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Posts de julho 2009

Arquitetos sangue bom!

31 de julho de 2009 0

   Dois arquitetos sangue bom, que sempre nos ajudaram tanto com o blog, quanto no nosso dia a dia, com dicas, sugestões e adaptações estão promovendo cursos.

   Uma mão lava a outra, né? Vale a pena divulgar o trabalho de gente que sempre nos ajudou e luta pelos nossos direitos ainda na planta.

    O arquiteto e mestre, Antonio Agenor de Melo Barbosa, ministrará o curso: As Cidades na História e abordará os processos históricos de fundação, consolidação, apogeu e decadência das principais cidades existentes ao longo da história do ocidente.

   O curso acontece no Centro Cultural da justiça Federal-RJ, informações pelo e-mail: antonioagenor@terra.com.br

   Outro arquiteto e mestre, Bruno Ribeiro Fernandes, ministrará o curso: Desenho Universal e Norma de Acessibilidade com proposta de habilitar o profissional da área de projeto nos conceitos do Desenho Universal e proporcionar o entendimento e a correta aplicação da Norma de Acessibilidade NBR9050 em projetos de arquitetura.

    O curso acontece no Ycon Formação Continuada-SP, informações pelo e-mail: cursos@ycon.com.br

Postado por Tania Speroni

Um mundo melhor e o Brasil para todos

30 de julho de 2009 3
    Esta semana, não posso deixar de falar de inclusão e cotas, digo isso, porque li ótimos artigos, um no Zero Hora, da bibliotecária Karin kreismann Carteri, no mesmo dia, recebo do Andrei Bastos, http://blog.andrei.bastos.nom.br/ , outro artigo por ele escrito e por último no http://oglobo.globo.com/blogs/maonaroda/ , outro texto, da Cris Costa, todos coerentemente escritos por pessoas com deficiência, que vivem a realidade das cotas.
    Pra completar, há um tempo atrás, acompanhei pelo ZH, a saga de uma mãe de trigêmeos em idade escolar, com paralisia cerebral, ela relatava como estava sendo árduo matricular seus filhos no colégio (público ou privado) nenhum deles aceitavam as crianças, uns colégios, chegaram ao requinte de crueldade de convidá-la a levar o trio, pra avaliá-los pessoalmente, embora, como ela mesmo citava no texto, ela já havia descrito as necessidades de cada um, acompanhadas inclusive, de relatórios médicos e ao chegar ao colégio, a resposta era sempre a mesma: Não!
    Como “incluir”, se você nem consegue matricular? Como arranjar um emprego, se você não teve nem oportunidade de estudar? Como trabalhar, se o ônibus ou táxi não é adaptado? Como entrar na empresa, se ela só tem escadas? Como fazer xixi, se você não entra no banheiro?
    Cotas? Por que cotas? Não seria mais sensato, começar do zero?
    Pára tudo: A partir de agora, todas as escolas estarão aptas a receber uma criança com deficiência ou não. Seu filho, que estuda no colégio municipal, vai aprender a mesma coisa, que o filho do seu patrão, que estuda no colégio particular. No mercado de trabalho? Você será inserido por sua competência e terá promoções iguais ao do seu colega, chegando, quem sabe ao cargo máximo da empresa.
    Como nada disso existe e uma mãe que luta pra poder ter seus filhos estudando, também é merecedora de ver seus filhos inseridos, com toda dignidade, no mercado de trabalho, só a lei das cotas poderá fazê-lo.(?)
    Não bastasse tudo isso, Sua Excelência Sarney tem um projeto de lei, que dentre várias coisas, quer incluir o terceirizado nas cotas, pra quem não sabe, terceirizar é cooperativar e cooperativar é subtrair por completo as leis trabalhistas, (nada de carteira assinada, férias e todos os direitos até hoje conquistados pelos trabalhadores).
    A lei de cotas, é a transferência da responsabilidade, mas um mal necessário, como coloca o Andrei, defenderei com unhas, dentes e Constituição na mão, o direito fundamental de trabalhar, e isto, abrange a todos nós.
    Eu acredito num Brasil melhor, sem cotas e completamente inclusivo.E luto por ele.    
      
