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Posts de agosto 2010

Implante Coclear II

31 de agosto de 2010 1

Olha a importância do IC na vida das pessoas, no post anterior, a Geraldine, falava como mãe de um implantado.

Hoje a Lak, do Desculpe, não ouvi! Nos mostra mais ainda a importância de lutarmos contra a ANS

A primeira vez que ouvi falar do Implante Coclear foi há muito tempo, alguns anos depois de ter perdido a audição aos 10 anos, por sequela de caxumba.

Admito que me pareceu uma realidade distante “lá nos Estados Unidos as crianças fazem”. Mas, por aqui, demorou bem mais para conhecer um implantado, uma pena.
Talvez essa seja a única coisa ruim do implante, o progresso dele é inversamente proporcional ao tempo em que se permaneceu em silêncio. E, no meu caso, foram quase 23 anos com surdez profunda.

Boa parte do tempo em que permaneci surda, usei próteses convencionais, os AASIs, mas que não contemplavam totalmente a minha perda, justamente porque ela é muito desigual. Eu ouço um pouco de sons graves, mas praticamente nada dos agudos.

Passado o medo da cirurgia – uma bobagem,  tinha medo da anestesia, mas hoje em dia, tenho muito mais medo de fazer uma extração de dente – contei nos dedos os dias que separaram a cirurgia da ativação. E, no dia que ela aconteceu, foi como nascer de novo. Saí do consultório e, ansiosa como sou, pedi para tentar ouvir música. Com os AASIs, não conseguia discriminar nem mesmo o ritmo, tudo soava como um barulho desagradável. Com o implante, pude ouvir um música pop, reconhecer a sensação melodiosa invadir os meus ouvidos, até chegar no cérebro e fazer meu coração acelerar pelas lágrimas que rolaram por conta de uma emoção indescritivel. Isso é o mais próximo que consigo chegar para explicar o que eu senti, mas sendo sincera, é aquele tipo de emoção que só sentindo na pele…
Isso, mesmo sem conseguir discriminar bem a letra da música. Ouvir a melodia já era um avanço e tanto e foi possível no mesmo dia da ativação.
Quando decidi fazer o Implante, já escrevia um blog falando sobre o cotidiano de ser surda oralizada. E faço juz dessa condição. Eu apenas não ouvia, mas sempre falei oralmente muito bem, sempre consegui ler os lábios com clareza, sempre me senti inserida na sociedade ouvinte. Ter uma deficiência nunca significou me sentir inferior, rejeitada, injustiçada, sempre fiz o que queria e nunca deixe-me limitar por nada. E era sobre isso que eu escrevia. 

Mas, com a presença do IC na minha vida, meu blog acabou virando um diário de bordo de ter um ouvido biônico. Lá, eu compartilho as minhas conquistas, conto de como exercito diariamente a paciência para esperar o tempo que meu cérebro exige para se reacostumar com os sons. Faço questão de contar de todas as minhas conquitas mais banais que sejam. Lembro de ter arrancado gargalhadas por contar que fiquei surpresa com o barulho das unhas sendo cortadas por um alicate. De como me diverte ouvir garrafas e latas de refrigerante sendo abertas. De ter levado muita gente às lágrimas quando contei da primeira vez que ouvi auditivamente meu marido dizendo “eu te amo”.

As pessoas me agradecem pela minha dose diária de lembrança de como o universo sonoro é feito de pequenas coisas importantíssimas, mas que passam despercebidas por serem banais demais. Há quem ache que eu faço isso pelo simples prazer de compartilhar, mas não é verdade. Faço isso porque a emoção de ouvir, de compreender o som, de assimilar cada barulhinho do cotidiano é uma emoção tão transbordante que não cabe em mim sentí-la sozinha.
Se o implante é como ouvir naturalmente? Não sei mais, até porque eu não tenho essa opção, já que meu corpo não me permite ouvir sem ajuda da tecnologia. Mas, garanto que usar o implante me permite as mesmas sensações sonoras que um ouvinte experimenta e, sem sombra de dúvidas, vale muito a pena! Eu não troco essa experiência por nada!

Implante Coclear I

30 de agosto de 2010 2

O implante coclear, IC, é um dispositivo que estimula eletronicamente as fibras dos nervos auditivos.

Ele tem duas partes, uma externa (parte que tá o microfone, um processador de fala e uma antena transmissora) e outra, (o receptor estimulador) que é colocada cirurgicamente no ouvido interno.

Quer saber mais do IC?

Clica aqui.

&

AMADA

&

Associação Brasileira de Otorrinolaringologia

Em julho, divulguei no blog, uma consulta pública que tava rolando no Brasil a respeito do IC.

E assim, conheci a Geraldine, mãe lutadora do Maurício esse lindo bebezão, que foi submetido ao IC e com Seis meses de implante, já falava mamã, papa e entende tudo que fala com ele. Olha que emoção!

