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ECOGRAFIA MORFOLÓGICA

16 de junho de 2008 0

   

 

 

A ecografia morfológica analisa toda a anatomia fetal e detecta a grande maioria das malformações graves; além disso, permite avaliar os marcadores ecográficos de anomalias cromossômicas e/ou genéticas.


A maioria das anomalias fetais ocorre no grupo de “baixo-risco” (sem história prévia de anomalia anterior), portanto, a ecografia morfológica deve ser oferecida rotineiramente para todas as mulheres grávidas.

  

A incidência de algum tipo de mal-formação é em torno de 2,8% do total das gestações; isto quer dizer que de cada 100 fetos examinados, 3 podem ter alguma tipo de anomalia. Muitas delas podem se apresentar em fases distintas da gestação.

 

A ecografia morfológica ganha essa denominação por ser um exame aonde se analisa com mais detalhes as estruturas fetais. Além da avaliação estrutural realiza-se também a biometria fetal completa, incluindo medidas dos ossos longos, circunferência craniana, circunferência abdominal e todas as relações biométricas.

 

A época ideal para avaliar a morfologia fetal é entre 18-24 semanas de gestação, pois nesta fase, além do feto estar completamente formado, ainda há um bom espaço para o feto e líquido amniótico em quantidade ideal para um bom exame. Mais tardiamente na gestação, os membros ficam mais “apertados” e “encolhidos” o que dificultaria, por exemplo, um diagnóstico de pés-tortos congênitos. Mas, a ecografia morfológica pode ser realizado em qualquer época da gestação após 18-20 semanas.

 

Um bom equipamento de ecografia e um examinador treinado são requisitos fundamentais para um bom exame.

Vale lembrar que a ecografia é exame que não tem 100% de sensibilidade e de especificidade, ou seja, o exame é considerado “normal” dentro dos limites de detecção do método.

Postado por Paulo Peres Fagundes – Porto Alegre

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