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Posts de setembro 2010

Convite

30 de setembro de 2010 1

Tecnologia pra todos.

28 de setembro de 2010 0

Que sensacional, essa notícia:
Tecnologia ajuda a identificar linhas de ônibus

Uma nova tecnologia para a autonomia, inclusão e acessibilidade de
pessoas com deficiência visual, idosas ou analfabetas será demonstrada
terça-feira, 28, às 14h. O DPS2000 será apresentado ao secretário
municipal de Acessibilidade e Inclusão Social, Tarcízio Teixeira
Cardoso, e ao diretor-presidente da Carris, João Pancinha, pelo
diretor de Desenvolvimento da empresa Geraes Tecnologias Assistivas
Ltda., Adriano Assis. O encontro será na Secretaria Municipal de
Acessibilidade e Inclusão Social (Seacis), na rua Siqueira Campos,
1300/2º andar.

Pelo sistema, um receptor instalado em veículo possibilita ao usuário
com transmissor saber, a um mínimo de 100 metros de distância do ponto
em que esteja, que o ônibus da linha desejada está prestes a passar.
Ao mesmo tempo, mensagem de voz avisa ao motorista do ônibus a
presença do usuário no ponto.

O projeto foi apresentado, neste ano, no 3º Congresso Muito Especial
de Tecnologia Assistiva e Inclusão Social das Pessoas com Deficiência
do Rio de Janeiro. A cidade paulista de Jaú é a primeira do Brasil a
utilizar a nova tecnologia. Do tamanho de um telefone celular, o
equipamento permite ao passageiro sinalizar o pedido de embarque ao
motorista por meio de radiofrequência, sendo programável por menu de
áudio.

O DPS2000 foi criado por Dácio Pedro Simões e Julio Cesar David de
Melo, do Laboratório de Sistemas Inteligentes da Escola de Engenharia
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), por quem foi patenteado,
em associação com a empresa Geraes Tecnologias Assistivas. O aparelho
receptor é vendido por R$ 700, enquanto o transmissor custa R$ 300.
Estamos na torcida pra dá certo.

Festival Assim Vivemos!

28 de setembro de 2010 2

De hoje até o dia 26 de setembro o Cinebancários, exibe o Festival Assim Vivemos

O festival foi criado em 2003, já teve em Sampa, Rio e agora chegou nossa vez.

Além da exibição dos filmes, haverá dois debates, dia 23 e outro dia 24.

Escolhe o filme e o horário:

Festival Assim Vivemos

Terça-feira (21 de setembro)
15h – Somos todos Daniel
17h – Mundo Asas 
19h – Pindorama

Quarta-feira (22 de setembro)
15h – Sentidos à flor da pele
17h – Vozes de El-Sayed
19h – Sou surdo e não sabia

Quinta-feira (23 de setembro)
15h – Sheri e Paul + Corações
17h – Somos todos Daniel
19h – Debate “Autista e Artista”

Sexta-feira (24 de setembro)
15h – Vozes de El-Sayed
17h – Sou surdo e não sabia
19h – Debate “Surdo: Sinalizado ou Motivado”

Sábado (25 de setembro)
15h – Simon + Como você ousa? 
17h – Ofensas verbais + Omar: Você aceita minha deficiência?
19h – O voo da cegonha + Borovichok

Domingo (26 de setembro)
15h – Mundo dos ingênuos + Jin-ok vai à escola
17h – Simon + Como você ousa?
19h – Mundo asas

Maiores informações: 3433 1205 ou 3433 1204

Endereço General Camara 424, Centro

Palavra mágica: O festivl é “di grátis”

Tem estacionamento conveniado, a hora é 9 reais e 1 real cada hora excedente, ou seja o estacionamento sai por uns derral.

Quer uma sinopse?


Somos todos Daniel (Dir. Jesse Heffring / Canadá / 92min)

No verão de 2007, estudantes da Escola Summit de Montreal, com deficiências intelectuais, emocionais e comportamentais, ensaiam uma complexa peça de teatro musical. A peça conta a jornada de um estudante com autismo que chega em uma nova escola. As belas e desajeitadas performances desses estudantes expõem uma profunda e perturbadora verdade. Eles não são diferentes de nós, não querem a nossa piedade, querem nos mostrar quem são, e ser compreendidos.