Trocamos muitos e muitos e-mails até chegar este post, perguntei muita coisa à Geraldine e ela com toda paciência do mundo, me explicava e orientava.

Vou fazer uma comparação meio grosseira, com o que a ANS fez:

Imagine-se sem duas pernas, imagine que seu plano cobre próteses pras duas pernas, acompanhamento médico e não restringe idade pra colocação das próteses. Agora, imagine que a ANS, resolve que os planos só têm obrigação de “pagar” por uma prótese e que se você tiver entre 6 e 18 anos não terá sequer, direito a ter as duas próteses.

É exatamente essa idéia bizarra que a ANS trouxe com relação aos IC’s, ou seja desobrigar os planos de saúde e restringir um determinado número de pessoas candidatas ao implante. Por isso surgiu a consulta pública e assim conheci a Geraldine.

Da descoberta da surdez bilateral profunda do Maurício e sua cirurgia, passou mais de um ano entre avaliações, exames, consultas, testes e tudo mais, finalmente autorizado clinicamente e burocraticamente, a família foi informada que o aparelho modelo “baby” do Maurício custaria R$950,00 e as pilhas também custariam esse valor, sendo que a validade delas é de cerca de um ano, além disso manutenção só na Austrália, mas mesmo assim eles mergulharam de cabeça no projeto e valeu a pena.

A luta da Geraldine agora é tentar uma nova cirurgia no Maurício e junto com pais e implantados de todo Brasil, derrubar essa portaria da ANS.

Ainda no sábado publiquei um comentário da Geraldine, clica aqui. O comentário era o retrato da indignação dela, minha e de todo mundo que tá nas mãos dos planos de saúde , ANS e tudo que envolve qualidade de vida e burocracia.

Um trecho de um de vários e-mails trocados

Se o Maurícyo ficar sem fazer este implante o nervo auditivo do lado
esquerdo atrofiará e passará a ter somente um ouvido. Outra deve ser feito
o segundo implante no interregno de um ano entre um e outro implante, para
que surtam os efeitos almejados, isto é, 100% da audição, localização
sonora, complementação da audição direita com a esquerda, além de
benefícios tipo se um dos aparelhos estragar ele pode se beneficiar do
outro enquanto espera o conserto sem deixar de ouvir, pois em geral demora
30 dias para vir do exterior, o que geraria no estágio que ele se encontra
um retrocesso muito grande ficar sem ouvir por tão longo período. Não há
conserto no País. Envia-se a Politec e eles mandam para fora do País.

Hoje, o Maurícyo com o IC no ouvido direito está aproveitando 100% do IC e
todos os recursos que ele possui – os 22 eletrodos estão ligados, isto
quer dizer que está na potência total dele e os resultados são fabulosos e
não se diz que é uma criança surda ele entende tudo e esta semana passou a
falar: ‘meau’ – para gato e ‘sai’, como disse a professora. Cada semana é
uma comemoração e um vitória contra o mundo do ‘silêncio’.

Anteriormente a Resolução da ANS, publicada mês passado, o IC bilateral
era permitido e os planos de saúde cobriam. O SUS não cobre o bilateral.

Juridicamente falando, tanto esta resolução da ANS como a política do SUS
violam o direito à saúde prelecionado na Carta Magna e o princípio da
dignidade da pessoa humana; além do Estatuto da Criança e do Adolescente,
pois este estatuto diz que a criança tem direito a saúde e um
desenvolvimento harmonioso deve ser garantido pelo Estado ‘lato sensu’.
Mas para se conseguir o implante bilateral, acaso haja indicação, tem-se
que entrar na Justiça tanto se o mesmo é feito pelo SUS como pelo plano de
saúde e aqui no Sul, pelo menos, os Juízes estão acolhendo tais
pretensões, ainda mais que diz respeito a saúde de crianças surdas!

Caros leitores!

Tudo isso é tão grave e tão triste, uma solução real sendo tirada porque quem devia nos proteger.

A Geraldine nos autorizou a publicação do seu e-mail, mas quem quiser saber de detalhes a respeito da consulta pública e outras formas de lutar contra a ANS, escreve pro zhsembarreiras@gmail.com que a gente terá o maior prazer em divulgar repassar o e-mail dela.

Amanhã tem mais depoimentos, não percam a segunda perte do IC.

25% A Mais Na Aposentadoria !!

29 de agosto de 2010 1

14/2/2005 10:07:00 – 25% A Mais Na Aposentadoria

Plano de Benefícios da Previdência Social

25% A MAIS NA APOSENTADORIA
Plano de Benefícios da Previdência Social
Lei n.º 8.213, de 24 de julho de 1991

Subseção I

Da Aposentadoria por Invalidez

Art. 42. A aposentadoria por invalidez, uma vez cumprida, quando for o caso, a carência exigida, será devida ao segurado que, estando ou não em gozo de auxílio-doença, considerado incapaz e insuscetível de reabilitação para o exercício de atividade que lhe garanta a subsistência, e ser-lhe-á paga enquanto permanecer nesta condição.

