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Posts de outubro 2009

Etapa Gaúcha

31 de outubro de 2009 0

    Em primeiro lugar me desculpem. Troquei as datas da etapa gaúcha do Circuito Loteria-caixa, achei que seria semana que vem.

    Mas vamos lá.

    Durante todo o final de semana Porto Alegre receberá atletas da natação, atletismo e halterofilismo.

    As provas serão realizadas na SOGIPA e na PUC.

    Tem um link que dá o tempo real das provas.

    http://www.neocompeticao.com.br/circaixanacional2 ( mas até o horário desta postagem não tava conseguindo abrir.)

    Mais uma vez vamos prestigiar o esporte.

   

Postado por Tania Speroni

Curiosidade Mórbida

31 de outubro de 2009 2

    Tá bom, todos somos curiosos, não temos como fugir. Eu mesma, não sossego enquanto não descobrir de quem é o número que tá no bina. Mas com relação à intimidade das pessoas, eu controlo, aliás, não controlo, simplesmente não me interessa.

    Mas tem gente que chega a ser doentio, por mais inocente que seja a pergunta e, com as pessoas com deficiência não é diferente.

    As perguntas vão desde:

    – É de nascença? O que aconteceu? Tiro? Ah! Você fala? Entende?

    Até ao: -Como você faz xixi, cocô e transa?

    A Mais fofa que eu já ouvi até hoje foi do Jivago, nosso vizinho que na época tinha 4 aninhos, perguntou como o Milton lavava o pé.

    Tem a famosa: – Cego sonha? E tantas outras perguntas relacionadas à intimidade da pessoa. Não bastassem o nível das perguntas elas surgem em qualquer lugar. Um restaurante por exemplo, a pessoa tá lá comendo, vem um chato qualquer, que faz questão de apertar a nossa mão, bem na hora da bóia e começa.

    – Desculpa a minha curiosidade, mas…?

        No nosso caso, a curiosidade é maior quando descobrem que somos casados, aí a tradicional.- O Milton transa?

    O Milton transa, faz xixi e cocô, pelos mesmos buraquinhos e com as mesmas ferramentas que os outros homens. O mesmo se aplica a Ju, só que no caso dela, com buraquinhos e ferramentas femininas. Já os cegos, surdos, gente pequena, branco, afro descendente, japonês e sei lá mais quem com seus respectivos instrumentos.

    Se mesmo assim, eu não matei sua curiosidade, tenho duas sugestões

    1) Procura no Google

    2) Se você for solteiro, gatinho e tá morrendo de curiosidade. Chama a Juliana prumas Caipirinhas, que ela terá o maior prazer em matar sua curiosidade.

 

   

   

   

  

Postado por Tania Speroni

MAIS CURIOSIDADES

31 de outubro de 2009 3

Tenho uma colega de trabalho que é uma figura. Um amor e uma figura. Sabe aquelas pessoas que tem uma curiosidade quase infantil? Pois é… A Si é assim. Ela sempre me faz as perguntas mais inusitadas e inocentes. Particularmente, não tenho nenhum problema em responder, até gosto quando as pessoas perguntam como faço as coisas. Quando demonstram interesse. Mas, a Si seeeeempre se supera! Dias atrás, ela me perguntou afinal, como é que eu fazia xixi. Eu já tinha explicado mais ou menos. Falado da sonda, da xilocaína, da gaze e o `baralho` a quatro que rola para realizar uma simples mijadinha em 15 minutos.

Bueno, surpreendendo a Si, fiz uma pergunta bizarra: – quer ver como é que eu faço xixi?

Ela respondeu afirmativamente, e lá fomos nós, uma mais sem noção que a outra, pro banheiro. Depois de um `hum, então é assim que funciona`, ela falou algo que achei muito legal. `Agora, quando alguma cadeirante precisar de ajuda, já sei como posso ajudar!`

Simples assim. Outra pergunta `mara`, pérola da Si, foi perguntar pra Camila, estagiária cega que trabalha com a gente, como é que ela sabia que tava limpa depois do tipo 2. Sejamos honestos, toooodo mundo olha o papel pra ver se a bunda tá realmente limpa. A pergunta da mulé é factível. Como o cego sabe que tá tudo ok? Quem respondeu foi a Camila… Segundo ela, quando sente que tá lisinho o papel, o serviço está pronto.

