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Três Passos

21 nov14:06

Mais uma adolescente desaparece em Três Passos

O caso Luana, que sumiu há quatro meses com 14 anos, ainda não foi resolvido e mais um desaparecimento de adolescente ocorreu em Três Passos.

Savanna Natanielli Safadi Pereira (foto), 13 anos, está desaparecida desde o dia 7 de novembro. Ela saiu da casa de passagem, localizada no bairro Glória, onde estava há uma semana e não retornou mais.

É a quarta ocorrência de desaparecimento de Savanna na polícia. A última vez que a adolescente sumiu foi em 24 de outubro, mas foi encontrada logo em seguida.

Quem tiver informações sobre o paradeiro da menina, pode entrar em contato com a Delegacia de Polícia mais próxima, ou por meio do telefone (55)3522-1211 ou 197, com a Polícia Civil de Três Passos.

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16 nov09:07

Caso Luana: mais de quatro meses sem notícias

Quatro meses e três dias desde um já volto. Cada minuto sem Luana é contado pela mãe Ivone de Moraes, 54 anos, que se despediu da filha no dia 13 de julho deste ano, quando ela estava grávida de sete meses e meio.

Naquele dia, ao sair de sua casa em Três Passos, Cíntia Luana Ribeiro Moraes, então com 14 anos, afirmou que iria se encontrar com o suposto pai da criança. “Máximo 20 minutinhos, já volto”, disse à mãe.

Ela não via o homem de 27 anos, casado e morador de Humaitá, desde março e tinha esperanças de uma reconciliação e de que a criança que esperava, Emily Vitória, tivesse o nome do pai registrado na certidão de nascimento.

Expectativas que não se sabem se serão atendidas, pois há quatro meses a polícia civil não tem pistas concretas de seu paradeiro.

O homem, que esteve no Paraguai por mais de um mês e retornou ao Brasil, há uma semana, nega que tenha feito algum mal à adolescente. A Polícia não tem indícios que o encreminem, apenas assume que ele é o principal suspeito pelo desaparecimento.

_ O único fato concreto que temos até agora é o desaparecimento _ afirma a delegada responsável pelo caso, Caroline Bamberg Machado.

Em entrevista à ZH, o pai da criança confirmou o que falou em depoimento: que teria dado dinheiro para a adolescente ter o filho em outro lugar. Mas que não sabe de seu paradeiro e que em 13 de julho foi a última vez que a viu.

_ Houve uma discussão entre nós. Mas, no final, ela respondeu que poderia sair na cidade, sem dizer para onde iria. Mas que não tinha dinheiro. Daí ofereci R$ 2 mil, ela não aceitou. Subi para R$ 5 mil, continuou não aceitando. No final, fechamos em R$ 10 mil, que seriam usados para as despesas até a criança nascer e fazermos o teste de DNA_ afirmou o homem.

Quem tiver informações que possam levar até a adolescente, pode entrar em contato com a Polícia Civil de Três Passos, pelo telefone (55) 3522-1211, ou informar à polícia mais próxima, pelo 197.

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09 nov11:14

Operação Fronteira Sul II é desenvolvida na região

Desde a segunda-feira, dia 7, o 19º RCMec de Santa Rosa presta apoio à Operação Fronteira Sul II, com o intuito de combater o contrabando na faixa de fronteira.

Juntamente com o 29º GAC AP de Cruz Alta, o Exército de de Santa Rosa fiscaliza a região de Horizontina. Já o 27º GAC de Ijuí está participando da Operação na região de Três Passos.

Além das atividades nos postos de bloqueio e no controle das estradas, serão realizadas ações cívico-sociais em Horizontina, Três Passos, Tiradentes e Nova Esperança do Sul.

Entre as atividades promovidas estão orientações médico-odontológicas preventivas, limpeza e conservação de escolas, palestras institucionais, desenvolvimento de oficinas de recreação para crianças, apresentação da Banda de Música da AD/3 e desfile militar.

Outras informações podem ser obtidas na Central de Informações Públicas situada no quartel do 19º Regimento de Cavalaria Mecanizado de Santa Rosa ou pelo telefone (55) 3512-4701.