§ 1º. A concessão de aposentadoria por invalidez dependerá da verificação da condição de incapacidade mediante exame médico-pericial a cargo da Previdência Social, podendo o segurado, às suas expensas, fazer-se acompanhar de médico de sua confiança.

§ 2º. A doença ou lesão de que o segurado já era portador ao filiar-se ao Regime Geral da Previdência Social não lhe conferirá direito à aposentadoria por invalidez, salvo quando a incapacidade sobrevier por motivo de progressão ou agravamento dessa doença ou lesão.

Art. 43. A aposentadoria por invalidez será devida a partir do dia imediato ao da cessação do auxílio-doença, ressalvado o disposto nos § § 1º, 2º e 3º deste artigo.

§ 1º. Concluindo a perícia médica inicial pela existência de incapacidade total e definitiva para o trabalho, a aposentadoria por invalidez será devida:

a) ao segurado empregado ou empresário, definidos no art. 11 desta Lei, a contar do 16º (décimo sexto) dia do afastamento da atividade ou a partir da data da entrada do requerimento, se entre o afastamento e a entrada do requerimento decorrerem mais de 30 (trinta) dias;

b) ao segurado empregado doméstico, autônomo e equiparado, trabalhador avulso, segurado especial ou facultativo, definidos nos arts. 11 e 13 desta Lei, a contar da data do início da incapacidade ou da data da entrada do requerimento, se entre essas datas decorrerem mais de 30 (trinta) dias.

* § 1º com redação determinada pela Lei n.º 9.032/95

§ 2º. Durante os primeiros 15 (quinze) dias de afastamento da atividade por motivo de invalidez, caberá à empresa pagar ao segurado empregado o salário ou, ao segurado empresário, a remuneração.

§ 3º. (Revogado)

* § 3º revogado pela Lei n.º 9.032/95

Art. 44. A aposentadoria por invalidez, inclusive a decorrente de acidente do trabalho, consistirá numa renda mensal correspondente a 100% (cem por cento) do salário-de-benefício, observado o disposto na Seção III, especialmente no art. 33 desta Lei.

* Caput com redação determinada pela Lei n.º 9.032/95

§ 1º. (Revogado)

* § 1º revogado pela Lei n.º 9.528, de 10.12.97

§ 2º. Quando o acidentado do trabalho estiver em gozo de auxílio-doença, o valor da aposentadoria por invalidez será igual ao do auxílio-doença se este, por força de reajustamento, for superior ao previsto neste artigo.

Art. 45. O valor da aposentadoria por invalidez do segurado que necessitar da assistência permanente de outra pessoa será acrescido de 25% (vinte e cinco por cento).

Parágrafo único. O acréscimo de que trata este artigo:

a) será devido ainda que o valor da aposentadoria atinja o limite máximo legal;

b) será recalculado quando o benefício que lhe deu origem for reajustado;

c) cessará com a morte do aposentado, não sendo incorporável ao valor da pensão.

Comentário publicado

27 de agosto de 2010 3

Conheci a Geraldine em julho, desde então trocamos e-mails a respeito de implante coclear, do seu filhote, Maurício, implantado e, os problemas que a ANS vêm trazendo pros implantados e candidatos ao implante coclear.

Hoje ela me mandou um comentário, digno de virar post, minha indignação e  descrença na justiça desta País aumenta cada vez mais.

Com a palavra a Mãe-lutadora Sra. Geraldine Brandeburski de Oliveira:

A consulta pública acabou em SP… e o pessoal ficou indignado, pois o procurador federal de lá não atendeu mais os telefonemas e mandou a secretária avisar que a documentação havia sido encaminhada para o MPF do Amazonas. Só que a Tatiane Braga representante da ‘AMADA’ no Amazonas e que interpôs com a ajuda minha, da Diana – assessora do MPF da Bahia e da advogada dra. Maria aparecida cossenti, que assinou para nós a ação, averigou no MPF de lá que eles iriam somente juntar a documentação no processo e atuariam somente como fiscal da Lei.

O MPF de SP e do Amazonas não sabem que o juiz federal já recebeu a exceção de incompetência da ANS e essa papelada toda vinda de SP – daquela consulta pública – a ser juntada ao processo de nada adiantará, pois o juiz federal vai extinguir o processo em face da competencia territorial!

Para não perdermos tempo vamos ajuizar a ação no RJ!! Enquanto isso o MPF de todos os Estados do Brasil somente fica no jogo de empurra e empurra e não faz absolutamente nada em favor dos deficientes auditivos e implantados!!

Será que eles tem medo do governo?? afinal, é este que paga o salário deles… ou será que não querem trabalhar e meter os peitos para cumprir a sua função que é defender a sociedade e estão deixando tudo para a associação – AMADA – fazer??

