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pecuária

20 nov15:15

Cerco à aftosa segue até o final do mês

Até o dia 30 de novembro, o Rio Grande do Sul deve imunizar cerca de 4,5 milhões de bovinos e bubalinos, com até dois anos de idade.

Em situação de alerta sanitário desde setembro deste ano, após a confirmação de um foco de aftosa no Paraguai, oEstado se mobiliza para erradicar a doença.

Produtores enquadrados no Pronaf – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, com até 50 animais , devem solicitar a vacina diretamente na inspetoria veterinária do seu município. No Estado, 200 mil produtores receberão gratuitamente a vacina para a aplicação em aproximadamente 1,9 milhão de animais.

Nos 21 municípios da região de Santa Rosa, 108 mil doses devem ser doadas para cerca de 18mil produtores.

Os produtores que não se enquadrarem no Pronaf devem adquirir as doses em agropecuárias credenciadas. A nota fiscal do produto e a classificação dos animais imunizados devem ser apresentadas no prazo máximo de cinco dias após a vacinação na unidade regional da Secretaria Estadual da Agricultura.

O supervisor do Departamento de Defesa Agropecuária da Regional de Santa Rosa, Pedro Rauber confirma que a propriedade que quiser movimentar animais precisa ter o comprovante de vacinação.

Mais de 26 mil animais tiveram que ser sacrificados nos anos de 2000 e 2001, quando foram registrados 52 focos de febre aftosa no Estado.


Multa para quem não aderir

O produtor que não aderir à campanha será multado e pode ter sua propriedade interditada.

- A multa é de 2% do valor dos animais não vacinados. Em caso de reincidência, a multa dobra. Pode ocorrer, inclusive, a interdição da propriedade – acrescenta o supervisor do Departamento de Defesa Agropecuária da Regional de Santa Rosa, Pedro Rauber.

Na primeira etapa da imunização, em maio, foram aplicadas vacinas em 95% das cerca de 14 milhões de cabeças de todas as idades.

- A Organização Mundial de Saúde Animal recomenda que 85% dos rebanhos sejam cobertos por vacina. Nós pretendemos chegar a 100% para não correr risco algum – afirma o secretário-adjunto da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Cláudio Fioreze.

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07 mar11:19

Setor leiteiro é estimulado em Giruá

Assessoria imprensa

Com a instalação de empresas do setor na região e diante de algumas dificuldades na produção de grãos, como preços e decorrência de estiagens, muitos produtores voltaram apostar no leite em Giruá. A garantia de uma renda mensal tem se apresentado atrativa, principalmente para o sustento de famílias durante os períodos de entressafra.

Como forma de incentivar o desenvolvimento do setor e promover rentabilidade a pequenos e médios produtores de leite, o Governo Municipal de Giruá vêm investindo na melhoria genética dos animais, por meio de um novo convênio firmado com a Associação dos Produtores de Leite de Giruá (Aplegi).

O Executivo destinará em 2011 o recurso de R$ 4,5 mil ao mês para os produtores, totalizando R$ 54 mil ao ano. O valor, conforme explica o secretário municipal de Agricultura Volmir do Amaral, subsidiará o serviço de inseminação de 250 animais das raças holandesa e jersey por mês a produtores associados e não associados.

- O custo para o serviço de uma inseminação hoje é de R$ 18,00. Com o convênio, o produtor terá todo o serviço gratuito, podendo investir mais na aquisição de semens – destaca Volmir.

Para o produtor de leite Gilmar Schlindwein, que tem 12 vacas em lactação e procria os animais em sua própria propriedade, da localidade de Passo das Pedras, o recurso chega em boa hora.

- Agora poderei investir mais em sêmen e garantir para o futuro animais de melhor genética – comemora.

Somente nos dois últimos anos,  a administração de Giruá já destinou R$ 22,5 mil em forma de convênio atendendo 100% dos serviços de inseminação de 150 produtores.


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