Informações: Seção de Comunicação Social da AD/3

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04 nov11:04

Pai da criança nega que Luana esteja escondida fora do país, em entrevista a ZH

Carlos Wagner | carlos.wagner@zerohora.com.br

Pela primeira vez, nesta quarta-feira, o homem investigado pela Polícia Civil pelo desaparecimento de Cíntia Luana Ribeiro de Moraes, 15 anos, concordou em falar, sob a condição de não ter revelados seu nome e sua imagem, mantidos em sigilo pela polícia.

O suposto pai do bebê que Luana esperava quando desapareceu, ele tem 27 anos, é casado e divide seu tempo trabalhando na propriedade do seu sogro no Paraguai e na do seu pai, em Humaitá, cidade próxima a Três Passos. A conversa aconteceu na casa da mãe dele, no centro de Humaitá.

Zero Hora — Depois de se encontrar com o senhor, em 13 de julho, Luana nunca mais foi vista. O que aconteceu?

Ex-namorado — Não sei. Depois de soltá-la perto da rodoviária, nunca mais tive notícias do seu paradeiro.

ZH — Naquele dia, sobre o que vocês conversaram?

Ex-namorado — Conversamos sobre o filho. Eu queria saber se era meu. Para mim, as datas não fecham, porque a última vez que ficamos juntos foi em outubro do ano passado. Também queria ver se ela tinha barriga. Aparentemente, não tinha. Mas ela insistia que estava grávida e que o filho era meu. E que deveríamos ficarmos juntos. Respondi que não tinha como e pedi que tivesse o filho fora de Três Passos, para evitar problemas com a minha esposa. Depois do nascimento, nós faríamos o teste de DNA.

ZH — O que ela respondeu?

Ex-namorado — Houve uma discussão entre nós. Mas, no final, ela respondeu que poderia sair na cidade, sem dizer para onde iria. Mas que não tinha dinheiro. Daí ofereci R$ 2 mil, ela não aceitou. Subi para R$ 5 mil, continuou não aceitando. No final, fechamos em R$ 10 mil, que seriam usados para as despesas até a criança nascer e fazermos o teste de DNA.

>> Clique aqui para continuar lendo a matéria em Zero Hora.com

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27 out13:54

Hipótese de que Luana estaria no Paraguai não é comprovada

O caso Luana ainda  intriga a Polícia Civil e a comunidade de Três Passos. A informação de que a adolescente, que sumiu no dia 13 de julho deste ano, aos 14 anos e grávida de sete meses, estaria no Paraguai, não foi confirmada.

O pai da criança, que foi o último a conversar com Luana antes de seu desaparecimento, está trabalhando naquele país, na fazenda da família de sua mulher. Segundo familiares, o homem de 27 anos, morador de Humaitá, deve retornar para o Brasil em novembro.

A hipótese de Luana estar no Paraguai havia sido levantada em denúncia anônima ao Conselho Tutelar. Segundo a delegada Caroline Bamberg Machado as informações foram investigadas, mas a hipótese não foi fundamentada.

- Não podemos confirmar nada, pois não há indícios de a Luana estar lá. Tínhamos informações antigas que não foram fundadas. Estamos investigando todas as informações que estão chegando e descartando aquelas que não são fundamentadas – afirma.

Sem comprovação de crime, não há suspeita concreta.

A família questiona a ilegalidade na situação do suposto pai da criança ter dado uma quantia grande de dinheiro para Luana ter o filho em outra cidade. O juiz da infância e juventude Fernando Vieira dos Santos afirma não se configurar um ato ilegal.

- Dependendo o que aconteceu com ela a partir do desaparecimento pode se configurar eventualmente algum crime, mas até o momento pelas informações que nós temos dos resultados das investigações não há uma acusação formal de crime contra ele – destaca o juiz.

Nesta terça-feira, Ivone de Moraes, 54 anos, mãe de Luana, deixou mais uma vez a Delegacia sem respostas. Ela não se conforma com a falta de notícias. Para a mãe da menina, a única pessoa que poderia contar onde a filha e a neta estão é o suposto pai do bebê.

- Eu estou com muito medo. Se ela tivesse no Brasil, ia me ligar. Se não está no Paraguai, está morta então – desabafou a mãe.

