas outras definições bestas lá da época das cavernas. Estas mulheres não tiveram primos como a prima Vera teve.

Porque a prima Vera mostra as pernas quando veste uma saia sem parecer vulgar. A prima Vera conversa com os homens à noite, em uma balada, com o olhar fixo, no fundo do olho, deixando o vivente completamente atordoado, sem parecer uma prostituta oferecendo-se em alguma avenida da Capital.

A prima Vera não fica bêbada pelos bares, não sai gritando pela rua falando palavras sem sentido, carregada pelos ombros por alguma amiga. A prima Vera sabe beber, sabe até onde pode ir. A prima Vera sai para a noite para caçar, claro que sai. Mas a prima Vera seleciona seu alimento. Busca sempre um mamute e não um porco do mato. Com isso, a prima Vera não se lastima da comida que tem à mesa. Ela saboreia seu banquete como ninguém.

A prima Vera é bem-sucedida no trabalho. Está sempre sorrindo, mas a prima Vera sorri com gosto e de verdade, não porque tem de agradar alguém que está a seu lado ou manter uma vida de aparências. Resumindo: a prima Vera é muito feliz. Mas a mulherada, amiga da prima Vera, gosta de chamá-la de bem-resolvida. Ela ri. Prima Vera não gosta de rótulos bobos.

Dia do Sexo: aproveite a data sem a mínima moderação, mas escolha bem a parceira

06 de setembro de 2011 24

Foto: sxc.hu

Antes de mais nada, se você não entende o porquê de o dia seis de setembro ser o dia do sexo, pare de ler este post. Como eu tenho certeza de que os leitores do Samba-Canção são seres mais que evoluídos e muito cultos na arte das quatro paredes, sei que todos estão nesta parte do texto. Então fica a maior e mais importante dica: #camisinhasempre.

Hoje é o dia de você extravasar. Soltar tudo o que tem dentro de você. Não ligar para o que ele vai dizer se eu transar na primeira saída. Não ficar nem aí se a única pessoa que sobrou da lista é aquela saída confirmada do caderninho e que você sabe que é preciso apenas dar um toque que ela vai te ligar de volta para vocês irem no mesmo lugar de sempre. Deixe de lado o pudor pelas crianças estarem dormindo no quarto ao lado. Grite, esperneie, grunhe, arranhe, deixe a cama andar dois, três metros para os lados. Hoje, ao menos hoje, é o dia de você liberar qualquer tipo de dogma. Hoje é o Dia do Sexo!

E, claro, você terá de lembrar de nós, do Samba-Canção, naquele momento sublime. Afinal, você está se dando bem, mas amigos são lembrados em todos os momentos — principalmente nos bons. Então, quando você estiver mandando ver hoje à tarde, à noite, no pôr do sol, na madrugada.. enfim, quando você estiver, lembre dos samba-cancioneiros aqui e classifique sua parceira conforme as nomenclaturas abaixo:

Freira: aquela que vai chegar ao clímax não esquecerá de clamar ao Senhor “Ai, meu Deus, ai meu Deus, ai meu Deeeeeeuuuuuuuuuuussssssssssssssss”
Matemática: além das posições milimétricamente pensadas e já estudadas na geometria, não deixará de jeito algum de lado a fórmula mais antiga da humanidade — a soma: “Mais, mais, mais….”
Mamãe: vai te passar talquinho e óleos de massagem no bumbum para depois mandar: “Vem pra cama, meu filho”
Infantil: a que adora brincar com o pirulito antes do esconde-esconde
Power Point: ideal para ser apresentada em festas, convenções
Proteção de tela: não serve para nada, mas te diverte
Homicida: você vai ser sacana e vai parar bem na hora agá, mas ela vai te ameaçar: “Se você parar agora eu te mato”
Cozinheira: enquanto você prepara o jantar ela está explicando a receita: “Mais, mais, mais…”

Há inúmeros tipo, amigo, mas estas já basta para você ao menos rir um pouco — seja agora ou, como já falamos, na hora do vamos ver. Entretanto, de todas as escolhas, fica o alerta para a mais perigosa: fuja da mulher vírus, aquela que quando você menos espera, se instala em seu apartamento e vai tomando posse de todo o espaço. E o que é pior: se pensar em desinstalá-la, vai perder muitas coisas — ou até mesmo tudo.

