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concurso cultural

26 out12:21

Definidos finalistas do concurso cultural “Segunda Chance”

A RBS TV de Santa Rosa abriu espaço para que seus telespectadores compartilhassem histórias que lhe permitiram uma segunda chance na vida. As três finalistas foram escolhidas por júri específico.

A vencedora será escolhida por júri popular, em enquete disponível no blog da RBS TV (www.rbstv.com.br/santarosa). O resultado final poderá ser conferido no Jornal do Almoço da próxima segunda-feira, dia 31 de outubro.

Jardel Sausen, Márcio Leandro Bombardieri e Ariane Pazze são os finalistas.

Confira as histórias finalistas:

Antes de nascer, uma segunda chance

Em maio de 2011 eu e minha esposa descobrimos que estávamos “grávidos”. Foi muita felicidade.

Fizemos os primeiros exames e descobrimos que minha esposa estava desenvolvendo uma gravidez tubária, onde o embrião se desenvolve nas trompas. A única solução para este tipo de caso é a cirurgia para retirada deste embrião. Procuramos uma segunda opinião e a resposta foi a mesma. Urgentemente marcamos a cirurgia e no mês de junho ela foi feita.

A cirurgia correu bem, minha esposa se recuperou normalmente e seguimos a vida, tristes, mas seguimos em frente. Depois de um mês, minha esposa foi ao médico para fazer a revisão da cirurgia e ao fazer a ultrassonografia, lá estava nosso pequenino, crescendo firme e forte!

A emoção foi enorme! Procuramos explicações e o médico disse que ao abrir não encontrou nada e resolveu aguardar e não nos contar para que não ficássemos com falsas esperanças. Mas graças a Deus deu certo e nosso pequeno teve uma segunda chance.

Hoje, Matheus está crescendo saudável na barriga da mamãe e em fevereiro virá ao mundo. Até hoje, até mesmo os médicos dizem que foi um milagre isto ter acontecido.

Jardel Sausen – Cerro Largo

Destino desenhado

Já nasci dando o que falar. Superei uma infecção generalizada aos três dias de vida. Sobrevivi, mas meu cérebro sofreu uma pequena lesão, que faz com que eu seja, digamos um pouco diferente das outras pessoas, mas até ai tudo bem.

Afinal, ser diferente, hoje em dia, é normal. O fato é que comecei a ter tonturas e mal estar durante minha adolescência e todos pensavam que era por causa da tal lesão, que pena, não era.

Em uma manhã de domingo senti dificuldade para caminhar. Ao meio-dia já estava totalmente sem mexer as pernas.

O diagnostico na PUC, em Porto Alegre, foi “esclerose múltipla”, aos 19 anos de idade. O médico disse “não se preocupe esclerose não mata”.

Mas minha esclerose múltipla se tornou severa. Não deu tregua, tinha surtos de perda de movimentos a cada semana. Fui orientado a consultar em São Paulo. Quando cheguei lá sofri um surto no bulbo.

Como sofria risco de morte a qualquer momento, fui internado as pressas e passei por um transplante experimental de células tronco, que só é realizado em quatro países, um deles, o Brasil.

Fiquei lá durante quatro meses. Fiz quimioterapia e passei por muitas provações. Emagreci 30 quilos.

Fiquei totalmente sem movimentos, mexia apenas um pouco o pescoço. Conseguia apenas me alimentar com líquidos. Os médicos concordaram em me colocar no experimento. Sobrevivi, renasci…

Ao voltar para Santa Rosa já havia recuperado quase todos os movimentos e hoje estou super bem. Sei que foram feitas muitas correntes de oração e isso foi o que me salvou.

Quando estava internado lemos muito sobre espiritismo em busca de uma resposta, em busca de fé e alivio de dores. Tivemos a ideia de fazer desenhos do que gostaria que acontecesse. É, hoje essa é minha vida: brincar com meu filho, estar com minha família, trabalhar, fazer massagens para proporcionar bem estar nos outros, para agradecer a Deus o bem que eu recebi.