   

Postado por Tania Speroni

Time completo

29 de julho de 2009 18

Juju comanda o programa Faça a Diferença que aborda inclusão

    Gentém!
    Eu e a Juju nos conhecemos há muito tempo, desde antes do surgimento do blog, ela já tava incluído nele, coisas rolaram e, impediram a Ju de se juntar ao Sem Barreiras no momento do lançamento.
    Agora, ela ta na área e se derrubar é pênalti.
    Com certeza, vocês vão adorar a presença dela aqui, porque ela já estava exercendo influência nesse cantinho sem vocês saberem, agora que vocês já sabem…
    Deliciem-se com ela vocês também.

    Portanto,o Sem Barreiras orgulhosamente apresenta…

    Juliana Carvalho, em ação:

  `Não lembro exatamente desde quando a Tania, o Milton e eu estamos em contato. Quase um ano, imagino. Nossa aproximação aconteceu pela Internet, nos blogues da vida. Esse vínculo se estabeleceu com a idéia de criar um espaço onde pudéssemos falar sobre acessibilidade, sobre as demandas reais das pessoas com deficiência, sobre os lugares que estão preparados para receber quem usa cadeira de rodas, os que não estão, e dividir essas informações com o maior número de pessoas possível. Encontros e desencontros, foram quase 12 meses até que a idéia se concretizasse. Agora que isso é real, gostaria de me apresentar para essa turma que já acompanha as experiências desse casal pra lá de gente boa.
  Sou gaúcha com orgulho, publicitária por formação e funcionária do estado beneficiada pela Lei de Cotas. Até os 19 anos, levava uma vida bem comum: trabalho, faculdade e loucurinhas que qualquer adolescente faz. Estava nesse ritmo de festa quando uma doença mudou o curso da minha vida do vinho pra água. Passei uma semana com sintomas de uma virose até baixar na Santa Casa com suspeita de meningite bacteriana. Em 48 horas, perdi o movimento dos braços e das pernas e a sensibilidade de ¾ do meu corpo. Os médicos não sabiam o que eu tinha (não era meningite) e fizeram todos os tipos de tratamento enquanto eu brigava para sobreviver na UTI. Cerca de 20 dias, veio o presuntivo diagnóstico de mielite transversa – uma inflamação na medula – decorrente do Lúpus – um tipo de reumatismo. Yeah, ganhei duas doenças em uma e uma pá de sequelas! E a incidência do que tive é de 1 em 1 milhão! Ganhar na loteria que é bom… Nada.
  Mas, voltando…Minha vida mudou com-ple-ta-men-te. Eu imaginava que em poucos meses estaria correndo e fazendo tudo que fazia antes da lesão (santa ingenuidade, hehehe). Fiz muita fisioterapia, mas MUITA mesmo, e voltei a mexer os braços e as mãos. Sempre com a meta de voltar a andar me esforçava (e me esforço) ao máximo nas atividades terapêuticas. O tempo foi passando e em maio completei oito anos sentada. Pode me chamar de otimista inveterada, mas sei que ainda vou voltar a andar, não morro sentada nem que me paguem!
  Aliás, nessa busca, fui sábado passado num encontro da Igreja Mundial do Poder de Deus. Calma, não virei evangélica. Mas, te digo, rezo para todos os santos. Nesse tempão que estou na cadeira já fui em tudo que é lugar: centro espírita, igrejas de tudo que é religião,  terreira… Inclusive já acordei com uma cabeça de carneiro ao meu lado! Se alguém chega e me diz que conhece um cara que faz curas, lá vou eu bem feliz e cheia de esperança!
  Bueno, peguei meu andador e fui no tal encontro da Mundial, acompanhada pela minha mana Luli, com a certeza de que voltaria correndo e saltitando pra casa. Fazia um frio desgraçado mas o dia estava limpo, com um sol brilhante, e logo que chegamos no Anfiteatro Pôr-do-sol, uma multidão foi se acomodando em torno da infraestrutura que estava organizada. Breve começaria o Show da Fé!
  A reunião iniciou e ficamos mais afastadas. Conforme fomos nos envolvendo no que estava acontecendo fomos nos aproximando. Cada vez eu ficava mais confiante que o meu milagre ia acontecer. Pedi pra Lu abrir meu andador e colocá-lo na minha frente. Tirei os pés do pedal da cadeira e com as mãos procurei deixá-los bem estáveis. O Apóstolo Valdemiro (é o homi que comanda a bagunça)  ia falando do poder de Deus e eu comecei a sentir um formigamento nas pernas. Fixei bem os pés e tentei levantar. Não deu. Tentei outra vez. Também não deu. Sem desespero.
  Não levantei, mas minha fé não se abalou, aliás, ela redobrou. A experiência foi catártica. Esqueça toda a engrenagem que rola por trás desses eventos de Show da Fé, todo o dinheiro que os obreiros de Deus arrecadam, todo aquele papo de ovelha, pastor e o c… e vizualiza 100 mil pessoas sintonizadas na mesma good vibration, rezando juntas, dividindo suas angústias, buscando respostas para suas dores, agradecendo o milagre da vida e acreditando que amanhã será um dia melhor. Se não aconteceu ainda é porque não é a hora. Devo ter uma pá de coisas pra fazer sentada.
  Back to reality. Enquanto não volto a correr, batalho por um mundão mais justo – dá uma espiada aqui: www.facaadiferencaalrs.blogspot.com – onde todas as pessoas, com deficiência ou não, tenham seus direitos respeitados. E chega a ser engraçado, mas acredito que o segredo pra que isso aconteça é justamente o amor ao próximo. Se olharmos para o lado e de coração nos importarmos uns com os outros, vamos fazer as ações necessárias para que todos tenham uma vida digna.
Yeah, Jesus é o cara!`

