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Posts de abril 2010

Dica legal

29 de abril de 2010 0

Alguns de vocês devem ter visto a Campanha Siga Essa Idéia.

Acontce, que a campanha tem um site, dá um pulo lá.

Mão Boba.

27 de abril de 2010 0

Olha que legal esse site.

Na verdade é um livro com imagens táteis de…

Contribuição do leitor.

26 de abril de 2010 3

O leitor Germano e sua esposa, estiveram no Chocofest de Gramado e nos enviaram fotos e sugestão de uma pousada com adaptações.

A Pousada Caliandra em Canela-RS.

O Germano fala que sempre fica lá, olha que legal e tentador.

O Sem Barreiras agradece mais essa participação do leitor Germano Stumpf, lá de Ibirubá-RS.

Poderia ter sido eu!

20 de abril de 2010 5

Ontem à noite, vendo o Jornal Local da RBS, saiu uma notinha, que até agora me assustou, me indignou e me fez pensar: Poderia ter sido eu.

Um cidadão, viu um babaca parar na vaga reservada e reclamou.

Dentro do supermercado o cidadão foi covardemente atacadoI.

Não sei quem é o cidadão, poderia ter sido eu, eu vivo chamando a atenção das pessoas que param nas vagas reservadas.

Centro de Vida Independente-RIO

19 de abril de 2010 0

Galera do Rio, o Centro de Vida Independente,CVI, irá promover um baita curso e gratuito.

Trabalha com pessoas com deficiência em várias frentes e realizam anualmente um curso voltado às pessoas que sofreram uma Lesão Medular.

De forma descontraída e com muito conteúdo, o curso foi essencial para a autonomia de muitas pessoas e famílias, além de profissionais da área.

Ele é gratuito para pessoas com lesão medular, familiares e amigos, mas, mesmo assim, estão com dificuldades em formar uma turma.

Divulguem e participem.

 

De blog em blog

19 de abril de 2010 0

Turma!

Esse texto eu “colei” do Mão na Roda.

Mudança de paradigma

Maria Paula Teperino – segunda-feira, 19 de abril de 2010 – 09:31

Vendo a matéria no Globo Repórter sobre células-tronco, entendo perfeitamente bem aquela moça que foi para China servir de cobaia para um experimento, que na melhor das hipóteses, não causa melhora alguma. Sim, porque como bem dito pela cientista da USP, Dra. Mayana Zatz, ainda não se tem a garantia de que as células colocadas na medula se transformarão em células nervosas. Corre-se o risco de virarem tecido ou osso. Já pensou que estrago ao paciente se começasse a nascer um osso em sua medula? Mas voltando ao porque ou não de pagar tanto dinheiro por algo sem nenhuma garantia, eu penso que o que leva a isso é uma coisa chamado desespero.

Pensem bem, antes de ficar deficiente, quantos cadeirantes você conhecia que trabalhavam, viajavam, surfavam, andavam de handbike, eram casados(as), tinham filhos? Enfim, tinham uma vida, ou a possibilidade de ter uma vida como a de qualquer outra pessoa sem deficiência?

O que ainda se ouve o tempo todo é que fulano sofreu um acidente e ficou “preso a uma cadeira de rodas”, que virou um “meio-homem” ou uma “meio-mulher”, por ter perdido a sensibilidade da cintura para baixo, ou que fulano apesar de não andar, ainda conserva uma alegria, que é um exemplo de vida. Enfim, o repertório é vasto e todos aqui sabem muito bem o que ouvimos todos os dias.

É claro que perder parte dos movimentos de uma hora para outra, não é de forma alguma o desejo de ninguém. É muito ruim não andar, mas também é ruim envelhecer, saber que a vida vai ter um fim. Mas nem por isso as pessoas deixam de envelhecer. A maior parte das pessoas sabe que, caso se cuidem, vão poder envelhecer com uma boa qualidade de vida, e continuar fazendo coisas prazerosas, mesmo que de uma outra forma. É exatamente isso que acontece com a deficiência. Ela não é a opção de ninguém, mas se as pessoas que deixam de andar tiverem outros paradigmas, que não sejam os que ainda estão vigendo, elas vão saber que a vida continua, que mudanças vão acontecer, mas que depois de certo tempo tudo vai estar completamente igual, os mesmos problemas de antes, as mesmas alegrias, as mesmas vontades, as mesmas preguiças, ou seja, muda a embalagem mas a essência é a mesma.
O que nós, pessoas com deficiência que estamos na vida, militando, escrevendo, passeando, trabalhando, amando, enfim, vivendo prazerosamente estamos possibilitando, é uma mudança de paradigma e com isso possibilitando a outros jovens que acabaram de ficar sem andar, a esperança de que a vida pode ser tão prazerosa como de outrora e que ser cobaia de um picareta de plantão não é o melhor que se tem a fazer.