Mundo Asas (Dir. Leon Gieco, Sebastian Schindel, Fernando Molnar / Argentina / 90min)

Este é um filme de estrada. Músicos, cantores, dançarinos e pintores; todos importantes artistas com diferentes capacidades e diferentes deficiências expressam suas visões de mundo, acompanhados pela voz, talento e experiência de Leon Gieco, numa turnê por várias cidades argentinas. Durante esse tempo, histórias de amor e relações humanas se revelam como prova de que a integração é possível. Uma maravilhosa experiência musical sobre superação de dificuldades e amor, que começa por nomear e reconhecer as pessoas por suas capacidades.

Pindorama (Dir. Roberto Beliner, Lula Queiroga e Leo Crivellare / Brasil / 81min)

Uma família de circo como outra qualquer, que mora, vive e trabalha numa casa que anda. Assim é a vida de Charles, Zuleide, Gilberto, Cleide, Rogério, Claudio e Lobão, sete anões irmãos, descendentes do mítico palhaço Pindoba, “o menor e mais engraçado palhaço do mundo”. Juntos, eles formam o circo Pindorama, uma trupe que circula pelo sertão nordestino, despejando alegria, risos, nos dando aula de fraternidade e conquistando os corações do Brasil.

Sentidos à flor da pele (Dir. Evaldo Mocarzel / Brasil / 80min)

Sentidos à Flor da Pele acompanha a rotina de vida de pessoas com deficiência visual que atuam de modo nada convencional no mercado de trabalho. Vivemos em um mundo cada vez mais dominado por imagens. A perda parcial ou total da visão promove um aprofundamento na fruição dos outros sentidos, que se tornam muito mais aguçados. O tema principal do filme são as capacidades, habilidades, inúmeras possibilidades de inclusão, também estímulos, compreensão e a luta contra todo tipo de preconceito.

Vozes de El-Sayed (Dir. Oded Adomi Leshem / Israel / 75min)

No pitoresco deserto israelense de Negev encontra-se a aldeia beduína de El-Sayed, que possui o maior percentual de pessoas surdas do mundo. Lá, ninguém usa prótese auditiva, porque em El-Sayed a surdez não é considerada uma deficiência. Através das gerações, foi se desenvolvendo uma língua de sinais única, fazendo desta a língua mais usada nessa rara sociedade que aceita a surdez como algo tão natural quanto a vida. A tranqüilidade da aldeia é interrompida pela decisão tomada por Salim de mudar o destino de seu filho surdo e fazer dele um ouvinte por meio da operação de implante coclear.

Sou surdo e não sabia (Dir. Igor Ochronowicz / França / 70min)

Por vários anos, Sandrine não sabia que era surda. Surda de nascença, ela é filha de pais ouvintes. Chegou a freqüentar a escola regular, e lá se perguntava como os outros compreendiam o que a professora estava tentando transmitir. Como uma pessoa surda descobre que pessoas se comunicam através de sons, que o movimento dos lábios que eles vêem produz palavras e comunicação?

Sheri e Paul (Dir. Anthony Di Salvo / EUA / 11min)

Em “Sheri e Paul”, casal faz reflexões pessoais sobre amor e casamento nesse singelo e tocante filme-retrato. Sheri Pearl e Paul Kiok, duas pessoas com deficiência intelectual, sentam em frente a câmera e, cada um a seu modo, falam com franqueza sobre seu relacionamento e os sentimentos que experimentam três meses depois de terem se casado. 

Corações (Dir. Oyvind Sandberg / Noruega / 60min)

Em “Corações”, uma movimentada e reflexiva história sobre Kåre Morten, um jovem com síndrome de Down, sua namorada e um amigo, também com Down. Kåre e Maybritt ficam noivos, para o desespero de sua mãe. Um dia, Maybritt descobre que Kåre Morten não está usando sua aliança… E se instala o conflito.

Simon (Dir. Régis Roinsard / França / 36min)

Simon é um rapaz tetraplégico de vinte e cinco anos, vive com sua mãe. Seus destinos parecem estar ligados para sempre: Simon quer sua independência tanto quanto a de sua mãe. Mas antes de conquistá-la, passa por algumas experiências um pouco radicais, como enfrentar, só com sua cadeira, a estrada perto de sua casa e estudar as estrelas de um modo inusitado. 

Como você ousa?! (Dir. Lizka Assa e Uri Shin / Israel / 52min)

“Como você ousa?” conta a história de Hanni, cujos sonhos nada nem ninguém pode impedir de serem realizados, nem mesmo uma doença neurológica fatal com o diagnóstico de apenas mais dois anos de vida. Ela luta contra o sistema, supera as dificuldades financeiras e constrói uma nova carreira.

