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Posts de novembro 2014

Coração de mulher

30 de novembro de 2014 0

Nos últimos anos, os fatores de risco como obesidade, hipertensão, diabete, stress e inatividade física estão aumentando e, com isso, a incidência de infarto entre mulheres também.

Durante a vida reprodutiva, as mulheres têm menos doença cardiovascular porque o hormônio estrogênio lhes confere proteção. Com a menopausa, os níveis de estrogênio caem, a aterosclerose progride e aumenta o risco de infarto.

Assim, vale às mulheres prevenir,
- evitando hábitos que causem danos à saúde como ingestão de gorduras, fumo, álcool, sal e comidas com conservantes
- gerenciando o stress
- controlando a pressão arterial
- fazendo atividade física regular
- controlando o peso e os níveis de colesterol

Fazendo isto, toda mulher estará protegendo seu coração, lembrando que um a cada três infartos pode ser evitado.

Postado por Isabel de Almeida

25 de Novembro

24 de novembro de 2014 0

O próximo dia 25 é o Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher. Esta data foi escolhida pela ONU em homenagem às irmãs Mirabal, sequestradas, torturadas e assassinadas nesta data, no ano de 1960, na República Dominicana, por lutarem contra a ditadura em seu país.

O problema da violência contra a mulher, quer seja física, psíquica, sexual, política ou no trabalho, ocorre em todo o mundo, em graus variáveis. A saúde reprodutiva e sexual das mulheres é claramente afetada pela violência de gênero. Estudos mostram que as mulheres que são agredidas pelo parceiro têm mais probabilidades de apresentarem problemas ginecológicos do que aquelas que não sofrem este tipo de abuso. Estes problemas incluem dor pélvica crônica, sangramento ou corrimento vaginal, infecção vaginal, dismenorreia, doença inflamatória pélvica, dor na relação sexual, infecção urinária e infertilidade.

A gravidez precoce, muitas vezes conseqüência de relacionamentos forçados,  pode levar a uma série de problemas de saúde que incluem os efeitos do aborto praticado sob condições de risco. As meninas com menos de 15 anos têm cinco vezes mais probabilidade de morrerem de complicação do parto do que as mulheres maiores de vinte anos.

A violência limita a autonomia sexual e reprodutiva da mulher. As mulheres que sofrem de violência sexual têm muito mais probabilidade de usar métodos anticoncepcionais clandestinamente, de interromper a anticoncepção por imposição do parceiro e de conviverem com um parceiro que se recusa a usar preservativos para prevenção de doenças.

Além disso, dependendo da cultura, as mulheres inférteis podem ser vítimas de discriminação, abandono pelos maridos ou de serem trocadas por outras esposas. Mudar o comportamento e as atitudes das pessoas em relação à violência exige um compromisso de longo prazo, mas somente expondo o problema e permitindo que pessoas vulneráveis e marginalizadas recebam os serviços necessários ajudarão a quebrar o ciclo da violência e a promover os direitos das mulheres e meninas.

Postado por Isabel de Almeida

Câncer de mama

09 de novembro de 2014 0

O mês de outubro foi marcado mundialmente como Outubro Rosa, para alertar as mulheres sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama. Sabe- se que uma em cada oito mulheres tem a chance de ter este tipo de tumor. Por isto, a Agência Internacional para Pesquisa em Câncer estabeleceu um código europeu contra o câncer de mama e aqui seguem alguns itens importantes que podem ajudar a prevenir esta doença.

1. COMER BEM: ingerir cereais integrais, legumes, verduras e frutas, limitando o consumo de comidas gordurosas e açúcares refinados. Evitar o consumo de carnes conservadas e reduzir o consumo de carne vermelha.

2. VIDA ATIVA: não importa com que idade se comece, mas ter atividade física regular, reduzindo a gordura corporal, ajuda a diminuir os riscos de desenvolver câncer de mama.

3. A IDADE MUDOU: o tumor de mama é mais comum após os 50 anos, mas estão aumentando os casos em mulheres mais jovens. Este alerta é para que as mulheres fiquem atentas, façam revisão periodicamente e procurem o médico rapidamente se palparem uma lesão, pois não necessariamente ela será benigna e somente a investigação poderá demonstrar  isto.

4. HISTÓRIA FAMILIAR: mulheres que têm parentes em primeiro grau com câncer de mama devem reportar isto aos seus médicos. Em algumas situações estão indicados testes genéticos para avaliação de riscos.

5. FATOR HORMONAL: a amamentação exerce um efeito protetor para o câncer de mama e a terapia hormonal pós-menopausa está associada com um risco maior de desenvolver a doença.

Além disso, é preciso estar sempre em dia com a revisão ginecológica e realizar os exames de imagem necessários, como mamografia e ecografia mamária, quando indicados.

Postado por Isabel de Almeida

Transplante de útero

02 de novembro de 2014 0

Existem situações onde a infertilidade é determinada unicamente pela ausência de útero. As causas podem ser congênitas, ou seja, a mulher já nasce sem o útero, ou adquiridas, como ocorre em cirurgias onde o útero tem de ser retirado. As opções para estas mulheres tornarem-se mães são a adoção ou a gestação substitutiva, onde o útero de outra mulher recebe os embriões daquela que não tem útero, mantendo a gestação até o nascimento.

Entretanto, em 2013, na Suécia, uma mulher de 35 anos que havia nascido sem útero recebeu o útero de uma doadora de 61 anos, que já havia tido dois filhos. Previamente à cirurgia, a paciente receptora já havia sido submetida a três fertilizações ” in vitro” e congelado seus embriões. Um ano após a cirurgia, foi transferido um embrião para o útero transplantado. A paciente engravidou e seu bebê nasceu bem, embora prematuro, com boa evolução.

Este é o primeiro nascimento após transplante de útero e abre a possibilidade de tratar mu
lheres com condição semelhante.

Postado por Isabel de Almeida