 

Postado por Tania Speroni

Comprar ou não, uma monobloco?

28 de julho de 2009 13

    Recentemente, a Ortobrás se uniu à Tok Leve, pra lançar uma monobloco”top de linha”, a M3.
    A minha cadeira é nova, mas reconheço que é pesada, até pra mim, que não tenho muita força nas mãos, tem lugares que tocar a danadinha, requer força.
    O problema é que a monobloco é cara, como tudo que envolve pessoas com deficiência, tenho medo de comprar a cadeira e não me adaptar. Uma coisa que ajudaria, seria poder fazer o famoso “test drive”, usá-la ao menos por uma semana, eu já teria uma idéia de como é andar nela e saberia se me adaptaria ou não.
    Conheço gente que fala, depois da monobloco: Tudo muda. Não sei! Enquanto eu não experimentar não posso falar nada, mas gostaria de saber a opinião de vocês.
    Quem tem a monobloco, o que acha dela, será que eu com minha lesão C5-C6, meus 1,87m, 82kg, conseguirei me equilibrar nela?
    Lançada a primeira enquete do blog, dê sua opinião sobre a monobloco.
M3, o lançamento da Ortobrás e Tok Leve

Postado por Milton Speroni

Vaca Amarela

27 de julho de 2009 5

Vaca amarela,

                                                                C… na panela

                                                                Quem falar primeiro

                                                                Come toda b.. dela

     Noite passada tivemos vaca amarela na cama.
     Pra quem não sabe, a vaca amarela é aquela brincadeira, onde o primeiro que falar, supostamente comeu todo o excremento da vaca, então, uma pessoa não fala com a outra, até acabar a brincadeira.
     No nosso caso, foi devido a uma pequena divergência conjugal.
     O Milton, quando deita à noite, só levanta no dia seguinte, por nada ele se levanta da cama, um incêndio talvez, ou outra coisa ainda mais grave , mas no geral, deitou-ficou até o outro dia.
     Eis que nós temos a maior invenção do mundo gelado, o lençol térmico, que fica entre o lençol e o colchão e, como sou uma legítima PSP (puro sangue Paraíba), morro de frio, mas depois que descobri o lençol térmico minha vida mudou, consigo até sorrir no inverno gaúcho.
     Aí deu-se a confusão, esta noite, ao deitar, percebi que minha parte do lençol térmico, estava amarrotada e quase não estava aquecendo, claro que fiz um escândalo e implorei que ele se levantasse pra eu poder arrumar meu cantinho.E ele se negou, alegando mil razões, frio, dificuldade, cadeira,que em outras circunstâncias eu até entenderia, mas naquele momento, nenhuma desculpa era suficientemente forte como a minha, ou melhor, nada é pior do que eu passar frio, nada! Aí o pau comeu, o bicho pegou, o cachorro latiu até que finalmente ele se levantou, com um bico maior que de um tucano.
     Até o final desta postagem, a vaca ainda estava amarela, mas com indícios de mudança de cor.
     