Eles apimentavam a relação transando em lugares públicos. E era como se quisessem ser flagrados

24 de agosto de 2011 79

Foto: sxc.hu

Era como se os dois tentassem ser flagrados. O tempo todo. No canto de alguma festa, no estacionamento do shopping, em alguma rua menos movimentada — e até mesmo nas que os carros cruzam com mais intensidade. Nos parques e nas visitas aos familiares. Até mesmo no trabalho, na salinha reservada do primeiro andar. Viviane e Lucas tinham como prazer extra a possibilidade de serem vistos transando em algum destes lugares.

Desculpe a palavra. Mas não posso dizer “fazendo amor”. Primeiro, porque quem consuma o sexo dessa forma não “faz amor”. Quem faz sexo dessa maneira transa. Quem faz sexo dessa maneira quer suar. Quem faz sexo dessa maneira quer ficar descabelado, levemente vermelho. Quem faz sexo dessa maneira precisa ser rápido. Mas os cinco, 10 minutos do ato proibido corresponde a uma hora de uma das maiores e mais demoradas relações. Quem faz sexo dessa maneira urra em silêncio — você já fez isso? Tente.

Viviane e Lucas transavam. Todos os dias. Acredite, samba-cancioneiro. Eu disse TODOS OS DIAS. Exploravam o sexo de uma forma que nunca tiveram feito com nenhum outro parceiro. Não tinham apenas química. Com os dois havia Química, Física, Matemática, Biologia… e, assim, iam fazendo história.

O relacionamento ficou sério, veio o namoro e a brincadeira do sexo oral no quarto com os pais e irmãos na sala. A janta de noivado e a masturbação silenciosa por baixo da mesa. O casamento e o sumiço pelos jardins da capela do Padre Jonas. Mais lugares escondidos, mais lugares desvendados, mais pimenta na relação.

Até que o sexo diminuiu, os problemas diários foram apagando o fogo, as conversas sobre o futuro diminuíram as vontades. A rotina lhes deu o primeiro gancho e eles foram à lona. Knock Down. Perceberam que a contagem estava iniciando quando visitaram Bianca, a irmã mais velha de Viviane. Observaram o sofá da sala lembrando de todo o suor e sussuros que ali viveram. Sorriram. Riram. Gargalharam.

Voltaram para casa. O deslocamento da cama box mais próxima da janela entreaberta fez renascer os cantos das festas, os estacionamentos dos shoppings, as ruas da cidade — movimentadas ou não — os parques e as visitas aos familiares. Foi a volta por cima. Não deixariam que uma vida de cumplicidade escapasse por entre seus dedos. A partir daquele instante, aquele espaço de um metro e meio por três metros seria o que eles quisessem.

Evite problemas: as senhas da internet são tuas. Ela não precisa saber de tudo

17 de agosto de 2011 82

Foto: sxc.hu

A internet pode ser uma praga quando sua mulher “entende” que X na realidade é Y e que focinho de porco deve ser uma tomada. Não tenho nada contra que a companheira saiba senhas bancárias, de e-mail, redes sociais. Mas você, samba-cancioneiro, tem de saber avaliar uma coisinha: até que ponto o ciúme dela é doentio. A regra seria não dar chance para o azar. Você acredita que ela vai ficar vasculhando mensagens enviadas, recebidas, tentando recuperar e-mails deletados, faça sigilo da senha de todos, eu disse todos, seus nomes de tela.

