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03 nov14:35

Mulheres apostam nas Engenharias

Nas duas últimas décadas, o cenário dos cursos de engenharias no Brasil passou a incorporar o público feminino significativamente. Embora o número de alunos matriculados nos cursos superiores de engenharia atualmente no Brasil seja predominantemente masculino, a área atrai cada vez mais mulheres e elas chegam a ocupar mais de 25% das vagas preenchidas total de vagas oferecidas na área.

O crescente número de vagas de trabalho ofertadas, salários consideravelmente altos e a diversidade do mercado de atuação das engenharias estão entre os motivos que passaram a chamar a atenção também do público feminino para a área, que antes era ocupada quase que com exclusividade por homens.

Nos dois cursos oferecidos pela FAHOR – Faculdade Horizontina – Engenharia de Produção e Engenharia Mecânica, o número de mulheres ingressantes cresce a cada processo seletivo. Cursando o 8º semestre do curso de Engenharia de Produção, a acadêmica Diana Michele Pilz, comenta que pesquisou antes de definir a escolha do curso superior.

- Fiz uma ampla pesquisa da área de atuação do engenheiro de produção, dos diferentes mercados e as oportunidades que se abrem na área – comenta.

Funcionária de uma grande indústria do setor agrícola no município de Horizontina, Diana afirma estar satisfeita com a escolha que fez e já vê reflexos de estudos aplicados no dia-a-dia em seu trabalho.

A acadêmica Eliane Garlet, também estudante do 8º semestre, compartilha da mesma opinião da colega.

- Pensava em cursar Administração, mas analisei as oportunidades de mercado e o crescimento da área e decidi pela Engenharia de Produção. Sei que fiz a escolha certa, o corpo docente é qualificado, a infraestrutura é excelente e tenho que certeza que estou tendo boa formação para ser uma boa profissional – afirma.

Na Engenharia Mecânica, segundo o coordenador do curso Professor Cesar Antônio Mantovani, o número de mulheres é menor do que na Engenharia de Produção, mas elas também estão presentes desde o primeiro processo seletivo realizado pela FAHOR e o número cresce a cada vestibular.

Cláudia Kraulich cursa o sexto semestre de Engenharia Mecânica da FAHOR e afirma que o curso representa um desafio para qualquer acadêmico, independente do sexo.

- A tecnologia e a possibilidade de entender o funcionamento de tudo me chamou a atenção e me fez decidir pelo curso – destaca a acadêmica, justificando sua escolha.

Os homens são a maioria da turma, mas nos respeitamos como colegas e sabemos que o mercado não diferencia os profissionais pelo sexo e sim pela competência, completa Ana Paula Ost, também estudante de Engenharia Mecânica na FAHOR.

Informações sobre os cursos de Engenharia da FAHOR podem ser obtidas no site www.fahor.com.br.

Informações: Assessoria de Comunicação da FAHOR

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