Em relação as caipirinhas, pode me perguntar o que for a hora que quiser. Mesmo sem vodka na cabeça, faço questão de responder. Ser honesto, falar francamente, sem pudores, diminui o hiato que existe entre quem convive com quem tem deficiência ou tem uma, e quem não tem. Diminuir esse hiato significa menos preconceito. Viva as perguntas indiscretas!

Postado por Juliana Carvalho

Resultado da Esgrima

30 de outubro de 2009 4

    Lembram do campeonato lá em Curitiba?

    O RS fez bonito, olha os resultados aí:

          Categoria A Masculino Florete:

    1º Lugar Fábio Damasceno

    2º Lauro Brachtvogel

    3º o paulista Eduardo Oliveira

           Categoria B Florete Masculino:

    1º Jovane Guissoni

    2º Mauricio Stempniak 

    3º o paranaense Rodrigo Massarut

            Categoria C Florete Masculino:

    1º lugar Airton Pinto 

    2º o Paranaense Denis

              Categoria A Florete Feminino:

    1º lugar Daiane Peron

    2º a paranaense Sheila Matik

    3º Suélem Rodolpho
 

     O mais importante: A Seleção Brasileira de Esgrima em Cadeira de Rodas é representada por 5 atletas do RS, são eles: Mauricio Stempniak, Jovane Guissoni, Fábio Damasceno, Daiane Peron, Suélem Rodolpho, contando também com a paranaense Sheila Matik.
     Um pouco do campeonato

 

  

 

 

 

 

Postado por Tania Speroni

Oportunidade de Trabalho

29 de outubro de 2009 4

    Recebemos um e-mail da FADERS, divulgando oportunidade em 36 empresas.

    Não verifiquei o tipo de emprego, nem se as empresas aderiram a moda das Lojas Americanas, excluindo alguns no processo de inclusão, eles conseguiram o que parece impossível.

    Mas voltando ao que nos interessa, clica aqui.

    Confira e veja se alguma dessas oportunidades é a sua cara.

    Boa sorte!

Postado por Milton Speroni

Terça Feliz

28 de outubro de 2009 4

    Quem não foi, perdeu. Quem chegou atrasado, também perdeu. Mas tava “show de bola” nosso encontro na última terça.

    O encontro foi no Só Comes, na Lima e Silva 417.

    Vamos marcar mais encontros em outros lugares e assim, a gente divulga cada cantinho acessível de Porto Alegre.

    Como eu disse a um dos nossos queridos leitores: Se você mora em outra cidade, organiza um encontro aí com sua tchurminha, tira umas fotos e manda pra nós, que publicamos os lugares acessíveis na sua cidade.

    Beijos até a próxima. Vê se vai, né?

    Pontos Positivos:

    Banheiro adaptado

    Sem escadas e degraus espalhados.

    Preço bom

    Pontos negativos:

    Não tem cardápio em braile.

    As mesas são pequenas pros grandalhões como Milton.

    Complicado de achar vaga pro carro.

   

    Galera do basquete e a Ju no meio.

    Lá atrás, dá pra ver o Milton pagando a dolorosa

   

   Maridinho e Ju.

  

     Acesso ao banheiro, portas largas.

  

   O troninho.

Postado por Tania Speroni

A Vida é de Verdade.

27 de outubro de 2009 4

    Não vejo novela, como diz o Athur Xexéo. Semana passada, depois do depoimento do João Carlos Pecci, tive que assistir pelo menos o depoimento dele, tem um atalho legal que é o blog do meu conterrâneo Ronald entra lá: rodaspraquetequero.blogspot.com

    Uma galera me falou desse depoimento, por e-mail, ao vivo, até minha gineco, disse que se lembrou de mim, tive que ver, a curiosidade tava latejando.

    Ainda na semana passada, me perguntaram duas coisas que achei engraçado:

1) Se eu sou feliz

2) Por que estou com o Milton

    Antes de responder a todos, tenho que desabafar:

   Cara! Quando o Pecci aparece na televisão é lindo, quando o Herbert Vianna aparece é lindo, quando todos os deficientes “famosos-VIP`s” aparecem na televisão é lindo, mas quando aparecemos em público “é estranho”?

    Não quero fazer parte do “lindo”, faço parte da vida real, embora os famosos-VIP`s também sejam, a vida deles parecem abstrata, nós somos mais comuns, concretos, é mais fácil você me encontrar na fila do supermercado, do que com um deles.

