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04 nov11:04

Pai da criança nega que Luana esteja escondida fora do país, em entrevista a ZH

Carlos Wagner | carlos.wagner@zerohora.com.br

Pela primeira vez, nesta quarta-feira, o homem investigado pela Polícia Civil pelo desaparecimento de Cíntia Luana Ribeiro de Moraes, 15 anos, concordou em falar, sob a condição de não ter revelados seu nome e sua imagem, mantidos em sigilo pela polícia.

O suposto pai do bebê que Luana esperava quando desapareceu, ele tem 27 anos, é casado e divide seu tempo trabalhando na propriedade do seu sogro no Paraguai e na do seu pai, em Humaitá, cidade próxima a Três Passos. A conversa aconteceu na casa da mãe dele, no centro de Humaitá.

Zero Hora — Depois de se encontrar com o senhor, em 13 de julho, Luana nunca mais foi vista. O que aconteceu?

Ex-namorado — Não sei. Depois de soltá-la perto da rodoviária, nunca mais tive notícias do seu paradeiro.

ZH — Naquele dia, sobre o que vocês conversaram?

Ex-namorado — Conversamos sobre o filho. Eu queria saber se era meu. Para mim, as datas não fecham, porque a última vez que ficamos juntos foi em outubro do ano passado. Também queria ver se ela tinha barriga. Aparentemente, não tinha. Mas ela insistia que estava grávida e que o filho era meu. E que deveríamos ficarmos juntos. Respondi que não tinha como e pedi que tivesse o filho fora de Três Passos, para evitar problemas com a minha esposa. Depois do nascimento, nós faríamos o teste de DNA.

ZH — O que ela respondeu?

Ex-namorado — Houve uma discussão entre nós. Mas, no final, ela respondeu que poderia sair na cidade, sem dizer para onde iria. Mas que não tinha dinheiro. Daí ofereci R$ 2 mil, ela não aceitou. Subi para R$ 5 mil, continuou não aceitando. No final, fechamos em R$ 10 mil, que seriam usados para as despesas até a criança nascer e fazermos o teste de DNA.

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