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24 out16:12

Recursos para unidade de pronto atendimento devem ser liberados nos próximos dias

Ao lado do hospital Vida e Saúde, a unidade de pronto atendimento deve qualificar o atendimento aos santa-rosenses. Para finalizar a obra da UPA, ainda é necessária a liberação de 65% do valor total do empreendimento.

Em visita ao Ministério da Saúde, o prefeito Orlando Desconsi foi informado que os cerca de R$ 1,3 milhão devem ser liberados em até dez dias.

- Estamos cobrando a liberação do recurso, pois queremos agilizar a obra da Unidade de Pronto Atendimento que será de extrema importância para atendimentos de urgência e emergência – destaca.

A obra de 1.785,44m² terá um custo de R$ 2.392.302,35. Esse valor é referente à construção do prédio que será feito pela empresa Projeção Construções e Pré-Moldados Ltda. Os equipamentos serão custeados pelo Estado, no valor de R$ 1 milhão.

O Prefeito também aproveitou a oportunidade, no Ministério, para cobrar a liberação de uma emenda do Deputado Federal, Osmar Terra. O recurso no valor de R$ 250 mil será utilizado para a obra do Centro Social Urbano de Cruzeiro.

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23 out10:49

Falta de estrutura de hospitais impede atendimento adequado a muitos pacientes

Maristani Weiand, RBS TV Santa Rosa

Dos julgamentos que ocorrem numa das Câmaras do Tribunal de Justiça do Estado, em torno de 50% envolvem a área de saúde.

Pessoas com dificuldade de acesso a algum tipo de serviço da rede pública recorrem à ajuda judicial. Mas nem a decisão a favor dopaciente garante o atendimento.

Foram 11 dias de espera com quatro fraturas na perna esquerda até o aposentado de Santa Rosa Alcides dos Santos conseguir um hospital especializado. A ordem da Justiça era para uma vaga na capital gaúcha. No entanto, a internação só foi em Passo Fundo, graças à insistência do médico.

- Eu sou sincero em dizer que que eu me desanimei e disse ‘Meu Deus se a Justiça não tem força, o que vai ser de nós’? – comenta o filho do paciente, José dos Santos.

O hospital que precisou atender o aposentado também recebe determinações judiciais para prestar outros tipos de atendimento, como de internação em UTI, mas nem sempre consegue cumprir.

- Os 11 leitos estão ocupados hoje, aí se viesse uma determinação judicial, qual deles tua vai tirar? Qual paciente tu vai tirar? Se todos necessitam de UTI, a gente não poderia tirar nenhum da UTI.  Aí é o juiz que deveria vir aqui e determinar que nós vamos retirar o leito 1 ou o leito 2 para colocar o paciente que o juiz mandou colocar na UTI – destaca o diretor clínico do hospital Vida e Saúde Omar Celso Ceccagno dos Reis.

O desembargador Genaro José Baroni Borges concorda com a sutileza da situação e  vislumbra a necessidade de mudanças.

- O hospital ou o médico ou a unidade hospitalar, se vê na chamada escolha de Sofia; quem é que eu vou matar antes? Eu vou tirar o sujeito que está na UTI, ele morre, para não morrer esse aqui que o Tribunal mandou.  Isto é uma tragédia – afirma.

São situações de sofrimento agravadas pela falta de investimento público, segundo especialistas.

- Se fez um desmonte, se fecharam centenas de vagas de leitos hospitalares e a população tá pagando um preço por isso – comenta o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul, Paulo de Argollo Mendes.

Marcos Lobato do Departamento de Assistência Hospitalar da Secretaria Estadual de Saúde afirma que o Governo está buscando soluções para o déficit de muitos anos sem assistência adequada.

- Nós estamos intervindo, primeiro, para recuperar leitos que estavam fechados e ajudar hospitais para que não fechem; segundo, investindo em ampliação de leitos. Não é fácil recuperar um déficit que é de mais de uma década – destaca.

Na 21ª Câmara do Tribunal de Justiça são julgados mais de 500 processos por semana. Metade relacionados à saúde pública.

- O Estado não atende , o Estado não dá medicamento. O Estado não dá assistência médica, não dá a internação hospitalar e a pessoa, então, se vê obrigada a socorrer no Poder Judiciário que, na verdade, por incrível que pareça, está administrando a questão da saúde no Rio Grande do Sul – avalia o desembargador Borges.

Clique aqui para assistir à matéria de Maristani Weiand para o RBS Notícias.