E aqui não estamos falando de homem cachorro, pegador. Estamos falando de ciúme doentio. Vocês mesmo vivem falando nos comentários que quando se quer, se faz. Logo, o foco não é a (possível) traição, mas a incomodação. Não há nada pior que uma mulher (e homem também, claro) que fique o tempo todo mexendo em tuas mensagens, celular, carteira, bolso. Mesmo que nunca se tenha dado motivo para suspeitar do parceiro, ela (ele) fica ali, futricando, instigando, questionando. Sem contar o fato do abuso do companheirismo e a total perda de privacidade da relação. Um exemplo pessoal: não mexo na bolsa de minha parceira nem mesmo que ela permita. Por quê? Simples: é dela.

Como explicar que teu amigo te mandou um e-mail com um Power Point de mulheres peladas? Um vídeo picante? Alguma história que ela não deveria saber? Um endereço escrito a esmo em um papel e posto no bolso? Mais uma vez: não estamos falando de traição. Estamos falando de privacidade. E aí está a questão: não temos de explicar o e-mail, o vídeo, a história, o endereço. Por quê? Porque é algo particular. Algo privado. Algo que nós queremos guardar única e exclusivamente conosco. É possível pensar em privacidade sem achar que temos casos e pensamentos obcenos todo o tempo? Não? Então vai se tratar, amiga. Porque estes relacionamentos em que não há privacidade e o ciúme é doentio estão fadados ao fracasso. O amor pode (e deve) durar anos. A encheção de saco, minutos, segundos.

Da necessidade masculina de abreviar a primeira vez (ou foi com uma profissional)

28 de julho de 2011 59

Foto: sxc.hu

Não peço que vocês, mulheres, entendam os motivos que levam um homem a procurar uma profissional do sexo. Ao mesmo tempo, agora que estou mais velho — maduro, como os homens gostam de dizer por aí —, questiono com um pouco mais de veemência a necessidade masculina de ter sua primeira vez antecipada com uma mulher da vida. Mulheres se guardam. Homens têm de transar. Com o tempo, mulheres querem transar. Homens transam. Na realidade, homens sempre transam. Mulheres aprendem a transar (que bom, não?).

Enfim, sem questões sociológicas ou que possam vir a causar debates calorosos. Me apego, mesmo, à questão do ato sexual com uma mulher que você nunca viu na vida, que cheira a um perfume barato e grita e geme como louca sem ao menos você ter iniciado alguma ação para que seja válido esse tipo de cena performática. Você lá, pelado, cheio de expectativas, mal sabe o caminho para o gol. Chega perto da mulher e ouve “uh, ah, oh”. O interessante é que você recém colocou um joelho e uma das mãos na cama. Sorte que a inexperiência ilude e é possível pensar que estamos matando a pau. Orgasmo, então, nossa! Tem mulher que finge que goza hoje em dia e a gente acredita. Imagina com 15, 16 anos.

A maioria dos meus amigos perdeu a virgindade com uma prostituta. Eita palavra feia: prostituta. Há uns 15 anos, não era tão fácil como hoje. Ou talvez não procurávamos direito. Ou o que é pior: escolhíamos as meninas erradas. Poucos eram os que ficavam e transavam. Tinha de rolar um namorinho antes. Mais romântico, claro. Menos prático. Atucanados com a possibilidade de serem os últimos da turma a conhecer o bem bom, se jogavam de corpo e alma para a noite das mulheres mal-faladas. Outro equívoco: valorizar o pensamento das amizades em vez da consciência do que se quer para si mesmo.

Me diz com sinceridade: se você pudesse voltar no tempo, aposto que escolheria não ter tido a primeira vez com uma garota de programa, não? Você poderia ter transado com a namoradinha, a vizinha, a filha da empregada, a própria empregada, a prima — opa, bom tema para post… Mas você escolheu uma profissional. E hoje, com a experiência de mercado, percebe que a funcionária não estaria em sua equipe de trabalho. Ou, o que é pior, nem teria deixado currículo na empresa.

É a vida sexual, amigo. Algumas coisas são passíveis de serem apagadas. Para outras, o perfume barato de maçã está lá. Sempre pronto para te fazer lembrar.