Márcio Leandro Bombardieri

Reaprender a Viver

Nem sempre estamos preparados para as situações de nossos dias. Nem para situações boas, imagine as ruins…

O começo de minha vida foi uma verdadeira surpresa! Papai e mamãe não faziam ideia que estava eu a caminho.

Surpresa quando nasci, quando cai aos quatro anos com a boca na escada…E depois, aos sete, quando a curiosidade faz parar no hospital… Afinal, o que é que eu tava procurando embaixo da placa da moto da vizinha??? Lá se foram 13 pontos na cabeça. Quanta aventura, e como dizia o pai: “quanta arte!!”

Fui crescendo e aos poucos dando mais e mais surpresas… Quando consegui meu primeiro emprego, que alegria essa conquista! Conquista esta que com o tempo foi ganhando reconhecimento. Com esse reconhecimento, lá veio outra surpresa!! Gerenciar uma das lojas da Rede Amiga, o que significava morar em outra cidade, sair de casa e começar a “tocar a vida”. Lá estava eu, tocando a vida. Como morar longe de casa dá saudade, acabava eu, por visitar minha família aos finais de semana. Todos eles com longos passeios de ônibus, mas todos tranquilos, até que veio outra surpresa! E se bem que essa última não foi das melhores.. Que pai e que mãe, estão preparados para atender um telefonema de um hospital por volta das 23h e receber um chamado que “Solicita-se com urgência os familiares de Ariane Pazze no Hospital Vida e Saúde??” A urgência era por conta de um acidente que fui envolvida há exatamente um ano e oito meses. Acidente que aconteceu quando trafegava na RS-344, sentido Santa Rosa, em uma moto, para posteriormente pegar um ônibus de volta a cidade que trabalhava. Foi então, que por volta das 22h e 20min do domingo, um caminhão bi trem de transporte de leite, que vinha no sentido oposto, acabou abalroando a moto que pilotava.

Caída no chão sem dores, acordei não sabendo o que acontecia, até que gritos de apavoramento vindos da direção do caminhão, me fizeram perceber que era um acidente, e o pior que era comigo!! Enquanto aguardava o socorro, muitas pessoas pararam, e uma delas tocando minha fronte, perguntou com uma voz muito suave: “Você aceita o Senhor Jesus Cristo como Teu único Salvador?”. Respondi que sim, e a voz complementou: ”Então você será salva!”.

A situação toda era grave. Cheguei no hospital com uns 5% de sangue (acho que por isso era tãão urgente!!hehe). Fui encaminhada ao bloco cirúrgico. Enquanto isso, minha mãezona, chegava ao hospital e sem saber o que havia acontecido, saiu um dos médicos de dentro do bloco cirúrgico “Onde estão os parentes da menina?? Estamos perdendo ela! Onde estão?!” Que surpresa outra vez! A mãe deu um passo à frente apresentando-se como tal, e ele explicou: “o acidente foi muito violento, a menina, teve lacerações no braço e perna esquerdas, precisamos da autorização para amputar.”

Para evitar que isso acontecesse, a mãe queria levar pra outro hospital, com maiores recursos. E o médico com muita precisão disse com todas as letras: “se ela chegar na porta desse hospital, ela morre! Precisamos cortar agora, ou ela morre!” E assim foi feito. Com muita coragem, ela autorizou a amputação. Depois da looonga cirurgia, fui fazer um passeio na UTI do hospital, passeio esse que durou um meio mês. Ao acordar, já na dona UTI, no meu lado direito estava a mãe, e no esquerdo uma enfermeira. Olhando pra ela, a primeira coisa que perguntei “onde ‘tá’ minha perna??!” Obtive como resposta, um entre-olhares da enfermeira pra mãe e da mãe pra enfermeira. Depois disso, um longo choro desesperado tomou conta de mim. O que eu não conseguia entender, era que de repente eu, que tinha tudo em ordem, de um segundo pra outro, não tinha mais. Os dias passavam e eu ali, parecia que só o que eu sabia fazer era chorar pensando no que iria fazer da minha vida. Se o mundo já tem tantas impossibilidades para aqueles que têm os dois braços e as duas pernas e uma cabeça inteira, o que sobrava pra mim??!!