Ofensas verbais (Dir. Jerry Smith / EUA / 26min)

Em “Ofensas Verbais”, um grupo de ativistas com deficiência intelectual reagem ao uso da palavra ” Celebretard”, um trocadilho que mistura “celebridade” com “retardado”, que um grupo de teatro de Mineápolis inadvertidamente inventou para batizar uma cerimônia supostamente positiva. O grupo dá voz a um grande número de cidadãos e discute questões de adequação de linguagem e direitos humanos.

Omar: Você aceita minha deficiência? (Dir. Rita Lalaou, Patrice Barrat / França / 54min

Omar Koussih tem 19 anos e sofre de amiotrofia espinhal. Ele mora em Rabat, capital do Marrocos, com sua família, e usa a maior parte de seu tempo para escrever poemas. Na primavera de 2007, Omar escreveu para a TV Madmundo pedindo ajuda para promover os Direitos das Pessoas com Deficiência. Assim se inicia a história do filme: “Omar: Você Aceita Minha Deficiência?”

O vôo da cegonha (Dir. Laly Cataguases / Brasil / 15min)

Criança surda vê seu espaço ameaçado com a chegada do irmãozinho. Inspirado no filme “O bebê e a cegonha”, de 1911, de D. W. Griffith, precursor do cinema narrativo nos Estados Unidos. 

Borovichok (Dir. Serguei Loukiantchikov Bielorrússia e Polônia /52min)

“Borovichhok” fala sobre Andreika, que nasceu com deficiência física e mental e sua mãe o abandonou num orfanato onde ele viveu por cinco anos. Depois disso, sua mãe o trouxe de volta para casa, onde ele é a sexta criança da família. Eles vivem em uma pequena aldeia da Bielorússia onde Andreika sente-se feliz agora.

Mundo dos ingênuos (Dir. Tofik Shakhverdiev / Rússia / 24min)

“Mundo dos ingênuos” compara e contrasta a noção de deficiência da Velha Rússia, a de que as pessoas com deficiência estavam perto de Deus, com uma realidade atual bem mais cruel: frequentemente, pessoas com Síndrome de Down não são permitidas na igreja. Por que a sociedade não esta pronta para aceita-los?

Jinok vai à escola (Dir. Jin-yeu KIM / Coréia do Sul / 54min)

“Jin-ok vai a escola” focaliza a vida da família de Jin-ok depois de se casar, dar a luz e criar sua filha Seo-kyoung. Jyn-ok, uma mãe típica que deseja educar bem sua filha, faz um esforço para se transformar numa corretora de seguros e uma conselheira para assuntos de violência sexual contra mulheres com deficiência. O documentário ajuda espectadores sem deficiência a se livrarem da piedade ou preconceito que possam ter em relação às pessoas com deficiência e dá a estas um estímulo ao mostrar a vida ativa de Jin-ok.

Pindorama!

28 de setembro de 2010 1

Terça à noite, fui ao Festival.

O Cine Bancários tem escadas, perguntei como um cadeirante faria pra entrar, nisso um simpático e grandalhão porteiro, explicou: Ele tava ali pra isso, assim que o cadeirante chegasse, ele colocaria a rampa pela porta lateral. A sala que passou o filme, a entrada era pelos fundos, vantagem pro cadeirante que não precisa sair de pescoço duro, mas  talvez, dependendo da habilidade, vai precisar de uma mão amiga pra ir pra poltrona do cinema.

Conselho de amigo: Se você for, dá uma ligadinha antes, dizendo que você usa cadeira de rodas e a qual sessão você irá assistir, vai que o simpático porteiro não esteja lá!

Voltando ao filme, Pindorama.


É um documentário de 2008, ele já teve por aqui em Porto Alegre, pelo moviemobz.

Vale a pena falar do filme embora jé tenha publicado a sinopse. Os protagonistas são todos humildes artistas circenses e é claro, anões, que encantam tanto na telona quanto no palco do circo.

Todos são casados e apaixonados, nos relatos dos companheiros, a história se repete: O Circo passou por aqui, eu me apaixonei pelo fulano e vim com ele…

Trata-se do amor puro, que mais uma vez ignora qualquer tipo de deficiência. É mais uma prova que o amor ainda existe.

Assistam, vale muito a pena. Você sai de lá encantado com a vida.

Paraplégicos testam nova terapia celular para recuperar sensibilidade e reflexos

17 de setembro de 2010 0

Saiu ontem na Folha. Bóra voltar a andar galera! Se rolar pelo menos sentir, já é lucro!

Pra ler a matéria: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/799740-paraplegicos-testam-nova-terapia-celular-para-recuperar-sensibilidade-e-reflexos.shtml

Para entrar em contato com os pesquisadores e ser voluntário: ticiana@cbtc-hsr.org.