O texto acima é da nossa leitora Maria Paula Teperino. Segundo ela, a idéia era publicá-lo como comentário no post do Nickolas – “Negócio da China com células-tronco”, mas o texto ficou muito grande e ela resolveu enviá-lo pra gente. Ficou bem bacana!

Aproveitamos para falar que ela vai participar do programa Sem Censura, hoje, que vai ao ar na TV Brasil das 16 às 17:30h. Fiquem ligados!
No programa, também estarão Juliana Carvalho,do livro Na Minha Cadeira ou na Tua, e Henrique Saraiva, da Adaptsurf.

Mais Fama...

15 de abril de 2010 0

Galera!

Amanhã, sexta-feira, a partir das 10 da manhã.

“ELA” again.

Fama, dinheiro e poder.

14 de abril de 2010 0

Cara a Juliana tá tão famosa, que nem ela sabe das publicações.

Essa loira tá demais!

Saiu no Diário do Comércio

Existe vida na cadeira de rodas

Existe vida na cadeira de rodas. E humor.
Geriane Oliveira e Sandra Manfredini – 13/4/2010 – 19h28

Newton Santos/Hype

Quando tinha 19 anos, em Porto Alegre, Juliana Carvalho tinha um sonho:  terminar o curso de Publicidade e Propaganda, mudar para São Paulo e trabalhar numa grande agência. Ela queria ser workaholic.  Hoje, aos 28 anos, ela quer voltar a andar, trabalhar com comunicação e inclusão, motéis adaptados para deficientes e um iate também adaptado para receber seus amigos “quebradinhos”.

Nascida na capital gaúcha em 1981, é publicitária e se tornou cadeirante  por conta de uma inflamação na medula, decorrente de lúpus, uma doença autoimune.  Atuante em movimentos de inclusão, Luciana apresenta o programa Faça a Diferença, na TV da Assembléia Legislativa do Rio Grande Sul, onde é funcionária concursada, e  mantém os blogs Comédias da Vida Aleijada (comediasdavidaaleijada.blogspot.com) e Sem Barreiras (www.zerohora.com.br/sembarreiras), do Grupo RBS. Juliana também dirigiu o curta-metragem O que os olhos não vêem, as pernas não sentem, premiado pelo Júri Popular do Festival Claro Curtas de Cinema, e agora  promove o lançamento do seu primeiro livro Na minha cadeira ou na tua?, da editora Terceiro Nome.

No livro, em forma de diário, fala da sua vida antes e depois da cadeira de rodas, abordando, entre outros assuntos, a sexualidade entre as pessoas com deficiências. A obra mistura autobiografia e dicas de  como lidar com a restrição de movimentos, inclusive na hora sexo. “É preciso reaprender o sexo. Tive de aprender a sentir prazer de novo”, diz Juliana. Sem esconder os momentos dolorosos e a vontade de desistir, o relato mostra humor e esperança em situações difíceis e expõe tragédia e comédia. Uma história que pode, inclusive, virar filme. “Já existe interesse”, conta. Acompanhe abaixo a entrevista com Juliana, concedida segunda-feira, na Livraria Cultural do Conjunto Nacional.

Diário do Comércio – Você começa o livro questionando “por que a vida faz dessas com a gente? Estilo bola de boliche, faz strike em nossos planos”. Mais para frente diz que “é tão bom, ser diferente é normal”. Você não ficou revoltada com sua nova condição? Teve momentos de depressão?
Juliana Carvalho –
Fiquei realmente ‘deprê’, depois que já estava doente, quando soube que tinha trombose e tive de voltar ao hospital. Ali dei uma baqueada. Estava começando a trabalhar, engrenando o ritmo de vida novo. Aí tive de parar tudo de novo e me internar. Como sempre, ficava na expectativa de que iria caminhar logo, fiquei mal porque via o tempo passando e me sentia  muito dependente. Sempre acreditei que voltaria a caminhar e essa foi uma forma que encontrei de não me deprimir. Por isso minha mãe me chama até hoje de adolescente flutuante. Uma fase que, no fundo, todo mundo passa. Afinal, a vida não é feita só de alegrias.

Foram muitas especulações até ter  um diagnóstico preciso da sua doença?
Cada especialidade médica dizia uma coisa, daí não tinha como saber. Hoje, sei que tive lúpus, uma doença autoimune que pode atacar qualquer parte do corpo. Ela começou a se manifestar ao longo da vida e tive alguns sinais, com um problema nos dedos das mãos,  alergia ao suor, reumatismo e a poliartrite. Conto tudo no livro. Depois a inflamação na medula. Eram sintomas mas ninguém sabia. Só tive o diagnóstico de lúpus depois de já ter ocorrido a lesão medular.