A família também buscou informações com parentes de Luana, que moram em São Leopoldo e na Argentina. Ninguém tem notícias.

Na casa de amigos, onde a adolescente estava em outro registro de sumiço, também já foi procurada.

- No ano passado, quando foi pra Santo Ângelo, ela me ligou no mesmo dia. Mas como no terceiro dia ela não quis voltar, fui no Conselho Tutelar e na Delegacia e mandei buscar. Mesmo assim, ela me ligou durante os três dias – conta Ivone.

Quem tiver informações que possam levar até a adolescente, pode entrar em contato com a Polícia Civil de Três Passos, pelo telefone (55) 3522-1211, ou informar à polícia mais próxima, pelo 197.

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25 out13:57

Polícia acredita que Luana não esteja no Paraguai

Everson Dornelles, RBS TV Santa Rosa

A Polícia Civil de Três Passos não confirma a suspeita de que a menina desaparecida há três meses e meio esteja vivendo no Paraguai. Cíntia Luana Ribeiro de Moraes tinha 14 anos e estava grávida de sete meses e meio, quando sumiu, no dia 13 de julho.

A família está angustiada por não ter informações sobre o que aconteceu com a adolescente. A mãe e a irmã da menina não querem perder as esperanças de encontrar Luana, mas também pensam no pior.

— Se ela não foi ao hospital para ter o filho (que deveria ter nascido em setembro), é porque está sequestrada ou morta — desespera-se a mãe da garota, Ivone Moraes.

A família questiona uma possível ilegalidade na situação do suposto pai da criança ter dado uma quantia grande de dinheiro para Luana ter o filho em outra cidade. O juiz da infância e juventude Fernando Vieira dos Santos afirma não se configura um ato ilegal.

- Dependendo o que aconteceu com ela a partir do desaparecimento pode se configurar eventualmente algum crime, mas até o momento pelas informações que nós temos dos resultados das investigações não há uma acusação formal de crime contra ele – destaca o juiz.

O Conselho Tutelar de Três Passos auxilia na procura. Duas semanas depois do desaparecimento eles receberam uma ligação anônima com a informação de que a mulher do suposto pai do filho que Luana esperava, comprou na rodoviária de Humaitá duas passagens com destino ao Paraguai.

- Nós não investigamos, a gente passou para a Polícia. Na ligação, essa pessoa disse que a mulher dele comprou duas passagens para o Paraguai. Os familiares dela moram lá – relata a conselheira tutelar Rita Bernardes.

Essa situação foi investigada pela polícia e, conforme a delegada Caroline Bamberg Machado, não ha indícios que Luana tenha viajado junto.

Quem tiver informações que possam levar ao paradeiro de Luana, pode entrar em contado pelos telefones (55) 3522-1211 ou pelo 197.

>> Clique aqui para assistir à reportagem de Everson Dornelles para o Bom Dia Rio Grande.

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24 out13:32

Suposto pai do filho de Luana continua no Paraguai

Deise Froelich e Marielise Ferreira

Duas novas informações obtidas pela Delegacia da Polícia Civil de Três Passos podem mudar a investigação sobre o desaparecimento de Cintia Luana Ribeiro de Moraes, que sumiu há pouco mais de cem dias quando estava com 14 anos e grávida de sete meses.

O Conselho Tutelar da cidade confirmou que nenhum hospital nos três Estados do sul do país registrou o nascimento de um bebê tendo como mãe uma jovem com as características de Luana.

Além disso, a Polícia Civil recebeu informações anônimas de que a jovem poderia estar no Paraguai.

É nesse país que está hoje, o ex-namorado da garota e suposto pai do bebê, um homem – cuja identidade não é divulgada pela polícia – de 27 anos, casado e morador do município de Humaitá, cidade vizinha a Três Passos.

Luana sumiu sem deixar rastros no dia 13 de julho. A notícia da falta de registro de parto assustou a família.

— Se ela não foi ao hospital para ter o filho (que deveria ter nascido em setembro), é porque está sequestrada ou morta — desespera-se a mãe da garota, Ivone Moraes.