Bjs!

O Milton vai me matar...

16 de setembro de 2010 3

Pobre é uma miséria, não pode ver promoção e compra! A pobretona que vos escreve, aderiu à moda peixe urbano, clube urbano e todos os site de atacadão.

Comprei um jantar num mexicano, “derreal”, di grátis, (pensei com meu cartão de crédito), 58% de desconto, me empolguei. Fui ver onde fica o restaurante e ele tem uma baita escadaria…%&*#@$

Talvez esse seja meu último post. Além de ter descumprido um acordo (segurar a onda do cartão), ainda gastei num lugar que ele não pode entrar.

Darei um jeito de ao menos, ir buscar e comeremos em casa, espero que dê certo, senão….

ALÔ RIO DE JANEIRO!

15 de setembro de 2010 1

A daqui já teve e foi demais.

Agora é a vez do Rio

Quando? 19 de setembro

Onde? Posto 5 de Copacabana, a Princesinha do Mar

Que horas? 10 da matina

Quem tá por perto é só aparecer. Ano que vem prometemos:

Eu, Tania e o rebento estaremos lá.

"Se" e "por quê?"

13 de setembro de 2010 1

Sexta ou sábado tava vendo TV, bem ao meu estilo, um segundo por canal, aí parei!

Uma entrevista de senhora chamada Diza Gonzaga, o filho dela sofreu uma grave acidente e morreu. Do limão ela fez a limonada, criou a Fundação Thiago Gonzaga.

Na entrevista ela falava em como sobreviveu à morte do filho e citou uma coisa interessante: Tirar as palavras “se” e “por que” do seu vocabulário.

Concordo com ela, tanto que estou aqui a falar delas, sempre que uma tragédia nos ataca, a primeira coisa é: Por que eu? Se… E quanto mais a gente se prende a essas palavras menos a gente percebe que o mundo continua a girar, que a vida continua.

Frase simples e sábia. É o início da nova vida, com perdas, sequelas, da tão falada superação. Basta adotar e carregar sempre com a gente, que litros e litros de limonadas serão feitas, ou como a Juliana prefere, caipirinha já tá bom.

COMPARTILHANDO ALEGRIA

06 de setembro de 2010 9

Há um ano escrevemos aqui, falamos de lugares bons, ruins, botamos a boca no trombone, xingamos uns, somos xingados e por aí vai.

Vamos compartilhar um pouco de alegria também.

Tem exatamente 16 semanas que o blog está sendo escrito por mais uma pessoa, ainda não sabemos o sexo dela e, apesar da pouquíssima idade, ela já tá incluída no mundo da acessibilidade, inclusão, respeito e amor ao próximo, participou até da passeata

Antes que vocês me encontrem na rua e achem que eu estou engordando apenas por comer demais. Saibam meus amigos, compadres e comadres (Milton está numa fase, que convida todo mundo pra ser padrinho e madrinha da nossa cria), que estamos gravidíssimos e obviamente felizes.

Obs: Meu amado marido pede pra eu não deixar de escrever que ele deu duro danado pra nos dar tanto prazer (com trocadilhos!)

Ajudar é preciso.

05 de setembro de 2010 2

O texto abaixo é uma cópia fiel do blog da Lak, DnO!

SISTEMA BAHA – O SUS PRECISA LIBERAR

Me chamo Ecleia Karla (27 anos) e tenho um filho, José Vinicius de10 anos. Ele tem microtia bilateral que no ouvido esquerdo é mais acentuada, apresenta perda auditiva condutiva bilateral moderada, os orgãos internos sao preservados tendo assim uma otima audição por conduçao óssea, o conduto esquerdo é totalmente obstruído e o esquerdo era bem estreito e, com 5 anos de idade, passou por uma cirurgia para alargar o conduto. Porém, alguns meses após a cirurgia, o conduto regrediu.
O agravante é que, agora, os dois condutos estão totalmente fechados, que provocou uma queda na audição via aerea e já se percebe algum comprometimento na fala. Desde que nasceu, José Vinicius faz sessoes de fonoterapia e acompanhamento com otorrinolaringologista, além do aparato médico necessario para em breve (janeiro/2011) fazer a cirurgia plastica de reconstruçao da orelha.
Desde 2007 os médicos falam no implante Baha mas que ainda nao havia utilizaçao aqui no Brasil. Em 2008 ou 2009 começaram a realizar essas cirurgias por aqui. Desde Março de 2010, estou numa luta constante em busca de informaçoes sobre a cirurgia e aquisição do aparelho, ainda não fornecido pelo SUS.
O IMIP-Recife onde ele é acompanhado os médicos me falam que esta havendo uma mobilizaçao para preparar uma lista com os indicados para o uso a fim de pressionar o Governo pra agilizar a liberação, porém não se tem previsao.
Entrei em contato com a empresa que revendo o BAHA aqui no Brasil, a Widex, marcamos um teste e o resultado foi ótimo, meu filho escutou (os olhinhos dele brilharam e os meus choraram)… Mas aí veio a frustraçao, o BAHA nao cabe no meu bolso (aproximadamente 40 mil reais), ja tentei de tudo, cartas e e-mails pra programas de televisao, e-mails pra senadores, deputados e sempre que estou na net é buscando informaçães sobre isso.