Embora o MPF de SP soubesse que a ação seria extinta no Amazonas – o procurador de SP mandou toda documentação assim mesmo para lá e tirou férias até outubro!! Walter bi-implantado, Scheila, Dennis, L. Filipe – moderador do FIC (implantados), Trycia, mãe do implantado Gael – todos nós estamos indignados, pois o Procurador de SP sequer recebeu o pessoal e dignar-se a dizer os motivos da documentação da consulta pública estar indo para o Amazonas já que lá estava sendo extinta. mandou a secretaria falar e não quis nem falar com o pessoal de sp que foi a várias reuniões. pouca vergonha!!

é um descaso total com várias crianças deficientes auditivas, pais de implantados e implantados!!

Mas deixa estar em breve a ação civil pública da AMADA estará sendo ajuizada no RJ, sede da ANS, pois esta e o Juiz entendem, por divergencia de jurisprudencia, que a mesma deve responder na sua sede que é no RJ. além disso, não iremos recorrer da decisão e perder tempo, pois o TRF1 entende no mesmo sentido e com a morosidade da justiça o mérito da questão fica sendo deixado de lado .. para se discutir qual juiz é competente para julgar a causa!! e criança continuam surdas aguardando uma decisão da justiça…

é uma pouca vergonha esse Brasil!! Abraços, geraldine, mãe do implantado Maurícyo – quase bilateral – aguardando feitura da segunda cirurgia aprazada para final de setembro/outubro ja autorizada pela Unimed Porto Alegre

Banheiros

27 de agosto de 2010 1

Muita gente acha que adaptar banheiro, é só colocar as barras nas paredes.

Aí você liga pro lugar e pergunta se tem banheiro adaptado e, com a maior cara de pau, afirmam: Nosso banheiro é adaptado. Quando você entra o caos tá armado.

Tem um blog bem legal da Thaís Frota, que detalha com perfeição de um arquiteto as mudanças necessárias pra cada pessoa e ambiente.

Copiado do blog da Thais, um bom banheiro seria assim:

Muita gente também pergunta por que o vão na bacia sanitária e por que ela fica mais alta.

Esse vão

pra muita gente, facilita na hora da higiene, que é feita pela frente, assim a pessoa que tem pouco equilíbrio, não corre risco de cair pra frente na hora H.

Já a altura da bacia, é pra facilitar na hora da transferência, o vaso vai fica na mesma altura que a cadeira, mas cuidado com as adaptações malucas, a altura é pra facilitar a vida e não complicar, como na foto abaixo:

Reparem que na primeira foto, torna-se impossível uma cadeira de rodas chegar juntinho ao vaso.

Tem muitos hotéis, que instituiram o banquinho de PVC pro banho, pro Milton e outros tetras, é humanamente impossível sentar no tal banquinho, o tamanho dele e a altura da lesão, são os maiores complicadores, se sentar, cai.

Uma coisa que eu acho legal e necessário ter, é chuveirinho com mangueira comprida o suficiente pra se fazer a higiene, ainda no vaso, na foto acima, a mangueira não chega ao vaso. Já ficamos num hotel “adaptado”, que a mangueirinha não alcançava lá em baixo. Falamos com o gerente, que providenciou a troca, o ideal era tá tudo adaptado.

Tem hotéis, que informam ter cadeira de banho no quarto, mas é quase certo a cadeira ser do modelo abaixo:

As laterais dela não saem, as rodinhas pouco se deslocam e pra quem é alto ou acima do peso, fica pior ainda. O Milton, não consegue se tranferir nesse tipo de cadeira, aí precisamos ligar pra alguém ajudar a colocá-lo e tirá-lo da cadeira, o que é um saco, no seu momento mais íntimo, metade do hotel sabe o que você vai fazer, quando acabou e o que é pior, tem que esperar alguém chegar, definitivamente, esse tipo de cadeira deveria ser banida e proibida sua fabricação.

Verde que te quero ver-te

23 de agosto de 2010 8

” Foi bonita a festa, pá

Fiquei contente…”

A Redenção ficou pequena pra nós.

Todos de verde, pra lutar pelo simples: O direito de ir e vir.

O Billy que me desculpe, mas a passeata sem essa turma de Canoas, não teria o brilho que teve.

Da esquerda pra direita:

Tiete do Elvis 1, Sidney Magal, Sandra Rosa Madalena, Carmem Miranda, Elvis, o Rei do Rock e a Tiete N°2.

Veio uma galera de Sampa, ficamos devendo um churras.

O casal arroz de festa, é claro.

E o participante mais belo de toda passeata

Querem mais fotos? Tá no orkut do Sem Barreiras

“De repente
me lembro do verde
da cor verde
a mais verde que existe
a cor mais alegre”

Argentina!

20 de agosto de 2010 0


Eu estive viajando estes dias, sem a Tania. Fui em direção a fronteira com a Argentina.

Primeira parada em Santiago/RS, 500 km de Porto Alegre, tenho uma irmã que mora lá e fui visitá-la.