Exames periciais são mantidos em sigilo

Conselheiro tutelar envolvido nas tentativas de localizar a jovem, João Auri de Oliveira assegura ter acesso a informações de que o ex-namorado teria sacado cerca de R$ 50mil em data próxima ao desaparecimento.

Conforme familiares do suposto pai da criança, ele está numa fazenda da família de sua mulher, no Paraguai. Para o promotor Simão Baran Junior, como não ele foi indiciado formalmente no inquérito, não há nenhum impedimento para viajar.

Homicídio, cárcere privado ou fuga por conta própria são as hipóteses, estudadas pela Polícia, para o desaparecimento da trespassense.

>> Leia a reportagem completa na Zero Hora desta segunda-feira

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22 out09:35

Sumiço de Luana completou 100 dias

Deise Froelich e Marielise Ferreira

Com o celular sempre em mãos, a mãe se desespera depois de 100 dias sem notícias

Ivone não se cansa de bater à porta da Delegacia da Polícia Civil de Três Passos, no noroeste do Estado, em busca de notícias da filha Cíntia Luana Ribeiro Moraes, 15 anos. Nesta sexta-feira completaram-se 100 dias sem Luana, como é conhecida pela família.

A menina que se preparava para ter um bebê sumiu da cidade sem deixar rastros, e a última pessoa a vê-la, o suposto pai da criança, está fora do país.

Na tarde de quinta-feira, a mãe de Luana deixou a delegacia sem respostas. A neta que se chamaria Emily Vitória deveria estar com um mês e meio de vida, mas nenhum hospital dos três Estados do sul tem registros do nascimento da menina, conforme confirmou o Conselho Tutelar da cidade.

_ Se ela não foi ao hospital para ter o filho, é porque está sequestrada ou morta _ desespera-se Ivone.

Para a mãe da menina, a única pessoa que poderia contar onde a filha e a neta estão é o suposto pai do bebê, um homem de 27 anos, casado, que manteve por meses um relacionamento com Luana.

Às 19h do dia 13 de julho, já aos sete meses de gravidez, Luana recebeu uma ligação no celular, do suposto pai da criança, chamando-a para conversar, num armazém próximo da casa dela. Só de chinelos e levando apenas o celular, Luana saiu para não voltar mais.

_ A Luana nunca iria embora com a roupa do corpo, sem levar as coisas do bebê, um documento, nada _ diz Ivone.

Para a delegada Caroline Bamberg Machado, a versão do homem, que disse em depoimento ter dado donheiro para a adolescente fugir, é plausível mesmo que, nos dias seguintes, tenha usado o chip do telefone de Luana para enviar torpedos para a família, simulando uma comunicação após seu desaparecimento.

Para o promotor Simão Baran Júnior, o fato de o suposto pai da criança ter viajado para o Paraguai pode ser um obstáculo para a Justiça apenas se precisarem intimá-lo. Mas como não foi indiciado formalmente no inquérito, não há impedimento para viajar.

A delegada Caroline Machado afirma que não há no momento nenhum elemento para pedir a prisão do ex-namorado de Luana. Nos últimos três meses as investigações incluíram uma série de diligência e exames periciais que estão sendo mantidos em sigilo. Cabelos e sangue encontrados no carro do pai do ex-namorado de Luane, despertaram suspeita e foram enviados para perícia em Porto Alegre, mas o laudo preliminar apontou que o sangue não é humano.

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22 out08:02

Operação Concha culmina na prisão de traficante em Três Passos

A Polícia de Três Passos promoveu durante esta sexta-feira, a Operação Concha, que resultou na prisão de um suspeito de tráfico de drogas e de 80 gramas de maconha.

Na residência onde foi cumprido o mandado de busca e apreensão, foi recolhida droga suficiente para fazer aproximadamente 100 porções para venda.

Também foram apreendidas folhas de um pé de maconha, emolduradas em um quadro.

De acordo com a Polícia Civil esta prisão, conforme investigações, tem ligação com a outra prisão efetuada pelo mesmo crime no dia 13 de outubro, quando uma pessoa foi presa com aproximadamente dez gramas de maconha.