Como era sua vida e quais eram os seus sonhos antes da doença? São os mesmos de agora?
Tinha 19 anos  e estava no meio da faculdade de publicidade, que terminei depois. Queria vir para São Paulo e trabalhar numa grande agência de publicidade. Ser workaholic. Tinha muitos amigos, aprontava horrores, coisa que faço ainda hoje. Tenho hoje como sonho voltar a andar. Quero trabalhar com comunicação e inclusão, o que já estou fazendo. E, claro, dar certo com um “quebradinho” (como ela chama os cadeirantes).

Newton Santos/Hype
“Temos de respeitar a todos porque a diversidade humana faz parte da vida. E a vida merece muito ser respeitada”, fala Juliana Carvalho, escritora.

Pelo livro percebe-se que, antes da doença, você era baladeira e aproveitava a vida com humor. Era até diferente dos padrões e continuou sendo assim depois da doença. O humor é uma característica da sua personalidade?
Quando fiquei doente pensei: ainda bem que fiz tudo o que quis, curti bastante. Mas continuo daquele jeito no que dá. A diferença é que a gente fica mais limitada para sair e viajar, por conta da restrições, como a falta de acessibilidade. Vai caindo a ficha. Mas no início, não estava nem aí. Era assim: Ju a festa é no quarto andar e não tem elevador, mas tem uma escadinha. Tá bom, então vamos! Claro que sempre tive ajuda dos meus irmãos, dos amigos e de gente que nem conhecia. Tive muita sorte. A comédia nas situações que enfrentei fazem parte da minha vida.

Quando você decidiu escrever o livro? A história da cadeirante  Luciana, personagem da novela da Globo, foi um incentivo?
Quando surgiu a novela eu já tinha concluído o livro há dois anos e procurava uma editora. Quando comecei a recuperar os movimentos das mãos decidi escrever. Muitas vezes parava porque era muito doloroso reviver tudo. A novela facilitou as coisas porque virou moda ser cadeirante. Sinto também que o movimento de inclusão do deficientes está mais integrado, inclusive em função da internet. No livro, não coloquei todo o processo que vivi, mas trabalhei a questão do autoconhecimento, inclusive com ajuda de psiquiatras e psicólogos.

Que resultados você obteve nessa área?
Procurei ajuda em tudo, até conhecer um terapeuta, que trabalhava com medicina alternativa. Esse cara, que hoje é meu guru, me levou a fazer regressão e acredita que minha doença foi causada por um trauma intra-uterino. Meus pais quase se separaram durante a minha gestação e meu inconsciente captou isso. Quando eu tinha 17 anos, minha visão de família perfeita começou a ruir, produzi, inconscientemente, a doença,  com a ideia de que isso iria unir a família. E o que aconteceu? Meus pais se separaram e eu fiquei numa cadeira de rodas.

No livro você conta que sua vida sexual bastante ativa. E depois da lesão fala do sexo pela sensibilidade. Como ficou o sexo para você?
A maioria das pessoas tem como referência de sexo a relação direta, mas o sexo envolve muita coisa. Existe um desconhecimento muito grande sobre essa questão. Para o cadeirante muda muito, principalmente porque entra mais a questão da sensibilidade. Do toque. O corpo muda, sobretudo para as mulheres, que só conseguem fazer sexo se estiverem se sentido bem. Ficamos preocupadas se tem uma gordurinha. Eu engordei 20 quilos e tive solidão. Mas o orgasmo, no entanto, é uma função cerebral relacionada ao estímulo tátil, que é poderosíssimo. Então o sexo ficou baseado na sensibilidade.

Qual a diferença do sexo antes e depois? Você pretende ter filhos?
Da altura do seio para baixo a sensibilidade ficou alterada. Sinto pressão nos seios e na barriga. Eu tinha como referência a minha vida sexual de antes, então, lembro do que sentia quando tocavam minhas pernas, por exemplo. Tive que aprender a ter prazer de novo. O cadeirante usa muito o estímulo visual, por exemplo. Mas não sei como é para uma menina que ficou cadeirante sem ter relação sexual antes. Quanto a ter filhos, é uma questão de preparação, sobretudo psicológica. Mas ainda tenho muito tempo.

Como foi seu processo de readaptação. Você já é uma pessoa independente?
No início era mais dependente, aí, quando fui para o Sarah (Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação), em Brasília, aprendi  a me virar sozinha e tive um salto de qualidade de vida. Agora estou independente. Sou funcionária pública da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul e trabalho na área de comunicação. Lá também apresento, há mais de um ano, o programa Faça a Diferença, promovendo direitos humanos e o respeito à diversidade. Levei cinco anos para tirar carteira de motorista. Vivi uma situação em que só faltou arrombar a porta do carro. Hoje dirijo, o que é muito bom. A parte de ir ao banheiro é ruim, por causa da sonda, mas nada que não se pegue a prática. Antes pensava como muitas pessoas, que estar numa cadeira de rodas significa que a vida acabou. Só que quando a coisa cai no teu quintal, tu tem que segurar. E a gente sabe que a coisa não é tão ruim assim. Ainda mais quanto se tem a troca com pessoas da mesma condição. O lance é que cada um tem a opção da escolha o tempo todo.