Depois de várias batalhas contra infecções e instabilidade de pressão, saí do hospital. Já me contava mais feliz, pois o tempo que pensava, me dei conta de que as impossibilidades que a vida me traria, não seria possível passar por elas tão somente se EU não quisesse. Travei meus objetivos à minha reabilitação. Em menos de um ano, já estava fazendo fisioterapias. Durante este tempo, o apoio da família e dos amigos foi como meu trampolim. Mal esperava pra que mais uma vez pudesse andar. Coloquei as próteses e determinei a mim mesma, que em pouco tempo teria de soltar as muletas. Hoje, recuperada e andando novamente, digo que Deus deu-me outra oportunidade.

Aprender a recomeçar, superar minhas próprias limitações, me virar com apenas uma mão, conviver socialmente, caminhar com uma prótese, iniciar a faculdade.

Cursando Direito, ainda sonho em ser Juíza! Além disso, virei realmente o que meu pai já sabia desde que eu era criança: arteira!! Entre as folgas dos estudos, pinto telas. Descobri que fazer arte é realmente muito bom.

Não esqueçam: nunca permita-se pensar que você não é capaz de algo. Se tens um objetivo, tem de correr atrás dele. Aqueles que te apoiam, vão aparecer e aqueles que te julgam também. Saiba sugar as coisas boas de cada situação. Há sempre algo a aprender. Porque a vida é uma eterna surpresa! Aproveite as suas.

Ariane Pazze

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20 out14:51

Santa-rosense é uma das vencedoras do concurso do Blog do Clubinho de ZH

O sorriso estampado no rosto e o brilho nos olhos de Bianca Hermanns Bernard, oito anos, tem um motivo especial. Chegou à Santa Rosa nesta quarta-feira, a bicicleta da Barbie, resultado do esforço e esperteza da garota.

Ela foi uma das três vencedoras do concurso de Dia das Crianças, promovido pelo Blog do Clubinho ZH.

Entre 300 redações, com o tema “Por que ser criança é a melhor coisa do mundo?”, a da estudante da 3ª série da Fundação Educacional Machado de Assis – FEMA se destacou. A menina é filha dos santa-rosenses Claudia Hermann, 40 anos e Odair Bernard, 37 anos.

O Blog do Clubinho é um espaço divertido da Zero Hora e do ClicRBS para você que é curioso, ligado nas novidades e esperto quando o assunto é internet. Ah sim, e aqui só tem lugar para criança.

Confira a redação de Bianca, vencedora do concurso:

Ser criança é a melhor coisa do mundo porque posso sentir o amor de todos por mim, por que meus avós ficam com cara de bobões quando eu chego, é bom porque meu papai disse que meu cheirinho é o melhor perfume do mundo e quando ele chega em casa do trabalho cansado e com dor de cabeça basta ele sentir meu cheiro que logo melhora. É muito bom ser criança, pular no pula-pula e ir tão alto que quase consigo tocar as nuvens fofinhas, brincar de esconde-esconde e ficar escondidinha de todas as coisas ruins deste mundo, é ir na escola e aprender muitas coisas legais, fazer muitos amigos e se divertir de montão. Ser criança é tão bom quanto o gostinho do bolo que a mamãe faz só pra mim. É ter a vida toda pela frente e poder passar por ela com toda alegria, sem ter pressa, é cair da bicicleta, levantar e continuar pedalando. É fazer bolinha de sabão e ficar olhando elas sumirem, é pegar as panelinhas e brincar de fazer comidinha para as bonecas, se lambuzar comendo uma manga ou sorvete e ficar todo grudento, como uma maçã do amor no parque.