No outro dia decidimos conhecer São Borja, terra de presidentes, e dali até Santo Tomé na Argentina têm apenas a alfândega, claro, e a belíssima ponte  internacional presidente Getúlio Vargas sobre o majestoso Rio Uruguai.

Santo Tomé fica na província de Corrientes. Cidade pequena, tranquila, e apesar de seu pequeno tamanho possui uma Faculdade de Medicina.

Claro que para entrarmos na Argentina tive que providenciar a tal Carta Verde,( uma espécie de seguro de automóvel para circularmos em outro país), ali na fronteira mesmo tem um posto onde se paga R$ 20,00 e pronto.

Nós brasileiros costumamos criticar, ter certo “ranço” em ralação aos argentinos, e eles conosco com certeza. Mas um detalhe muito interessante eu percebi lá e ponto para eles. Fomos almoçar num restaurante médio, em Porto Alegre tem mais de mil daquele padrão. E adivinhem só, tem o banheiro feminino, o masculino e….um e x c l u s i v o  para deficientes.

Nem precisava usar o banheiro mas tive que entrar e dar uma olhadinha, 100 por cento adaptado.

Parabéns hermanos!

Abraços.

Quem olha por nós?

19 de agosto de 2010 2

Dia 21 de abril, minha mãe, dentro de um hospital conceituado de Porto Alegre e, mesmo com um bom plano de saúde, teve uma parada respiratória, foi negligenciada até o ponto de chegar onde ela está hoje: Em coma irreversível.

Esta semana saiu uma notícia: Uma garotinha com suspeita de ter sido espancada pelo pai, foi atendida num famoso hospital do Rio de Janeiro, por um falso médico. Lendo um blog bem legal no Globo, uma mãe relata que já teve seu filho atendido por uma falsa médica.

Pra fugir do pânico que pode se tornar o SUS, nós, classe média, optamos por pagar, caro, um plano de saúde, quando precisamos, além de muita burocracia envolvida dos planos, esbarramos nos hospitais e seus péssimos atendimentos, isto quando eles te recebem.

Proponho um desafio agora: Ligue pra qualquer hospital de Porto Alegre, informe ter um familiar doente, passando mal, precisando de internação, que a resposta será:” Não tem vaga”. Mas, se você ligar e disser que o médico da pessoa é um Dr. Fulano Famoso, imediatamente surgirá uma vaga.

Cito Porto Alegre, que é onde moro atualmente, não posso falar de falta de vagas em outras cidades.

Na minha ignorância, um hospital deveria funcionar assim: Passou mal, leva-se até lá, na emergência há uma triagem e de lá o paciente é encaminhado à internação, UTI. Mas não é assim, sem médico responsável você não é internado e nem atendido, como foi o caso da minha mãe.

Os jornais anunciam a cura do câncer da Hebe, José de Alencar, Ana Maria Braga e tantos outros ricos, poderosos e famosos.

A cura dos ricos e famosos não é feita pela medicina, é feita pelo dinheiro, fama e poder. No nosso caso, pobres mortais a cura fica na mão de Deus e sorte de sermos atendidos por um médico verdadeiramente médico.

Ou por mais contraditório que possa parecer, feliz daquele que tem morte imediata, embora a dor da perda seja aguda e certeira, a angústia de perambular pelos hospitais implorando por um atendimento médico compatível ao que se gasta na mensalidade de um plano de saúdel, é muito mais dolorosa.

Final de Semana Agitado!

17 de agosto de 2010 0

No próximo sábado acontece a III Caminhada Solidária da APAE Porto Alegre.

Concentração no Parcão, a partir das 9 horas.

Este é o terceiro ano consecutivo que a APAE Porto Alegre realiza a Caminhada Solidária em benefício dos deficientes intelectuais e múltiplos. A campanha visa promover a inclusão social dos deficientes de um modo prazeroso e saudável, reunindo diversas pessoas para percorrerem a pé as imediações do Parcão. O evento ocorre na Semana Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, dia 21 de agosto, com saída a partir das 10h.

 

 Para participar e ajudar as três escolas que a APAE Porto Alegre possui nos bairros Santana, Glória e Vila Nova , os interessados deverão adquirir a camiseta da Caminhada, à venda em todos os tamanhos pelo 51-3225-8217 ou através dos e-mails fic@apaepoa.com.br e apaeportoalegre@terra.com.br , pelo valor de R$12,00. A campanha 2010 ressalta, através do simples gesto de caminhar juntos, o benefício de se cuidar da saúde, seja o indivíduo deficiente ou não, tenha ele a idade, cor, credo que for, lembrando que todos são especiais. Além disso, conclama as Pessoas Físicas e Jurídicas para fazerem suas doações para os projetos sociais via FUNCRIANÇA, com dedução no Imposto de Renda.