Newton Santos/Hype
Aos 28 anos, Juliana vive há quase 10 numa cadeira de rodas: no livro, uma história de autoconhecimento.

Que mensagem você quer passar e qual público  pretende atingir com o livro?
È preciso dizer que existe vida depois da lesão e também difundir a questão da acessibilidade. Escrevi o livro para o cadeirante, para pessoas com outras deficiências, e também para todos que têm interesse no assunto acessibilidade. É mesmo uma história de vida.

Você mantém os blogs Comédias da Vida Aleijada  comediasdavidaaleijada.blogspot.com) e Sem Barreiras (www.zerohora.com.br/sembarreiras), que abordam  acessibilidade e inclusão. Além do motel e do carro adaptado nos centros de formação de motoristas, quais reivindicações são mais urgentes?
Calçadas e rampas para cadeirantes e não para alpinistas. São mudanças que beneficiarão muita gente. Por exemplo: sair para jantar fora não pode ser uma limitação. Tem de ter acessibilidade.

Nos últimos ano houve melhoras nessa questão?
Poucas. Está melhorando a passo de formiga. Soube que em São Paulo tem vários motéis adaptados e carros para aprendizagem também. Em termos de legislação, a gente está bem munido, mas  falta fiscalização. Trabalhando na TV a gente consegue ir lá, reclamar, cobrar e denunciar. Acho que o tema está ficando bem difundido e a minha idéia é fortalecer o movimento pela inclusão do deficiente pela comunicação, uma arma  poderosa.

Esses são os maiores desafios para uma pessoa com deficiência hoje?
Quando alguém me diz “quando tu era normal”, pergunto logo: por que, sou anormal agora? Normal é uma palavra muito complicada. A partir daí imagina-se quanta barreira pelo preconceito. Ainda é necessário explicar que em vez de aleijado temos o cuidado de dizer pessoa com deficiência, reforçando a questão da cidadania, da autoestima, mostrando que antes de tudo é uma pessoa normal. Acredito que chegará um momento em que a distinção entre as pessoas vai desaparecer, mesmo porque, ninguém está livre de sofrer um acidente, ter um AVC ou um filho deficiente. Temos de respeitar a todos porque a diversidade humana faz parte da vida. E a vida merece muito ser respeitada. É nisso que eu acredito.

Absurdo em Santa Maria

13 de abril de 2010 4

O caso aconteceu em Santa Maria-RS, com o jovem Luís Felipe Ströher de apenas 21 anos, esse mesmo garoto, já foi matéria do Caderno Vida em dezembro passado.

O acontecido? Foi convidado a se retirar da pista de dança da Boate Corujão na BR-158 de Santa Maria.

O motivo? A cadeira dele tava atrapalhando.

Se você clicar aqui, pra  ler toda a reportagem do Diário de Santa Maria.

A vereadora Sandra Rebelato, que também é mãe de um cadeirante, escreveu um artigo que eu acho mais do que justo publicar, independente de ser uma política, independente de ser vereadora, ela é mãe e como nós sentiu a dor do preconceito, ainda que seja numa pessoa que sequer conhecemos, mas quando uma coisa dessas acontece com um cadeirante, a gente só pensa: Isso poderia ter sido comigo!


“Recentemente lemos entristecidos a notícia de que um jovem que registrou ocorrência policial, alegando ter sofrido constrangimento por sua condição de cadeirante. Segundo relata o universitário, o episódio aconteceu em uma casa noturna de Santa Maria, local onde outros tantos jovens iguais a ele freqüentam para se divertir. É inadmissível que casos como esse ainda venha macular nossa cidadania, ferindo direitos garantidos pela Constituição. É difícil aceitar que um jovem universitário tenha sido ‘gentilmente’ convidado a se retirar da pista de dança, pois sua cadeira – objeto imprescindível para sua locomoção – estaria ‘atrapalhando’ os demais. E eu pergunto: onde está o respeito? Onde está o bom senso? Quem responde pela igualdade de direitos e a tolerância pelas diferenças?

Durante muito tempo os deficientes físicos foram considerados pessoas diferentes, incapacitadas, condenadas ao ostracismo e a uma vida sem atividades. Também foram discriminadas e colocadas à prova em suas habilidades. Atualmente, as dificuldades ainda existem, mas muitas pessoas têm trabalhado para reverter esta situação. Como exemplo disso, temos a Lei Federal 7853/1989, estipulando uma política nacional para integração das pessoas com deficiência. Temos também a Lei 11.133/2005, instituindo o 21 de setembro como o Dia Nacional da Luta da Pessoa Portadora de Deficiência.

Dentro da minha esfera legislativa, em agosto de 2009, protocolei uma proposição indicativa sugerindo ao Poder Legislativo de Santa Maria a criação do Conselho Municipal das Pessoas com Deficiência. A medida visa indicar políticas públicas e ações de ordem legal e administrativas destinadas a facilitar as atividades das pessoas com deficência, melhorando assim, as condições de vida dessas pessoas.