Peço a todos que tenham informação ou sugestão sobre o que posso fazer para conseguir proporcionar ao meu filho uma melhor qualidade de vida me escrevam,

ecleia24@hotmail.com

A PRIMEIRA A GENTE NUNCA ESQUECE

04 de setembro de 2010 1

Meio atrasada, mas estou falando da Primeira Passeata do Movimento SuperAção aqui em POA. Foi ‘soda’, né? E nos dois sentidos. Foi ‘soda’ de bom porquê foi uma galera muito guerreira. Uma galera que não se mixa pra meio-fio ou qualquer outro obstáculo. Foi ‘soda’ porquê a turma do Legato matou a pau nas performances do Elvis, Carmem Miranda, Sidney Magal e Sandra Rosa Madalena.

Bâmo!

Carmem Miranda e Elvis

Elvis arrasando

Foi ‘soda’ de bom porquê foi lindo invadir o Brique apitando e tocando as cadeiras. ‘Soda’ porquê é bom demais juntar essa galera que é de fé, que aguentou o calorão na raça (lembra, que tetra não sua?) e veio de outras cidades, de outros estados pra gritar: existimos e queremos respeito.

Lúcio, Vivian, Roth e Silvio - na luta pela inclusão!

Ana Costa, do Ministério do Trabalho, parceira sempre!

 

Guerreiros

Por outro lado, foi ‘soda’ de ruim, porque aconteceram algumas merdas. Tipo, até o carrinho do churros explodiu. Parecia um filme, as pessoas voando, gritaria, queimados, ambulância, bombeiros e carro de polícia. Pobre das crianças, nunca mais vão encarar o petisco com mu-mu. Outra coisa ‘soda’, foram contratempos da produção, espero que ninguém tenha notado, hehe. Acabei não preparando o mestre de cerimônia direito e ele soltou algumas pérolas. Tipo, aos berros, “TODO MUNDO TIRA O PÉ DO CHÃO!” E os cadeirantes só se olham. Outra, “TODO MUNDO NA PALMA DA MÃO!” E, os amputados de membros superiores e tetraplégicos no vácuo. Só faltou gritar “quem tem mão, bate palma!” Ai, tem que rir pra não chorar. Mas, a melhor foi sem dúvida ele chamando presidente do movimento SuperAção (que se chama Billy): “Agora, vamos passar a palavra pro BIGGY!”
Hahahaha. Quase chorei.

Invadindo a Osvaldo 

É isso aí Liza!

Tirando a parte tragicômica, foi ‘soda’ que uma das bandas (justamente a da minha amigona Pi) acabou não tocando por causa da confusão na produçã.

Entre mortos e quebrados, todos sobreviveram e foi linda a chegada ao Monumento ao Expedicionário. Ano que vem tem mais. E prometemos melhorar. Né, Biggy?

Chegada ao Monumento ao Expedicionário

 

 

  

Lutar pela revolução!

Pra ver todas as fotos da passeata, clica aqui.

Trânsito sempre violento

04 de setembro de 2010 0

Ontem fomos a um velório/enterro de um grande amigo, mais uma vítima do trânsito.

O que era pra ser um feriadão de alegria, ele mora em Floripa e tava por aqui, visitando amigos, parentes e fazendo farras, transformou-se num feriado triste.

O Milton levantou uma estatística chocante: Do grupo deles, que jogavam futebol, trabalhavam juntos ou que tinham alguma atividade em comum, 4 pessoas morreram e ele próprio tá na cadeira de rodas, todos vítimas do trânsito.

Nosso amigo, não estava bêbado, conhecia a estrada muito bem, não dormiu no volante. Muita chuva ? Simplesmente, não há explicação pra essa morte estúpida e violenta. Ficou a saudade, duas famílias despedaçadas e o sinal de alerta tocou novamente: Poderia ter sido eu!

Um ótimo feriadão a todos e cuidem-se, precisamos diminuir essas estatísticas.