É viver com alegria, amar a todos e ser amada por todos, ser criança é assim ser feliz para sempre.

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06 out10:02

Entregue premiação do concurso cultural "Noroeste Farroupilha"

A poesia “Orgulho Gaúcho” garantiu à Ana Maria Baioto Gass, de Três de Maio, um Kit de chimarrão da Ervateira Vier. Com 37,29% dos votos em enquete disponível no site, a poesia venceu o concurso cultural Noroeste Farroupilha promovido pelo clicRBS Santa Rosa.

Ana retirou seu prêmio na sede da RBS de Santa Rosa, nesta quarta-feira.

Confira a poesia de autoria da tresmaiense:

Nascida no interior de Três de Maio

Criada por um gaúcho que ajudou na construção do nosso CTG,

Sócio e freqüentador assíduo do Tropeiros do Buricá

Durante toda sua vida.

Desde pequena aprendi a gostar das coisas do pago

Tomar gosto pelo chimarrão, pelo churrasco

Ouvir papai tocando sua oito baixos

E cantando músicas tradicionais.

Cresci em meio à tradição, indo em rodeios,

Assistindo gineteadas e vendo a gauchada

Com o mate passando de mão em mão

Famílias inteiras prestigiando o CTG

E perpetuando a tradição.

Hoje, já sou mãe e tenho uma filha

Pequena como eu um dia fui

Como eu, ela também gosta da tradição.

Faz parte da invernada e dança no CTG, mostrando toda sua graça

De prendinha gaúcha

Transmito a ela o que aprendi com meu pai

Ter amor por nosso Estado e pelas coisas do pago

Cultuar a tradição e respeitar os costumes

Sempre tendo amor por nossa querência amada

Dizendo em alto e bom tom: o quanto amamos o nosso Rio Grande.

Ana Maria Baioto Gass

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26 set12:20

Escolhida poesia vencedora do concurso cultural “Noroeste Farroupilha”

Com 37,29% dos votos na enquete disponível no clicRBS Santa Rosa, a poesia “Orgulho Gaúcho”, da tresmaiense Ana Maria Baioto Gass foi a ganhadora do concurso cultural “Noroeste Farroupilha”.

Poetas da região declararam seu amor pelo pago e concorreram ao concurso de poesias promovido pelo clicRBS Santa Rosa, no mês de setembro.

Como reconhecimento pela originalidade e gosto popular de sua poesia, Ana Maria receberá um kit de chimarrão da Ervateira Vier.

Nascida no interior de Três de Maio

Criada por um gaúcho que ajudou na construção do nosso CTG,

Sócio e freqüentador assíduo do Tropeiros do Buricá

Durante toda sua vida.

Desde pequena aprendi a gostar das coisas do pago

Tomar gosto pelo chimarrão, pelo churrasco

Ouvir papai tocando sua oito baixos

E cantando músicas tradicionais.

Cresci em meio à tradição, indo em rodeios,

Assistindo gineteadas e vendo a gauchada

Com o mate passando de mão em mão

Famílias inteiras prestigiando o CTG

E perpetuando a tradição.

Hoje, já sou mãe e tenho uma filha

Pequena como eu um dia fui

Como eu, ela também gosta da tradição.

Faz parte da invernada e dança no CTG, mostrando toda sua graça

De prendinha gaúcha

Transmito a ela o que aprendi com meu pai

Ter amor por nosso Estado e pelas coisas do pago

Cultuar a tradição e respeitar os costumes

Sempre tendo amor por nossa querência amada

Dizendo em alto e bom tom: o quanto amamos o nosso Rio Grande.

Ana Maria Baioto Gass

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21 set11:34

Orgulho de viver no noroeste gaúcho

O gaúcho se conhece, não por uma certidão,

Por documentos, formalidades, ou qualquer convenção;

O que distingue o gaúcho é a sua convicção,

O amor pelo seu pago, o zelo pelo seu chão.