Justificando minha intenção, além da experiência pessoal de ter um filhocadeirante, reconheço que em Santa Maria existe um grande número de pessoas com deficiência, no entanto, se engajam em diversas atividades. Estes cidadãos e estas cidadãs superam dificuldades, enfrentam obstáculos e mostram competência em atividades compatíveis com suas limitações.

Por isso, Santa Maria carece de um órgão que represente os(as) portadores(as) de deficiência e que sugira ações ao Poder Público, reivindicando medidas destinadas a minorar as dificuldades, melhorando a qualidade de vida desta parcela significativa da população. Nossa cidade precisa seguir o exemplo de municípios gaúchos como Santa Cruz, São Leopoldo, Rio Pardo, Rio Grande, Pelotas, Gravataí, Caxias, Carazinho, Canoas, Bento Gonçalves e Porto Alegre, que já possuem seus Conselhos.

É claro que há muito para ser feito. Os(as) portadores(as) de deficiência, como todas as pessoas, precisam ter acesso à saúde, oportunidade de trabalho/emprego, rampas, calçadas livres para transitar, elevadores, banheiros adaptados, escolas, lazer, esporte e, sobretudo exigem e merecem RESPEITO!

Sandra Rebelato, advogada e vereadora, Partido Progressista, Santa Maria, RS.

O Sem Barreiras, gostaria muito de enviar um e-mail aos proprietários da boate, pra que eles se explicassem (explicar o inexplicável), mas como sempre abrimos um espaço aos aqui citados, seria justo com eles também o direito a um espaço no nosso bloguinho.

Nós na fita!

12 de abril de 2010 3

Saímos no R7.

Um tempinho atrás,  a jornalista, Camila Neumam, nos enviou umas perguntas a respeito da nossa vida a dois.

Lendo um blog aqui, outro ali, vi que a gente já tinha sido publicado, juntamente com meu brother Sam e a Gi.

Só saiu foto do Sam, Papagaio de Pirata, preferimos não ofuscá-lo.

Cadeirantes driblam limitações
e chegam ao prazer sexual

Casais afirmam que vivem felizes na intimidade independentemente da deficiência

As limitações físicas não impedem paraplégicos e tetraplégicos de fazerem sexo e mesmo ter prazer com isso. Um bom exemplo disso é a rotina do administrador Alessandro Ribeiro Fernandes, de 36 anos. Mineiro, Fernandes se acidentou em julho de 2006 quando a moto que dirigia foi atropelada por um trator dentro da Universidade de Viçosa, no interior de Minas. Ao cair de cabeça, o peso do corpo lesou a medula. Antes do acidente, Fernandes era adepto de esportes radicais como trekking e mountain bike. Hoje paraplégico, mantém um relacionamento com Giordana desde 2007, com que já tinha namorado em 2003.

Segundo ele, o segundo momento do relacionamento com a amada só melhorou. Há dois anos morando juntos, ele afirma que “nunca esteve tão feliz como hoje”.

– Temos um relacionamento muito tranquilo e sem ciúme e vivemos de uma forma bem harmoniosa.

Independente, Fernandes dirige e se vira bem em casa, como ele mesmo diz.

– Por ser um homem muito alto, com 1,95 m, consigo fazer quase tudo em casa, mesmo sentado. Só não pego coisas de dois metros para cima, brinca.

E como qualquer outro casal, eles mantém uma vida sexual saudável.

– Dá para namorar, não perfeitamente, mas não tem muita diferença. As posições é que são limitadas, mas não precisa de medicação, funciona normal.

Tanto que sua namorada está em processo de inseminação artificial para poderem ter filhos. “Pretendemos tê-los daqui um ano e meio, dois anos”, diz. 

Casamento e filhos Fato semelhante envolve a vida do casal Tania de Melo Barbosa Speroni, de 35 anos, e Milton José Speroni, de 45 anos. A veterinária e o bancário vivem em Porto Alegre (RS). Milton sofreu um acidente de carro há 10 anos quando voltava da faculdade à noite por uma estrada. O carro capotou e Milton ficou tetraplégico. Segundo Tania, o casal se conheceu no Rio de Janeiro e ficaram anos sem contato, até ela conseguir um trabalho na capital gaúcha.

– Soube que ele havia sofrido o acidente, mesmo assim resolvi reencontrá-lo sem nenhum compromisso, mais aí o amor falou mair alto. O que era para ser só um reencontro, virou namoro e casamento.

Tania conta que na vida do casal cada um faz suas coisas de forma independente. Milton faz fisioterapia, faculdade e é responsável pelas organização e das despesas da casa, enquanto ela trabalha, cuida da casa e faz as compras. Em algumas noites da semana o casal costuma se reunir com os amigos, além de viajar de férias.