 

Postado por Tania Speroni

Deficiente Pirata !

26 de julho de 2009 0

SE A MODA PEGA…

Deu na coluna do meu amigo Ancelmo Gois do jornal O Globo, que os Camelôs do centro do Rio de Janeiro, estão vendendo adesivos piratas de deficientes, que permitem estacionar em lugares especiais, pré determinados.                                                                                                                                                                                                  

Sabemos todos que no Brasil tudo começa pelo Rio,(coisas boas e coisas ruins), para depois espraiar-se para outros rincões.

As autoridades de trânsito da nossa Porto Alegre, atentos e vigilantes como sempre, certamente inibirão e punirão exemplarmente essa praga se por aqui chegar.

 

Postado por Milton

INTERAGIR - Parabéns Inter!

25 de julho de 2009 4


   

    Em primeiro lugar, quero agradecer ao Sport Clube Internacional, por nos ter recebido tão bem, à Lorena, coordenadora do Interagir, ao Oliveira por ter nos mostrado todo o Beira Rio e à voluntária colorada, Janete que juntos, nos mostraram um pouco do que é o Interagir, fomos muito bem recebidos. Obrigado de coração.
    O projeto Interagir, começou com a idéia de atender crianças carentes, se estendeu aos idosos e hoje já atende também pessoas com deficiência.Esta turma toda, participa de aulas de informática, natação, atividades motoras e futuramente já com os projetos encaminhados e autorizados para atividades de fisioterapia neuro-funcional e mais posteriormente equoterapia. Fala a verdade torcedor, Colorado, você sabia disso?
    A triagem já começou, o Interagir, trabalha vinculado à rede municipal e a outras instituições, mas nada impede que uma mãe chegue lá pra matricular seu filhote, pois eles acolhem a todos só tem um critério: Nada de duas faltas consecutivas. Justo, não?
    As inscrições são feitas no Gigantinho, na sala Interagir, de segunda a sexta das 9:00 ao Meio dia e das 14:00 até as 18:00 horas.Telefone de contato 3230 4623
    Aproveitamos também, pra ver o que o Beira Rio e o Gigantinho, têm a oferecer aos cadeirantes.
    Logo de cara soubemos que cadeirante não paga, mesmo não sendo sócio, nesse caso ele entra pelo portão 7 e lá tem um lugar reservado pra gente, com uma visão bem ampla do campo. Se for sócio, entra pelo portão 1 e a visão é melhor ainda, quase um camarote.
    O acesso ao Gigantinho é ótimo, plano, uma maravilha, mas como a Lorena nos falou, muitas vezes o ginásio é locado, assim cabe àquele que está promovendo o evento se encarregar pelo acesso.
    O que mais falar de um projeto deste, senão dar os parabéns e torcer pra que ele cresça cada vez mais.
    Encerro agradecendo e parabenizando muito o Inter e repetindo a frase que a Lorena,coordenadora do Interagir nos falou, ainda no nosso primeiro contato:
…O trabalho social está acima da opção pelo time…”
   

Postado por Milton & Tania

Colecinonando amigos e livros

24 de julho de 2009 2

Reprodução

Quando sofri o acidente, tive a temida escara, que me deixou seis meses numa UTI e mais dois anos em tratamento, até, finalmente, eu receber alta e poder partir pra minha reabilitação.

Durante esse tempo complicado, recebia a visita constante de grandes amigos, colegas, parentes distantes e de todos que, de maneira direta ou indireta, foram fundamentais na minha recuperação.

Com as visitas vinham os presentes. E sabe o que eu mais recebia? Um texto, Pegadas na Areia, e o livro do Marcelo Rubens Paiva, Feliz Ano Velho. Acho até que deve ter sido o ano de maior venda do livro. Eu devia receber uma média de três livros por dia. Ganhei mais de 30. Já tínhamos até reservado um cantinho na estante do hospital para eles. Enquanto eu empobrecia com os gastos de médicos, hospital, curativos importados para minha poupança, o Rubens Paiva engordava a poupança dele, só com os livros comprados pra mim.