 


 III CAMINHADA SOLIDÁRIA DA APAE PORTO ALEGRE

21 DE AGOSTO

 CONCENTRAÇÃO A PARTIR DAS 9 H
SAÍDA ÀS 10H

 PARCÃO
 
VENDA DE CAMISETAS: 51-3225-8217 ou através dos e-mails fic@apaepoa.com.br e apaeportoalegre@terra.com.br, pelo valor de R$12,00

Lindo, Lindo!

16 de agosto de 2010 3

O Operário Em Construção

Vinicius de Moraes

Composição: Vinicius de Moraes

E o Diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe num momento de tempo todos os reinos do mundo. E disse-lhe o Diabo:
– Dar-te-ei todo este poder e a sua glória, porque a mim me foi entregue e dou-o a quem quero; portanto, se tu me adorares, tudo será teu.
E Jesus, respondendo, disse-lhe:
– Vai-te, Satanás; porque está escrito: adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele servirás.
Lucas, cap. V, vs. 5-8.

Era ele que erguia casas
Onde antes só havia chão.
Como um pássaro sem asas
Ele subia com as casas
Que lhe brotavam da mão.
Mas tudo desconhecia
De sua grande missão:
Não sabia, por exemplo
Que a casa de um homem é um templo
Um templo sem religião
Como tampouco sabia
Que a casa que ele fazia
Sendo a sua liberdade
Era a sua escravidão.

De fato, como podia
Um operário em construção
Compreender por que um tijolo
Valia mais do que um pão?
Tijolos ele empilhava
Com pá, cimento e esquadria
Quanto ao pão, ele o comia…
Mas fosse comer tijolo!
E assim o operário ia
Com suor e com cimento
Erguendo uma casa aqui
Adiante um apartamento
Além uma igreja, à frente
Um quartel e uma prisão:
Prisão de que sofreria
Não fosse, eventualmente
Um operário em construção.

Mas ele desconhecia
Esse fato extraordinário:
Que o operário faz a coisa
E a coisa faz o operário.
De forma que, certo dia
À mesa, ao cortar o pão
O operário foi tomado
De uma súbita emoção
Ao constatar assombrado
Que tudo naquela mesa
– Garrafa, prato, facão –
Era ele quem os fazia
Ele, um humilde operário,
Um operário em construção.
Olhou em torno: gamela
Banco, enxerga, caldeirão
Vidro, parede, janela
Casa, cidade, nação!
Tudo, tudo o que existia
Era ele quem o fazia
Ele, um humilde operário
Um operário que sabia
Exercer a profissão.

Ah, homens de pensamento
Não sabereis nunca o quanto
Aquele humilde operário
Soube naquele momento!
Naquela casa vazia
Que ele mesmo levantara
Um mundo novo nascia
De que sequer suspeitava.
O operário emocionado
Olhou sua própria mão
Sua rude mão de operário
De operário em construção
E olhando bem para ela
Teve um segundo a impressão
De que não havia no mundo
Coisa que fosse mais bela.

Foi dentro da compreensão
Desse instante solitário
Que, tal sua construção
Cresceu também o operário.
Cresceu em alto e profundo
Em largo e no coração
E como tudo que cresce
Ele não cresceu em vão
Pois além do que sabia
– Exercer a profissão –
O operário adquiriu
Uma nova dimensão:
A dimensão da poesia.

E um fato novo se viu
Que a todos admirava:
O que o operário dizia
Outro operário escutava.

E foi assim que o operário
Do edifício em construção
Que sempre dizia sim
Começou a dizer não.
E aprendeu a notar coisas
A que não dava atenção:

Notou que sua marmita
Era o prato do patrão
Que sua cerveja preta
Era o uísque do patrão
Que seu macacão de zuarte
Era o terno do patrão
Que o casebre onde morava
Era a mansão do patrão
Que seus dois pés andarilhos
Eram as rodas do patrão
Que a dureza do seu dia
Era a noite do patrão
Que sua imensa fadiga
Era amiga do patrão.

E o operário disse: Não!
E o operário fez-se forte
Na sua resolução.

Como era de se esperar
As bocas da delação
Começaram a dizer coisas
Aos ouvidos do patrão.
Mas o patrão não queria
Nenhuma preocupação
– “Convençam-no” do contrário –
Disse ele sobre o operário
E ao dizer isso sorria.

Dia seguinte, o operário
Ao sair da construção
Viu-se súbito cercado
Dos homens da delação
E sofreu, por destinado
Sua primeira agressão.
Teve seu rosto cuspido
Teve seu braço quebrado
Mas quando foi perguntado
O operário disse: Não!

Em vão sofrera o operário
Sua primeira agressão
Muitas outras se seguiram
Muitas outras seguirão.
Porém, por imprescindível
Ao edifício em construção
Seu trabalho prosseguia
E todo o seu sofrimento
Misturava-se ao cimento
Da construção que crescia.