Quanto ao sexo, ele também está presente na vida do casal. Tânia conta que a lesão e perda da sensibilidade, não interfere na atração física.

– É preciso desmistificar que lesado medular é assexuado. Claro que temos relações sexuais, isso faz parte do pacote “casamento”. Eu me satisfaço, ambos sentimos prazer. Não adaptamos nada para transar. Para uma relação sexual acontecer basta ter o desejo e isso temos. Claro que não podemos transar na pia da cozinha por uma questão de “logística”, o Milton tem quase 1,90m e eu 1,70m.

Não temos filhos, mas planejamos muito tê-los, esse ano a família cresce, com fé em Deus.

Sam & Gi

Espero que o Papagaio de Pirata não me processe, por uso indevido de sua bela imagem.

Sobre a maratona de lançamentos

12 de abril de 2010 2

Gentém, a correria tá fodaaaaaa! Não é fácil ficar rica e famosa, hahahaha. Jura, né? Bueno, atualizando. Cheguei no Rio na semana mais bizarra de clima louco dos últimos quarenta anos cariocas… Era pra aterissar no Santos Dumond às 13h30, fui parar no Galeão às 17h30… Ainda por cima minha irmã foi parar no Santos Dumond… E pra melhorar nossos celulares ficaram sem sinal. Falta de comunicação total enquanto os morros despencavam matando vários cariocas. Caos total. Sobrevivemos, mas confesso que essa confusão toda deu uma melada no lançamento por lá. Foram poucos mas maravilhosos amigos, de canoa ou jetski. Enfim, depois do lançamento essa galera parceira foi pro boteco. Fechamos esse boteco e fomos pra outro, que também foi fechado e nos obrigou a ir pra outro. Virei a noite, cheguei em casa, meti o que faltava na mala e fui correndo pro Santos Dumond pra voar pra SP. O vôo atrasou, deu tempo de chegar na casa do Sid, meu fiel amigo aleijado super anfitrião. Comemos correndo e já chegou o carro da Record pra nos levar pra gravar uma matéria para o programa Hoje em Dia. Foi uma tarde suuuper agradável com a Ana Paula, que é gente boníssima. Agora, definitivamente preciso dormir. 

Não contei, mas enquanto esperava o vôo no Salgado Filho conheci uma mulher super legal. Mas, ela teve tantos episódios catastróficos que uma hora achei que ela tava me tirando. Veja bem: foi adotada, teve câncer de útero, teve cancêr de mama, com os tratamentos chegou aos 110kg, separou depois de 30 anos de casada e faz pouco, entre a vida e a morte, descobriu que tem a doença celíaca. Bueno, com uma coragem admirável essa doida na faixa dos quarenta resolveu ir morar em Portugal com um cara com quem se correspondia pela Internet há dois anos. Massa, né? Tomara que role química!
Bueno, também não contei, mas o táxi que me levou do Galeão até o Santos Dumond era guiado por um ser ilustre. O nome do motora era Jesus. Jesus – o taxista comentou que não é fácil ter o nome do homem, que é uma responsa. Aproveitando o momento mágico, não é sempre que ‘o cara’ tá ali do nosso lado em carne e osso, perguntei: “Jesus, meu livro vai vender?”
Daí, Jesus – o taxista respondeu: “Menos do que tu imagina, mais do que tu precisa.” Interessante isso.
De saco pra mala, também esqueci de contar um episódio super fofo no ponto de táxi às 7h30 da manhã no Leblon, depois do terceiro boteco. Havia uma fileira de carros amarelos aguardando clientes. Os dois primeiros se negaram a me levar. O terceiro, com uma Zafira, alegou que não caberia no carro e toda aquela má vontade que a gente já conhece. Não sei porquê, se foram as caipiroskas, o cansaço ou só a raiva no sangue, mas dessa vez, tive que falar. O motorista do táxi da Zafira era um senhor baixinho por volta dos sessenta anos. Enquanto ele gesticulava e argumentava as razões para não me levar, larguei: “Quero ver quando o senhor tiver um AVC, ficar numa cadeira de rodas e passar por isso que estou passando…” Olhei bem no olho dele e falei: “O AVC tá chegando.”
Gente, esse véio arregalou os olhos apavorado, “tu tá apelando!” E saiu, aposto, se cagando de medo.
Hum, deixa ver que mais tem pra contar… Ah, a entrevista com a Record foi super bacana, a jornalista Ana Paula foi um amor. E no final da gravação, li um trecho do livro e putz, tremi o queixinho, a voz embargou e fui obrigada a pedir pra jornalista terminar o trecho. Senti a emoção de toda a equipe, foi lindo. Ainda nessa tarde de gravações, estava com o meu amigão Sid (dono da casa onde estou hospedada) estavamos rodando nossas cadeirinhas enquanto faziam imagens e começamos a falar besteira, óbvio que o papo foi pra sexo e falei barbaridades quando me dei conta que estava com o microfone de lapela ligado… O cara do áudio deve ter adorado…
Ontem, dei entrevista pra Marta Góes, colaboradora da Contigo!. Foi uma tarde maravilhosa. Sabe aquelas pessoas com quem dá pra passar a tarde conversando sem perceber que o tempo está passando? Empatia pura. Após a entrevista fomos pra Paulista para fotografar. Foda! Tinha uns malucos com guitarra e amplificador tocando Guns, gente de todas as tribos circulando. O fotógrafo queria me pegar no meio da avenida. Então, foi muito engraçado, cada vez que a sinaleira fechava a gente corria pro meio da faixa de pedestres, sorriso na cara e cliques até ter que sair correndo de novo porque o sinal abriu. Não sei quantas vezes essa cena se repetiu. Foi com emoção e as fotos ficaram show.
Amanhã, tem o lançamento na cultura principal do conjunto nacional que fica na Paulista. Friozinho na barriga e aquela expectativa!

