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Hormônio anti-mülleriano

18 de maio de 2014 0

É durante a vida intrauterina que a mulher possui o maior número de oócitos, em torno de 6 a 7 milhões. Ao nascimento, este número já se reduziu a 2 milhōes e, na adolescência, há um declínio para 300.000 oócitos.

É muito difícil prever quando uma mulher deixará de ser fértil e quando sua reserva ovariana se esgotará, mas o fato é que existe uma relação direta entre idade e declínio da fertilidade.

Existem vários exames que podem ser utilizados para avaliar a reserva ovariana. Atualmente, os mais utilizados são a dosagem do hormônio FSH, entre o 3º e o 5° dia do ciclo; a contagem por ecografia transvaginal dos folículos ovarianos, também no início do ciclo; e, mais recentemente, a dosagem do hormônio anti-mulleriano (AMH). Este hormônio, que é produzido pelas células da granulosa do ovário, avalia bem a reserva ovariana, pois reflete o número de folículos presentes nos ovários. Tem-se sugerido que o hormônio anti-mulleriano deva ser utilizado para predizer a resposta ovariana à medicação nos ciclos de fertilização “in vitro”, identificando mulheres más-respondedoras, ou seja, aquelas que não produzem muitos óvulos mesmo com grandes doses de medicação.

Entretanto, cabe salientar que o hormônio anti-mulleriano não tem condições de afirmar que uma mulher vai ou não engravidar e, tampouco, pode contraindicar um ciclo de fertilização “in vitro”. Ele deve ser usado em conjunto com as demais informações clínicas do casal para traçar a melhor estratégia de tratamento.

Postado por Isabel de Almeida

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