* Você já passou por uma situação semelhante em que um familiar não recebeu atendimento por falta de estrutura? Compartilhe sua história, deixando seu comentário no campo abaixo.

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10 out14:52

Coleta de sangue é realizada durante Hortigranjeiros

A solidariedade também é uma característica que integra a 28ª edição do Encontro Estadual de Hortigranjeiros. Quem foi até o Parque de Exposições de Santa Rosa neste domingo pode se voluntariar à doação de medula óssea, em estrutura especial organizada pelo Hemocentro Regional de Santa Rosa em parceria com o Rotary Club

Para tanto, foram coletadas amostras de sangue dos visitantes para o banco de Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME).

O médico e diretor técnico do Hemocentro Luis Antônio Benvegnu, destaca que o Hemocentro atende 27 hospitais da região Noroeste, Celeiro e parte das Missões.

Segundo Luis a medula óssea é um tecido gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecido popularmente por “tutano”. “Temos uma estatística que 30% das medulas ósseas compatíveis são encontradas dentro da família, no país são de 1 para cada 100 mil pessoas. Por isso, a importância da coleta das amostras, hoje temos cadastrados no Brasil cerca de 2 milhões de pessoas”.

Os interessados que quiserem participar da campanha precisam ter as seguintes condições:

- Ter entre 18 e 54 anos de idade;

- Estar em bom estado geral de saúde;

- Levar CPF, RG e cartão nacional do SUS;

- Não ter doença infecciosa transmissível pelo sangue.

O Hemocentro Regional de Santa Rosa está localizado na Rua Boa Vista, nº 401. O atendimento é realizado de segunda a quinta-feira no horário das 07h30min às 11h e das 13h30min às 17h. Mais informações pelo fone (55) 3513 – 0612.

Informações da Assessoria de Imprensa do Encontro Estadual de Hortigranjeiros

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06 out13:55

Aposentado que aguardou 11 dias para liberação de leito é transferido para Passo Fundo

Maristani Weiand, RBS TV Santa Rosa


No final da tarde desta quarta-feira, o aposentado de Santa Rosa, que aguardou 11 dias pela liberação de um leito, foi transferido para o hospital de Passo Fundo.

No caso deste paciente, nem mesmo a Justiça conseguiu resolver o problema. Alcides dos santos 69 anos, precisa fazer uma cirurgia na perna.

O hospital Vida e Saúde não possui disponibilidade para fazer este procedimento em Santa Rosa. A Justiça determinou que o Estado conseguisse uma vaga na Santa Casa em Porto Alegre, mas a determinação não foi cumprida.

A vaga em Passo Fundo foi conquistada por insistência particular do médico do paciente.

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01 out17:22

Vacinação da febre amarela será aplicada a partir da próxima segunda-feira

Na próxima segunda-feira começa a campanha de reforço para vacinação contra febre amarela, para as pessoas que fizeram a última dose em 2001.

Na unidade de saúde central de Porto Mauá a vacinação será aplicada de segunda a sexta-feira até o dia 13 de outubro, nos turnos da manhã e tarde.

Também haverá roteiro no interior:

- Segunda-feira, dia 3, das 14h às 16 h, em 7 de Setembro

- Terça-feira, dia 4, das 14h às 16h30min, em Campo Alegre

- Quarta-feira, dia 5, das 14h às 16h30min, em São José do Mauá

- Quinta-feira, dia 6, das 14h às 15 h, em São Jorge do Mauá

15h15min às 16h30mi, em São João do Mauá

- Sexta-feira, dia 14, das 14h às 15 h em São Luiz do Mauá

15h15min às 16h30min na Barra do Santo Cristo

- Segunda-feira, dia 10, das 14h às 15 h, em Três Bocas

15h15min às 16h30min, em Volta Grande

- Terça-feira, dia 11, das 14 às 16 h, em Itajubá

- Quinta-feira, dia 13, das 14h às 15 h, no Reservado Mauá

15h10min às 16 h, na Reservinha.

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29 set14:15

HSVP se prepara para receber doadores de sangue

Para facilitar as doações em Três de Maio, o Hospital São Vicente de Paulo recebe a cada três meses uma equipe de técnicos do Hemocentro de Santa Rosa. Cerca de 10 profissionais fazem a coleta de sangue dos doadores. Nos outros meses, os doadores são encaminhados ao Hemocentro de Santa Rosa.

