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24 out13:32

Suposto pai do filho de Luana continua no Paraguai

Deise Froelich e Marielise Ferreira

Duas novas informações obtidas pela Delegacia da Polícia Civil de Três Passos podem mudar a investigação sobre o desaparecimento de Cintia Luana Ribeiro de Moraes, que sumiu há pouco mais de cem dias quando estava com 14 anos e grávida de sete meses.

O Conselho Tutelar da cidade confirmou que nenhum hospital nos três Estados do sul do país registrou o nascimento de um bebê tendo como mãe uma jovem com as características de Luana.

Além disso, a Polícia Civil recebeu informações anônimas de que a jovem poderia estar no Paraguai.

É nesse país que está hoje, o ex-namorado da garota e suposto pai do bebê, um homem – cuja identidade não é divulgada pela polícia – de 27 anos, casado e morador do município de Humaitá, cidade vizinha a Três Passos.

Luana sumiu sem deixar rastros no dia 13 de julho. A notícia da falta de registro de parto assustou a família.

— Se ela não foi ao hospital para ter o filho (que deveria ter nascido em setembro), é porque está sequestrada ou morta — desespera-se a mãe da garota, Ivone Moraes.

Exames periciais são mantidos em sigilo

Conselheiro tutelar envolvido nas tentativas de localizar a jovem, João Auri de Oliveira assegura ter acesso a informações de que o ex-namorado teria sacado cerca de R$ 50mil em data próxima ao desaparecimento.

Conforme familiares do suposto pai da criança, ele está numa fazenda da família de sua mulher, no Paraguai. Para o promotor Simão Baran Junior, como não ele foi indiciado formalmente no inquérito, não há nenhum impedimento para viajar.

Homicídio, cárcere privado ou fuga por conta própria são as hipóteses, estudadas pela Polícia, para o desaparecimento da trespassense.

>> Leia a reportagem completa na Zero Hora desta segunda-feira

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