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Ovários Policísticos e Infertilidade

27 de abril de 2008 2

Dizemos que uma mulher apresenta ovários policísticos quando tem ciclos menstruais irregulares, ovários aumentados com múltiplos cistos e manifestações de excesso de hormônio masculino, apresentando acne, aumento de pêlos no corpo e sobrepeso.


As mulheres com esta desordem apresentam geralmente alterações de ovulação, e até mesmo ausência, o que pode gerar infertilidade. Desta forma, a alternativa mais freqüente é a utilização de medicações para induzir a ovulação. Muitas vezes, a resposta do ovário é aumentada e temos multiplos folículos, o que aumenta a chance de gestação gemelar. Por isto, é importante a utilização de controle dos ovários com ecografia. Em outras situações, o ovário não responde, sendo necessária a utilização de mais medicações e até a fertilização “in vitro”.


Ao contrário do que se dizia no passado, as perspectivas de gestação para mulheres que apresentam ovários policísticos são boas, usualmente necessitando apenas da correção da ovulação.

Postado por Eduardo Pandolfi Passos, Porto Alegre

Comentários (2)

  • Poliana diz: 28 de abril de 2008

    Olá, tenho a síndrome e a 9 anos tomo o anticoncepcional Diane 35 para controle dos sintomas causados por ela (Hirsutismo, acne, pele e cabelos oleosos…).
    Moro em Porto Alegre a 2 anos e gostaria de saber onde poderia “controlar” a síndrome, haja vista o desconhecimento da maioria dos ginecologistas daqui. Não pretendo engravidar no momento, apenas gostaria de manter a situação “sob controle” para quando quisesse ter filhos.
    Tens algum médico/clínica a indicar?

  • Saude e Reprodução diz: 29 de abril de 2008

    Poliana,
    uma das formas de controle dos ovários policístico para quem não quer engravidar é o uso de anticoncepcionais orais, como você já vem realizando. O controle de outras manifestações como sobrepeso, aumento de pêlos pode ser realizado utilizando medicações associadas. A maioria dos ginecologistas tem conhecimento a respeito e poderá lhe orientar. Por isso, recomendamos a discussão com seu médico sobre este assunto.

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