    A receita pra formar um casal, só um ingrediente é suficiente: O amor; tendo ele, não tem sexo, idade, cor, religião nem tão pouco deficiência, só ele basta, é só partir pro amasso, ou abraço. 

    Respondendo às perguntas.

1) Sim. Eu sou feliz, sou feliz com a vida que eu tenho. Tenho muitas coisas  profissionais e pessoais a conquistar ao longo da minha vida, ser Ministra da Agricultura é uma delas, mas a falta dessas vitórias no momento, não é sinônimo da minha infelicidade e/ou derrota, sou feliz com o hoje, o agora, relacionar a felicidade com projetos futuros é ser infeliz no presente, não dá!

2) Por que estou com o Milton? Por que não haveria de ficar com uma pessoa, que me faz bem, me trata bem, me ama, me faz feliz? Seria no mínimo uma grande estupidez da minha parte, abrir mão disso, por que ele não anda?

   Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retina.

   Anda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor nada serei.

                                                                                          1 corintios 10.

 

Postado por Tania Speroni

Espaço Aberto

26 de outubro de 2009 0

    Povão!!

    Estamos sempre divulgando seminários, audiências, convites, assuntos que são importantes pra gente.

    Quero deixar aberto um espaço de retorno aos participantes destes eventos.

    A participação de todos e sua opinião também é importante.

    Então já sabem: Da próxima vez que vocês forem, nos escrevam contando como foi, os pontos fortes se houve os pontos fracos, tirem fotos que teremos um imenso prazer em publicar.

   Contamos com vocês!

Postado por Tania Speroni

Convite

26 de outubro de 2009 0

     Alô galera de Sampa e região.

     Outro convite que recebemos e divulgando.

    

    As inscrições são em qualquer unidade SESC SP, ou pelo site www.sescsp.org.br

    Mais informações no telefone 0XX115080 3008

    Ou ainda pelo e-mail: comunicacaoeexclusao@vilamariana.sescsp.org.br

Postado por Tania Speroni

AMOR SEM BARREIRAS

24 de outubro de 2009 7

Tchurma, o Sem Barreiras hoje traz uma história emocionante! Tenho uma prima, que se chama Daniela P. Carvalho. Ela é uma doçura de pessoa, sempre foi. Já faz algum tempo ela surpreendeu toda a família adotando uma criança. Não era um bebezinho recém nascido, rosado e gordinho. A Dani adotou uma criança que nasceu sem deficiência, mas em virtude de maus tratos acabou com paralisia cerebral. Sim, não dá pra acreditar que uma criatura possa fazer tanta judiaria com um bebe, mas a `mãe da criança` (e põe aspas nisso) a espancava e com seis meses, o Carlinhos teve lesões tão graves no cérebro que hoje ele não pode caminhar nem falar. Depois de tudo isso, a `mãe` abandonou o moleque no Lar Santo Antonio dos Excepcionais… E quando a vida parecia ter virado às costar pro Carlinhos, eis que surge a Dani e seu maridão Robson. Ela conta pra gente como foi que aconteceu essa história.

 

Poderia definir como ‘angústia’ o que senti ao saber que o Lar Santo Antonio dos Excepcionais seria um dos clientes da carteira que eu atenderia. Eu acabara de ingressar em um novo emprego com o cargo de atendimento aos clientes e precisava me dedicar ao máximo, pois era uma ótima oportunidade profissional. Estávamos em de fevereiro do ano de 2004.

         Por mais que eu tenha tentado protelar este momento, num certo dia lá estava eu, entrando no abrigo, completamente apavorada. Minha imaginação mostrava um lugar aterrorizante, meio fantasmagórico. Qual foi minha surpresa ao me deparar com aquela realidade tão diferente do que eu havia idealizado. Olhando aqueles rostinhos só conseguia sentir vergonha e constrangimento ao ver que meus receios não tinham cabimento diante de tanto sofrimento e abandono.

         ‘Triste’ acho que é a palavra que melhor define a realidade de qualquer um que seja abandonado pela família à própria sorte, ainda mais tendo uma grave deficiência. O ser humano, sem dúvida, é, no mínimo, surpreendente.