Sentindo que a violência
Não dobraria o operário
Um dia tentou o patrão
Dobrá-lo de modo vário.
De sorte que o foi levando
Ao alto da construção
E num momento de tempo
Mostrou-lhe toda a região
E apontando-a ao operário
Fez-lhe esta declaração:
– Dar-te-ei todo esse poder
E a sua satisfação
Porque a mim me foi entregue
E dou-o a quem bem quiser.
Dou-te tempo de lazer
Dou-te tempo de mulher.
Portanto, tudo o que vês
Será teu se me adorares
E, ainda mais, se abandonares
O que te faz dizer não.

Disse, e fitou o operário
Que olhava e que refletia
Mas o que via o operário
O patrão nunca veria.
O operário via as casas
E dentro das estruturas
Via coisas, objetos
Produtos, manufaturas.
Via tudo o que fazia
O lucro do seu patrão
E em cada coisa que via
Misteriosamente havia
A marca de sua mão.
E o operário disse: Não!

– Loucura! – gritou o patrão
Não vês o que te dou eu?
– Mentira! – disse o operário
Não podes dar-me o que é meu.

E um grande silêncio fez-se
Dentro do seu coração
Um silêncio de martírios
Um silêncio de prisão.
Um silêncio povoado
De pedidos de perdão
Um silêncio apavorado
Com o medo em solidão.

Um silêncio de torturas
E gritos de maldição
Um silêncio de fraturas
A se arrastarem no chão.
E o operário ouviu a voz
De todos os seus irmãos
Os seus irmãos que morreram
Por outros que viverão.
Uma esperança sincera
Cresceu no seu coração
E dentro da tarde mansa
Agigantou-se a razão
De um homem pobre e esquecido
Razão porém que fizera
Em operário construído
O operário em construção.

PASSEATA DO MOVIMENTO SUPERAÇÃO EM PORTO ALEGRE

12 de agosto de 2010 4

Definitivamente, superar é preciso. Sem chorumelas, às vezes não é fácil ser do clube dos quebradinhos. Veja bem, ontem estava eu a transferir do vaso para minha cadeira quando a dita cuja resolveu fugir de mim. Ajoelhei,  sentei numa perna, prendi a outra na cadeira, tudo isso pendurada num triângulo que uso para transferir. O melhor é que eu estava pseudo pelada e de pantufa de coelhinho.  Pobre coelhinho. Foi meio humilhante esfregar um glúteo no coelho e o outro no chão enquanto eu gritava desesperadamente pela minha mãe. Bueno, e tudo isso só pra desempenhar uma atividade tão banal que é ‘ir ao banheiro’. Aff.

Como superar é preciso e quando estamos juntos ficamos mais fortes, tenho a grande alegria de divulgar que agora é pra valer: vai rolar a 1ª Passeata Movimento SuperAção em solo gaúcho. Vamos reunir uma pá de quebradinhos na Redenção dia 22 de agosto, ôe!

Dá uma sacada no release do evento:

O encontro é promovido pelo Movimento SuperAção, criado em São Paulo por jovens com deficiência que militam pela participação cidadã. A associação realiza ações e projetos culturais para promover a acessibilidade e a inclusão das pessoas com deficiência em todos os espaços.

A Passeata Movimento SuperAção é a ação mais conhecida do grupo e celebra o “Dia Internacional da Pessoa com Deficiência”, que ocorre dia 03 de dezembro e também outras datas importantes para o movimento das pessoas com deficiência. Em São Paulo, ocorre há sete anos. No Rio de Janeiro teve duas edições na praia de Copacabana. No ano passado, 40 mil pessoas participaram da programação na orla carioca que teve imagens exibidas na novela Viver a Vida. A Passeata também ocorre em Santa Fé, na Argentina.

Na Brasil e na Argentina, o movimento tem a participação de instituições e organizações que trabalham e apoiam pessoas com mobilidade reduzida, deficiências sensoriais e intelectuais, simpatizantes e adeptos do movimento. Todos tem em comum o intuito de alertar para a necessidade do reconhecimento da diversidade humana.

A Passeata Movimento SuperAção em Porto Alegre marca a Semana Municipal da Pessoa com Deficiência – que ocorre de 21 a 28 de Agosto. O evento irá reunir pessoas com deficiência de todo Brasil, bem como contará com a presença do idealizador e presidente da associação, Billy Saga, pblicitário, músico, ator e militante da causa da pessoa com deficiência dede 1998.

Em Porto Alegre a coordenação geral do movimento é da publicitária Juliana Carvalho, apresentadora do programa Faça a Diferença, na TV Assembléia, blogueira do Sem Barreiras do Grupo RBS e autora do livro “Na minha cadeira ou na tua?”.

Serviço:

Passeata Movimento SuperAção

Dia: 22/08/10 – Hora: 13h30min

Local: Parque da Redenção

Concentração na Av. Setembrino – próximo ao Espelho D’água e a UFRGS

Mais informações: www.movimentosuperacao.org.br


Não entendi!

11 de agosto de 2010 3

Estou proibida, por ordens médicas, de pegar qualquer tipo de peso, isso inclui a cadeira do Milton, ainda que seja, só, pra guardar na mala do bat móvel.