Cavalgar em um Crioulo é a própria tradição,

Se renovando trote a trote, na perícia do peão,

Relembrando os feitos passados, a história do rincão:

Fronteira, Liberdade, Orgulho, Amor e Devoção.

Um homem não escolhe onde nasce,

Escolhe, sim, um rumo a seguir,

O que amar, com quem conviver, o caminho que definir.

Um mate quente, amargo, uma costela na brasa,

São tradições que, onde forem

Deixam o gaúcho “em casa”.

Quem escolhe amar o pago,

E as tradições que ele tem,  é sim, de coração um Gaúcho,

Não importa de onde vem.

O Noroeste gaúcho, perto da Argentina,

É vizinho das Missões,

E de Santa Catarina.

Terra de gente buena, que traz o Torrão no peito,

Com orgulho, peito aberto,

Satisfação e respeito.

Um povo trabalhador, que luta no dia a dia,

Com afinco, dedicação,

Esperança e galhardia.

Ser gaúcho é uma honra,

Que não tem explicação,

Um orgulho, uma alegria,

E uma baita satisfação.

Márcio Jair Jeske – Santa Rosa

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21 set10:12

Amor Farroupilha

Um amor me consome

Um amor verdadeiro e que nunca morrerá

Mesmo quando partir sei que levarei esse amor comigo.

Aqui nasci

Aqui cresci

E é aqui que viverei até o último dos meus dias.

Terra de gente que luta por seus ideais

Terra de quem não se deixa abater jamais.

Sou mulher farroupilha

Sou mulher missioneira

Jamais fugirei da guerra

Lutarei até o fim para proteger minha terra.

Carrego minhas tradições desde criança

Esta é minha verdadeira herança.

Agradeço ao meu patrão celestial por este regalo

Nascer no noroeste deste meu chão.

Esse meu amor tem o céu azul

Esse meu amor é o

Rio Grande do Sul.

Rosângela Aparecida Sutil de Oliveira

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19 set14:46

Amor pelo Rio Grande

O leitor Adelar dos Santos, compartilha seu orgulho pela terra:

O meu amor pelo pago, da minha região Noroeste

Trago logo na estampa. A bombacha, quatro panos,

A cana boa na guapa, só se encontra por aqui,

A erva buena, na cuia, o doce amargo do mate,

Meu lenço farroupilha, solto, ao sabor do vento,

Meu pingo da crina longa baio-ruano,

O cão matreiro que late, a caricia suave do minuano,

O acordar de manhã cedo, antes do canto do galo,

Olhar o nascer do sol. O canto do quero-quero,

O chapéu de abas largas, o barbicacho e a espora,

Tudo mostra que um taura. Carrega sempre no peito,

O amor do pago que adora,

Assim é aqui, na região Noroeste, as tradições farroupilhas,

Enche de orgulho um taura. Eu amo o meu Rio Grande,

Conheço cada recanto, como a palma, da minha mão,

Não é a toa que meu pago,

Traz em si, no formato o mesmo, do coração.

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18 set16:06

Demonstre seu amor pelo Rio Grande e concorra a um kit de chimarrão da Vier

Por meio do concurso cultural Noroeste Farroupilha, você pode ter seu amor pelo Rio Grande declarado no clicRBS Santa Rosa e, ainda, concorrer a um kit de chimarrão da Ervateira Vier.

Peões e prendas da região da Grande Santa Rosa podem enviar suas poesias com o tema “Por que tenho orgulho de viver as tradições Farroupilhas na região noroeste?”, até esta terça-feira, dia 20.

As poesias, com no máximo 30 linhas, podem ser encaminhadas para o e-mail participe@clicrbssantarosa.com.br. Com a poesia devem ser encaminhados os dados do autor: nome completo, telefone, RG e data de nascimento. O autor deve ter mais de 18 anos.

As poesias cadastradas no concurso cultural serão divulgadas no clicRBS Santa Rosa. Entre elas, a comissão julgadora escolherá as poesias mais criativas e coerentes com o tema proposto.