         Após o primeiro impacto, refeita e novamente senhora de mim, fui absorvida por um sorriso que me lembrara alguém conhecido. Foi uma sensação inexplicável, algo de familiar e encantador me chamou muito a atenção. Fiquei dias a lembrar daquele sorriso aberto, e uma pergunta martelava dia e noite no meu pensamento: que nome teria aquele sorriso?

         Na semana seguinte, voltei ao abrigo e imediatamente me dirigi ao salão onde ficavam as crianças. Ao localizar aquele pequeno corpo deitado na cama, meus olhos correram à placa de identificação: Carlos A. P. Carvalho. Fiquei gelada, não acreditava no que meus olhos me mostravam. A lembrança dos aventais bordados pela minha mãe nos tempos em que eu frequentava a creche foi imediata: Daniela P. Carvalho. Era mais que coincidência, era um sinal, a confirmação de que realmente algo me ligava àquela criança. Apesar da abreviatura representada pela letra P não ter o mesmo significado em nossos nomes, naquele momento fui tomada pela certeza de ter encontrado alguém da minha família. Foi amor à primeira vista. Nunca mais me separei daqueles olhos.

          Como durante as visitas de trabalho não havia tempo para ficar ao lado de Carlinhos, comecei a frequentar o abrigo aos finais de semana, apenas para ficar com ele. Seis meses depois meu marido tomou a decisão de também conhecê-lo. Impressionantemente ele também sentiu algo que não soube explicar ao ver Carlinhos pela primeira vez e passou a me acompanhar nas visitas ao pequeno.

         Pouco tempo depois ingressamos no programa de Apadrinhamento Afetivo coordenado pelo Instituto Amigos de Lucas e reconhecido pelo Juizado da Infância e Juventude, onde conseguimos a guarda especial de Carlinhos. Com ela, conquistamos o direito de levá-lo para nossa casa aos finais de semana, viajar com ele nas férias e feriados. Foi um caminho sem volta. A cada segunda-feira era mais difícil deixá-lo no abrigo. Um profundo vazio se fazia em nossa casa, não víamos a hora de chegar a próxima sexta-feira para trazê-lo de volta. Suas roupas começaram a ocupar mais espaço no armário, os sapatinhos, o colchão onde ele dormia em nossa casa parecia pedir uma cama definitiva. Gradativamente Carlinhos foi conquistando o seu espaço na casa e nos nossos corações. Até que um ano e meio depois de termos apadrinhado aquele menino, resolvemos adotá-lo.

         Ele já estava com sete anos, foi o momento mais importante de toda a nossa vida. Construímos mais um quarto e um escritório para que eu pudesse continuar trabalhando em casa. Vi minha vida fazer sentido como nunca antes havia feito.

         Tudo mudou. Nossos hábitos, horários, vida social, e tantas outras adaptações que tivemos que fazer em nossa pacata vida de ‘casal sem filhos’. Mas tudo valia à pena. A alegria de ter Carlinhos definitivamente em nossa vida compensava todos os convites que recusávamos em função de termos um filho. Passamos a fazer programas mais ‘família’ e menos ‘casal’. Só quem tem filhos sabe o quanto eles modificam a nossa rotina.

         Crescemos como seres humanos, nos unimos mais ainda como casal, nos tornamos pai e mãe. Assumimos todas as responsabilidades que isto implica. E ainda assim, nos sentimos novamente crianças.

         Um ano e meio depois tivemos nosso filho biológico: o Leonardo. Leo encheu nossa casa de alegria, uma experiência completamente diferente da adoção de Carlinhos. As necessidades eram diferentes, as demandas, os horários, enfim, tudo.

         No dia em que Leonardo nasceu, mais uma vez me surpreendi com os mistérios da complexidade entre os sentimentos e a razão. Vi cair por terra a teoria de que filhos adotados são iguais a filhos adotivos. Filhos são filhos, independente de como chegam a nossas vidas. Ao ver Leonardo pela primeira vez, quando o médico o tirou de minha barriga, imediatamente lembrei-me de Carlinhos e comparei os sentimentos que eu tinha pelas duas crianças. Leo ainda estava sujo de sangue, estava apavorado com a nova atmosfera que o envolvia. Naquele momento pensei: “Não conheço este bebê. Ele também não sabe quem sou eu. Se me trouxerem qualquer outra criança após levarem-no para ser pesado e medido, eu não saberia diferenciá-lo ou identificá-lo. Não conheço seu cheiro, não sei por que motivos ele irá chorar, não sei nada sobre ele. Ao mesmo tempo em que ele também não saberia que não é sua mãe uma outra mulher que viesse a amamentá-lo. Ele receberia como mãe qualquer pessoa que o tratasse como filho. Diferentemente do Carlinhos, que me conhece, e que eu também conheço. Temos uma história, um amor que construímos, dependemos emocionalmente um do outro, pois os laços que nos unem são mais fortes do que a vida ou a morte.”