Voltamos!!!

10 de abril de 2010 0

Gentém!

Tamo na área e já sabem: Na área, derrubou é…

Quanto tempo! A Véia tá ótima, voltou pra casa centos por cento, agradeço a torcida.

Muita coisa aconteceu.

Andréa saiu no Fantástico, falando dos ônibus de Porto Alegre.

A Fa e o Evandro tão grávidos. Vamos comprar as camisetas em? Eles precisam garantir o leite do guri(a)

Ju na turnê do livro.

Rolou um lance no Teledomingo a respeito do MARGS, alguém tem o contato com o Gilberto da reportagem? Ele poderia contar o que rolou. Nós tivemos problemas lá, mas o sr. Cézar Prestes, diretor de lá, entrou em contato com a gente, se desculpando, será que o MARGS continua sem elevador? Quem conhecer o Gilberto pede pra ele contar o “causo” pra gente.

Vocês vão ter que nos aturar.

Evento Imperdível

09 de abril de 2010 0
I ENCONTRO REGIONAL “VIVENCIANDO A ESCOLA PARA TODOS”

Ação da Agenda Social – Direitos de Cidadania das Pessoas com Deficiência

 

Data: 14 de abril de 2010

Horário: 8:30 às 18h

Local: Auditório da UNILASALLE. Av. Victor Barreto, 2288. Centro. Canoas – RS

 

TEMÁTICA: POLITICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL na perspectiva da EDUCAÇÃO INCLUSIVA

CONFERÊNCIA: Palestrante convidado Romeu Kazumi Sassaki

MESA REDONDA: Ministério da Educação, Secretaria Estadual de Educação, Secretaria Municipal de Educação de Canoas

 

ENTRADA GRATUITA

 

Inscrição e Programação: Me Clica

Pra quem não conhece, Romeu Kazumi Sassaki é graduado em serviço social e especializado em aconselhamento de reabilitação. No início de seus mais de 40 anos de experiência junto a pessoas com deficiência, ele praticou métodos e técnicas de inspiração integracionista. Com o passar do tempo, tornou-se um ativista no movimento das pessoas com deficiência, sem se desligar do trabalho técnico como consultor e professor em cursos de capacitação de recursos humanos. Este duplo papel ajudou-o a mudar sua visão de sociedade passando a nutrir uma profunda crença na idéia de que os sistemas gerais devem adequar-se às pessoas com deficiência e não o inverso. Foi durante a Década das Nações Unidas para Pessoas Deficientes (1983-1992) que ele aprendeu a trabalhar sob o paradigma da inclusão. Nos últimos cinco anos, o prof. Romeu Sassaki atuou como consultor de inclusão escolar para duas Secretarias de Educação (Goiás e Minas Gerais) e consultor de educação profissional inclusiva para a Secretaria de Educação do Paraná e a Fundação da Criança, do Adolescente e da Integração do Deficiente da Secretaria Especial da Solidariedade Humana, do Governo de Goiás. Nesse mesmo período, ministrou cursos e palestras sobre a inclusão aplicada ao mercado de trabalho, educação, meio físico, lazer, desporto, artes e mídia, para várias centenas de órgãos públicos, empresas e organizações não-governamentais em todo o Brasil. O cara é “soda”!