A próxima coleta de sangue em Três de Maio será realiza na próxima sexta feira, 30 de setembro. Cerca de 70 pessoas já estão confirmadas para fazer a doação (50 pessoas inscritas no HSVP e outros 20 colaboradores da Certhil e da Cotrimaio). Segundo o coordenador de enfermagem do HSVP, Marcos Vanderlei Allebrandt, existe toda uma preparação do hospital para receber da melhor forma possível os doadores.

- Criamos um ambiente de coleta e uma sala para a entrevista, pois são feitos de cinco a seis coletas simultaneamente – afirma o enfermeiro.

Por meio de uma parceria com a Cotrimaio e Certhil são oferecidos lanches aos doadores.

Para doar é necessário que o interessado se cadastre previamente na Emergência do HSVP e preencha alguns requisitos de saúde. Para o cadastro é necessário informar o nome completo e o número da identidade.

Requisitos para ser doador:

• Não ser portador de cardiopatia;

• Hipertensos que fazem o uso de medicamentos Propranolol, Aldomet, Atenol. Os mesmos devem suspender o medicamento por 48 horas antes da doação;

• Pressão Arterial acima de 16 x 10;

• Não estar gripado;

• Diabéticos não doam;

• Pessoas tatuadas apenas após um ano;

• Peso acima 50 kg;

• Idade: entre 18 anos e 65 anos;

• Mulheres: podem doar a cada 90 dias

• Homens: podem doar a cada 60 dias.

Fonte: Assessoria de comunicação do HSPV

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28 set09:59

Descartado caso de meningite em menina de Giruá

Luma Leão, RBS TV Santa Rosa

Foi descartada a hipótese de ser meningite a causa da morte de uma criança, em Giruá, de acordo com o Secretário Municipal de Saúde Marcelo Ferraz. O resultado do exame saiu no final da tarde desta quarta-feira e diagnosticou que a causa da morte foi devido a uma infecção generalizada causada por uma bactéria.

Esta bactéria é a mesma causadora da meningite, mas no caso dela atingiu outros órgãos. No caso da meningite, ocorre a infecção das meninges e do sistema nervoso central, o que não aconteceu com a menina de quatro anos.

A criança foi internada na quinta-feira passada com febre alta e morreu no dia seguinte. Como método de prevenção, todos os que conviviam diretamente com a criança, como pais, funcionários e colegas foram medicados com antibióticos, nas 72 horas consecutivas.

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27 set14:37

Doação de órgãos: a tragédia transformada em conforto

Maristani Weiand, RBS TV Santa Rosa

A tragédia transformada em conforto, solidariedade e amor pela vida de um desconhecido. Nesta terça-feira, Dia Nacional do Doador de Órgãos, a história de uma família de Porto Mauá, dá exemplo.

Com 19 anos, Mayara salvou oito vidas

No dia 15 de março de 2009, a família Nonemacher Campello tomou uma decisão digna de pessoas do bem. Mayara, 19 anos, teve morte cerebral depois de cair de uma caminhonete. Sem qualquer tipo de questionamento, sua família concordou em doar os órgãos da jovem.

- Na hora eu disse: ‘isso mesmo vamos doar os órgãos dela porque assim terão outras pessoas vivendo, com os órgãos dela’. Aquilo deu um conforto, uma vida nova para a gente – conta a avó da jovem, Zuleide Nonemacher.

A auxiliar administrativo Janete Campello, mãe de Mayara, ainda não superou a dor de ter perdido a filha, mas acredita ter tomado a decisão correta.

- De coração mesmo eu doei os órgãos da minha filha. Eu sei que tem alguém vivo com um pedacinho dela. Ela deve ter ficado muito feliz com nossa decisão. Com isso, no fundo, a gente sabe que ela está viva – comenta a mãe.

Oito órgãos de Mayara puderam ser aproveitados e ajudaram a salvar outras vidas.

- É um consolo que a gente tem. Totalmente ela não sumiu, alguma coisa dela ainda está funcionando e existe – afirma o pai Ivo Nonemacher.

O ato de amor de quem doa se reflete na felicidade de quem recebe. É vida nova e chance de projetar o futuro.

Oportunidade que a monitora Clarice Zimmer Dhein recebeu. Depois de passar oito anos fazendo hemodiálise e vendo o corpo cada vez mais debilitado recebeu o transplante de um rim.

- É uma vida nova. A partir disso você passa a ter esperança novamente e olhar para frente. É possível planejar de novo: eu vou fazer isso ou aquilo. A minha vida vai ser diferente, eu não preciso mais de uma máquina – declara.