         Senti-me horrível por ter este pensamento. Mas esta é a mais pura realidade. O amor se constrói dia a dia. Mesmo este amor incondicional entre pais e filhos. Sua condição é a convivência, a cumplicidade, a troca de experiência, o que aprendemos e ensinamos ao outro, pois o sangue pura e simplesmente não significa nada, não nos liga a ninguém, ele é razão genética e não emoção.

         Felizmente minha capacidade de amar não se esgotara em Carlinhos. Quanto mais amamos, mais somos capazes de amar. E pouco a pouco o amor por Leonardo foi desabrochando. Na verdade ele sempre esteve em meu coração, desde que resolvi ter mais um filho. Com o passar dos dias fomos nos conhecendo, nos identificando, construindo nossos rituais, nossos hábitos, e tudo parecia cada vez mais familiar, mais harmonioso.

         Os meninos foram lentamente se percebendo, se aproximando e se descobrindo como irmãos. Leo já nasceu irmão de Carlinhos. Um dia ele saberá que Carlinhos não possui a mesma identidade genética que ele. Mas tenho certeza de que para ele isto não fará nenhuma diferença, pois o amor que os une não conhece preconceito e nunca conhecerá.

 

                                               Daniela Carvalho.

Chuif, chuif… Ela sempre me emociona!

  

   Comemoração em grande estilo

   O olhar do Carlinhos e a toalhinha dizem tudo

   Dani e Carlinhos

   Carlinhos, Papai Noel, Mamãe Dani e Maninho Léo

   Papai Robson e Carlinhos

Postado por Juliana Carvalho

A Vitória da Vitória

23 de outubro de 2009 3

     O Zero Hora, quarta-feira, 21 de outubro, trouxe uma reportagem na página 34, onde relatava um caso muito comum nos dias de hoje:

    Vitória, uma adolescente de 16 anos, levou um tiro que lhe atingiu a C5-C6. A origem da bala era desconhecida. Vitória ficou tetraplégica.

    Oito anos depois, a Vitória ganha uma causa na justiça que faz com que o Estado pague-lhe uma indenização de 300 salários mínimos mais uma pensão mensal de três salários mínimos.

    A Vitória da Vitória? Oito anos depois, a decisão foi considerada “rápida” porque a Vitória hoje atende aos pré-requisitos na agilidade de um processo, ter deficiência física.

    Vitória da Vitória? Ganhar e não levar? Pela reportagem deu a entender que, quem deu dignidade à Vitória, foi a mãe dela, quem arcou com a moradia e bem estar da Vitória foi sua própria família, o Estado foi omisso e agora que é obrigado a se fazer presente, será por precatórios? 

    Durante esses oito anos de omissão de Justiça e Estado, a Vitória mudou-se por não ter condições de morar em Porto Alegre. Em oito anos, a menina se transformou numa mulher, estudou a duras penas, formou-se em psicologia, dava tempo de fazer especialização, mestrado, oito anos são duas Copas do Mundo ou duas Olimpíadas.

    A Vitória da Vitória não é a justiça ineficiente, não são os precatórios do Estado, é a vontade de viver, de lutar, de manter os sonhos que a bala perdida poderia ter-lhe roubado, mas graças a uma família e muita luta, a pequena Vitória tornou-se mulher Vitoriosa.

   A Vitória é a própria Vitória.

  Genaro Joner

 

Postado por Tania Speroni

Olímpiadas

22 de outubro de 2009 0

    Galera,

   Arranjei um programa pra todos vocês, no sábado!

   Na verdade não são Jogos Olímpicos como eu coloquei no título, o que vai rolar é o JOMEEX:

    Jogos Municipais de Estudantes Especiais, que já tá na 38º edição, dessa vez serão 1200 atletas com idades entre 9 e 60 anos, que se dividirão em modalidades como corrida (50m, 100m, 200m, 4X100m revezamento, 5X20m estafeta, além de arremesso de peso, arremesso de pelota, caminhadas para atletas com paralisia cerebral e difculdade de locomoção.