Após essa seleção prévia, as 10 (dez) poesias selecionadas, participarão de uma enquete popular que escolherá a poesia vencedora. A enquete estará disponível no portal clicRBS Santa Rosa das 15h30min do dia 21 de setembro às 10h do dia 26 de setembro.

Premiação

O autor da melhor poesia do Concurso receberá como prêmio um Kit de Chimarrão da Ervateira Vier, composto por 01 (uma) térmica, 01 (uma) cuia, 01 (uma) bomba e 01 (um) cevador, além de 02 (duas) caixas de chá e 02 (dois) pacotes de 01 kg de erva-mate.

Clique aqui para conferir o regulamente completo do concurso cultural “Noroeste Farroupilha”.

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15 set17:29

Concurso cultural do clicRBS Santa Rosa irá premiar melhor poesia farroupilha

Com a finalidade de promover as tradições gaúchas e valorizar os talentos locais, o clicRBS Santa Rosa promoverá a partir desta sexta-feira, dia 16, o concurso cultural “Noroeste Farroupilha”. O objetivo é divulgar o amor pelo Rio Grande e premiar a melhor poesia sobre o tema “Por que tenho orgulho de viver as tradições Farroupilhas na região noroeste?”

As poesias, com no máximo 30 linhas, podem ser encaminhadas de 16 a 20 de setembro, pelo e-mail participe@clicrbssantarosa.com.br. Com a poesia devem ser encaminhados os dados do autor: nome completo, telefone, RG e data de nascimento.

O autor da poesia deve ter mais de 18 anos e ser morador de um dos 20 municípios da região da Grande Santa Rosa. Apenas será aceito um cadastro por autor.

Escolha da melhor poesia

As poesias cadastradas no concurso cultural serão divulgadas no clicRBS Santa Rosa. Entre elas, a comissão julgadora escolherá as dez poesias mais criativas e coerentes com o tema proposto.

Após essa seleção prévia, as 10 (dez) poesias selecionadas, participarão de uma enquete popular que escolherá a poesia vencedora. A enquete estará disponível no portal clicRBS Santa Rosa das 15h30min do dia 21 de setembro às 10h do dia 26 de setembro.

Premiação

O autor da melhor poesia do Concurso receberá como prêmio um Kit de Chimarrão da Ervateira Vier, composto por 01 (uma) térmica, 01 (uma) cuia, 01 (uma) bomba e 01 (um) cevador, além de 02 (duas) caixas de chá e 02 (dois) pacotes de 01 kg de erva-mate.

Clique aqui para conferir o regulamente completo do concurso cultural “Noroeste Farroupilha”.

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19 ago13:36

Pai Herói recebe Kit de Chimarrão da Vier

Com 43,7% dos votos, a homenagem da pequena Duda a seu pai bombeiro venceu o concurso cultural Meu Pai, Meu Orgulho do clicRBS Santa Rosa. Nesta quinta-feira o bombeiro Gelson Rodrigo Miranda John recebeu o Kit de Chimarrão da Ervateira Vier, para que possa compartilhar muitos chimarrãos com a sua família. No Kit, uma térmica, uma cuia, uma bomba, um cevador, uma cesta, pacotes de erva e caixas de chá.

A homenagem escolhida como a mais criativa e original, que levou a família vencer o concurso foi:

Meu Pai, Meu Herói

Toca a sirene ele sai correndo,

veste sua farda sem nunca pensar,

nos riscos que corre,

para vidas salvar.

Aos prantos procura dar solução,

e no quartel busca compreensão,

muitas vezes cansado, molhado também,

socorre muitas vítimas …

Ao meu pai bombeiro,

que nunca perde a vocação,

sempre pronto a ajudar,

em qualquer situação.

Obrigado paizinho querido, pela total dedicação e carinho,

E depois de tudo volta pra casa para junto da nossa família

tomar um bom chimarrão!!

Te amo pra sempre!!!

Duda

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