No livro, Marcelo narra seu acidente, tornando-se assim um lesado medular famoso. Até hoje, quando falam em mergulho mal sucedido, o nome dele sempre vem à tona. O mais irônico disso tudo é que mesmo sendo tão divulgada, sua história continua a se repetir e o final não muda.

Postado por Milton Speroni

CEREPAL

23 de julho de 2009 0

    O CEREPAL, é um centro de reabilitação que temos em Porto Alegre, ele foi criado pra atender crianças com deficiência física que tenha associada ou não, uma deficiência intelectual de leve a moderada.

    Agora também já atende adultos que tenham algum tipo de lesão neurológica e pra poder ser avaliado pela equipe multidisciplinar tem dois caminhos:

    1) Através de encaminhamento de algum médico ou posto de saúde conveniado ao SUS, inteiramente de graça.

    2) Marcando uma avaliação no custo de R$ 40,00

    Em ambos os casos, o paciente passará por uma triagem que verá qual o tratamento mais adequado a ele, esse tratamento também pode ser em regime de externato ou ainda em semi-internato.

    Outra coisa boa de saber, é que além de todas essas opções de atendimento, também tem uma escola que funciona desde o jardim de infância até a sexta série.

    O endereço para contato:

    Rua Brigadeiro Olieria Neri 100 ao 115

    Bairro IAPI

    Telefone 051 3342 9753

    E-mail: cerepa@cerepal.org.br

    Site: www.cerepal.org.br

 

Postado por Tania Speroni

Limpeza maluca

22 de julho de 2009 6

     Os grandes centros de reabilitações, estão repletos de pacientes que sofreram lesões decorrentes de vários tipos de acidente, inclusive pessoas que caem das janelas, que estavam penduradas pra limpar vidros

     Tirei a foto da minha casa, esse apartamento fica em frente ao meu e com frequência, vemos essa senhora-aranha, limpando as janelas.

     Sem comentários!

   

Postado por Tania Speroni

Curso Básico de Saúde da Pessoa com Deficiência

22 de julho de 2009 0

   Gente,

   Recebemos mais outro convite e estamos repassando pra vocês.

Curso Básico de Saúde da Pessoa com          Deficiência FADERS/SJDS

Este curso é uma modalidade de formação continuada para profissionais e estudantes das áreas da saúde sobre aspectos relativos à pessoa com deficiência.
Disciplinas do Curso:
Sinais de alerta para a deficiência
Prevenção e Importância dos Primeiros Anos de Vida da Criança
Normalidade e Patologia
Família Frente à Pessoa com Deficiência
Sexualidade e a Pessoa com Deficiência
Os Desafios da Sociedade frente a Inclusão
Aquisição da Linguagem e seus Desvios
Primeiros passos: abordagem fisioterapêutica do atendimento interdisciplinar à Criança com Paralisia Cerebral
Interfaces entre saúde e aprendizagem
O Papel da Nutrição na Prevenção e Promoção da Saúde da Pessoa com Deficiência
Aspectos funcionais no desempenho de atividades do cotidiano da Pessoa com Deficiência
Educação em Saúde Oral e a Odontologia para Pessoa com Deficiência
O Papel da Nutrição na Prevenção e Promoção da Saúde da Pessoa com Deficiência

Carga horária: 54 horas

Período do Curso: 07/08 a 02/10/2009

Horário: Manhã: 9h às 12h Tarde: 14h às 17h

Local: Auditório Térreo do Complexo Morretes
Rua Morretes, 222 Bairro Santa Maria Goretti – Porto Alegre

Informações fone: 33625855
Valor: R$120,00

Inscrições on-line pelo Portal de Acessibilidade: www.portaldeacessibilidade.rs.gov.br
VAGAS LIMITADAS
 

Postado por Milton Speroni

Empurrando uma cadeira de rodas

21 de julho de 2009 0

    Há uns dias fiz uma analogia bem grosseira, entre cadeira de rodas e carrinho de supermercado, agora volto a insistir nessa comparação.