Com isso Clarice pode voltar a sonhar e recebeu um grande presente: uma filha. Sonho que por causa da doença, acreditava que não iria realizar. Sua felicidade só foi possível porque alguém, mesmo que em um momento de dor, foi solidário.

- Uma questão de consciência, de se pôr no lugar das pessoas que estão precisando de um órgão, porque só quem passa por isso, sabe – comenta Clarice.

O enfermeiro Paulo Mix explica que o hospital Vida e Saúde está capacitado para o processo de captação dos órgãos.

- Estamos capacitados para dar conta desde a identificação do potencial doador, entrevista familiar até a captação dos órgãos. A equipe é formada por médico, enfermeiros e psicólogos – destaca.

O médico Macos Christensen esclarece que a doação é feita apenas com a autorização da família e são realizados exames antes da retirada dos órgãos, para garantir que ocorreu o óbito.

Para esclarecer dúvidas sobre o procedimento, está à disposição o e-mail cihdott.vidaesaude@yahoo.com.br.

* Clique aqui para assistir à reportagem do Jornal do Almoço sobre o assunto

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27 set10:38

Doação de órgãos: a tragédia transformada em conforto será tema do Jornal do Almoço

A tragédia transformada em conforto e em amor pela vida de um desconhecido. No Dia Nacional do Doador de Órgãos o Jornal do Almoço recupera a história de uma família de Porto Mauá, que ao perder a filha não pensou duas vezes e aderiu ao ato de solidariedade.

No estúdio, estará ao vivo, a equipe responsável pela doação de órgãos do hospital Vida e Saúde, que esclarecerá sobre a estrutura existente e como ocorre o procedimento.

Você também confere a paralisação dos bancários em Santa Rosa e Santo Ângelo, que reivindicam 12,8% de reajuste salarial.

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27 set08:14

Morte de criança de quatro anos, por suspeita de meningite, mobiliza comunidade de Giruá

Com a morte de uma criança de quatro anos, a comunidade de Giruá está em alerta. A menina morreu com sintomas da doença na última sexta-feira, dia 26, e o resultado do exame será divulgado hoje.

Assim que soube da possibilidade da causa da morte ser por meningite, a Secretaria Municipal de Saúde tomou providências imediatas.

- Tão logo se soube do óbito, a Secretaria entrou em contato conosco e o procedimento de imunização foi feito na mesma tarde. Reunimos os pais da turminha da menina e tomamos as providências – conta a diretora da escola Sandra Marchi.

Cerca de trinta pessoas que conviviam diretamente com a criança, inclusive a família e vizinhos, tomaram quatro doses de um antibiótico. Entre elas, os 25 colegas de escola, que tem a mesma faixa etária.

Segundo o Secretário Municipal de Saúde Marcelo Ferraz, possivelmente a criança não tinha tomado a vacina contra meningite. Ela foi internada com febre alta na quinta-feira à tarde em Giruá e logo depois transferida para a UTI do Hospital Vida e Saúde de Santa Rosa, onde morreu na sexta-feira ao meio-dia.


“Era uma criança avessa à agressividade”, afirma diretora

A diretora da Escola Municipal de Educação Infantil Casa da Criança Sandra Marchi se emociona ao falar da menina, que se destacava por sua personalidade doce e sutileza em seus atos.

Como era a menina?

Sandra – Ela era muito querida, meiga e doce. Era avessa à agressividade, sempre recorria ao diálogo. Os trabalhinhos dela, embora tivesse só quatro anos, sempre eram feitos com dedicação.

Ela viajou nos últimos dias?

Sandra – Teve um período que ela esteve viajando, mas já fazia um tempinho.

De que forma a escola se mobilizou a partir da notícia de suspeita de meningite?

Sandra – Tão logo se soube do óbito, a Secretaria entrou em contato conosco e o procedimento de imunização foi feito na mesma tarde. Reunimos os pais da turminha da menina e eles vieram até a escola, onde foram ministradas quatro doses: na sexta à tarde, sábado pela manhã e pela tarde e no domingo pela manhã.

Todos os alunos da escola foram imunizados?

Sandra – A escola tem quase 200 alunos, mas o tratamento só aconteceu na turminha, que tem 25 alunos. Só era necessário com ela, porque eles tiveram contato direto e fazia alguns dias que ela não vinha na escola. A última vez foi segunda e ela faleceu na sexta.

Está tudo sob controle?

Sandra – Está sim. A gente está observando as crianças. A gente redobra o cuidado até mesmo pela proximidade do fato. Tanto pela perda e principalmente pela questão de saúde.

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