    Palavrinha mágica: É “di grátis”

    Então já sabem:

    Sábado das 9 até as 17 horas, tem o JOMEEX.

    Vai ser na sede campestre do SESC, que fica na Protásio Alves 6220.

    Na dúvida liga: 3224 4645

  

    Corrida

 

     Caminhada acompanhada.

 

   Momento mais esperado, por todos: As medalhas

P.S.: A Ju vai estar lá fazendo a cobertura do evento que será pauta do Faça a Diferença (www.facaadiferencaalrs.blogspot.com)

Postado por Tania Speroni

III PRÊMIO SENTIDOS

21 de outubro de 2009 0

Tchurma, estão abertas as inscrições para a terceira edição do Prêmio Sentidos, promovido pela revista Sentidos em parceria com a Record e a AVAPE (Associação de Valorização e Promoção do Excepcional). O objetivo da premiação é reconhecer talentos e realizações de pessoas que tem suas vidas pautadas pela superação! Bateu o carro, se estropiou, reaprendeu a viver, e hoje faz algo pra melhorar esse mundão de Deus? Te inscreve! Nasceu cego, mas enxerga além? Te inscreve! É surdo, mas sabe escutar o próximo e fazer o bem? Te inscreve também, má ôe!

São três categorias:

Gente como a gente – Para você que tem uma trajetória de vida vencedora, superando as dificuladdes impostas pela deficiência (que dificuldades? ah, pra mim a pior parte é fazer o tipo dois, luva e pá!);

Talentos especiais – Para você que supera as dificuldades impostas pela deficiência por meio do talento e do esforço pessoal, através de performances artísticas ou esportivas (wow, é o Sidney Magal de muletas? Manda ver!);

Menção honrosa – Para sua empresa ou organização do terceiro setor que contribui para a inclusão social da pessoa com deficiência.

As inscrições vão até o dia 31 de dezembro de 2009, mas não vai fazer como todo brasileiro e deixar pra última hora! Duvido que alguém vai lembrar de se inscrever no reveillon!

Mais informações: Me clica!  

 

Postado por Juliana Carvalho

BLITZ DA ACESSIBILIDADE

20 de outubro de 2009 6

Uma das desculpas que os donos de bares e restaurantes com falta de acessibilidade dão é de que `não vem ninguém aqui de cadeira de rodas…` Se o que falta é presença de quebrados, vamos resolver este problema! Já faz um tempinho que a Tania, o Milton e eu bolamos uma estratégia para pressionar a tchurma que comanda a boemia em Porto Alegre: vamos fazer blitzes de acessibilidade. Claro que cada deficiência tem suas peculiaridades, acessibilidade para um cadeirante não é a mesma coisa que acesso para uma pessoa surda ou uma pessoa cega, e assim vai. Queremos rampas decentes, banheiros espaçosos, cardápios em braile, garçonetes gostosas que saibam LIBRAS… e claro, cerveja gelada! Convocamos os quebrados baladeiros para se unirem a nós! O plano é a cada quinze dias fazer um encontro Sem Barreiras em algum boteco da capital. Yeah! Vamos meter pressão nos divertindo, e tomando caipirinha! Uhu! A primeira blitz acontece hoje!

Onde? Botecão Só Comes, na Lima e Silva n.º 417 – Fone: 3224-3254

Como chego lá? Me clica

Que horas? 19h30 – é hora feliz!

Vamô curti!!!

P.S.: SE CHOVER, O ESQUEMA FICA PRA OUTRA TERÇA! A TANIA FALOU QUE É DE AÇUCAR, HEHEHEHE.

Postado por Juliana Carvalho

Seminário em Cachoeirinha

19 de outubro de 2009 0

    Alô Galera de Cachoeirinha.

   Dia 22 de outubro, acontecerá o 6º Seminário de Políticas Sociais de Pessoas com Deficiência.

   As inscrições poderão ser feitas no dia dia do evento ou pelo e-mail: cepefa.rm@gmail.com .

   Maiores informações pelo (51) 3438-4930

   O local do seminário é no Plenário da Câmara de Vereadores de Cachoeirinha.

   

Postado por Tania Speroni