Quando saímos, enquanto ele entra ou sai sozinho do carro, eu saio catando, uma boa alma pra ajudar: Porteiro, flanelinha, guarda de shopping.

Semana passada no Shopping aconteceu uma coisa muito estranha:

Como de costume, ele já tava no carro e, achei o guarda do Shopping, perguntei se ele poderia ajudar-me a guardar uma cadeira de rodas no carro, porque eu não posso pegar peso, blá, blá, blá.

O guarda veio meio desconfiado, mas guardou a cadeira, depois perguntou por ela.

- Cadê ela ?

Não senhor, essa cadeira é do meu marido, ele já tá no carro.

- Cadê ele?

Tá aqui no carro.

Ele deu a volta, bateu no vidro do carona, e perguntou:

- Tá tudo bem com o senhor?

Ao mesmo tempo ele continuava  a me olhar com um ar desconfiado.

O que será que ele achou que eu tava fazendo?

Convite

10 de agosto de 2010 1

Olha que convite legal que recebemos.

Ficou pequeno!

É o seguinte:

Vai haver o lançamento de uma coleção Livros de Ouvir

LOCAL: LIVRARIA CULTURA DE PORTO ALEGRE – SHOPPING BOURBON COUNTRY.
DIA 18 DE AGOSTO DE 2010 – QUARTA-FEIRA.
DEZENOVE HORAS E TRINTA MINUTOS.

OS TRÊS AUDIOLIVROS:
– NA NOITE ESTRELADA, DE CARLOS URBIM.
- A RUA DOS SECRETOS AMORES, DE JANE TUTIKIAN.
- POR QUE SOU GORDA, MAMÃE?, DE CÍNTIA MOSCOVICH

Cadeira alternativa

09 de agosto de 2010 3

Depois de penar muito com as cadeiras de banho em hotéis, o Milton resolveu comprar uma cadeira dobrável, pra gente poder levar nas nossas viagens.

Muitos hotéis colocam uns banquinhos como o da foto abaixo, que pra muita gente é útil, mas no caso do Milton que é tetra e não tem muito equilíbrio, esse banquinho não dá.

Outros hotéis nem cadeiras têm, outros tem umas péssimas. Então pra evitar problemas resolvemos investir na cadeira dobrável.

Ela tem vantagens com relação ao espaço, cabe perfeitamente atrás do banco do carro, ou ainda na mala e sobra espaço pra outra cadeira, além disso o Milton consegue sentar e sair sozinho dela. Mas ela é bem pequenina, o Milton quando senta nela, parece que pegou emprestada de alguém menor que ele, os pés quase bate no queixo, ele obviamente se recusou a sentar na cadeira, pra eu poder publicar. Conto com a imaginação de vocês.

Além disso o encosto dela, é um tubo e forma um ângulo reto e, machucava as costas dele, aí a MacGyver aqui, entrou em ação.

Forrei com esponja toda volta do tudo e costurei à mão, o encosto com napa. Olhem o detalhe: Que fofo!

Ficou breguinha, mas funcional.

E é ela que nos salva quando viajamos e que segurou a onda do Milton, enquanto a outra cadeira tava no torneiro mecânico.

Aproveitei meu momento Inspetora Bugiganga e dei um jeito no nosso purificador de água, o purificador não tem nada com o blog, mas fiquei impressionada comigo mesmo e tenho que repartir com vocês.

Nosso purificador estragou e levamos ao conserto, ele passou 45 dias pra ser arrumado e voltou com o botão liga-desliga com defeito, ficamos na dúvida entre levar de volta ou usar como tava, não levamos, até que um dia ele quebrou de vez, no ligado( Lei de Murphy) alagando toda a cozinha.

Precisava de alguma coisa que fixasse o botão na parede, mas não tinha o quê, aí lembrei, de um Kit Caipirinha, que eu ganhei e que dava justinho pra o que eu queria.

Olhem como ficou certinho. Feito um pro outro

Voltando à cadeira de banho.

Valeu à pena ter levado a cadeira pra arrumar, ficou ótima, roda super bem, com facilidade.

Quem quiser saber o telefone, endereço e nome do torneiro mecânico, manda um e-mail pra gente, que eu respondo.

Oportunidade em Gravataí

05 de agosto de 2010 0

Galera, uma leitora de Gravataí, nos escreveu pra dar a dica que no Jornal Correio de Gravataí,

saiu uma nota que a AMBEV, através da empresa Plura,  está contratando pessoas com deficiência.

Ainda segunda a nota no jornal, os interessados devem ligar pra 0800 725 1725, pra se cadastrar, outra opção de cadastro é pelo telefone 0XX 11 3026 4455, ou ainda pelo e mail: cadastropoa@plura.com.br

Tem que ser jogo rápido porque os interessados têm só até o dia 6 de agosto (amanhã), pra se cadastrar.

Boa sorte