    Muita gente, cheia de boa vontade, acha que só o fato de empurrar a cadeira já tá dando uma grande ajuda, engana-se.

    Como eu disse num post anterior,na cadeira tem uma pessoa que pode ter problemas de equilíbrio e se você sair empurrando a cadeira da mesma forma que você empurra o carrinho,você pode derrubar o cadeirante.

    Primeira pergunta, a mais básica de todas:  Como posso ajudar?

    Se o cadeirante estiver precisando de uma mãozinha, com certeza, ele dará as devidas orientações,mas vai que você não pergunte,vale umas dicas.

    1) Empurre devagar mesmo se o chão for liso ,(como num shopping), sempre olhando pro chão, porque um desnível por menor que seja pode derrubar a pessoa da cadeira.

    2) Em degraus muito altos, rampas muito íngremes, paralelepípedo ou piso muito desnivelado o melhor é reclinar a cadeira para trás e empurrar só nas duas rodas maiores, impedindo que as rodinhas da frente encostem no chão.

    3) Se for subir ou descer um degrau, evite fazer de costas, primeiro faça com que a cadeira suba ou desça, você, que tá empurrando fica por último,assim dá pra ver o que você tá fazendo,onde você pisa e onde tá posicionando a cadeira.

     4) Criança não pode ver nada que tenha rodas que quer sair empurrando,os cadeirantes não são brinquedos,por mais tentador que seja deixar seu filho empurrar a cadeira,não permita, principalmente, se o dono da cadeira tiver sentado nela, o estrago poderá ser bem feio tanto pro cadeirante quanto pra criança.

      5) Se o cadeirante tiver tocando a cadeira sozinho, não comece a empurrar sem antes informar que a partir daquela hora você vai dar uma forçinha, lembre que ele pode não ter equilíbrio e  se você sai empurrando sem ele perceber pode derrubá-lo.

        Não requer prática nem tão pouco habilidade, basta pedir orientação que você vai se sair muito bem empurrando a cadeira.

    

Postado por Tania Speroni

Quem é Ken?

20 de julho de 2009 2

    

 Feche e abra a sua mão. Agora, junte seu polegar com o indicador.

Conseguiu?

A lesão de Milton não permite que ele faça esses movimentos. No entanto, ele se vira direitinho.

Muita gente acha que eu faço tudo por ele. Devem enxergá-lo como o Ken (namoradinho da Barbie). Nada disso.

Essa independência não surgiu assim num pirlimpimpim. Três grandes aliados foram fundamentais pra o Milton alcançar tanta independência: a perseverança, a disciplina de um atleta olímpico e as adaptações que fazemos para que tudo se torne mais fácil pra ele.

Quer um exemplo? Roupas com botões.

Tente fechar os botões sem usar seu polegar. É difícil. Então evitamos comprar roupas com botões. Ou compramos botões grandes, ou colocamos velcro por baixo dos botões. Assim, uma peça de roupa que poderia ser impossível de vestir, se torna menos complicado e, à medida que ele insiste em vestir, ele treina e descobre a maneira mais fácil e rápida de colocá-la.

Achando a solução para cada dificuldade que a lesão trouxe, o Milton foi descobrindo o quanto ele pode ser independente.

Uma pessoa que toma banho, come, cozinha, tudo sozinha, definitivamente não pode ser comparado com o Ken.   

Postado por Tania Speroni

Convite

19 de julho de 2009 0

Recebemos um convite e estamos repassando a vocês.

Já adianto que o Milton não vai, porque é muito complicado. Vocês logo entenderão.

O que: 1º Desafio Intermodal de Porto Alegre
Quando: 21/07/2009
Horário: 18h
Onde: Saída do Mercado Público e chegada no Monumento do Expedicionário no Parque Farroupilha
 
Contatos Imprensa:
Própria Comunicação
3779-6046 ou 9905-2696
Tatiana Gappmayer/ Própria Comunicação
(51) 3779-6046/ 9905-2696

Postado por Tania Speroni

Reflexão

19 de julho de 2009 0

“O que converte o mar rei de todas as correntezas de água?

O estar mais embaixo de todas elas!

Isso o converte no rei de todas as correntezas.”

(Lao Tsé)

Postado por Milton