10 ANOS DE ASASEPODE!

06 de abril de 2010 0

Gente, a ASASEPODE, pra quem ainda não conhece, é uma associação muito bacana que faz um trabalho incrível com os quebradinhos. Saca as atividades que rolam através da associação: Treinamento da equipe de tiro; Costura, Bordado e Croché; Brechó; Esgrima adaptada; Pintura em Tela; Tênis de Quadra adaptado e por aí vai. Bueno, dia 09 de abril, próxima sexta, vai rolar um super evento pra comemorar os 10 anos da ASASEPODE! Será no Clube Farrapos a partir das 20h30! Meu querido amigo e presidente da associação, Guacir Bueno, escreveu umas palavrinhas sobre este momento festivo:

Amigas e Amigos:

 São passados 10 anos! Parece que foi ontem! É muito rápido. Ainda bem que não ficamos parados; muito ao contrário, fizemos várias coisas. E coisas boas! Começamos com nossas atividades no Clube Farrapos – dos Oficiais da Brigada Militar, onde eu era Vice-Presidente Administrativo e contava com o integral apoio do Presidente, na época o Coronel Carlos Vieira Nogueira também associado Fundador da ASASEPODE.
 E todos os demais Diretores e Funcionários do Clube Farrapos protegeram a ASASEPODE e sempre fizeram de tudo para auxiliá-la. Especialmente o Claudir, o Aníbal, o Marquinhos, enfim…. todos ajudaram e, de verdade, ainda hoje nos ajudam muito.
 Tanto que o Presidente posterior, Coronel Cláudio Paiva e o seguinte (atual) Ronaldo Nunes Prates continuaram a emprestar solidariedade à nossa associação.
 Essa ‘força’ adubou nossa sementinha e propiciou nosso crescimento. Ademais, contamos sempre – até hoje – com o imprescindível apoio do Comando da Brigada Militar e de todos os seus Oficiais, Praças e Servidores Civis. Aliás, somos o que somos agora, graças às queridas Madrinhas que nos adotaram: as Diretoras do Sindicato dos Servidores Civis da Brigada Militar (SINCIVIS), principalmente através de sua Presidente, a Adriana Costa (também Conselheira da ASASEPODE) e mais a Ângela, a Marli, a Sirlei, a Maria Helena, a Lenise …..  
 A ASASEPODE é muito mimada: todas as entidades ligadas à Brigada Militar a apóiam, desde a sua criação; é só solicitar e imediatamente vem a ajuda necessária. Por isso, somos muito gratos, também, à: Associação dos Oficiais; Associação dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes; à Associação dos Cabos e Soldados; ao MBM Previdência e Seguros; à SICREDI Mil; à Instituição Beneficente Coronel Massot; ao Movimento Assistencial da Brigada Militar; à Fundação Brigada Militar; ao Correio Brigadiano e à Fundação Walter Peracchi de Barcellos. 
 Esses parceiros foram e são fundamentais para a existência da ASASEPODE.
 Eles nos permitiram qualificar uma porção de vidas de pessoas que tiveram acidentes e ficaram com seqüelas físicas, em decorrência ou não do trabalho.
 Inicialmente, nossa entidade direcionava-se apenas à Servidores da Área de Segurança do Estado (Brigada Militar, Polícia Civil, Superintendência dos Serviços Penitenciários e Instituto Geral de Perícias). Com o tempo, porém, fomos sendo procurados por pessoas de outras categorias profissionais (médicos, garçons, moto-boys, etc), que acabaram sendo admitidos e se uniram a nós, enriquecendo, sobremaneira, nossa comunidade.
 No presente, temos nossa sede, na Rua Coronel Aparício Borges, 2053 (que é uma casa da Brigada Militar que nos foi cedida para uso), onde possuímos uma Linha-de-Tiro para armas de pressão, onde nossa equipe de tiro pratica o esporte, temos uma mesa de tênis, realizamos um brechó mensal – através das Parceiras da ASASEPODE, fazemos aulas de pintura em telas, praticamos encontros de troca de experiências em habilidades manuais diversas, especialmente com ‘fuxicos’.
 Próximo a nossa sede, utilizamos a Sala D’Armas (da Academia de Policia Militar) para treinamento da equipe de esgrima – hoje a melhor do Brasil.
 Enfim, estamos cumprindo nosso papel social, fazendo as pessoas mais felizes.
 Nosso site:
www.asasepode.org.br.
 Aguardamos sua visita. 

É hoje!

05 de abril de 2010 0

Minha querida amiga Tabata se juntou com mais dois malucos (Rapha Bathe e Carolina Ignarra)e juntos escreveram e produziram um livro e áudio livro que fala da inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
Carolina Ignarra escreve a primeira parte e conta sua experiência trabalhando com inclusão nas emrpesas do Brasil, o que deu certo, o que não deu e muitos conceitos e informações que pra quem vive parecem simples, mas pra quem está começando a trabalhar com inclusão são valiosas! A segunda parte traz a arte e o olhar do fotógrafo Rapha Bathe em fotos de doze profissinais com deficiência em seu ambiente de trabalho. A terceira parte fica por conta da Tabs que conta as emocionantes histórias de vida dessas doze pessoas!!

O QUÊ? Lançamento do Livro: INCLUSÃO – conceitos, histórias e talentos das pessoas com deficiência
QUEM FEZ? Carolina Ignarra, Tabata Contri e Raphael Bathe
QUANDO? 05 de abril
QUE HORAS? 19h
ONDE? Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos – Avenida das Nações Unidas, 4777 – Jd. Universidade Pinheiros – São Paulo / SP