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20 out12:36

Mensagens podem não ter sido enviadas por Luana

As mensagens de celular recebidas pela família de Cíntia Luana Ribeiro Moraes, desaparecida há três meses, podem não ter sido enviadas por ela. Em depoimento à Polícia Civil de Três Passos, o pai do bebê que Luana, como era conhecida, esperava à época, teria confirmado que enviou os torpedos usando o chip da adolescente.

Caroline Bamberg Machado, delegada responsável pelo caso, confirma que o homem de 27 anos, que não teve a identidade revelada pela polícia, teria dito em depoimento, duas semanas após o desaparecimento, que enviou os torpedos e ainda teria dado uma quantia para que a adolescente fugisse. Luana sumiu no dia 13 de julho deste ano.

As investigações feitas até agora, segundo a delegada, apontariam o homem como suspeito pelo desaparecimento de Luana. No entanto, resta saber o que aconteceu depois com a adolescente.

_ O único fato concreto que temos até agora é o desaparecimento _ afirma a delegada.

Em uma gravação telefônica feita por um irmão de Luana, duas semanas após o seu desaparecimento, na qual supostamente o suposto pai do bebê também confirma que teria enviado as mensagens. À família da jovem, ele teria justificado que fez isso para tranquilizá-los, e teria afirmado que não fez nenhum mal à garota.

_ Nós temos certeza que foi ele quem mandou (as mensagens) _ afirma Loreni Moraes, irmã de Luana.

A gravação feita por Jonathas Moraes, 25 anos, consta do inquérito, segundo a Polícia.  Procurada por Zero Hora, a família do homem disse que ele está trabalhando no Paraguai e deve retornar em novembro.

A polícia já tinha registro de outra vez que Luana teria saído de casa, mas retornado dois dias depois. Enquanto esteve fora, ela ligou para a família para avisar. O fato teria acontecido em novembro de 2010, e a família teria registrado o sumiço na polícia.

A Gravação

Uma das mensagens que teria sido enviada do celular de Cíntia

No dia 24 de julho, Jonatas Moraes, 25 anos, teria ligado para o pai do bebê que Luana esperava à época. Na conversa, o homem teria admitido que enviou as mensagens usando o chip do celular da adolescente e que deria dado uma quantia para ela fugir. Confira alguns trechos:

Jonathas _ Viu, me diz uma coisa: tu disse que deu dinheiro para a Luana?

Homem_ Sim. [...] No outro dia eu até já estava arrependido, pensei que tinha jogado dinheiro fora., porque pensei que ela podia ficar aí mesmo, só não. Entendeu? O que veio na minha cabeça que ela igual ia ficar aí em Três Passos e não ia passa, ia simplesmente ia pegar o dinheiro entendeu? [...] Pensei que ela ia dar notícias para vocês, né. Só não incomodar eu mais. [...] Eu falei para ela me ligar depois que nascesse, só não queria que nascesse em Três Passos

Irmão _ E se alguém fez uma coisa pra essa guria e pegou o dinheiro dela e daí como é que tu vai se livrar disso?

Homem _ Não. Ela deve estar em algum lugar, em alguma amiga. Tá melhor que nós.

Irmão _ E qual teu interesse da criança não nascer aqui?

Homem _ Só pra dar um tempo, entendeu? Pra ela não aparecer agora, depois digamos de um ano, se ela aparecesse e dissesse que o filho é teu era diferente,entendeu? Daí nós iamos fazer o DNA e se fosse meu, beleza. Mas agora, nesse momento, ela não poderia aparecer, eu não queria que nascesse aqui, se não eu não ia conseguir conversar com minha mulher. Não ia ter acerto. [...] Acredito que ela “teje” viva, ela não ia tá morta “home”. Ela deve tá, por isso que eu digo, ela deve tá, ela tá com um dinheiro que ela nunca viu na vida. No outro dia, me arrependi até o fim de ter dado o dinheiro.

Irmão _ Me diz uma coisa porque teu pai e tu usaram o chip dela?

Homem_ Por que eu tinha pegado o chip dela para ela não ter o número da minha mulher.

Irmão _ E por que teu pai mandou também?

Homem _ Fui eu que peguei o telefone dele, porque o meu telefone tava estragado

Leia a matéria na íntegra em Zero Hora.

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